terça-feira, 30 de agosto de 2016

Bebé que esteve três dias ‘congelada’ está curada


Uma história com um final (ou um início) feliz

Em abril de 2015, o coração de Willow Rose parou durante oito minutos após nascer. Graças a um tratamento inovador, esta bebé acabou por sobreviver.

Willow foi submetida a um tratamento chamado “arrefecimento do corpo inteiro” no hospital St. Michael, em Bristol (Inglaterra). A menina nasceu sem batimento cardíaco e teve de ser colocada numa caixa refrigeradora durante três dias.

O objetivo deste tratamento era evitar danos cerebrais, já que, quando o cérebro fica privado de oxigénio durante um longo período de tempo, o risco de lesões aumenta consideravelmente.

A imprensa britânica revela agora que, quinze meses depois de ter sido colocada na caixa refrigeradora, Willow Rose recuperou totalmente.

fonte: Sol

Mais de 300 renas selvagens mortas por raios na Noruega


Autoridades norueguesas consideram incidente fora do comum. As imagens recolhidas no local mostram cadáveres dos animais deitados no chão e podem afetar pessoas mais sensíveis.

Mais de 300 renas selvagens morreram atingidas por raios no sul da Noruega, indicaram hoje as autoridades norueguesas sobre o maior incidente do género de que há conhecimento até à data.

As 323 renas, incluindo 70 crias, foram encontradas na sexta-feira por um guarda de caça no planalto de Hardangervidda, um parque nacional onde o maior rebanho de renas selvagens - cerca de 10.000 - se move livremente. Das 323 renas mortas, cinco tiveram de ser abatidas devido a ferimentos graves.

Imagens recolhidas pelas televisões locais e que entretanto já circulam na Internet mostraram os cadáveres dos animais deitados no chão, próximos uns dos outros. A visualização do vídeo que se segue deve ser feita com alguma cautela.


"Houve tempestades muito fortes naquela zona na sexta-feira. Os animais mantêm-se juntos quando está mau tempo e estes foram atingidos por raios", disse um responsável da Agência Ambiental Norueguesa, Kjartan Knutsen, citado pela agência de notícias francesa AFP.

As renas são criaturas sociáveis e movem-se normalmente em rebanho. "É incomum. Nunca tínhamos visto nada assim, numa escala destas", observou Knutsen.

As autoridades norueguesas deverão agora decidir o que fazer com os cadáveres dos animais. "Vamos decidir em breve se deixamos a natureza seguir o seu rumo ou se fazemos alguma coisa", declarou.

Existem cerca de 25.000 renas da tundra selvagem na Noruega, nas cadeias montanhosas do sul do país, de acordo com os especialistas.

fonte: TSF

A Lucy caiu de uma árvore e morreu


O esqueleto de Lucy mostra que ela tinha uma zona pélvica semelhante à dos humanos e pernas que lhe permitiam caminhar de pé CORTESIA DE JOHN KAPPELMAN/UNIVERSIDADE DO TEXAS EM AUSTIN

Análise dos ossos de famoso australopiteco, usando a tomografia computacional, permitiu encontrar uma explicação sobre a sua morte há 3,18 milhões de anos em África.

O ponto final da vida de Lucy pode ser um ponto de partida para a história evolutiva dos humanos. Uma nova análise do fóssil descoberto em 1974, em Afar, no Norte da Etiópia, permitiu dar uma explicação inédita para os momentos finais deste Australopithecus afarensis, que viveu há 3,18 milhões de anos. Lucy terá caído de uma árvore, fracturou vários ossos, sofreu feridas internas e morreu, segundo um artigo publicado nesta segunda-feira na edição online da revista Nature.

A queda pode estar relacionada com as capacidades híbridas de locomoção de Lucy, cujo esqueleto tinha algumas características associadas ao bipedismo, tornando-o um dos fósseis mais interessantes do estudo da evolução humana.

