terça-feira, 22 de agosto de 2017

Criança estragou caixão "único" com oito séculos ao tirar uma fotografia


Um caixão com 800 anos ficou danificado depois de uma criança ter avançado a barreira de segurança para tirar uma fotografia, num museu do Reino Unido.

O incidente ocorreu no dia 4 de agosto, no museu Prittelwell Priory, em Southend, Essex, Reino Unido. O incidente foi captado pelas câmaras de vigilância internas, mas só foi descoberto esta terça-feira pelos funcionários do museu, uma vez que a família da criança abandonou o local sem reportar o sucedido.

O caixão de pedra, considerado o último do género, foi empurrado para fora da bancada e partiu.

Claire Reed, responsável pela reparação de artefactos no museu, admitiu que o caixão era "bastante importante e historicamente único".

Aproveitou para relembrar os visitantes que "devem observar e respeitar as barreiras e sinais, pois estão no local para proteger as heranças e histórias desta localidade".

A administração do museu prevê gastar menos de 85 euros com a reparação do caixão. Prevenindo futuros incidentes como aquele que sucedeu, irá deixá-lo completamente fechado.

O caixão foi encontrado em 1921, completo e com um esqueleto no interior, que poderá ter sido de um monge importante daquele priorado, fundado no século XIII.


Asteróide que extinguiu dinossauros trouxe dois anos de escuridão


Novo estudo mostra como aconteceram as mudanças climáticas na Terra após o impacto do asteroide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos

As cinzas e fuligem dos gigantescos incêndios provocados pelo asteróide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos deixou o planeta na escuridão por quase dois anos, afirma um novo estudo publicado na última segunda-feira. O impacto, que extinguiu os dinossauros, mudou drasticamente as condições climáticas na superfície terrestre, impedindo a fotossíntese e a sobrevivência de grande parte dos seres vivos, afirmaram os pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa do Clima dos Estados Unidos (NCAR), que contaram com o apoio da Nasa e da Universidade do Colorado em Boulder, para a pesquisa. A análise foi publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

“A extinção da maior parte dos grandes animais terrestres pode ter ocorrido logo após o impacto, mas os animais que viviam nos oceanos, que podiam se esconder em tocas subterrâneas ou, temporariamente, no fundo das águas, sobreviveram. Nosso estudo olha para a história após os efeitos iniciais – depois dos terremotos, tsunamis e aquecimento. Queríamos verificar os efeitos de longo prazo gerados pela grande quantidade de fuligem criada e quais as consequências para os animais que sobreviveram”, explica Charles Bardeen, do NCAR, e um dos autores do estudo, em comunicado.

Asteróide que extinguiu os dinossauros

A hipótese mais conhecida para a extinção dos dinossauros é que um imenso asteroide caiu na Península de Yucatán, no México, originando a cratera de Chicxulub. No entanto, não se sabe ao certo o que aconteceu após o impacto. Uma das teorias mais aceitas conta que a queda da gigantesca rocha causou a liberação de enxofre e de nuvens de ácido sulfúrico que cobriram o globo e se precipitaram em longas chuvas ácidas. Barrando a entrada de luz solar, as nuvens tornaram o ambiente escuro, o que impediu a fotossíntese e levou a uma abrupta diminuição da temperatura. Contudo, os detalhes de como se deu esse processo ainda são misteriosos.

De acordo com o novo estudo, o choque do asteróide de cerca de dez quilómetros de diâmetro provocou grandes chamas e “enormes quantidades de cinzas”, que teriam obscurecido a luz solar por quase dois anos. Por um ano e meio, a fotossíntese foi interrompida e o planeta sofreu um violento resfriamento, factores que contribuíram para a extinção dos dinossauros.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas usaram um modelo computorizado para simular como seria a Terra no final do Cretáceo, o que ajudaria a compreender a razão por que algumas espécies desapareceram e outras se adaptaram e sobreviveram. Mais de três quartos das espécies que viviam na Terra, incluindo todas as de dinossauros não voadores, foram extintas nessa época e há evidências que essa extinção em massa estaria ligada ao asteróide que atingiu o planeta.

