terça-feira, 31 de maio de 2011

3 Naves Gigantes estão a aproximar-se da Terra?


Os encontros com OVNIS tornaram-se especialmente frequentes no meio do século XX, quando se tornou impossível desconsiderar mais os incidentes de avistamentos de OVNIs. Foram instituídos em vários países do mundo departamentos especiais para registar e estudar esses fenómenos.Tropas especiais de defesa aérea, laboratórios secretos, e outros implementos foram organizados também.. Não está descartado que vários serviços secretos já tiveram chances de estudar fragmentos de naves alienígenas ou até mesmo extraterrestres, vivos ou mortos.

É a ciência que estuda essas coisas que deve dizer a sua palavra em relação ao problema, e aconteceu. O SETI (Órgão de busca de Inteligência Extraterrestre), uma organização não-comercial, lançou um sensacional declaração.

Três naves gigantes estão a dirigir-se em direção à Terra. A maior delas tem 240 quilómetros de largura. As duas outras são menores. Actualmente, os obcjetos estão fora do nosso alcance ainda.

As naves foram detectadas pelo HAARP sistema de busca espacial. Este sistema, com base no Alasca, foi projectado para estudar o fenómeno da aurora boreal. De acordo com os investigadores do SETI , os objectos não são nada mais do que naves extraterrestres. Elas serão visíveis em telescópios ópticos, assim que atingir a órbita de Marte. O governo dos EUA teria sido informado sobre o evento. As naves vão chegar à Terra em dezembro de 2012.

A data da suposta chegada das naves e do contacto com civilizações extraterrestre traz à tona reflexões sobre o calendário maia, que termina em 21 de dezembro, 2012. É apenas uma coincidência? O mais provável, porém, é que os investigadores do SETI estejam esperançosos demais neste evento após cinquenta anos de monitoramento constante do espaço que não produziram nenhum resultado

No entanto, a humanidade só agora começa a explorar o espaço. Nós somos apenas os novatos neste universo grande e inexplorado. Muitos acreditam que existem muitas outras civilizações no espaço alem da nossa civilização.

Há rumores de que os americanos classificam como secretas um monte de informações sobre descobertas feitas na Lua. Em 1988, um oficial chinês proeminente membro do programa espacial chinês, divulgou fotos de outras pegadas humanas na a superfície lunar. O funcionário declarou que recebeu a informação de uma fonte confiável e acusou os americanos de esconder essa informação.

As fotos foram datados de 03 de agosto de 1969 – duas semanas depois de Armstrong e Aldrin pisaram a superfície da Lua em 20 de julho de 1969. Portanto, os materiais da missão lunar foram estudados e classificados pela NASA.

Em 15 de março de 2009, The New York Times produziu uma outra sensação. O mesmo oficial chinês, Mao Kan, afirmou que ele tinha obtido mais de 1000 fotos secretas da NASA mostrando não só as pegadas humanas, mas até a carcaça de um homem na superfície da lua. Alguns dos ossos na carcaça estavam ausentes, o oficial afirmou. O corpo humano deve ter caído na Lua de uma nave alienígena, enquanto os extraterrestres mantiveram algumas amostras de tecido para investigação.

As fotos foram tiradas por uma sonda lunar. A ausência de ar torna possível captar detalhes minuciosos a partir da órbita lunar. As fotos da carcaça foram muito claras.

Dr. Ken Johnston, ex-gerente de Dados e Fotos do Departamento de Controle na base de Recepção Lunar da Nasa, disse que os astronautas norte-americanos tinham encontrado e fotografado ruínas antigas de origem artificial na Lua. Supostamente, os astronautas dos EUA tinha visto um grande e desconhecido mecanismo na lua. Os dados foram classificados como secretos pelo governo dos EUA.

Brevemente iremos saber a verdade, se isto tudo é uma fantasia, ou se traduz a verdade dos factos.


Ouriço-cacheiro sem espinhos condenado a viver num abrigo em Inglaterra


No Foxy Lodge, em Hembsy, Norfolk (Inglaterra), vive uma fêmea de ouriço-cacheiro com uma característica rara: não tem os seus famosos espinhos longos e aguçados. Betty tem apenas seis meses e vive isolada numa gaiola, por precaução, uma vez que sem os espinhos não tem defesas contra os seus predadores, explica a edição inglesa do jornal Metro.

