domingo, 18 de fevereiro de 2018

Mulher pensava estar grávida do marido fantasma




Amanda diz que se casou com um pirata que morreu há mais de 300 anos.

A expressão "o amor é cego" nunca se aplicou tão bem a uma situação. Amanda Teague afirma estar legalmente casada com Jack, o marido invisível, após uma cerimónia, realizada em águas internacionais. O casamento foi oficializado na presença de um escrivão e um medium. A mulher chegou a pensar estar grávida. Amanda acredita partilhar a sua casa em Dublim, Irlanda, com o marido. 

A relação começou quando Amanda sentiu uma "estranha energia" em seu redor e decidiu comunicar com o espírito. 

No programa britânico, Loose Women, a irlandesa contou que a primeira coisa que Jack lhe disse foi que estava morto, mas após meses de convívio, a mulher começou a confiar no espírito e apaixonou-se. Amanda sublinhou que nunca viu o marido em forma de aparição, mas Jack apresenta-se através de energias. 

O casal vai a encontros e a mulher compra sempre uma bebida que coloca em frente a um lugar vazio onde acredita que Jack está sentado. Para surpresa do entrevistador, Amanda contou que uma das suas amigas namora com o melhor amigo de Jack- também ele um fantasma. 

Quando foi questionada quanto à vida sexual, Amanda não hesitou em responder, "Química é energia. Não é muito diferente do que com uma pessoa real. Para mim, a química está lá". A mulher chegou a ir a uma consulta de ginecologia por pensar estar grávida após ausência de menstruação. O resultado foi negativo. A ausência devia-se ao inicio da menopausa. 

A entrevista encheu as redes sociais de comentários de telespectadores que não conseguiam crer história surreal do casal.


Asteroides com "cápsulas do tempo" podem explicar começo da vida na Terra


Os asteroides podem conter "cápsulas do tempo", que mostram que tipo de moléculas existiam originalmente no sistema solar, permitindo reconstruir o complexo caminho que levou ao início da vida na Terra.

Nicholas Hud é o diretor do Centro de Evolução Química da NSF-NASA no Instituto de Tecnologia da Geórgia, uma Universidade em Atlanta, e um dos intervenientes numa conferência em Austin, Texas, da Associação Americana para o Avanço da Ciência. É lá que vai falar este sábado de "Asteroides para Pesquisa, Descoberta e Comércio".

Num documento publicado pelo Instituto, com o titulo "As 'cápsulas do tempo' dos asteroides podem explicar como começou a vida na Terra", afirma-se, citando Nicholas Hud, que encontrar moléculas em asteroides fornece a mais forte evidência de que esses compostos estavam presentes no planeta antes da formação da vida.

Os asteroides, corpos menores do sistema solar, representam na cultura popular uma ameaça apocalíptica, são responsabilizados pela extinção dos dinossauros, e oferecem uma fonte extraterrestre de minérios, mas são mais do que isso. Saber quais as moléculas que estavam presentes na altura da sua formação ajuda a estabelecer as condições iniciais que levaram à formação de aminoácidos e de compostos relacionados, que por sua vez se juntaram para formar peptídeos, pequenas moléculas semelhantes a proteínas que podem ter dado origem à vida na Terra.

"Podemos olhar para os asteroides para nos ajudar a perceber que química é possível no universo. É importante para nós estudar os materiais dos asteroides e meteoritos (versões menores de asteroides, que caem na Terra) para testar a validade dos nossos modelos sobre como as moléculas que contêm podem ter ajudado a dar origem à vida. Também precisamos de catalogar as moléculas dos asteroides e meteoritos, porque pode haver componentes que nós nem sequer considerámos importantes para o início da vida", disse Nicholas Hud.

Os cientistas da agência espacial dos Estados Unidos, NASA, vêm analisando há décadas os compostos encontrados em asteroides e meteoritos, para compreender o que poderia ter estado presente quando a própria Terra foi formada, admite o investigador.

