sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Cancro poderá ser combatido com robots microscópicos


Os robots funcionarão como um ‘enxame’ e poderão ser controlados via magnetismo.

Um grupo de investigadores alemães pode ter criado um novo tratamento para cancro, utilizando robots de tamanho microscópico controlados via magnetismo, diz o Engadget.

Estes robots funcionarão como um enxame e cada um deles terá uma tarefa específica, utilizando ‘sementes’ radioativas para combater tumores a partir do interior do corpo. “O nosso método permite manipulações mais complexas dentro do corpo”, indica o responsável pelo estudo.

O tratamento ainda precisa de ser ‘afinado’ pelos investigadores mas já está a ser considerado como uma alternativa valiosa, sobretudo para evitar efeitos secundários que possam ser perigosos para o paciente.


Descoberto um novo continente: Chama-se Zealândia e é especial



Trata-se do continente 'oculto' da Terra. Saiba porquê.

É oficial. O planeta Terra acaba de 'ganhar' um novo continente. É a Zealândia, situa-se no Oceano Pacífico, a leste da Austrália e 94% do seu território está submerso.

Foi pelo menos esta a conclusão de uma equipa de 11 geólogos que publicou esta semana na revista da Sociedade Geológica dos EUA [Geological Society of America’s Journal, em inglês].

Com 4,9 milhões de quilómetros quadrados, a Zealândia será então o mais pequeno dos outros seis continentes (África, Antárctica, Ásia, Europa, América e Oceania). Além de menor, diferencia-se dos outros por estar quase todo submerso.

No estudo, intitulado 'Zealândia: o continente oculto da Terra', os geólogos afirmam que a Zealândia cumpre todos os requisitos para ser considerado um continente. A saber: a altitude elevada em relação à crosta oceânica, assim como a existência de três tipos de rochas (as rochas magmáticas ou vulcânicas, as metamórficas - criadas pelo calor e pela pressão, e as sedimentares, criadas pela erosão). Além dessas caraterísticas, este novo território distingue-se por ter uma crosta mais espessa e menos densa do que o fundo do oceano circundante.

“O valor científico da classificação da Zealândia como um continente é muito mais do que apenas um nome extra numa lista”, ressaltaram os geólogos, em comunicado, frisando que o facto de estar submerso, mas não fragmentado, torna-o algo útil e estimulante na exploração da crosta continental.

A descoberta é o culminar de 20 anos de investigação, segundo disse Nick Mortimer, um dos autores do estudo.


No Irão foi encontrado observatório com cerca de 1500 anos


Durante escavações realizadas no sul do Irão, arqueólogos encontraram um observatório milenar, mais especificamente, da idade entre os séculos III e VII d.C.

Nas escavações do cômoro Paregan, na província de Khormozgan no sul do Irão, historiadores iranianos encontraram vestígios de um antigo observatório, que, aparentemente, pertence ao reinado da dinastia Sassânida do Irão (224 — 651 d.C.).

Eis o que declarou Ali Asadi, chefe da equipe de arqueólogos, à agência de notícias Tasnim, citada pela Sputnik Persa.

De acordo com Asadi, o cômoro atraiu a atenção de historiadores pela primeira vez em 2005, quando foi realizada uma análise arqueológica na área da província de Khormozgan.



​A primeira fase das escavações de Paregana começou em 2011.

"Julgando pela localização da cerâmica, do ponto de vista cronológico, este objecto pertence ao reinado da dinastia Sassânida, disse Asadi. No entanto, os cientistas continuam trabalhando na datação dos artefactos encontrados."

Vale destacar que estruturas cíclicas específicas foram encontradas no cômoro.

"Pode-se concluir que esta construção serviu como laboratório astronómico", disse.

Para verificar os resultados, a equipe de pesquisa de Asadi iniciou a segunda fase das escavações: arqueólogos já receberam a licença apropriada da Organização do património cultural, turismo e artesanato do Irão e deram início aos trabalhos.

fonte: Sputnik News

O “olho de gato” que surpreendeu a astronomia


A 15 de fevereiro de 1786, o astrónomo William Herschel observou pela primeira a configuração curiosa desta nebulosa a 3000 anos-luz da Terra

Uma nuvem de poeiras e gases no espaço profundo. Podia não passar disso, mas a estranha configuração deste corpo celeste chamou a atenção do astrónomo William Herschel. A nebulosa "olho de gato", como viria a ser chamada mais tarde, foi descoberta há 231 anos, precisamente neste dia. 