Além de funcionarem como escudo protector, os espinhos ajudam os ouriços-cacheiros a manterem-se quentes durante o inverno, pelo que Betty precisará de atenção redobrada nessa altura do ano. Toni Garner, a tratadora, diz: “Ela é saudável, mas triste”. “Esperamos que os espinhos cresçam para que ela possa ter uma vida normal e ser libertada”, acrescentou.

Betty tem ainda uma outro problema: a sua pele é demasiado seca. “Costumo massajá-la com uma mistura de óleo de amêndoas e da planta do chá porque, às vezes, a pele fica mesmo muito seca”, explicou Toni Garner. O stress e a doença são duas das razões pelas quais os ouriços-cacheiros perderem os seus espinhos, que são ocos e feitos de queratina.


É oficial: Telemóveis podem provocar cancro


A Organização Mundial da Saúde adicionou esta terça-feira o telemóvel à sua lista de cancerígenos, a par do chumbo e do clorofórmio, devido às radiações emitidas pelos aparelhos telefónicos móveis.

A decisão reverte todas as posições tomadas pela OMS até ao momento, que afirmava não haver qualquer relação directa entre o uso do telemóvel e o desenvolvimento de doença oncológica. Agora, e apesar de não ter surgido nenhum dado que estabeleça uma ligação explícita entre o uso daquela tecnologia e supostos efeitos nocivos para a saúde, a OMS adopta um princípio de cautela há muito defendido por alguns especialistas internacionais. Ou seja, o risco não é certo, mas é possível.

A OMS age após recomendação de um grupo de 31 cientistas de 14 países. Em 2008, o SOL falou com a cientista israelita Siegal Sadetzki, que alertara para o risco de desenvolvimento de tumores nas glândulas salivares após o uso intenso e prolongado do telemóvel. Sadetzki tinha identificado uma incidência superior deste tipo de cancro entre utilizadores intensivos de aparelhos móveis, com a doença a desenvolver-se no lado da cabeça onde os pacientes habitualmente encostavam o telemóvel.

A radiação emitida pelos telemóveis é comparada pelo neurologista-chefe do hospital californiano Cedars-Sinai, Keith Black, à de um microondas de baixa potência. Segundo os especialistas, há dois momentos em que o risco pode ser maior: quando se atende uma chamada (momento em que a radiação é momentaneamente mais forte) e quando o sinal é fraco (o que leva o aparelho a realizar um esforço maior para estabelecer ligação com a antena de telecomunicações mais próxima). Já em relação ao uso de auriculares e do bluetooth, não existe ainda acordo sobre se estes acessórios diminuem ou aumentam potenciais riscos de saúde.

Em anos recentes, aumentaram as vozes a apelar a uma maior cautela por parte dos utilizadores de telemóveis, recomendando que não se encoste totalmente o aparelho ao ouvido e que não se use o telefone móvel durante demasiado tempo. É especialmente desaconselhada a utilização intensa do telemóvel por parte de crianças. A Agência Europeia do Ambiente e várias universidades norte-americanas estão entre as organizações que há vários anos recomendam um uso limitado desta tecnologia.

fonte: Sol


Mulher mata filho 'ao tentar exorcizar-lhe o diabo do corpo'


Latisha Lawson vai passar mais de 45 anos na cadeia depois de ter sido dado como culpada pela morte do filho num ritual de exorcismo.

A norte-americana, de 31 anos, forçou os dois filhos a beber uma mistura de azeite e vinagre como parte de um ritual para retirar o demónio «Marzon» do seu corpo.

De acordo com o The Telegraph, enquanto o menino asfixiava com líquido, Lawson colocou-lhe a mão sobre a boca, impedindo-o de vomitar, e partiu-lhe o pescoço.

Latisha e outra mulher - que também acreditava que os seus dois filhos estavam possuidos - deram a mistura a beber às crianças, tendo três delas vomitado imediatamente.