Mas se for feita em laboratório - acrescenta - uma reação química prebiótica (a química da origem da vida) os cientistas podem sempre duvidar se eram mesmo aqueles os materiais de partida, os que estavam no planeta nesse tempo.

"A deteção de uma molécula num asteroide ou num meteorito traz a única prova que todos vão aceitar de que essa molécula é prebiótica. É algo em que realmente nos podemos apoiar", disse Hud, citado no documento.

Em 1953, Stanley Miller e Harold Urey, da Universidade de Chicago, fizeram uma experiência (conhecida como a experiência de Miller e Urey) que consistiu em simular em laboratório as condições da Terra antes de existir vida e mostrar que era possível o surgimento de moléculas orgânicas através de reações químicas. Foram produzidos mais de 20 aminoácidos diferentes, compostos orgânicos que são os blocos de construção dos peptídeos.

Desde então, os cientistas têm demonstrado a viabilidade de outras combinações químicas para aminoácidos e compostos necessários à vida. No laboratório de Hud os cientistas usaram ciclos alternados de condições secas e molhadas para criar moléculas orgânicas complexas.

Nicholas Hud acredita que existem muitas formas possíveis de formar as moléculas da vida. E diz que a vida poderia ter começado com moléculas menos sofisticadas e menos eficientes do que as de hoje. Além disso, o investigador afirma que, como a própria vida, essas moléculas podem ter evoluído ao longo dos tempos.

"Há algo muito especial sobre peptídeos, ácidos nucleicos, polissacarídeos e lípidos e sobre a sua habilidade em trabalhar em conjunto para fazer algo que não pode ser feito separadamente. E pode ter havido um qualquer número de processos químicos no início da Terra que nunca levaram à vida", diz Hud.

Mas diz também que, ao contrário de uma única "centelha da vida", as moléculas podem ter evoluído devagar ao longo do tempo, em progressão gradual que pode ter acontecido talvez simultaneamente em diferentes velocidades e em diferentes locais.


Descobertos em Loulé os primeiros fósseis de placodontes em Portugal


Núcleo expositivo dedicado aos achados paleontológicos da região de Loulé Foto: Nathaly Rodrigues/LOULÉ HÁ MAIS DE 220 MILHÕES DE ANOS: OS VERTEBRADOS FÓSSEIS DO ALGARVE TRIÁSICO/Universidade Nova de Lisboa

Os primeiros fósseis em Portugal de placodontes, répteis aquáticos que viveram e se extinguiram há cerca de 220 milhões de anos, foram encontrados em Loulé por paleontólogos da Universidade Nova de Lisboa.

Os paleontólogos Hugo Campos e Octávio Mateus, da Universidade Nova de Lisboa, disseram à agência Lusa que, em 2016, encontraram "ossos das costelas e da carapaça" de placodontes, mas só agora divulgaram a descoberta através da publicação do estudo, inserido no catálogo da exposição "Loulé: Territórios. Memórias. Identidades", patente no Museu Nacional de Arqueologia.

"Os placodontes são um grupo de répteis que ainda não tinha sido identificado em Portugal, mas que já é conhecido noutras partes do mundo", explicou Octávio Mateus, que orientou a tese de mestrado em paleontologia de Hugo Campos sobre os vertebrados do triásico algarvio.

O estudo "Loulé há mais de 220 Milhões de anos: os vertebrados fósseis do Algarve triásico", agora publicado, a que a Lusa teve acesso, descreve que os placodontes viveram durante o triásico, entre 250 e 200 milhões de anos, no mar, em águas pouco profundas, alimentavam-se de moluscos e possuíam umas placas ósseas que lhes davam uma aparência semelhante à das tartarugas.

Um grande número dessas placas ósseas, que os cientistas apelidam de "osteodermes", foram encontradas nos concelhos de Loulé e Silves em 2016 e 2017.

Os investigadores acreditam que estes placodontes seriam do género "Henodus" pela sua forma hexagonal, plana, alongada e sem ornamentação da carapaça e pela ausência de dentes.

Na aldeia de Penina, Loulé, localiza-se aquela que é considerada a principal jazida do triásico superior de Portugal e uma das mais importantes na paleontologia de vertebrados de Portugal.