“É irónico que o fóssil, que está no centro do debate sobre a importância do ambiente arborícola na evolução humana, tenha provavelmente morrido de ferimentos sofridos durante a queda de uma árvore”, diz John Kappelman, paleoantropólogo da Universidade do Texas em Austin (EUA), líder do estudo, citado num comunicado daquela instituição.

O fóssil de Lucy foi descoberto a 24 de Novembro de 1974 pelo famoso paleoantropólogo norte-americano Donald Johnson, no local arqueológico de Hadar. O esqueleto era de uma fêmea adulta com pouco mais de um metro de altura e continha alguns fragmentos do crânio, o maxilar inferior (mandíbula), parte das vértebras e das costelas, a maioria dos ossos dos dois braços, parte da bacia e alguns fragmentos dos ossos das pernas.

Cerca de 40% do esqueleto sobreviveu até hoje. Na altura, foi um dos fósseis mais completos de um hominídeo pré-humano. Ou seja, antes do género Homo, que terá surgido há menos de 2,8 milhões de anos. Por isso, não é de estranhar a felicidade da equipa.

“Na noite de 24 de Novembro, havia muito entusiasmo e celebrou-se a descoberta daquilo que parecia ser um esqueleto de um hominídeo bastante completo”, descreve-se num artigo de perguntas e respostas sobre este fóssil no site do Instituto das Origens Humanas da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos. Entre muita informação, o artigo explica o nome dado ao australopiteco. “Havia bebidas, dança e cantoria. A canção dos Beatles Lucy in the Sky with Diamonds estava a passar repetidamente. Algures naquela noite, ninguém se lembra quando ou por quem, o esqueleto foi apelidado de Lucy. O nome ficou.”

Na encruzilhada da evolução humana

A explicação de como a evolução humana aconteceu, nos últimos seis milhões de anos, está dependente dos fósseis e dos vestígios como os de Lucy. África é um ponto central nesta investigação. Foi neste continente que despontou primeiro o género Homo e, mais tarde, a nossa espécie, o Homo sapiens.

Entre os hominídeos pré-humanos, como os Ardipithecus e osAustralopithecus, e o Homo sapiens, ocorreram uma série de mudanças anatómicas e culturais que são alvo de estudo. A capacidade de caminhar de forma erecta, o uso de utensílios, o desenvolvimento da fala são algumas características-chave que os cientistas pensam ter marcado a nossa evolução. A paleoantropologia tenta compreender como e quando se deram estas transições. A Lucy está numa destas encruzilhadas.

Os fósseis de outros Australopithecus afarensis tinham características antigas como um volume cerebral pequeno, uma crista óssea no crânio e ossos da face projectados para a frente, que os afastavam do género Homo. No entanto, a Lucy apresentava características que ajudaram a compreender a transição entre o estilo de vida arborícola e um estilo de vida bípede. A região pélvica da Lucy é mais parecida com o géneroHomo e o joelho indica que ela caminhava direita, como nós. Naquela região da África austral, a expansão das savanas nos últimos milhões de anos poderá ter sido um factor importante para o aparecimento deste tipo de locomoção.

Por tudo isto, o esqueleto tornou-se importante. “A Lucy é preciosa. Há apenas uma Lucy, e o objectivo é estudá-la o máximo possível”, diz Richard Ketcham, um geólogo da mesma universidade de John Kappelman, citado no comunicado. A oportunidade para um novo olhar sobre o fóssil surgiu em 2008 quando a Lucy fez uma tour pelos Estados Unidos e entrou no Laboratório de Tomografia Computacional de Alta Resolução por Raios-X da Universidade do Texas.


“Quando me apercebi da extensão dos vários ferimentos, a imagem de Lucy surgiu na minha mente e senti uma empatia súbita que atravessou o espaço e o tempo”, diz o paleoantropólogo John Kappelman MARSHA MILLER/UNIVERSIDADE DO TEXAS EM AUSTIN

Este equipamento é usado para analisar material geológico como rochas. Desta vez, em vez de rochas, analisou fósseis. “A tomografia computacional é uma técnica não destrutiva. Por isso, podem ver-se os detalhes e os arranjos internos dos ossos”, explica Richard Ketcham. Durante dez dias, todos os ossos de Lucy foram analisados.