Naquela casa de Fort Wayne, no Indiana, o pequeno Jezaih teria menos sorte, a mão forte da mãe colocada sobre a sua boca impedi-lo-ia de respirar e provocar-lhe-ia lesões mortais no pescoço.

O corpo da criança de dois anos foi mantido dentro de um saco de plástico durante mais de um ano até ser descoberto pela polícia.

Lawson disse em tribunal que guardou o cadáver por estar convencida de que o filho pode ressuscitar, pois «se Deus o fez com Lázaro na Bíblia», também poderia fazê-lo com o seu filho.

fonte: Sol / The Telegraph

Já é possível prolongar a vida digital depois da morte


Existem já sites que estão a oferecer serviços para organizar a vida cibernética depois da morte dos utilizadores, avança a BBC. Cuidar da vida online após a morte é agora uma tendência impulsionada por mensagens póstumas como a do blogger canadiano Derek Miller, que morreu no início do mês.

As opções existentes vão das mais práticas às mais sofisticadas. Existe o site www.legacylocker.com, que funciona como uma espécie de 'cofre digital', guardando toda e qualquer informação digital como nomes de utilizadores e senhas de acesso para qualquer site ou conta de e-mail e que, após a morte, é divulgada a pessoas indicadas pelo cliente ainda em vida, explica a BBC.

É também possível manter mensagens de despedida que são enviadas aos respectivos destinatários conforme as instruções deixadas em vida. No futuro, esse serviço poderá ser feito também através de vídeo.

Outro site cuja proposta segue a mesma linha é o www.deathswitch.com, que envia emails automáticos para os utilizadores para confirmar que estes estão vivos.

Se as mensagens forem repetidamente ignoradas ao longo de determinado tempo, o programa pressupõe que o cliente está morto, e envia e-mails com textos, dados e arquivos anexados para os endereços indicados. «Não morra com segredos que precisam ser revelados», diz o site.

Já o Intellitar https://www.virtualeternity.com/, possibilita que o cliente crie uma espécie de avatar com base numa fotografia real, ao qual a companhia atribui uma voz e acrescenta animações e efeitos.

Outras pessoas podem ‘entrar em contacto’ com o avatar para conversar através de um chat no site.

fonte: Sol

Fotos inéditas de Marilyn permanecem um mistério


Um fotógrafo amador que tem como passatempo remexer nas velharias das quais as pessoas procuram desfazer-se nas vendas de garagem encontrou há cerca de três décadas dois envelopes com fotografias de Marilyn Monroe. Esta semana decidiu torná-las públicas.

Alguns dias antes do 85º aniversário da diva de Hollywood, Anton Fury deslocou-se a Los Angeles para se encontrar com David W. Streets, marchant de arte em Beverly Hills e especialista em artigos relacionados com a diva.

Monroe foi uma das mulheres mais fotgrafadas de sempre e Streets suspeita que estas fotos sejam dos seus primeiros anos em Hollymood, antes de fazer o corte de cabelo que a tornaria conhecida e que a maior parte das pessoas associa à sua imagem icónica.

O perito avança que apesar de permanecer um mistério onde e porque foram aquelas fotos tiradas, o seu palpite é que terão sido fotografadas antes de 1950, um ano decisivo para a pouco conhecida Marilyn que nessa altura conseguiu pequenos papéis nos dois filmes ‘A selva de asfalto’ e ‘Tudo sobre Eva’.

Apesar de não conseguir identificar o local preciso onde foram tiradas, avança que pela envolvênvcia e arquitectura da casa e piscina, as imagens deverão ter sido fotografadas em Los Angeles.

Marilyn, que nas fotos usa um biquini e um fato de banho com calçoes curtos, foi contemporânea da actriz Jayne Mansfield, que também aparece nas fotos recuperadas por Anton Fury.

Fury conta que encontrou o envelope com negativos numa venda de garagem em Parsippany, New Jersey, em 1980. Apesar de não saber o que continham apercebeu-se que os negativos eram antigos, tendo pago dois dólares por uma capa de arquivo que continha dois envelopres.