Nessa jazida, onde a concentração de fósseis é muito elevada, já foram identificados dez "Metoposaurus algarvensis" (anfíbio semelhante a uma salamandra), bivalves e escamas de peixe ganoides, fitossauros (semelhantes a crocodilos) e placodontes, mas o número pode chegar às duas dezenas de animais.

O triásico, o primeiro período da era mesozoica, foi o período da história em que os continentes estiveram juntos num único supercontinente (Pangeia) e em que os dinossauros e outros animais surgiram e espalharam-se pelo mundo, diversificando-se.

O estudo sobre os vertebrados do triásico do Algarve tem vindo a ser feito por uma equipa internacional, liderada por investigadores da Universidade Nova de Lisboa, financiado pela Câmara Municipal de Loulé, e os fósseis foram preparados nos laboratórios da Universidade Nova de Lisboa e no Museu da Lourinhã.


sábado, 17 de fevereiro de 2018

Filipinos encontram um “mau presságio” na praia e temem a chegada do apocalipse


Segundo especialistas, encontrar peixes de água profunda mortos na orla do mar pode ser presságio de um eventual terramoto ou tsunami.

Os habitantes da província filipina Negros Oriental temem a chegada de um apocalipse após encontrar um tubarão boca-grande morto nas orlas da praia, segundo o Daily Star. “Isto significa muito azar. Um desastre pode estar aí à porta e temos que nos preparar”, assegura Paulino Ocana.

Apesar do medo que o tubarão suscita na população, muitas pessoas tentaram devolvê-lo à água para o salvar, afirmou Peter Ramírez, um pescador local. No entanto, “o animal já estava morto“. As autoridades já estão a investigar a causa da morte, avança a RT.

O exemplar de tubarão media quatro metros e pertence a uma espécie rara conhecida como “boca-grande” pelas dimensões da sua cavidade bocal.

O tubarão, que habita em águas profundas, pode medir até 5,2 metros e viver até 100 anos. Desde que foi descoberto em 1976 só foram reportados 60 avistamentos confirmados no Japão, em Taiwan e nas Filipinas.

Pesca de águas profundas: um mau presságio

O sismólogo japonês Kiyoshi Wadatsumi ressalta que os peixes de águas profundas são criaturas “muito sensíveis a movimentos irregulares” do fundo marinho.

É provavelmente por essa razão que, na crença popular, a aparição deste tipo de peixes na orla da praia se associa à iminência de uma catástrofe natural.

No Japão acredita-se que o peixe-remo é um presságio de um tsunami ou um terramoto. Antes do grande sismo que sacudiu o noroeste do Japão, em 2011, encontraram-se cerca de 20 peixes-remo encalhados nas praias da zona.

Seis anos depois, na província de Surigao, nas Filipinas, ocorreu um terramoto nos dois dias a seguir a ter sido encontrado morto um peixe-remo numa das áreas costeiras da província.

fonte: ZAP aeiou

Os nazis estavam planeando construir uma ESTRELA DA MORTE para destruir cidades inimigas


Os nazis tinham planos para criar uma máquina para matar semelhante à ESTRELA DA MORTE, que poderia destruir as cidades principais de seus inimigos do espaço externo durante a Segunda Guerra Mundial, foi revelado.

Cientistas do regime maligno estavam projectando uma "arma solar" gigante de um quilómetro de quilómetros que orbitaria a Terra e arrasar as cidades.

A tecnologia teria funcionado de forma semelhante a um espelho gigante que reflectiria e concentraria os raios do Sol e queimaria as cidades na Terra.

O satélite que foi chamado de "espelho espacial" foi planeado para orbitar na Terra 8 200 quilómetros acima do equador.

A revelação foi feita num artigo de 1945 chamado "Nazi Men of Science Seriamente planeado para usar um Satellite Manmade como uma arma para conquista" na revista Life.

O artigo diz, no entanto: "Se a arma do Sol teria realizado o que eles esperavam, no entanto, é outra questão".