“No dia 15 de fevereiro de 1786, descobri que uma das minhas nebulosas planetárias tinha um ponto no centro, que era mais luminoso do que o resto. Com uma observação prolongada, um centro brilhante, redondo, tornou-se visível. Não tive um único momento de dúvida de que este centro brilhante estaria ligado a um disco”, lê-se nos escritos do astrónomo, disponíveis na íntegra em archive.org.

O objeto celeste foi catalogado com o número 6543 no "New General Catalogue" da Real Sociedade Astronómica, publicado pela primeira vez no Reino Unido em 1788.

Esta nebulosa pode ser observada na constelação de Dragão e está a uma distância de cerca de 3000 anos-luz da Terra.

Segundo a NASA, têm sido propostas diferentes explicações para a configuração, que observações mais recentes mostraram que inclui vários anéis concêntricos. A disposição sugere que se trata de uma estrela que ejetou matéria em intervalos de 1500 anos antes de explodir definitivamente, o que terá acontecido há mil anos. A nebulosa olho de gato, adianta ainda o site do telescópio espacial Hubble, é considerada um "registo fóssil" das dinâmicas e da evolução tardia no final da ‘vida’ de uma estrela.

Sim, porque as estrelas “nascem” e “morrem”. Estima-se que, na nossa galáxia, se formem todos os anos estrelas equivalentes a três massas solares. Já uma supernova, a morte de uma estrela massiva, acontece a cada cem anos

Esta nebulosa continua a ser uma das mais complexas alguma vez descritas.

fonte: i online

Ensaio de Winston Churchill sobre vida extraterrestre descoberto

Resultado de imagem para Ensaio de Winston Churchill sobre vida extraterrestre descoberto

O estudo de 11 páginas foi escrito em 1939 

Um artigo escrito por Winston Churchill, sobre a possibilidade de vida extraterrestre foi descoberto recentemente e analisado pelo astrofísico Mario Livio, cientista do Space Telescope Science Institute, nos Estados Unidos.

O especialista divulgou o artigo esta quarta-feira, na revista cientifica Nature, com o título “Estamos sozinhos no Universo?”. O estudo de 11 páginas foi escrito em 1939 e nele, está implícito que há enormes probabilidades de haver planetas com condições para receberem vida. Até aos dias de hoje, o texto permanecia desconhecido, já que nunca tinha sido publicado ou avaliado por profissionais.

O estudo foi encontrado pelo diretor do Museu Nacional de Churchill, em Fulton, no estado de Missouri, em maio de 2016.

Suspeita-se que tenha sido escrito para o antigo jornal britânico News of the World.

fonte: i online

Descoberta estrela rara que pulsa a sete mil anos-luz da Terra


Uma estrela rara, muito grande e que se expande e contrai em três direções diferentes foi descoberta por astrónomos a sete mil anos-luz da Terra, na constelação de Pégaso.

A estrela pulsante caracteriza-se por ter uma variação de brilho ao longo do tempo e insere-se na categoria das estrelas variáveis. A agora descoberta por uma equipa de astrónomos da Southern Methodist University, de Dallas, Estados Unidos, é uma das apenas sete deste tipo até agora conhecidas na Via Láctea, a galáxia na qual está o sistema solar.

"Foi um desafio identifica-la", disse o astrónomo Farley Ferrante, membro da equipa que fez a descoberta, salientando ser a primeira vez que encontram aquele tipo raro de estrelas.

A Via Láctea tem mais de 100 mil milhões de estrelas mas não chegam a 500 mil as catalogadas como estrelas variáveis e apenas sete, incluindo a agora descoberta, são do género 'estrela pulsante', designadas pelos cientistas como "Triple Mode HADS (B)".

"A descoberta deste objeto ajuda a perceber as características deste tipo único de estrela variável. Estas e outras medições podem ser usadas para perceber a maneira como as pulsações acontecem", disse Robert Kehoe, professor do departamento de física, que lidera a equipa de astronomia.

"As estrelas pulsantes também são importantes para melhorar o conhecimento da expansão do universo e as suas origens, outra emocionante peça deste puzzle", adiantou.