As 35.000 novas imagens obrigaram a uma reinterpretação de fracturas dos ossos que até agora tinham sido associadas a processos ocorridos após a morte deste australopiteco. A ponta do úmero direito (osso do antebraço) tem uma fractura que não é costume encontrar-se nos fósseis, preservando uma série de fragmentos de osso afiados que se mantiveram no lugar. “Esta fractura compressiva surge quando a mão bate no chão durante uma queda, provocando um choque entre os ossos do ombro”, explica John Kappelman, que pediu ajuda ao cirurgião ortopédico Stephen Pearce, para interpretar a nova informação.

Além do úmero, a equipa identificou fracturas no ombro esquerdo, no tornozelo, no joelho esquerdo, na pélvis e na primeira costela. Segundo os cientistas, a melhor forma de explicar o conjunto de lesões é ter havido uma grande queda. De acordo com o contexto da paisagem local, tudo indica que a queda terá sido de uma árvore.

"Pobre Lucy!"

Segundo John Kappelman, é muito provável que o pequeno australopiteco procurasse alimento e pernoitasse nas árvores, onde estaria em segurança. Há estudos sobre chimpanzés que caem de árvores em que estes primatas batem no chão a uma velocidade de 60 quilómetros por hora. Lucy tinha menos de 30 quilos de peso, pelo que os cientistas calculam que terá caído de uma altura de 12 metros e que atingiu o chão a 56 quilómetros por hora: os pés bateram no chão primeiro, depois as mãos. O fóssil não mostra qualquer vestígio de que as fracturas tenham cicatrizado. Por isso, a morte terá sido quase instantânea.


O esqueleto de Lucy aqui fotografado na sua visita aos EUA em 2008 FRANK WHITE/AFP

É uma “novidade triste, pobre Lucy!”, atira Yves Coppens com uma ponta de humor. Este famoso paleoantropólogo francês foi um dos responsáveis pela expedição em Hadar, onde se descobriram os vestígios do australopiteco. “Em geral, os primatas arborícolas são habilidosos, ágeis e têm equilíbrio. Depois de 20 anos a observá-los (chimpanzés, gorilas) no seu meio natural, nunca vi tal coisa [uma queda] acontecer”, diz à agência AFP. “Mas a priori não sou hostil a esta tese que, apesar de tudo, é tão válida como outra qualquer, principalmente se o investigador tiver argumentado bem.” 

A equipa defende que a queda pode estar relacionada com as adaptações desta espécie ao bipedismo. “As adaptações que facilitaram a locomoção bípede comprometeram as capacidades dos indivíduos de treparem às árvores em segurança; esta combinação de características pode ter predisposto esta espécie a quedas”, lê-se no artigo da Nature. Para a equipa, encontrar traumas semelhantes noutros fósseis poderá ajudar a descortinar o estilo de vida de outros hominídeos.

Nunca vamos saber o que originou a queda de Lucy. Seria preciso estar naquele local, no meio de África, há 3,18 milhões de anos. Mas para John Kappelman, a compreensão de como ela morreu confere uma dimensão dramática a este ícone da paleoantropologia: “Quando me apercebi da extensão dos vários ferimentos, a imagem de Lucy surgiu na minha mente e senti uma empatia súbita que atravessou o espaço e o tempo. A Lucy deixou de ser um simples conjunto de ossos numa caixa e, na sua morte, tornou-se um indivíduo real: um pequeno corpo todo partido, abandonado à beira de uma árvore.”

fonte: Público

domingo, 28 de agosto de 2016

Pé Grande pegadas falam de humanos gigantes na China


Uma das pegadas encontradas fossilizadas na rocha é quase duas vezes maior que um pé humano.