Um dos principais problemas era que, com a tecnologia da época, não havia um foguete poderoso o suficiente para levantar a arma para o espaço.

Mas se os nazis conseguissem entrar no espaço, teria sido capaz de "queimar uma cidade inimiga e deixá-la em cinzas ou ferver parte de um oceano".


O satélite foi chamado de "espelho espacial"

Desde a Segunda Guerra Mundial, muitas pessoas alegaram que os nazis estavam planeando criar tecnologia lá fora, como um "sino nazi", que teria permitido ao Terceiro Reich visitar a Lua, Marte e até mesmo sistemas de estrelas distantes ao fazer uso de um sistema de propulsão inexplicável e desafiador da gravidade, de acordo com os teóricos da conspiração.

Adolf Hitler disse ter ordenado o desenvolvimento da tecnologia como parte de um programa espacial Nazi secreto.

Discutir a história por trás da teoria nesta semana, John Goforth e Brent Hand, do podcast da Hysteria 51, disseram: "À medida que as paredes começam a fechar em Hitler, coloca ainda mais recursos em suas Wunderwaffe ou Wonder Weapons. 

"O prémio do lote? Uma máquina em forma de sino potencialmente capaz de destruir tudo e todos no caminho ou talvez mesmo alterando o próprio tempo.

"Mas o que aconteceu com este projecto secreto nazi secreto? Já existe mesmo? 

"Hitler estava à beira do uso do sino nazi para mudar a história para sempre e, em caso afirmativo, onde está agora?"

fonte: Express

Gravuras rupestres descobertas nas margens do Guadiana são do Calcolítico


Os novos núcleos de arte rupestre encontram-se nas margens do rio perto da Ermida de Nossa Senhora da Ajuda, no concelho de Elvas.

As cinco gravuras descobertas na semana passada nas margens do rio Guadiana, em Elvas, postas à vista devido à descida das águas por causa da seca, poderão ser do Calcolítico. Esta hipótese foi avançada pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) depois de ter enviado ao local da descoberta, junto à Ponte da Ajuda, um arqueólogo que contactou o “achador” das gravuras rupestres, Joaquim Larios Cuello, e o responsável pela sua divulgação, o historiador Luís Lobato de Faria.

As rochas com as gravuras, que lembram a forma de serpentes e de figuras humanas através de picotados em rochas, “enquadram-se no tipo de manifestação artística” já antes identificada a jusante, refere a DRCA. António Martinho Batista, investigador de arte pré e proto-histórica e até recentemente director do Parque Arqueológico do Vale do Côa, que foi consultado sobre este achado, admite que a arte rupestre descoberta nas margens do Guadiana “pode ser inédita”. Na apreciação que entretanto fez dos novos achados, coloca a hipótese de que estes se podem inserir no período II da arte rupestre do Guadiana, acrescentando que as gravuras podem ser arte calcolítica, ou seja, da Idade do Cobre.

A DRCA adianta que está a preparar, com a Câmara de Elvas, Martinho Batista e os achadores das gravuras, uma campanha de estudo e documentação gráfica e fotográfica destes novos achados.

Nos finais de Abril de 2001, decorriam então os trabalhos de construção da Barragem do Alqueva foram descobertas, perto de Monsaraz, dezenas de painéis de gravuras datadas do Neolítico, localizadas numa extensão de dez quilómetros na margem direita do rio Guadiana. O achado ocorreu quando os especialistas procediam a uma acção de prospecção realizada nas margens do rio.

Desde os finais dos anos 90 do século passado que é conhecida a existência de gravuras rupestres do período neolítico nas margens espanholas do rio Guadiana, a apenas alguns quilómetros a montante da Barragem do Alqueva.

A prospecção arqueológica efectuada em 1996 conduziu à descoberta de três núcleos de arte rupestre, localizados junto às localidades de Agualta, São Cristóvão e Valadares.

fonte: Publico

Homem afirma ter viajado até ao ano de 2030


Norte-americano de 50 anos faz revelações inéditas sobre os próximos anos da humanidade.