Ao chegar a casa, colocou-os na mesa de luz e com uma lupa olhou e descobriu perante os seus olhos Marilyn Monroe. O segundo envelope continha negativos de fotos da actriz Jayne Mansfield. Conta que «aquela foi provavelmente a sua maior descoberta de sempre numa venda de garagem».

As imagens permaneceram guardadas por três décadas e o seu descobridor não procurou saber muito sobre elas. Segundo explica, «a única coisa de que tinha a certeza era de quem estava naquelas fotografias», «não sabia onde, não sabia porquê, não sabia quando, nem quem as fotografou. Mas sabia que eram de Marilyn».

Até que, finalmente, esta semana, se deslocou a LA para mostrar as imagens a David W. Streets. Ambos decidiram publicá-las na CNN, na esperança de descobrirem mais sobre a vida e a lenda de Marilyn Monroe.

fonte: Sol

Pior nível de emissões de gases perigosos de sempre


Especialistas anunciam que Terra está em perigo com emissões de 30,6 gigatoneladas.

Apesar de a mensagem estar espalhada globalmente e ser repetida tantas vezes, as emissões de gases com efeito de estufa atingiram, em 2010, níveis recorde de 30.6 gigatoneladas, indicam estimativas ainda não publicadas da Agência Internacional de Energia (AIE). Fica assim mais longe o desejo de atingir níveis seguros de emissões.

Esta subida significa que objectivo de prevenir a subida da temperatura em mais dois graus centígrados - que os especialistas indicam como o limite para se passar para uma situação de perigosas alterações climáticas - poderá ser apenas uma "utopia", segundo Fatih Birol, responsável pelo departamento de economia da AIE.

fonte: DN

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"Girafa" rara nasce em zoológico dos EUA



O ocapi, parece uma zebra que não deu certo, mas é uma outra espécie que pertence à familia das girafas. Esse nasceu no Zoológico Brookfield em Chicago, nos Estados Unidos. Ele é o primeiro ocapi a nascer na América do Norte desde 1959 e faz parte da família de 30 animais abrigados pela instituição.

O filhote, uma fêmea que nasceu em 27 de abril, ainda não tem nome e deve ser mantido mais afastado dos visitantes até completar 3 meses de idade. O ocapi, nativo do nordeste da República Democrática do Congo, só foram descobertos por cientistas americanos e europeus perto de 1900, por isso seus hábitos são pouco conhecidos.

A equipa de Brookfield regista o comportamento do novo filhote. Os primeiros passos, a primeira amamentação e outras peculiaridades vão ajudar a entender melhor os comportamentos desses animais.

Por causa da sua pele, os ocapis conseguem ficar bem camuflados na floresta e não se sabe exatamente quantos representantes da espécie ainda restam soltos na natureza. Com a carne e pele muito valorizados, os “primos” da girafa são alvo de caçadores e fazem parte de programas de proteção do Congo.


A bruxaria nos dias de hoje


Devido às perseguições e o medo gerado pela Inquisição, muitos praticantes da bruxaria e seguidores de religiões neopagãs, ainda hoje, são vítimas de preconceito. Isso se deve, principalmente, à forte influência cultural do Cristianismo nos países ocidentais, que, ao longo do tempo, foi distorcendo os conceitos e a imagem das práticas religiosas pagãs. Em alguns países, que não são laicos, ainda é considerado crime professar outras religiões que não a oficializada.

Apesar das dificuldades sociais, alguns investigadores começaram a resgatar os conhecimentos, crenças e práticas dos antigos cultos pagãos, há muito esquecido no tempo por causa do medo da Inquisição. Em maioria, eram eles antropólogos, historiadores, arqueólogos e escritores, como Charles Leland e Margaret Murray, cujos trabalhos inspiraram e se tornaram as bases para diversos estudiosos do meio ocultista. Um deles foi Gerald Gardner, que, após a revogação da última lei inglesa contra a bruxaria, em 1951, publicou seu primeiro livro sobre bruxaria, intitulado "Witchcraft Today" (Bruxaria Hoje) e cunhou o termo "Wicca", que é a prática da bruxaria resgatada de antigos cultos pagãos europeus, em conjunto com elementos cerimoniais da Alta Magia.

