sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Homens usavam ferramentas afiadas há 75 mil anos


Ferramenta afiada encontrada na caverna Blombos

Pesquisa mostra que a habilidade estava presente 55 mil anos do que o imaginado.

A capacidade humana de fazer ferramentas afiadas é bem mais velha do que se imaginava. Uma equipa liderada por Paola Villa, da Universidade do Colorado, em Boulder, Estados Unidos, encontrou este tipo de artefactos na caverna Blombos, na África do Sul. O resultado da pesquisa foi publicado nesta quinta na revista Science.

As ferramentas são da Idade da Pedra Lascada é retrocedem em 50 mil anos a data inicial do uso deste tipo de artefactos por seres humanos. A tecnologia permitia fazer pontas afiadas e pode ter dado ao homem desta região, segundo os investigadores, uma vantagem competitiva quando eles migrarão para fora da África há cerca de 60 mil anos.

Para criar os artefactos, o homem primeiramente usava ferramentas similares ao martelo para dar à eles um formato inicial e depois, com um osso de animal ou outro material, fazia pressão na ponta para afiá-lo. “A aplicação desta técnica inovadora permitiu um maior controle na hora de desbastar, resultando em pontas mais finas, estreitas e afiadas em artefactos de duas faces”, afirmam os investigadores no artigo.

Antes da descoberta na caverna de Blombos as evidências mais antigas desta tecnologia eram de cerca de 25 mil anos atrás na França e na Espanha.


Novo pegador é avanço para mãos robóticas

Articulações conseguem maior precisão graças a mecanismo de borracha


Mão universal, mais versátil que a robótica

Ainda é difícil projectar um robô com articulação perfeita, imagine então a dificuldade de se criar uma mão artificial com todos seus numerosos dedos cheios de articulações. Uma equipa de investigadores da University of Chicago, Cornell University, iRobot Corp e da Defense Advanced Research Projects Agency (Darpa) pode ter encontrado uma maneira de contornar esse desafio por meio da concepção de um "pegador universal". O dispositivo usa um saco de borracha amorfo preenchido com pequenas partículas que podem moldar e apertar em torno de objectos com a ajuda de pressão do vácuo.

Quando a bolsa é pressionada contra um objecto, as articulações artificiais contraem-se por causa do pequeno vácuo aplicado. Essa nova ferramenta é mais versátil do que a mão robótica, pois é capaz de pegar itens tão pequenos como moedas. Os investigadores relataram no dia 25 de Outubro pela revista National Academy of Sciences problemas que ocorram somente quando o saco não poderia estender o bastante pelos lados de um objecto para agarrá-lo

"Esse ‘pegador’ é universal, no sentido que se adapta às formas arbitrárias, e passivo na medida em que toda a adaptação é realizada de forma autónoma pelo material de contacto e sem o feedback sensorial", disseram os investigadores na revista. Isso significa que a “mão” moldável pode funcionar sem a necessidade de um software de inteligência artificial sofisticado.

As mãos robóticas podem ser mais adequadas para a manipulação de objectos, porém exigem "um processador central no cérebro com uma infinidade de decisões, muitas das quais têm de ser feitas antes que a mão toque o mesmo objecto, por exemplo, segurar um copo que está a cair . Com esse novo estudo, as pessoas com necessidades especiais poderão ter ajuda de um ‘pegador’ quase tão sensível quanto uma mão humana.”


Nova espécie de macaco está ameaçada


Tem o nariz arrebitado, o que no dialecto do nordeste da Birmânia lhe valeu o nome de mey nwoah. Ou seja, "macaco de cara virada para cima". E é mesmo como se tivesse o rosto voltado para o ar. Na época das chuvas , este primata é obrigado a permanecer encolhido, com a cabeça entre os joelhos, para não desatar a espirrar. Trata-se de uma nova espécie de macaco, o Rhinopithecus strykeri, que foi descoberto nas montanhas do estado de Kachin, no nordeste da Birmânia.

A equipa internacional de primatólogos que o identificou publica hoje a sua descrição no American Journal of Primatology.

A identificação da nova espécie foi feita graças ao estudo de crânios e peles de quatro espécimes obtidos junto de caçadores locais, já que a equipa de primatólogos não conseguiu captar nenhuma imagem destes macacos na natureza. Só existem, aliás, imagens produzidas por desenhadores a partir das descrições feitas pelos caçadores e pelo próprio estudo.


Esta montagem foi feita a partir de uma carcaça do macaco

No trabalho de campo realizado na região, a equipa liderada por Thomas Geissmann, do Instituto Antropológico da Universidade de Zurique-Irchel, na Suíça, apercebeu-se de que esta nova espécie está geograficamente isolada, por duas grandes barreiras: o rio Mekong de um lado, e o Salween do outro.

De acordo com as estimativas da equipa, a população total do Rhinopithecus strykeri deverá andar entre os 260 e os 330 indivíduos, distribuídos por três grupos, que se concentram numa área de 270 quilómetros quadrados, junto ao rio Maw.

Estas características levam os investigadores a considerar que esta espécie, que ainda agora nasceu para ciência, está já criticamente ameaçada.

Apesar de ser novo no catálogo das espécies, este primata de pelagem negra e cauda grande é um velho conhecido da população local, que não tem dificuldade em encontrá-lo na época das chuvas, quando ele é obrigado a ficar quietinho, de cabeça nos joelhos, para não levar com a chuva no nariz.

O que segue, segundo Mark Rose, da Fauna & Flora International (FFI) Asia Pacific Programme, da Indonésia, e um co-autores do estudo, "serão acções imediatas com os parceiros e a população local para a conservação deste primata criticamente ameaçado".