Um grupo de fotógrafos encontrou quarta-feira uma série de pegadas gigantes de pé humano fossilizadas numa rocha na vila chinesa de Pingyan, na província de Guizhou, informa o portal chinês Sina

Uma das pegadas, que pode levar-nos a tempos antigos, tem a forma de um pé esquerdo e é quase duas vezes tão grande como a de um pé humano real.


Os investigadores estão a realizar um estudo dos traços para determinar a origem das marcas gigantes numa pedra antiga e explicar a origem e datação de essas pegadas.


Esta não é a primeira descoberta deste tipo de pegadas gigantes. Em 1912 o agricultor Stoffel Coetzee Sul-Africano encontrou uma com 128 cm de comprimento e 60 de largura.

fonte: RT

Passam a vida a caçar OVNI


Este sábado há uma vigília no Cabo da Roca. Interesse pelo tema aumenta

Uns passam o dia à procura de pokémons. Outros uma vida inteira a olhar para o céu, à procura de objetos voadores não identificados (OVNI). Em Portugal, são cada vez mais os "caçadores de OVNI". Todos os meses, repetem-se vigílias nacionais. E já há quem leve a família inteira em busca de sinais de vida inteligente fora do Planeta.

É o caso de Ernesto Lamas, de Matosinhos. Tudo começou em 1976 quando, na Foz do Douro (Porto), reparou numa "luz branca" a rasgar o céu. "Vi logo que era um OVNI. Não havia nada assim tão rápido", conta. Começou a interessar-se por ovnilogia. Mas só há 15 anos fez a primeira vigília. Mais tarde, foi à serra da Gardunha, um dos locais do país onde ocorrem mais avistamentos, junto com as serras da Arrábida, Sintra, além da Costa da Caparica e Montejunto. "Foi um espetáculo", recorda. Nunca mais parou.

"Estive, há pouco, 13 dias em Vila Flor e vi uns 20 OVNI", revela, com entusiasmo, referindo que, nas muitas das vigílias que organiza, leva a mulher, as duas filhas e a neta de oito anos. Para captar provas, tem todo o tipo de equipamentos, desde máquinas fotográficas diurnas a noturnas e telescópios.

Aficionado pela ovnilogia, Ernesto é um dos cinco elementos do grupo do Porto do UFO Portugal, um blogue dirigido por Nuno Alves, que começou a interessar-se pelo fenómeno quando, em setembro de 1997, avistou algo no céu que não conseguiu explicar. "Nem havia ainda aquele tipo de tecnologia", refere. A 30 de julho, o UFO Portugal organizou uma vigília nacional. A próxima poderá ser em Vila Flor.

Esta sexta-feira é a vez da Associação de Pesquisa OVNI promover uma vigília nacional, a partir das 23 horas, no Cabo da Roca. Na anterior, a 23 de julho, na praia do Guincho, viram algo que não contavam. "Eram 23.09 horas e vimos uma luz, que fez algumas movimentações e terminou com um ziguezague que durou entre 15 e 20 segundos. Foi um espetáculo!", descreve o presidente da associação, Luís Aparício.

Todos os meses são dezenas de alertas que chegam às duas entidades, vindos de todo o país. E são inúmeras as fotografias e vídeos partilhados nas redes sociais. Mas poucos são merecedores de investigação. "Recebemos uma média de 20 alertas por mês. Mas destes apenas um ou dois se tornam inexplicáveis", diz Nuno Alves.

Muitos desses casos vão parar às mãos de Joaquim Fernandes, coordenador do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (CTEC) da Universidade Fernando Pessoa, que confirma o crescimento, em Portugal, do interesse por um tema que nasceu no país, a 20 de dezembro de 1914, quando Bartolomeu de Messines promoveu a primeira vigília. "Quando estreia um filme de ficção científica, há sempre picos de interesse", explica Joaquim Fernandes, convencido de que muitos dos avistamentos atuais se devem a balões de luzes lead lançados em festas.


sábado, 27 de agosto de 2016

Investigador da NASA: Ovnis gigantes 'proliferam' nos anéis de Saturno


Norman Bergun, engenheiro mecânico do Centro Ames Research da NASA, faz de novo as manchetes com seu argumento, de acordo com qual a vida extraterrestre existe no sistema solar. 