Desde então, vem crescendo o número de interessados e adeptos da bruxaria pelo mundo. Esse fenómeno é consequência da busca por religiões mais místicas, que se devotam às forças da natureza, sobretudo numa época em que o meio ambiente é um dos principais focos da sociedade moderna.

Outra personalidade importante que se uniu a Gardner e foi a precursora do resgate ao culto do Divino Feminino é Doreen Valiente. A partir daí, despertou o interesse das mulheres à bruxaria, pois seus conceitos contradiziam aos castradores dogmas de exclusão da mulher por sua "inferioridade" e tudo que lhe é relacionado: o prazer, a maternidade, a liberdade, a intuição e o sacerdócio; incentivavam os direitos igualitários entre os sexos, sobretudo numa época em que o feminismo estava a crescer.

Posteriormente, diversas pessoas investigaram a ampla variedade de antigos cultos pagãos, tornando-se fundadores de algumas tradições diferentes dentro da Wicca. Actualmente, a Wicca vai muito além do que Gardner propunha, sendo hoje uma religião que resgata os antigos cultos pagãos de vários povos diferentes, com panteões diferentes, ramificando-se em variadas tradições, mas todas com os mesmos fundamentos básicos. Sendo assim, chamada também de Bruxaria, Grande Arte ou Religião da Deusa.

fonte: Extra

Lobo ibérico é uma espécie "bastante ameaçada"


Considerado "predador encurralado", por resistir a diversas armadilhas, fruto de conflitualidades com o homem, o lobo ibérico precisa de mais protecção, sendo necessário criar um plano de acção nacional para a sua conservação.

A ideia é defendida pelo biólogo Francisco Álvares, que segue o trilho desta espécie protegida há vários anos e que está a preparar uma tese de doutoramento sobre o lobo ibérico.

Em declarações à Lusa, Francisco Álvares afirmou que o lobo ibérico é uma espécie que "está bastante ameaçada" e é, porventura, aquela "com uma maior diversidade e complexidade de relações com o homem", pelo facto da sua "dieta se basear em animais domésticos".

O biólogo considera que há ainda muitos desafios pela frente para preservar esta espécie, defendendo que "é urgente" a elaboração de um Plano de Ação para a sua conservação, à semelhança do que existe para o lince ibérico.

"É preciso garantir-lhe alimento e espaço numa paisagem cada vez mais humanizada e fragmentada", disse, acrescentando ser ainda necessário "conseguir uma medida de coexistência com o homem".

Este último registo é, contudo, difícil de contornar, sendo que Álvares admitiu que, no Noroeste do país, em Bragança, apesar de existir "um efetivo pecuário razoável, existem populações de animais silvestres", o que faz com que o lobos "acabem por não gerar conflito".

Em declarações à Lusa, o presidente do Instituto de Conservação da natureza e Biodiversidade (ICNB), Tito Rosa, afirmou que "não está fora de hipótese desenhar" um plano de ação para o lobo.

"Temos vindo a acompanhar a situação", garantiu Tito Rosa, adiantando que o ICNB "está a aprofundar trabalhos para conhecer melhor quais as metodologias mais eficazes para diminuir a questão dos ataques" do lobo a animais.

O responsável adiantou ainda que estão a ser estudadas formas para que o pagamento das indemnizações aos pastores se proceda de "forma mais célere".

Já o espanhol Luís Llaneza, especialista em recursos naturais, que falou no Porto no âmbito do encontro ibérico sobre as "múltiplas perspetivas da relação homem-lobo", salientou que o conflito social permanecerá.

"Depois de tantos anos a trabalhar com lobos ainda não temos solução, porque não há uma varinha mágica para esta questão homem/lobo", frisou.

Adiantando que, na Península Ibérica, "os lobos estão já ao lado das casas, o que gera muito conflito", Llaneza disse que "o conflito social permanecerá e que a questão central agora é perceber se sabemos viver com este problema".

Na sua opinião, é preciso encontrar um consenso, porque existe o real problema da necessidade de conservação desta espécie.