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Onze pessoas saltam da janela de apartamento após acharem que viram o diabo


Um bebé morto, uma dezena de feridos e dois presos foi hoje o balanço de um estranho facto ocorrido na madrugada passada nos arredores de Paris, no qual 11 pessoas caíram ou saltaram de uma janela de um apartamento, aparentemente após crerem ter visto o diabo.

Uma menina de quatro meses morreu em ocorrência das contusões várias horas depois que ocorreram os factos num conjunto habitacional da localidade de La Verrière, segundo a Procuradoria de Versalhes, que advertiu que só contava por enquanto com a versão de um dos presentes.

Um pai de família, segundo a versão que deu à Polícia, teria sido confundido por sua mulher com o diabo quando se levantou, nu, para preparar um beberão para seu filho, disse à imprensa Odile Faivre, funcionária da Procuradoria.

Sua mulher, que ao vê-lo gritou "O diabo, o diabo!", o feriu seriamente na mão com uma faca e, junto com as outras pessoas, o expulsou do apartamento, ainda de acordo com seu relato.

Especula-se que enquanto o homem tentava entrar no apartamento, as 11 pessoas - incluindo duas crianças - tenham fugido saltando pela janela, o que provocou fracturas em várias delas.

A Polícia, que não encontrou drogas e também não tem pistas de que estivessem realizado uma sessão de espiritismo, prendeu o pai e outro homem que ficou escondido por várias horas nos arbustos próximos ao local do incidente.

fonte: UOL

Tartarugas e vespas também gostam de brincar


 Ninguém estranha ver um cão, um gato ou um macaco a brincar. Mas um estudo vem agora revelar que répteis, como as tartarugas, peixes e até as vespas também precisam de descontrair e que gostam de o fazer com brincadeiras.

"Durante muitos anos estudei o comportamento de jovens répteis e nunca vi nada que me fizesse concluir que estavam a brincar. No entanto, um dia vi uma tartaruga com uma bola de básquete no Jardim Zoológico de Washington e percebi que, afinal, os répteis também precisam de brincar", explicou o investigador Gordon Bur- ghardt à The Scientist, justificando a ideia que o levou a iniciar a investigação.

Este professor de Psicologia da Universidade de Tennessee, nos Estados Unidos, é o primeiro a escrever sobre a necessidade das espécies de animais que se pensava não brincarem terem, afinal, necessidade de o fazer. Burghardt defende mesmo que estudar as brincadeiras dos animais pode ser útil ao ser humano.

"Nos animais podemos avaliar melhor o papel que brincar tem na capacidade de aprenderem, manter a forma psicológica e física, e melhorar as relações sociais."

Podemos desenvolver ideias e aplicá-las às pessoas, como, por exemplo, perceber como o papel de uma brincadeira pode ter nas pessoas com défice de atenção ou crianças hiperactivas", salientou.

Burghardt defende que brincar "é uma parte importante da vida", e, quando se fala de animais, há que estudar todos os pormenores, desde as brincadeiras, "as emoções, motivações, percepções e intelecto" são essenciais e não acontecem por acaso. "Nada é um comportamento sem importância", realçou o investigador.

fonte: DN

sábado, 23 de outubro de 2010

Espécie registada em Censo nada em parque em Hong Kong


Acredita-se que mais de 1 milhão de espécies existam nos oceanos

Imagem divulgada nesta quarta mostra duas urtigas-do-mar nadando em seu aquário em parque temático em Hong Kong. Esta espécie de água-viva, que vive apenas no oceano Pacífico, foi catalogada no Censo da Vida Marinha, que teve seus dados divulgados no dia 4 de Outubro deste ano.

O Censo foi resultado de pesquisa realizada durante 10 anos. É estimado que existam mais de 1 milhão de espécies vivendo nos oceanos. Porém, no mínimo três quartos das espécies ainda não foi descoberta.

fonte: terra

De cores diferentes: zoo grego apresenta filhotes de onça


Filhotes de onça foram apresentados na Grécia nesta quinta-feira


A onça-pintada é encontrada nas Américas, Brasil principalmente


A onça de pelagem negra é fruto de uma variação melânica

Imagens divulgadas nesta quinta-feira mostram filhotes de onças-pintadas brincando no zoológico Attica, localizado próximo a Atenas, capital da Grécia. Os filhotes têm dois meses de vida e uma das onças é de pelagem negra.

A onça-pintada é o único membro da família das panteras a ser encontrado nas Américas. Sua pelagem é amarelo-dourada com pintas pretas na cabeça, pescoço e patas. Mas também há onças de pelagem escura. "É uma variedade da onça-pintada (Panthera onca), apenas possui uma variedade melânica", explica Vincent Kurt, biólogo da divisão técnica e de fauna do IBAMA.

Antigamente encontrada desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, hoje está extinta no país da América do Norte, é rara no México mas pode ser encontrada na América Latina, Brasil incluído, segundo a WWF.

Pode chegar a 135 kg. Sua mordida é considerada a de maior potência dentre os felinos do mundo. Vive em vários tipos de habitat, desde florestas como a Amazónica e Mata Atlântica, até em ambientes como o Pantanal e o cerrado.

fonte: terra

Descobertas novas espécies na Nova Guiné


Raro roedor é uma das descobertas

Pesquisa descreve cerca de 26 espécies de animais, 200 de insectos e 9 plantas nunca antes vistas.

Em áreas remotas da Nova Guiné vive uma multidão de espécies estranhas que os cientistas estão apenas a começar a catalogar. Pesquisa recente, cujos resultados foram anunciados em 5 de Outubro, descreve cerca de 26 espécies de animais, 200 de insectos e 9 plantas nunca antes vistos.

Em dois meses de levantamento, os investigadores desceram as cordilheiras Muller e Nakanai com auxilio de um helicóptero, um barco e de os próprios pés, para encontrar novas espécies.