A colisão, de acordo com os cientistas, desencadeou terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas, e a força do impacto teria lançado rochas vaporizadas muito acima da superfície terrestre, onde teriam se condensado em pequenas partículas. Ao caírem novamente na Terra, esses fragmentos teriam se aquecido pela fricção até temperaturas suficientemente altas para provocar incêndios e aquecer a superfície. A simulação aponta também que as cinzas aquecidas pelo Sol subiram para a atmosfera até formarem uma barreira que bloqueou a luz solar que chegava à Terra.

“No início teria sido tão escuro como uma noite enluarada”, explicou Owen Toon, da Universidade de Colorado em Boulder, também autor do estudo, em comunicado.

fonte: Veja

OVNI na China deixa a todos boquiabertos!


Este vídeo estranho, filmado a 13 de agosto na cidade de Jinan, na província de Shandong (China), supostamente mostra um OVNI de forma rectangular.

Algumas pessoas sugeriram que este fenómeno representa uma "porta para o céu" ou um "tapete voador". Mas, segundo a mídia local, trata-se de uma projecção de luz da terra sobre as nuvens


fonte: Sputnik News

Descobertos destroços de navio que transportava material para a bomba de Hiroxima


Uma equipa de investigadores descobriu os destroços do Indianapolis, afundado no Pacífico durante a II Guerra Mundial. O navio transportava material da bomba atómica de Hiroshima.

Uma equipa de investigadores descobriu os destroços do USS Indianapolis, o navio americano que foi responsável por transportar vários componentes daquilo que se viria a ser a bomba atómica que atingiu Hiroshima. O histórico navio tinha sido torpedeado por um submarino japonês há 72 anos. A descoberta foi feita por uma equipa de expedição do Navio de Investigação Petrel, que pertence a Paul Allen, o cofundador da Microsoft.



We've located wreckage of USS Indianapolis in Philippine Sea at 5500m below the sea. '35' on hull 1st confirmation: http://paulallen.com 

A equipa diz ter localizado os destroços a mais de 5.500 metros de profundidade, no fundo do Pacífico Norte. A informação foi confirmada pela Marinha norte-americana em comunicado.

Poder homenagear os corajosos homens do USS Indianapolis e as suas famílias através da descoberta de um navio que desempenhou um papel tão significativo para o fim da Segunda Guerra Mundial é verdadeiramente uma honra”, disse Allen.

De acordo com a Marinha, a equipa estava a pesquisar o local onde se encontrava o Indianapolis cumprindo a lei norte-americana, segundo a qual um navio de guerra afundado é um túmulo militar que não deve ser profanado. Os destroços são propriedade da Marinha e a localização é confidencial e de acesso restrito.

O USS Indianapolis foi o navio cruzador da II Guerra Mundial e foi protagonista da guerra no Pacífico. Navegava no mar das Filipinas entre Guam e o Golfo de Leyte quando dois torpedos de um submarino japonês o atingiram. O seu afundamento, a 30 de julho de 1945, demorou apenas 12 minutos e representou a maior perda da Marinha dos Estados Unidos no mar. O Indianapolis levava 1.196 marinheiros e fuzileiros a bordo, dos quais 800 ficaram à deriva em alto mar durante quatro dias até serem encontrados por uma outra embarcação. Apenas 316 conseguiram sobreviver durante esses dias à isolação e desidratação, mas também a ataques de tubarões.

fonte: Observador

Freira atacada por píton de 8 metros






Freira foi atacada pela cobra quando foi à casa de banho

Uma freira tailandesa foi atacada por uma cobra píton de oito metros quando, durante a noite, foi à casa de banho do templo onde vive, em Rayong. Chin Darachan, de 85 anos, foi mordida numa perna e por pouco escapou a morte certa. 

A cobra estaria no interior da casa de banho e, assim que a idosa abriu a porta, cravou as mandíbulas na perna desta. A píton começou depois a estrangular a freira. 

Chin acabou por ser salva por um grupo de monges que vive no mesmo templo e ouviu os gritos de pânico da mulher. 