Noah, nome fícticio pelo qual é conhecido, é um norte-americano que está a criar polémica por todo o mundo. 

O homem de 50 anos afirma que aparenta ter 25 devido a comprimidos fornecidos pela CIA que impedem o envelhecimento. Em entrevista ao programa de rádio Kyle and Jackie O, o suposto viajante do tempo fez previsões para os próximos 12 anos após afirmar ter viajado ao ano de 2030. 


Todas as afirmações foram dadas como verdadeiras num teste de detetor de mentiras. Não é a primeira vez que o americano é notícia por afirmar viajar no tempo, mas esta é a primeira entrevista na qual Noah faz previsões detalhadas sobre o que acredita serem os próximos anos da humanidade. 

Segundo o homem, que diz ter começado a sua missão ainda no secundário, o atual presidente dos Estados Unidos será reeleito, mas será sucedido por Ilana Remikee, uma descendente de Martin Luther King Jr. Noah crê que Ilana chegará à Casa Branca aos 21 anos devido a uma nova lei que autoriza presidentes mais novos. 

No futuro, previsto por Noah, os pais poderão "criar e produzir" os próprios filhos, mas a um preço muito elevado. 

Afirma que, embora sejam impostas certas limitações, os pais poderão alterar os genes das crianças de modo a eliminar qualquer doença que tenham antes do nascimento ou que possam vir a contrair ao longo da vida. 


A tecnologia terá também um grande papel no futuro. Noah contou ao entrevistador que a cripto moeda terá uma grande influência mas a moeda atual continuará em circulação. 

Os humanos chegarão a Marte em 2028 e nesse mesmo ano, as viagens no tempo serão de conhecimento público. 

Como forma de provar a veracidade dos testemunhos, Noah aceitou fazer um teste de polígrafo, mas continua sem convencer os mais céticos. 

Segundo especialistas, a prova dá como verdadeira uma resposta falsa se o individuo acreditar muito na sua resposta.


Cientistas exploram misterioso ecossistema marinho preso no gelo há 120 mil anos


A rutura do bloco de gelo A-68, com quase seis mil quilómetros quadrados e a sua separação da plataforma de gelo Larsen C, na Antártida, teve um efeito inesperado: um misterioso ecossistema marinho completamente desconhecido.

Uma equipa de cientistas, liderada pelo British Antarctic Survey (BAS), começou esta semana a explorar este misterioso ecossistema, que permaneceu debaixo da plataforma de gelo antártico – recentemente exposto à luz – durante mais de 120 mil anos.

Quando o bloco de gelo A-68 se moveu, criando uma fenda, revelou uma extensão aquosa com mais de 5800 quilómetros quadrados que nunca havia conhecido a luz solar.

Agora, a equipa de cientistas do BAS começa a sua corrida em direção a essas águas geladas para explorar a vida que poderiam conter – antes desta rápida transformação no ecossistema antártico irrevogavelmente altere a sua existência.

“Nós não sabemos nada sobre este ecossistema. Foi coberto por uma plataforma de gelo de várias centenas de metros de espessura”, disse o biólogo marinho Katrin Linse, ao The Independent. “É importante chegar lá rapidamente antes que o ecossistema mude, visto que, à medida que a luz solar entra na água, as novas espécies começam a colonizar”.

Linse e a equipa de cientistas vão esta semana para as Ilhas Falkland. Na viagem, que irá durar três semanas, os cientistas vão recolher animais marinhos, micróbios, plâncton, sedimentos e amostras de água, além de documentar evidências de novos mamíferos marinhos ou aves que possam ter migrado para as águas expostas.

Embora seja este o plano traçado, a equipa reconhece que não sabe o que esperar quando chegar lá. “Estamos a entrar numa área onde não sabemos o que vamos encontrar, e isso é excitante“, disse Linse à BBC News Radio.

O que é certo é que é vital que os cientistas aproveitem esta oportunidade, dado que uma porta destas pode demorar mais 120 mil anos a abrir.

fonte: ZAP aeiuo