"As descobertas são extremamente importantes devido ao grande número de novas espécies registadas e aos novos géneros identificados”, disse Leeanne Alonso, directora do programa da Conservação Internacional. A pesquisa descobriu pelo menos quatro géneros potencialmente novos (de um roedor, de formigas e de novos grilos).

Um dos novos géneros é representado por um roedor encontrado na faixa de Nakanai, cerca de 1,5 mil metros acima do nível do mar em Abril de 2009. O roedor raro tem pés estreitos e parece um pouco como espécie de cauda preênsil conhecida na Nova Guiné.

Outros investigadores passaram algum tempo recolhendo 42 indivíduos da subfamília Phaneropterinae, das quais quase metade (cerca de 20) parecem ser espécies novas. Um deles tem olhos grandes e parece-se com as flores da árvore que foram recolhidas.

Nenhuma das plantas ou dos animais foi formalmente descrito ou recebeu um nome popular, mas muitas das espécies recolhidas estão sendo examinadas para publicação, segundo a porta-voz do projecto.

O esforço foi uma colaboração entre o curso do Programa de Avaliação Rápida executado pela Conservação Internacional, organização sem fins lucrativos com sede nos Estados Unidos, e com A Rocha Internacional, grupo conservacionista cristão britânico. As organizações uniram-se com o Instituto Papua Nova Guiné para investigar a biologia local juntamente com cientistas locais e membros da comunidade.

Além de destacar a biodiversidade nova, os investigadores envolvidos no projecto dizem que as descobertas são um apelo à acção. Os organismos recém-descobertos "devem servir como uma mensagem de advertência sobre o quanto ainda não sabemos", disse Alonso, acrescentando que "uma gestão coordenada e de longo prazo será necessária para proteger muitas dessas espécies raras para o futuro”.


Animal de estimação, cobra de 5 metros vira atracção na Costa Rica

'Laika' virou atracção turística na cidade de Turrialba. Réptil permanece dentro de uma gaiola no quintal da casa.

Um costarriquenho mantém uma píton de cerca de cinco metros de comprimento e mais de 80 quilos como animal de estimação. Segundo a agência "France Presse", a cobra chamada "Laika" virou atracção turística na cidade de Turrialba, a 65 quilómetros da capital San José.


Píton tem cerca de cinco metros de comprimento e pesa mais de 80 quilos


Cobra chamada 'Laika' virou atração turística na cidade de Turrialba

fonte: G1

Doença devasta populações de rãs no Reino Unido


Rã comum, vítima de hemorragias na pele

Um tipo de ranavírus causou queda de 81% no número de anfíbios.

O fungo Batrachochytrium dendrobatidis não é o único que mata os anfíbios em todo o mundo. Agora uma doença do género ranavírus está devastando populações de sapos no Reino Unido. De acordo com pesquisa recentemente publicada, o ranavírus está a se espalhar rapidamente e matando as rãs comuns (Rana temporaria). Nas regiões onde o ranavírus está presente no Reino Unido, as populações de rãs caíram 81% nos últimos 12 anos. A doença faz com que os animais infectados sangrem até a morte por meio de hemorragias na pele.

Anteriormente restrito ao sudeste da Inglaterra e, possivelmente, introduzido no Reino Unido através de rãs ou peixes importados, o ranavírus já espalhou-se para o oeste, em Lancashire, e Yorkshire, no norte. "Precisamos desesperadamente descobrir como esse vírus se espalha", disse Trent Garner, coautor do estudo e membro da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês).

"Nossos resultados mostram que o ranavírus não provoca apenas eventos pontuais de mortalidade em massa, mas também é responsável pelo declínio da população a longo prazo", disse o autor. "Precisamos entender mais sobre esse vírus, se quisermos minimizar a grave ameaça que representa para os nossos anfíbios nativos."

De acordo com o resumo do jornal, esse é o primeiro estudo a examinar os impactos a longo prazo do ranavírus, embora outros estudos terem olhado para eventos de mortalidade em massa associados com a doença. O ranavírus também tem sido associado a mortes em massa de salamandras, tartarugas e outros animais em todo o mundo.

Há uma boa notícia, porém: algumas populações de rãs comuns do Reino Unido conseguiram recuperar-se de infecções causadas pelo ranavírus. Para os autores, isso indicaria a possibilidade de haver alguma imunidade ao ranavírus em alguns anfíbios.


Quatro múmias são encontradas em complexo no Peru anterior aos incas



Tumba onde foram encontradas quatro múmias de pessoas pertencentes à cultura wari, no distrito  Miraflores, na capital Lima. O sítio é conhecido como Huaca Pucllana

Corpos de três crianças e mulher adulta são de 1.150 anos atrás. Restos pertencem à cultura wari, entre 600 e 1.000 d.C.

Os corpos mumificados de três crianças e uma mulher adulta foram encontrados num espaço para cerimónias da cultura wari, no Peru, datando 1.150 anos de existência, conforme afirmou nesta quarta-feira (20) a arqueologa Gladys Paz, uma das responsáveis pela descoberta.

O complexo Huaca Pucllana, no distrito de Miraflores, na capital Lima, contém uma pirâmide na qual foi encontrada uma tumba intacta, com os restos mortais. Pela estatura, os investigadores puderam dizer se eram crianças ou adultos.


Recipientes de feno contendo os restos mortais de quatro integrantes da cultura wari, três crianças e uma mulher adulta

Artefactos de cerâmica, bolsas decoradas com motivos sem forma e cestos de junco e milho também foram encontrados junto aos corpos. Os quatro restos mortais estavam em recipientes de feno.

O local já havia apresentado múmias e oferendas anteriormente, porém eram encontradas já em decomposição.

Viviam entre os anos 600 e 1.000 depois de Cristo, período anterior ao desenvolvimento do Império Inca, os resquícios da cultura wari estão presentes em toda a costa peruana e na parte andina do país.