Esta não é a primeira vez que este cientista está declarando tais coisas, mas desta vez ele classifica a situação como "crítica" porque os corpos extraterrestres que vivem no nosso sistema solar estão "proliferando" mais rapidamente que nunca.

ufo

Ele também afirmou que objectos voadores não identificados (ovnis) que tinham sido registados pela primeira vez nos anéis de Saturno estão se transferindo para outros planetas que também têm anéis, como Úrano ou Júpiter. "O que já é claro é que estes objectos habitam Saturno, onde foi o primeiro lugar em que eu os encontrei, e eles estão proliferando. Podem descobri-los ao redor de Júpiter e Úrano. Nos lugares onde existem anéis", explicou Bergrun. 

ufo ringmakers saturno

O cientista acrescentou que a observação dos anéis mostrou o escapamento emitido por uma nave extraterrestre e que a situação é "critica" porque aeronaves espaciais estão se multiplicado no nosso sistema solar. 

Segundo o investigador, os alienígenas estão se alimentando dos anéis, utilizando energia para proliferar e propulsar suas aeronaves. Bergun é um dos cientistas mais respeitados da NASA. Além disso, ele tinha participado dos projetos secretos enquanto trabalhava para a empresa Lockheed Martin. 

fonte: Sputnik News

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Mais de 12 mil arquivos da CIA sobre Ovnis estão disponíveis na web

UFO

A internet funciona como uma espécie de baú para os que acreditam em vida extraterrestre e ficam fascinados com histórias sobre aparições de Ovnis. Agora, o acervo online desse tipo de conteúdo recebeu um reforço de peso, já que a CIA liberou documentos do Projeto Blue Book, que investigou 12 mil casos de avistamento de objetos voadores não identificados. 

Os casos, investigados entre 1947 e 1969, foram digitalizados e colocados na internet pelo pesquisador John Greenwald, que usou da Lei de Liberdade de Informação para ter acesso ao material. Ele catalogou todos os documentos - processo que levou quinze anos - e os disponibilizou no site Black Vault para consulta pública.

Ao todo são mais de 12 mil arquivos em PDF contendo fotos, reportagens da época e análises feitas pela Força Aérea Nacional. Para quem estiver curioso, é possível fazer pesquisa por meio de palavras chave ou, para os mais entusiasmados, pesquisar caso por caso.

fonte: Canal Tech

Planeta misterioso está em rota de colisão com a Terra?

Planeta misterioso está em rota de destruição com a Terra?

Um vídeo de YouTube dá conta de uma nova teoria da conspiração que tem sido encoberta pela comunidade científica e pelos governos de todo o mundo.

Há uma nova teoria da conspiração a circular no YouTube e que avisa para a iminente destruição da Terra. Este evento cataclísmico será causado pela colisão do planeta Nibiru (também conhecido como Planeta X) com o nosso planeta, com os autores do vídeo a apontarem que os sinais têm estado à vista de todos nos últimos anos.

Conta o Mirror que estes sinais têm surgido sob forma de várias luas de sangue, fenómenos raros que se tornaram mais frequentes a partir do ano 2000. O vídeo mostra vários avistamentos destas luas de aspeto avermelhado, mostrando até uma situação em que a lua surge juntamente como uma ‘gémea’, a sombra do planeta Nibiru.

De acordo com os autores do vídeo, nada disto é desconhecido por parte da comunidade científica ou dos governos, que têm encoberto a situação por não terem forma de evitar a colisão entre os dois planetas.

“Agora temos de nos preparar. Em cerca de 30 dias estaremos no meio de setembro, se virmos mais alguma lua de sangue diria que Nibiru está quase a chegar e é a altura para nos começarmos a preparar. Não sei quanto tempo temos”, pode ouvir-se no vídeo.


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