De acordo com estudos recentemente desenvolvidos, disse, "o lobo está em cerca de 85 por cento da área da Galiza" e "pode viver em qualquer sítio, desde que haja alimento e que o homem não o provoque".

De acordo com dados do ICNB, o lobo ibérico terá sido responsável, em 2010, por 2.500 ataques a animais domésticos, o que acarretou indemnizações de 765 mil euros, mas esta espécie em vias de extinção também foi agredida pelo homem.

fonte: DN

Primeiros casos de VIH descobertos há 30 anos


Os primeiros pacientes infectados com vírus da imunodeficiência humana (VIH) foram descobertos há praticamente 30 anos. Foi em Junho de 1981 que a comunidade médica descobriu uma doença que obrigou nas últimas décadas a muitos esforços científicos e activismo social para passar de enfermidade 100% mortal para doença crónica, pelo menos nos países desenvolvidos.

A efeméride é hoje recordada pelo El Mundo. Foi há 30 anos que os "todos os alarmes foram disparados" com a descoberta de cinco homens em São Francisco com um tipo raro de pneumonia e com a detecção de jovens homossexuais com cancro de Kaposi, próprio de pessoas com defesas imunitárias baixas.

"O vírus, desconhecido até então, estendeu-se a todos os países quase tão rápido como o medo e a rejeição de quem era doente. Foram anos de incerteza, de silêncios e censuras, de solidão. 'Primeiro negámos a sua existência, quisemos deixar passar, depois seguiu-se o pânico e chegaram as dúvidas sobre como fazer-lhe frente. Nos últimos tempos instalámo-nos na complacência'. Assim resume James Curran, a pessoa que lidou com os primeiros casos", escreve hoje o jornal espanhol.

A doença é agora crónica, pelo menos nos países desenvolvidos, e permite que os infectados possam levar uma vida normal, prejudicados pelos tabus sociais. Mas foram necessários muitos investimentos em pesquisa científica e em activismo social para mudar a imagem de uma doença que nas décadas de 80 e 90 pressupunha "uma clara sentença de morte", lembra Begoña Bautista, de 52 anos, diagnosticada há 21 com VIH.

fonte: DN

Brasileira de 114 anos é a mais velha do mundo


Maria Gomes Valentim, conhecida como Dona Quita, é viúva e mãe de apenas um filho, que lhe deu quatro netos e sete bisnetos

Uma brasileira de 114 anos, nascida em 1896 numa cidadezinha do interior de Minas Gerais, foi eleita esta quarta-feira a pessoa mais velha do mundo pelo livro dos recordes mundiais, o Guinness Book.

Maria Gomes Valentim, conhecida como Dona Quita, é viúva e mãe de apenas um filho, que lhe deu quatro netos e sete bisnetos.

Embora precise de cadeira de rodas para se deslocar, Dona Quita tem uma saúde boa, graças - segundo ela própria - a um café da manhã regado a pães e frutas.

A mineira, que nasceu e sempre morou em Carangola, cidade com pouco mais que 30 mil habitantes, admite que também bebe uma taça de vinho às vezes e que adora feijoada.

Já a neta, Jane Ribeiro Moraes, que cuida da avó, afirmou a um jornal local que a longevidade da idosa se deve ao facto de que ela sempre ter vivido sua própria vida, "sem se intrometer na dos demais".

O director do Guinness, Craig Glenday, destacou o facto de Maria ser brasileira, já que esta é a primeira vez que se confirma uma informação de longevidade no Brasil.

Para dar ideia do quanto a mineira já viveu, Glendey fez relação com factos históricos ingleses, e aponta que a brasileira, que nasceu em 1896, foi contemporânea do reinado da Rainha Vitória.


Cão baleado e enterrado vivo sobrevive


Foram retiradas 40 balas no crânio


Um cão foi descoberto enterrado vivo até a pescoço após ter sido baleado 40 vezes na cabeça, em Malta.

O animal, que já recebeu o nome de ‘Star’, foi encontrado pelas autoridades do bem-estar de animais perto da cidade Birzebbuga que investigavam um outro caso não relacionado.