O Império Inca teve seu auge durante a época da incursão espanhola pela América do Sul, em meados do século XVI. A antiga capital inca, Cuzco, é outro local procurado por arqueólogos para procurar vestígios de civilizações antigas.

fonte: G1

Primeira cirurgia feita apenas por robôs é bem sucedida

Da anestesia à retirada da próstata, procedimento foi feito sem contacto do paciente com os médicos

Médicos e professores da McGill University, em Montreal, no Canadá, realizaram a primeira cirurgia completamente feita por robôs, sem contacto directo entre o paciente e o médico.

A cirurgia robótica não é uma novidade na medicina, mas esta é a primeira vez que os robôs fazem todo o processo cirúrgico, inclusive a parte da anestesia, sem que os médicos precisassem ao menos encostar nos pacientes.


Robô realiza cirurgia em paciente

No procedimento realizado no Montreal General Hospital, no Canadá, um robô apelidado de McSleepy aplicou a anestesia e outro robô, apelidado de DaVinci, removeu parte da próstata de um paciente. Os aparelhos foram comandados à distância pelos médicos Thomas Hemmerling e Armin Aprikian.

Segundo Armin Aprikian, o uso de robôs torna a cirurgia mais segura e mais rápida. "Os robôs podem fazer movimentos mais preciso e delicados que os dedos humanos", explicou, em entrevista ao site da universidade.


Dr. Aprikian controla cirurgia de maneira remota

O médico Thomas Hemmerling assegura, no entanto, que a cirurgia com robôs autónomos, sem o controle de um ser humano, está muito longe de ser alcançada. "Os robôs não irão substituir os médicos, mas ajudá-los a realizar procedimentos com mais qualidade", disse, em entrevista ao site da McGill University citada pelo Switched.

Veja no vídeo abaixo como os robôs realizaram a cirurgia

(atenção: o vídeo pode ter algumas cenas impressionantes):

Descoberta fonte oculta de raios X no interior da Via-Láctea

O objecto - um sistema binário - foi revelado por instrumento japonês a bordo da Estação Espacial

Astrónomos do Japão, usando um detector de raios X a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) e da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, usando o observatório espacial Swift, da Nasa, estão anunciando a descoberta de um objecto emissor de raios X que se encontrava escondido no interior da Via-Láctea, na constelação do Centauro.


O instrumento Maxi, instalado do lado de fora do módulo japonês da ISS

O objecto - um sistema binário - foi revelado quando o instrumento Maxi (sigla em inglês par Monitor de Imagem de Raio X de Todo o Céu), no módulo japonês Kibo, da ISS, captou uma erupção gigantesca de radiação, conhecida como nova de raios X.

A equipa Maxi alertou a comunidade astronómica mundial, e o observatório Swift conduziu uma observação "de oportunidade" nove horas após o alerta, emitido na madrugada de 20 de Outubro.

A detecção pelo equipamento da Nasa confirmou a presença da fonte de raios X até então desconhecida, que recebeu a designação MAXI J1409-619.

"A observação do Swift sugere que essa fonte provavelmente é uma estrela de neutrões ou um buraco negro com uma estrela de grande massa localizada a poucas dezenas de milhares de anos-luz da Terra, dentro da Via-Láctea", disse, em nota, David Burrows, da universidade americana.

fonte: Estadão

Agência Espacial Europeia faz seminário sobre ameaça de asteroides

A reunião de três dias será realizada no Centro Europeu de Operações Espaciais, na Alemanha

A Agência Espacial Europeia (ESA) vai reunir, na próxima semana, cientistas e astronautas para um seminário sobre como os governos da Terra deveriam reagir no caso de uma ameaça concreta de colisão de um grande asteroide com nosso planeta.


Asteroide Gaspra, fotografado em 1991 pela sonda Galileu

"A série de oficinas tem como foco os planos e recomendações para coordenação global e resposta no caso de um asteroide ou outro objecto ser descoberto como uma ameaça de impacto", disse o coordenador Detlef Koschny, da ESA.

A reunião de três dias será realizada no Centro Europeu de Operações Espaciais, em Darmstadt, na Alemanha.

Os participantes vão revisar as informações mais recentes sobre as pesquisas a respeito de asteroides e de objectos que se aproximam da órbita da Terra. Também analisarão cenários teóricos de impacto.

O seminário vai definir metas de planeamento que serão integradas a um relatório final das Nações Unidas sobre o assunto.

fonte: Estadão

Articulações de morcegos são responsáveis por voo superior ao das aves


O nome da ordem científica dos morcegos, Chiroptera, traduz-se como a "asa na mão". E como as mãos humanas, as asas do morcego são carnosas e possuem múltiplas articulações. Como comparação, asas de pássaros possuem apenas algumas articulações, e asas de insectos trazem apenas uma.

Agora, usando câmeras de alta velocidade, investigadores descobriram que graças a essas muitas articulações, o voo do morcego é significativamente mais complicado do que o voo dos pássaros. A pesquisa aparece em "The Journal of Experimental Biology".

Os cientistas colocaram pequenos morcegos em túneis de vento, criando um efeito similar ao de uma esteira - onde os morcegos voavam sem sair do lugar. Então, eles estudaram o rasto deixado pelo agitar de suas asas.

Ao voar, cada morcego deixava quatro massas distintas de rotação no ar, segundo o estudo. O vórtice mais forte vinha da ponta da asa, e durava até o final de cada movimento para cima realizado pelos morcegos.


"As asas são geometricamente complicadas, pois possuem todas essas articulações", afirmou a bióloga evolucionista da Universidade Brown e uma dos autores do estudo, Sharon Swartz. "Assim, em comparação com pássaros, parece que os rastos também são substancialmente mais complicados."