Com recurso a alicates e cordas, os monges conseguiram retirar as mandíbulas da cobra da perna da idosa e imobilizar o réptil. 

Chin foi levada ao hospital após o ataque, ocorrido no início do mês, mas já regressou ao templo, onde ainda está a recuperar. "Assim que vi a cobra não consegui escapar. Ela saltou e mordeu-me as pernas. Era incrivelmente rápida e começou logo a enrolar-se à minha volta. Fiquei em choque e só depois consegui gritar. Não sei o que seria de mim se os monges não me tivessem vindo ajudar", explica a freira. 

A freira teve que levar 20 pontos nas pernas, nos locais onde foi mordida pela cobra. A píton foi libertada pelos monges depois. "Não fiquei chateada com a cobra. Ela só estava a fazer o que lhe é natural. Estou feliz por estar viva, é só isso. Mas admito que agora fico sempre um bocadinho com medo cada vez que vou à casa de banho", confessa a freira tailandesa.


Canibal entrega-se à polícia e diz estar "farto de comer carne humana"




Foram encontrados corpos desmembrados na casa do canibal

Um homem entregou-se numa esquadra da àfrica do Sul, com uma perna e uma mão humanas decepadas, dizendo que era canibal e que estava "farto de comer carne humana". O homem levou as autoridades a sua casa, em Estcourt, onde foram encontrados várias partes de corpos desmembrados. 

Segundo a polícia sul-africana, o homem terá violado, morto e consumido partes do corpo de várias mulheres, até ao momento não identificadas. O suspeito é descrito como "um curandeiro tradicional" e, durante a sua confissão, implicou mais dois cúmplices nos crimes. Os três homens já foram presentes a tribunal e, para já, estão acusados de homicídio, numa altura em que ainda decorre a investigação. 

Foi ainda detido um quarto suspeito, que tinha na sua posse pedaços de carne humana. O chefe da polícia local, Mthembeni Majola, teme que sejam encontrados mais corpos. "Seguíamos uma pista que nos levou à casa deste quarto detido. Descobrimos oito orelhas num frasco", explicou. 

Um porta-voz adianta ainda que "os três suspeitos confessaram ter morto uma mulher, tendo desmembrado o corpo em seguida". "Consumiram parte do corpo da vítima e partilharam outra parte com outro suspeito, detido em Amangwe. Neste momento só há confirmação de uma vítima", garantiu Charmaine Struwig da polícia sul-africana.


Jovem "possuída" depois de ver filme de terror





Jovem foi levada para o hospital depois de ver 'Annabelle 2: A Criação do Mal'

Mulher começou a gritar e a tossir descontroladamente, tendo sido levada ao hospital. 

Uma jovem com cerca de 20 anos diz que foi "possuída" pelo Diabo enquanto assistia ao filme de terror ‘Anabelle 2: A Criação do Mal’ num centro comercial em Piauí, no Brasil. A jovem lançou o pânico ao começar a gritar e a tossir descontroladamente no cinema, e foi levada pelos amigos para fora da sala. 

Um vídeo, partilhado nas redes sociais, mostra a jovem deitada no chão, ainda com tosse convulsa , interrompida apenas por gritos. 

Segundo fonte do centro comercial, a jovem foi assistida por bombeiros no local e encaminhada para o hospital de ambulância. O caso ocorreu na passada quinta-feira, pelas 23h00, quando o espaço se preparava para fechar portas. 

"Não conseguimos identificar exatamente o que aconteceu nem o que motivou este comportamento. Ela estava muito nervosa e não conseguia explicar o que se passava. Dizia que tinha sido possuída", explica a assessoria do centro comercial, que não quis revelar para que hospital a jovem foi levada. 

Segundo testemunhas, o aparente ataque de pânico que afetou a jovem ocorreu numa das cenas mais aterradoras do filme, em que aparece um demónio. ‘Annabelle 2’ é a sequela do filme que conta a história de uma boneca que alegadamente é possuída por uma entidade sobrenatural. O filme, baseado em factos verídicos, faz parte do universo ‘The Conjuring’ que conta as aventuras dos investigadores sobrenaturais norte-americanos Ed e Lorraine Warren.