Após ouvirem choros, as autoridades foram confrontadas com um triste rosto de um cão enterrado na lama. O pior aconteceu depois quando foi retirado: estava amarrado e com marcas de balas na cabeça.

Durante uma cirurgia de emergência no hospital da Ta Qali, em Malta, foram retiradas 40 balas do seu crânio e sobreviveu.

Este caso causou fúria no país porque as ofensas contra os animais, apesar da sua natureza, implicam apenas a uma sentença de um ano de prisão ou a uma multa até 46.400 euros.

‘Star’ tem recebido uma grande ajuda de vários países e já tem uma página no Facebook com 7 mil seguidores. Quatro pessoas já manifestaram interesse em adoptá-lo.


Pepinos infectados vieram de Espanha e já mataram 10 alemães


Pelo menos 10 pessoas já morreram e outras 300 estão doentes na Alemanha devido à infecção causada por uma bactéria que infectou pepinos biológicos que, segundo as autoridades, terão sido importados de Espanha, escreve a BBC.

A maior parte das mortes, causadas pela ingestão de alimentos contaminados, ocorreu na cidade de Hamburgo, no norte do país.

O tipo de bactéria registado na Alemanha é o E. Coli enterohemorrágico (EHEC), que causa diarreia com hemorragia e conduz a insuficiência renal.

Quase todos os infectados na Alemanha são adultos, na sua maioria mulheres.

O Governo alemão recomendou à população do norte do país para não consumir tomates, pepinos ou alface crus.

fonte: Sol

Vaivém Endeavour iniciou o último regresso à Terra


A Endeavour deixou a Estação Espacial Internacional

O vaivém norte-americano Endeavour deixou esta madrugada com sucesso a estação espacial internacional (ISS), complexo que ajudou a construir nas últimas duas décadas, em direcção à Terra, onde deverá chegar na quarta-feira.

Segundo informou a Nasa, o Endeavour separou-se fisicamente da ISS -- a 385 quilómetros da Terra - às 4.55 horas de Lisboa, como previsto, tendo iniciado depois a sua última viagem em direção à Terra depois de 13 dias de missão.

O vaivém chegou à estação especial internacional a 18 de maio, dois dias depois do seu lançamento no estado norte-americano da Florida.

Se as condições meteorológicas forem favoráveis, o Endeavour deverá aterrar na Florida, no centro espacial Kennedy, na quarta-feira às 7.32 horas de Lisboa.

Depois desta que é 25.ª e última missão especial deste vaivém norte-americano, que se estreou no espaço em 1992, o Endeavour será enviado para um museu de ciências em Los Angeles.

O último voo de um vaivém norte-americano será realizado pelo Atlantis, a 8 de Julho.

fonte: JN

Autópsia confirma que carneiro matou idosa


A morte da mulher de 76 anos, na passada terça-feira, na sequência de um ataque de um carneiro, em Afife, Viana do Castelo, resultou mesmo dos golpes infligidos pelo animal. As suspeitas da Polícia Judiciária foram ontem confirmadas pela autópsia.

A autópsia, realizada quinta-feira à tarde, ao corpo da mulher de 76 anos, viria a concluir que um traumatismo causado pela investida do ovino provocou a morte da idosa. "A causa da morte foi um traumatismo violento, verificado na região torácica, traumatismo esse causado pelo carneiro", revelou, ao JN, fonte do Instituto Nacional de Medicina Legal.

fonte: JN

Carneiro mata septuagenária


Uma mulher com 76 anos apareceu morta, num caminho rural perto de casa, na aldeia de Afife, concelho de Viana do Castelo, suspeitando-se que tenha sido atacada por um carneiro.

Glória Ferreira, moradora no lugar de Fonte de Gatanha, terá sido encontrada já cadáver pelo marido, ao final da tarde, horas depois de ter saído para ir visitar uma irmã, numa zona próxima do local.

Segundo testemunhas ouvidas no local e conforme viria a confirmar também a GNR, o corpo da mulher apresentaria diversas marcas de agressão, susceptíveis de terem sido provocadas pelo ataque do animal.