Estudos adicionais sobre as asas dos morcegos poderiam ajudar engenheiros aeroespaciais a desenvolver pequenos aviões autónomos que fossem tão flexíveis e acrobáticos quanto os morcegos, segundo Swartz. As aeronaves de hoje são enormes e possuem asas firmes, mais parecidas com pássaros do que com morcegos.

"O grau de flexibilidade e complacência dessas asas é impressionante", disse ela. "É uma abordagem fundamentalmente diferente ao acto de voar".

O projecto recebeu financiamento da Fundação Nacional da Ciência e do Gabinete de Pesquisa Científica da Força Aérea.

fonte: Folha.com

Pesquisa britânica explica como surgiram pintas dos felídeos


Onça-pintada, espécie que prefere ambientes fechados; animais que vivem mais em árvores têm mais pintas

"Como o leopardo ganhou suas pintas": parece o mote de algum mito africano, mas é o título de um artigo científico que promete explicar a origem dos estranhos e belos padrões na pelagem de leopardos e outros gatos.

A equipa liderada por William Allen, da Universidade de Bristol (Reino Unido), está a publicar os resultados no periódico "Proceedings of the Royal Society B".

Depois de analisar fotos de 37 espécies de felídeos, como é conhecida a família dos gatos, eles afirmam que a chave para entender a aparência deles é o tipo de habitat e estilo de vida de cada animal. Resumindo: os que vivem em matas fechadas e passam boa parte do tempo nas árvores são os mais "pintados".

Esse tipo de hábito também influencia a complexidade das pintas: os gatos de florestas tropicais e de vida arbórea não só tendem a ter mais pintas como também possuem o padrão mais irregular e complexo de manchas na pelagem.

A explicação básica tem a ver mesmo com a camuflagem: nesse tipo de ambiente, ser coberto de pintas ajuda o bicho a misturar-se ao pano de fundo. Isso facilita suas caçadas e, no caso de animais menores, como as jaguatiricas, também os esconde de predadores.

Já os felinos adaptados a lugares mais abertos, como os leões, abdicaram dessa forma de camuflagem.

fonte: Folha.com

Nasa capta imagens de restos do cometa Halley


Meteoroide orionídeo passa a oeste de Ontario, no Canadá; o ponto que brilha à esquerda é a Lua

O mais famoso dos cometas, o Halley ainda causa emoção. Com um ciclo de 76 anos a cada visita à Terra, não é preciso esperar até 2061 para vê-lo.

O Halley deixa um rasto de poeira cósmica e gelo chamados meteoroides. Quando pertos da órbita da Terra, colisões acontecem a milhares de quilómetros acima do planeta, dando origem a uma chuva de meteoroides.

Segundo a Nasa, embora o pico da chuva de meteoroides seja por volta de 21 de Outubro, as câmeras da Nasa (agência espacial norte-americana) registaram as imagens de orionideos no último dia 15.

Como estão na constelação de Órion, recebem o nome de orionídeos e movem-se a uma velocidade de 237 km/hora - por causa dessa rapidez, não duram muito e incendiam-se na atmosfera.

A agência afirma que observar os orionideos no céu é fácil, se se estiver longe dos centros urbanos. Cada meteoro que aparece na constelação Órion é um orionídeo que pode ser visto como sendo um pedaço do cometa Halley morrendo no espaço.

fonte: Folha.com

Nasa fotografa momento em que supermancha solar lança labaredas no espaço


Nenhuma das explosões produziu uma ejecção expressiva de massa coronal como a registada pela Nasa

A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta quinta-feira em seu site a imagem da supermancha solar baptizada de 1112, no exato momento em que lançava labaredas no espaço.

Até hoje, nenhuma explosão produziu uma ejecção expressiva de massa coronal (partículas de altas energias) em direcção ao planeta Terra.

Outro dado importante é a existência de um grande filamento magnético cortando o hemisfério sul do Sol. Ele é tão extenso, que ultrapassa a distância que separa a Terra da Lua - cerca de 380 mil quilómetros.

É possível identificar um ponto brilhante um pouco acima do filamento - a radiação ultravioleta da supermancha solar. Se ocorresse uma explosão, toda a estrutura entraria em erupção.

fonte: Folha.com

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Austríaco que usava braços robóticos morre em acidente de carro

Automóvel que ele dirigia desgovernou-se e bateu numa árvore esta semana.

Christian Kandlbauer, de 22 anos, havia perdido os membros em 2005.


Christian Kandlbauer dirigia todos os dias para seu trabalho

Christian Kandlbauer, um austríaco de 22 anos de idade que usava braços artificiais de última geração, morreu quinta-feira (21) após o carro que ele dirigia ter batido numa árvore, na terça-feira.


Controle de funções dos membros robóticos era realizado por impulsos cerebrais

Kandlbauer havia perdido os dois membros num acidente em 2005. As próteses que ele usava são baseadas num sistema chamado “targeted muscle reinnervation” (TMR), que conecta nervos residuais (que não foram destruídos pelo acidente ou removidos na amputação) ao equipamento, composto por sete articulações. O controle de funções era realizado por impulsos cerebrais.

A causa do acidente ainda não foi totalmente esclarecida. Andreas Waltensdorfer, médico do hospital onde Kandlbauer ficou internado, na UTI, afirmou nesta sexta-feira (22) que é impossível afirmar que o acidente tenha acontecido por algum defeito nos braços robóticos. A polícia fez declarações similares.

Kandlbauer dirigia todas as manhãs para o seu trabalho num Subaru Impreza adaptado, após ter tirado carta de motorista, há um ano.


fonte: G1

Maior abóbora do mundo será exibida em Nova York

Abóbora gigante pesa quase uma tonelada. Vegetal foi cultivado pelo americano Chris Stevens.

A maior abóbora do mundo, que pesa 821,2 quilos, ficará em exposição em Nova York (EUA) até o dia 31 de Outubro. Cultivado pelo americano Chris Stevens, que mora em New Richmond, no estado do Wisconsin (EUA), o vegetal precisou ser carregado por um trator.