Larvas de peixe-zebra testam terapias personalizadas em cancro


As células tumorais foram tingidas com um corante para se poder visualizar o tumor RITA FIOR

Dois investigadores portugueses criam novo modelo que pode vir a tornar-se num teste de rotina para verificar a eficácia da quimioterapia.

São resultados preliminares, "uma prova do conceito", como lhe chama Rita Fior, da Fundação Champalimaud. Mas o trabalho que a investigadora desenvolveu com Miguel Godinho Ferreira, também da Fundação Champalimaud e do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), e que acaba de ser publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), pode ser o caminho para um novo teste capaz de estimar em poucos dias a eficácia de um tratamento de quimioterapia em doentes com cancro - e ajustar a terapia a cada doente.

Rita Fior e Miguel Godinho Ferreira demonstraram a possibilidade de prever os efeitos de um tratamento de quimioterapia, testando as células tumorais do doente em larvas de peixe-zebra, um modelo animal muito utilizado em laboratório. Neste caso, a pequena dimensão da larva, com menos de um centímetro, torna estes testes muito rápidos.

Na sua prova de conceito, os dois investigadores portugueses e as suas equipas estudaram os casos de cinco doentes com cancro colorretal que foram tratados na Fundação Champalimaud e no Hospital Amadora-Sintra. O que a equipa fez foi implantar células tumorais dos doentes nas larvas de peixe-zebra, e depois testar nos tumores assim criados o tipo de quimioterapia que cada um dos doentes tinha recebido.

Os resultados não podiam ser mais promissores: em quatro dos cinco casos, os resultados nas larvas foram idênticos ao que aconteceu com os próprios doentes. Dois deles não responderam bem ao tratamento, e os tumores induzidos nas larvas também não. Em relação a outros dois, que responderam bem ao tratamento, as larvas seguiram exatamente o mesmo padrão. O teste funcionou.

Agora é necessário alargar o estudo e comprovar que funciona para todos os casos, ou pelo menos para a esmagadora maioria deles. "Nesta segunda fase, que já se iniciou, vamos testar centenas de doentes da Fundação Champalimaud e do Hospital Amadora-Sintra, com o qual estabelecemos um protocolo e que tem sido muito colaborativo", adianta Rita Fior.

Os dois cientistas esperam que o estudo esteja concluído dentro de dois a três anos e, se tudo correr como acreditam, o resultado poderá ser um novo teste para prever com grande rapidez a eficácia (ou não) de um determinado tratamento escolhido.

"Se tudo correr bem, vamos poder informar os oncologistas do resultado das várias terapias nos avatares [as larvas, que simulam o doente]; serão sempre eles a ter de escolher o tratamento, mas poderão fazê-lo com base em testes individuais", explica por seu turno Miguel Godinho Ferreira, citado num comunicado da Fundação Champalimaud.

A escolha das larvas do peixe-zebra para simular os tratamentos de quimioterapia é a chave certa e tem a grande vantagem da rapidez. "Conseguimos resultados sobre a eficácia de um determinado tratamento em três ou quatro dias", explica a cientista.

Os tratamentos de quimioterapia são atualmente aplicados seguindo diretrizes internacionais estabelecidas de acordo com as estatísticas das taxas de sucesso obtidas em ensaios clínicos. Se o teste desenvolvido pelos dois cientistas portugueses comprovar a sua eficácia, abrem-se novas possibilidade de personalização e de maior precisão nos tratamentos.

"Isso não pode ser feito por rotina em ratos, porque os tumores produzidos com células tumorais dos doentes levam meses a tornar-se visíveis e a poderem ser testados, porque o rato é um animal grande", nota Rita Fior. Na larva de peixe-zebra basta introduzir-lhe poucas células do tecido tumoral para produzir um tumor que pode ser testado.

A ideia de utilizar as larvas de peixe-zebra neste contexto surgiu aos dois cientistas separadamente - estavam na altura ambos no IGC, mas em grupos distintos - mas quando se aperceberam disso decidiram avançar com o estudo conjunto. Em boa hora. Os resultados mostram que estavam certos.