A estrela, que se contrai e se expande a cada duas horas e meia quando aquece e arrefece, ainda não tem um nome, apenas uma designação oficial baseada no telescópio que a registou e nas suas coordenadas celestes.

O objeto pode ser visto através de telescópio mas o mais complicado é identificá-lo. Foi um estudante do programa de astronomia de verão da universidade quem fez a descoberta inicial, seguindo-se depois um longo trabalho dos astrofísicos da Universidade.

fonte: TSF

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Fenómenos 'paranormais' intrigam e assustam população de cidade alagoana




Moradores do município de Cajueiro, na Zona da Mata alagoana, estão intrigados desde o início da semana, depois que alguns fenômenos supostamente paranormais começaram a atormentar uma família, moradora de uma casa no centro da cidade. 

A equipe de reportagem da TV Pajuçara esteve no município e encontrou dona Gilvânia e dona Iara, que viviam com outros três familiares na residência. Segundo elas, vozes começaram a ser ouvidas dentro dos cômodos há alguns dias. Em seguida, começaram a ver objetos quebrados e alimentos espalhados pela casa. 

Nos ambientes, a equipe de reportagem encontrou pratos quebrados, restos de farinha de milho e marcas avermelhadas de mãos na parede. 

A vizinhança acompanha a história com medo e atesta que muitos já viram e ouviram coisas estranhas na casa de muro amarelo. “Já chamamos pastor, padre e ninguém dá jeito nessa agonia”, contou uma das vizinhas. “A energia está muito carregada”, opinou. 

Com medo, a família deixou o local às pressas e foi morar com parentes. “Depois que encontramos marcas nas paredes e muita bagunça espalhada pela casa, decidimos sair”, relata dona Gilvânia ao repórter Rafael Alves.


fonte: TNH1

Fósseis constatam que neandertais e homo sapiens caçavam igual na Espanha


Na caverna de Covalejos, na região da Cantábria, no norte da Espanha, neandertais e homo sapiens caçavam de maneira similar há entre 45 e 25 mil anos: ambos perseguiam as mesmas espécies, as exploravam de forma semelhante e aproveitavam os melhores indivíduos.

Esta é uma das conclusões de um estudo publicado pela revista científica "Archaeological and Anthropological Sciences", que demonstra que esta caverna foi um lugar escolhido por ambas as espécies para tratar os animais caçados e comer de forma recorrente.

O artigo da revista é assinado por, entre outros, cientistas da Universidade Complutense de Madri (UCM) e da Universidade da Cantábria.

Para chegar a suas conclusões, os investigadores analisaram mais de 30 mil restos de animais enterrados na citada caverna; os mais variados e em melhor estado de conservação (com grande parte do esqueleto completo) eram o cervo, seguido do veado, do bisonte, do cavalo e da cabra, informou a UCM em uma nota de imprensa.

Também foram encontrados restos de renas e de rinocerontes lanudos. A maior parte dos exemplares eram adultos e de muitos só foram conservados os dentes.

Os restos se dividiam em diferentes níveis arqueológicos junto a distintas ferramentas utilizadas para caçar e processar a carne e o couro.

Conforme trabalhassem de uma maneira ou de outra, estes utensílios pertenciam a culturas diferentes, associadas a neandertais e a humanos anatomicamente modernos.

Assim, na caverna foram encontradas ferramentas da cultura Musteriense, relacionada com os neandertais, e com a cultura Auriñaciense, a dos homo sapiens, segundo as mesmas fontes.

De acordo com o estudo, ambas as espécies levavam as presas abatidas para o interior da caverna para seu uso posterior. O que os cientistas não conseguiram averiguar é se as duas espécies coexistiram ao mesmo tempo nesse local.

José Yravedra Sainz, pesquisador do departamento de pré-história da UCM, explicou que as duas espécies perseguiam as mesmas espécies e as exploravam da mesma maneira, selecionando os indivíduos das mesmas idades e aproveitando os melhores, normalmente adultos jovens, dos quais exploravam o couro, a carne e a medula.

Yravedra Sainz detalhou que "embora a fabricação de instrumentos de pedra fosse algo ligeiramente diferente, isto não dava vantagens adaptativas a uma espécie frente a outra" e insistiu que no Paleolítico Médio e Superior se observa na Península Ibérica que ambas as espécies caçavam os mesmos animais, faziam fogo e exploravam o território de forma similar. 

fonte: UOL

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