Abóbora gigante pesa quase uma tonelada


Vegetal foi cultivado pelo americano Chris Stevens

fonte: G1

Após oito anos, fotógrafo fotografa tubarão-limão 'sorrindo'

Todd Mintz registou a cena nas Bahamas. Ele disse que esperou pacientemente para fazer a foto.

O canadiano Todd Mintz fotografou nas Bahamas um tubarão-limão que parece estar sorrindo para a câmera. Ele contou que vinha tentando tirar uma foto do predador "sorrindo" há oito anos, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".

Mintz, que trabalha como fotógrafo subaquático há 14 anos, disse que passou dias esperando pacientemente um tubarão mostrar seus dentes.


Tubarão-limão parece estar sorrindo para a câmera

fonte: G1

Família apanha susto após encontar jacaré de 1,2 metros nadando na piscina


Família apanha susto após encontar jacaré de 1,2 metros nadando na piscina

O caso ocorreu em Miramar, no estado da Flórida.

Dona teme que répteis maiores possam aparecer.

Uma família de Miramar, no estado da Flórida (EUA), apanhou um susto na última quarta-feira (20) após um jacaré americano (aligátor) de 1,2 metros de comprimento ser encontrado dentro da piscina, segundo reportagem da emissora de TV "WSVN".

"Sei que as pessoas dizem que um aligátor de 1,2 metros não é tão grande, mas ele pode ter uma mãe, irmãos e irmãs. Onde eles estão?", questionou a dona, que se mostrou preocupada de que outros répteis possam aparecer em seu quintal.

fonte: G1

Sismo de 3,7 na escala de Richter ao largo do Faial, nos Açores


A terra tremeu hoje nos Açores, com um sismo de magnitude 3,7 na escala de Richter, que foi sentido na ilha do Faial, revelou o Instituto de Meteorologia.

O sismo ocorreu às 15:41 (16:41 em Lisboa), tendo o epicentro sido localizado a cerca de 55 quilómetros a oeste do Capelo, naquela ilha do Grupo Central dos Açores.

Este tremor de terra, que não provocou danos pessoais ou materiais, foi sentido com intensidade máxima II na escala de Mercalli modificada, na freguesia da Feteira, no Faial.

fonte. Jornal i

Virgin Galactic apresenta pista de descolagem de suas naves espaciais



A Virgin Galactic, dirigida por Richard Branson, apresentou nesta sexta-feira no deserto do Novo México (sudoeste dos Estados Unidos) a pista de descolagem e aterragem da nave espacial que levará até 2011 "turistas" ao espaço

A Virgin Galactic, dirigida por Richard Branson, apresentou nesta sexta-feira no deserto do Novo México (sudoeste dos Estados Unidos) a pista de descolagem e aterragem da nave espacial que levará até 2011 "turistas" ao espaço.

"Hoje, vamos celebrar a abertura do primeiro espaço-porto no Novo México. Vai ser maravilhoso", declarou Branson durante uma entrevista dada ao canal americano CNN.

"A conclusão da pista do Espaço-porto America marca uma etapa decisiva na construção do primeiro aeroporto espacial idealizado expressamente com fins comerciais", explicou na quinta-feira a Virgin Galactic num comunicado.

Richard Branson, bilionário britânico, e o governador do Novo México Bill Richardson presidem agora à tarde a inauguração da pista, de três quilómetros de extensão e mais de 60 metros de largura.

A cerimónia será seguida de um sobrevoo da pequena nave Virgin Space Ship (VSS) Enterprise - e sua nave-mãe, WhiteKnightTwo.

Estarão presentes também os astronautas que devem transportar os primeiros turistas do espaço no ano que vem.

O dono do grupo Virgin explicou à CNN que "vários voos de teste seriam realizados nos próximos 12 a 18 meses antes de a empresa enviar as primeiras pessoas ao espaço".

No dia 10 de Outubro, a VSS realizou com sucesso seu primeiro voo de teste não conectado à nave-mãe, após um primeiro voo de teste em Março.

A VSS Enterprise decolou do deserto de Mojave, ao nordeste de Los Angeles, e separou-se da nave-mãe a uma altura de 13.700 metros, com dois pilotos a bordo.

No fim de Setembro, Richard Branson havia informado que a nave estaria apta para oferecer seus primeiros voos no espaço em 18 meses. Ele precisou que os futuros passageiros do veículo espacial pagam cerca de 200 mil dólares pelo bilhete.

A Virgin Galactic, que ambiciona ser a primeira empresa comercial de turismo no espaço, já facturou 45 milhões de dólares com seus 330 clientes que já fizeram as reservas para viajar na nave espacial de seis lugares.

Richard Branson informou nesta sexta-feira que "um dos privilégios de ser proprietário de uma empresa de naves  espaciais é que eu posso levar minha família".

Com um sorriso de canto, ele acrescentou que seus pais, os dois com mais de 90 anos, estavam ansiosos com a ideia de fazer a viagem, destacando que eles não terão que se preocupar com artrites já que no espaço eles vão flutuar.

fonte: CGN / DN

Professor quer vender cadáveres na Net


O professor alemão de anatomia Gunther von Hagens está a ser de novo alvo de críticas da Igreja Católica, por ter anunciado a venda na internet de cadáveres "plastinados", uma técnica de conservação que inventou.

Gunther Von Hagens anunciou a intenção em documento enviado a dadores de corpos, clientes, fornecedores e amigos interessados, revelando que vai colocar à venda as suas controversas "plastinações" na Internet, a partir de 2 ou 3 de Novembro.

Segundo uma lista de preços entretanto publicada em alguns jornais alemães, um cadáver "plastinado" deverá custar 69.615 euros, um tronco 56.644 euros, e uma cabeça 22.015 euros, por exemplo.

Gunther Von Hagens tornou-se mundialmente famoso graças à sua exposição de corpos humanos e de animais plastinados em cenas da vida real, como a jogar às cartas, por exemplo, ou a montar a cavalo, a que deu o nome de "Koerperwelten" (Mundo dos Corpos).

A exposição, apresentada pela primeira vez em Mannheim (Alemanha), em 1997, percorreu, entretanto, vários países, e até já foi cenário de um filme de James Bond.

A nova iniciativa do professor de anatomia de vender cadáveres de seres humanos através da Internet indignou vários bispos católicos, que já exigiram a intervenção dos responsávesis políticos para a proibir.

"Não se pode deixar quebrar este tabu", dizem hoje, em comunicado conjunto, os bispos de Baden-Wuerttemberg, Ulrich Fischer, e o presidente da Conferência Episcopal Alemã e Arcebispo de Freiburgo, Robert Zollitsch.

"A Alemanha não se pode transformar gradualmente numa plataforma de venda de cadáveres de seres humanos", advertem.

Mais adiante, acusam ainda Gunther von Hagens de não agir em nome da ciência, e de "profanar cadáveres só para dar espectáculo, sob o manto de ensinar medicina".

Enquanto os seus críticos o consideram uma espécie de Frankenstein, e a imprensa o alcunhou de "Dr. Tod" (Doutor Morte), Gunther van Hagens, 65 anos, afirma agir em nome do esclarecimento e só querer divulgar conhecimentos científicos.

O controverso professor começou a sua carreira como assistente no Instituto de Medicina Legal da Universidade de Heidelberg, cidade do sul da Alemanha onde abriu mais tarde o seu Insituto de "Plastinação".


Lua abriga tesouros como a prata, diz estudo


Lua é mais rica do que se pensava, diz estudo

O solo lunar é mais rico do que se pensava até agora, com vestígios de prata em meio de uma mistura complexa de elementos e componentes encontrados dentro de uma das crateras da Lua, indicou um estudo publicado nesta quinta-feira.

Investigadores da Universidade Brown, que analisaram partículas de poeira lunar, obtidas por uma colisão organizada pela Nasa no ano passado, descobriram uma surpreendentemente rica mistura que, além de prata, incluiu água e compostos como hidroxil, monóxido de carbono, dióxido de carbono, amónia e sódio livre.

"Este lugar parece um baú de tesouros de elementos, de compostos que foram libertados por toda a lua, e pararam neste local, em permanente escuridão", afirmou o geólogo da Brown, Peter Schultz, chefe das pesquisas que serão publicadas em artigo na edição de 22 de Outubro da revista Science.

As partículas lunares foram recolhidas quando um foguete da Nasa atingiu a Lua cerca de um ano atrás, dando a cientistas a oportunidade de aprender sobre a composição do solo nos polos da Lua, algo que nunca havia sido examinado.

As descobertas foram feitas pelo Satélite Lunar CRater Observing and Sensing, da Nasa, ou missão LCROSS, um experimento de 79 milhões de dólares (apróx. 57 milhões de Eur) no âmbito do qual a agência espacial americana enviou um foguete para colidir com a cratera Cabeus, no polo sul lunar.

O foguete acertou a cratera a uma velocidade de 9 mil km/h, provocando a elevação de uma enorme pluma de material do fundo da cratera, que permaneceu intocado pela luz do sol durante milhares de milhões de anos. Ao envio do foguete seguiu-se, minutos depois, uma nave equipada com câmeras para registar os efeitos do impacto.

Em Novembro do ano passado, a Nasa divulgou as primeiras descobertas da experiência, ao anunciar a descoberta de uma "quantidade significativa" de água congelada na Lua.

fonte: terra

Erro: calendário Maia não acaba em 2012, diz investigador


Um artigo publicado escrito por Gerardo Aldana, professor da Universidade da Califórnia-Santa Bárbara, e publicado no livro Calendars and Years II: Astronomy and Time in the Ancient and Medieval World argumenta que as conversões aceitas actualmente do calendário Maia podem estar erradas por um período entre 50 e 100 anos. Segundo o investigador, o problema estaria na veracidade dos documentos utilizados nos cálculos. As informações são do site LiveScience.

O calendário Maia foi convertido para o gregoriano através do cálculo da chamada constante GMT - as iniciais de três dos primeiros investigadores da cultura Maia. Aldana afirma que boa parte do trabalho foi feita com a recuperação de datas que constavam em documentos coloniais escritos na língua Maia, mas com o alfabeto latino.

A constante GMT foi reforçada pelo linguista e antropologista americano Floyd Lounsbury, que usou dados da Tabela (Ciclo) de Vénus do Códice de Dresden - um documento e calendário Maia que tabula datas relativas aos movimentos de Vénus. Apesar de alguns investigadores tomarem o estudo de Lounsbury como a confirmação definitiva da constante GMT, Aldana diz que ele estava longe de ser irrefutável. "A astronomia tinha sido considerada no passado (para a conversão de calendários), mas ninguém colocou tanta ênfase na Tabela de Vénus como Lounsbury fez", diz.

O erro, segundo Aldana, está na falta de confiabilidade dos documentos utilizados nas conversões. "Se a Tabela de Vénus não pode ser usada para provar a GMT como Lounsbury sugere, a sua aceitação depende da confiabilidade dos dados." Segundo ele, os dados históricos utilizados na pesquisa não podem ter a veracidade provada - são tão confiáveis quanto a própria tabela -, o que faz a constante GMT desabar como um castelo de cartas.

Ao longo do artigo, o professor - que não é o primeiro a questionar a conversão - dedica-se a indicar que os dados utilizados na constante GMT não são confiáveis. O investigador não indica como a conversão deve ser feita nem qual seria a data correta para o fim do calendário. Contudo, o estudo já um indicativo que os apocalípticos terão que procurar uma nova data para o fim do mundo.

fonte: Terra

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Gato de 1,23 metros bate recorde como o mais longo do mundo

Marca anterior pertencia a um gato de 1,21 metros. Gato chamado 'Stewie' pertence a um casal que mora nos EUA.

Um gato que mede 1,23 metros de comprimento (ponta do nariz até a ponta de sua cauda) foi confirmado como o mais longo do mundo pelo Guinness, livro dos recordes. A marca anterior pertencia a um gato de 1,21 metros.

Os proprietários do gato chamado "Stewie", Robin Hendrickson e Erik Brandsness, que moram em Reno, no estado de Nevada (EUA), disseram que eles decidiram tentar o recorde depois que várias pessoas ficaram surpresas pelo tamanho do gato.


Gato de 1,23 metros bate recorde como o mais longo do mundo

fonte: G1

Chimpanzé de estimação foge e ataca carro da polícia nos EUA


Chimpanzé fugiu e atacou carro da polícia

O caso ocorreu em Kansas City, no estado do Missouri.

Dono foi notificado pela polícia por manter um animal perigoso.

Um chimpanzé de estimação de 136 quilos fugiu na terça-feira em Kansas City, no estado do Missouri (EUA), e atacou um carro da polícia após vagiar por um bairro da cidade. O animal partiu o parabrisa e amassou o capô do veículo, segundo a emissora de TV "ABC News".

A polícia tentou capturar o chimpanzé chamado "Sueko" utilizando um dardo tranquilizante, mas a tentativa fracassou. O animal só foi controlado quando seu proprietário conseguiu convencê-lo a entrar numa gaiola.

O dono do chimpanzé foi notificado pela polícia por manter um animal perigoso numa área residencial da cidade.

fonte: G1

Cadela anda em pé e vira atracção na China

Dono disse que não ensinou o animal. Cadela pertence ao reformado Zhou Guanshun.

A cadela chamada "Lu Lu" virou atracção na cidade chinesa de Zhumadian por andar em pé. O dono do animal, o professor reformado Zhou Guanshun, alega que não ensinou o animal a caminhar usando apenas as patas traseiras, segundo o jornal inglês "Metro".


Cadela virou atração na cidade chinesa de Zhumadian por andar em pé


Dono disse que não ensinou o animal.

fonte: G1

Hubble destaca zonas de formação de estrelas em galáxia espiral

Áreas rosadas marcam o hidrogénio quente das estrelas nascentes

A galáxia NGC 3982 chama atenção pela rica tapeçaria de regiões de nascimento de estrelas espalhadas ao longo de seus braços espirais. Elas aparecem nesta imagem do Telescópio Espacial Hubble como pontos rosados de hidrogénio incandescente.


NGC 3982, galáxia localizada a 68 milhões de anos-luz

Também é possível ver os aglomerados azuis de estrelas recém-nascidas e as avenidas de poeira escura que fornecem matéria-prima para futuras gerações de astros.

O núcleo brilhante abriga uma geração mais antiga, que cresce em densidade na direcção do centro.

NGC 3982 fica a cerca de 68 milhões de anos-luz, na constelação de Ursa Maior.

Ela tem 30.000 anos-luz de diâmetro, ou cerca de um terço do tamanho da Via-Láctea. A imagem foi feita a partir de três câmeras do Hubble, em exposições realizadas entre 2000 e 2009.

O colorido da imagem vem do facto de que a galáxia foi fotografada tanto em luz visível como em infravermelho. Foi usado um filtro para destacar a emissão do hidrogénio das zonas de formação de estrelas.

fonte: Estadão

Descoberto misterioso ponto quente em planeta fora do Sistema Solar

Planeta comporta-se como uma praia que fosse mais quente ao crepúsculo que ao meio-dia

O gigante gasoso upsilon Andromedae b mantém uma face perpetuamente voltada para sua estrela, upsilon Andromedae, a 44 anos-luz da Terra. A despeito disso, no entanto, o ponto mais quente de sua atmosfera não está directamente sob a face da estrela, mas a 80º de latitude de lá, de acordo com observações realizadas pelo Telescópio Espacial Spitzer.


Ponto mais quente do planeta fica a 80 graus da área iluminada pela estrela

"Não esperávamos encontrar um ponto quente tão longe", disse, por meio de nota, Ian Crossfield, principal autor de um artigo sobre a descoberta, que será publicado pelo Astrophysical Journal. "Está claro que entendemos ainda menos a respeito da energética da atmosfera de Jupíteres quentes do que pensávamos".

No estudo, os astrónomos descrevem observações de upsilon Andromedae b feitas ao longo de cinco dias, em Fevereiro de 2009. O planeta completa uma órbita a cada 4,6 dias.

O telescópio mediu a luz combinada de estrela e planeta, durante a órbita. O Spitzer não é capaz de ver o planeta directamente, mas pode detectar variações no total de luz infravermelha do sistema, que aumenta quando o lado quente do planeta entra na linha de visão da Terra. A parte mais quente é a que emite mais infravermelho.

Seria de se esperar que o sistema parecesse mais brilhante quando o planeta está atrás da estrela, e toda a energia do astro chega à Terra sem ser bloqueada , e menos brilhante quando o planeta se põe no caminho. Mas o sistema mostrou-se mais brilhante quando o planeta aparecia na lateral da estrela. Isso significa que a parte mais quente do planeta não está virada directamente para a estrela.

Os investigadores comparam o efeito a uma praia que seja mais quente ao pôr-do-sol que ao meio-dia.

Algumas explicações possíveis seriam ventos supersónicos causando ondas de choque que aquecem o material, ou interações magnéticas entre estrela e planeta, mas mais planetas terão de ser examinados antes que as especulações possam ter alguma precisão.

fonte: Estadão

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