Uma sobrinha da vítima que foi das primeiras a chegar ao local do incidente, apresentava também golpes nas pernas, que segundo contou resultaram de ter sido atacada alegadamente pelo mesmo carneiro que "apareceu desenfreado na altura em que andava à procura da tia".

fonte: JN

Cordilheira dos Himalaias fica 4 milímetros mais alta a cada ano


Cordilheira do Himalaia é formada por 2.200 quilómetros de montanhas, aonde está o Everest

A neve no topo do Himalaia parece eterna e adormecida, mas não está. Ela cresce a um ritmo anual de quatro milímetros devido à pressão das placas tectónicas, o que aumenta no Nepal o temor de um terremoto.

O fenómeno escapa ao olho humano, mas data de milhões de anos. A placa indiana desliza com lentidão sob a placa eurasiática, e essa pressão levanta pouco a pouco as montanhas mais altas do planeta.

"O subcontinente indiano está situado sobre a placa tectónica indo-asiática, que empurra a europeia a cada ano em direcção ao norte", disse à Agência Efe o geólogo Sudhir Rajouria, do Departamento de Minas e Geologia do governo do Nepal.

Há centenas de milhões de anos, o subcontinente indiano estava situado, segundo os geólogos, onde hoje está a ilha africana de Madagáscar, e desde este local iniciou sua viagem para o nordeste pelo movimento da litosfera terrestre.

"Há 50 milhões ou 55 milhões de anos, o subcontinente bateu na placa eurasiática, na qual está o Tibete", explicou Rajouria.

O impacto entre as duas gigantescas massas terrestres deve ter sido intenso, afinal criou a cordilheira mais alta da terra: os Himalaias, uma fila de 2.200 quilómetros de montanhas onde estão o Everest e grande parte dos picos mais procurados pelos alpinistas.

DESLIZAMENTO CONSTANTE

A acção das placas pode ser sentida. A cordilheira, segundo Rajouria, cresce por ano quatro milímetros para o alto, porque a placa indiana segue deslizando entre 2 e 2,5 centímetros anuais sob a eurasiática.

Na superfíce, a queda-de-braço entre as duas placas tem consequências potencialmente aterrorizantes no Nepal, onde os especialistas preveem um "grande terremoto" e a população reage com medo a qualquer notícia de sismos em outros lugares.

Do turismo associado ao Himalaia, o Nepal obtém uma de suas principais fontes de receita, mas, ao mesmo tempo, sua situação geográfica na confluência das duas placas faz com que seja inevitável sofrer algum grande terremoto ocasionalmente.

"Um avanço acumulado da placa entre três e cinco metros é suficiente para causar um grande terremoto. Se o empurrão acumulado é de 2,5 centímetros ao ano, em cem anos o avanço é de 2,5 metros", declarou à Efe o geólogo Amod Mani Dixit.

Na última década aconteceram dois grandes terremotos associados ao movimento da placa indo-asiática: um na região indiana de Gujarat em 2001 e outro que causou a morte de 75 mil pessoas no território da Caxemira, repartido entre a Índia e Paquistão.

O último grande tremor no Nepal ocorreu em 1934, deixando mais de 20 mil mortos no leste do país, mas o oeste não sofreu sismos significativos nos últimos 500 anos, ressaltou Dixit, diretor da NSET (Sociedade Nacional de Tecnologia de Terremotos).

Diferentes estudos identificaram no Nepal um total de 95 falhas activas que poderiam funcionar como possíveis epicentros de terremotos e ter consequências catastróficas. Um terremoto de 8 graus na escala Richter causaria cem mil mortos e 300 mil feridos em Katmandu e destruiria 60% das casas, pontes e instalações elétricas, segundo um estudo da NSET.

"A preparação para os terremtos é de pouca prioridade para os políticos. Existem 28 agências diferentes implicadas e, quando for necessário, a coordenação entre elas será difícil", afirmou Dixit.

De acordo com o geólogo, o Nepal, um dos países mais pobres do mundo, precisa de uma resposta integrada para os sismos, e não tem ferramentas eficazes nem para prevenir a catástrofe nem para enfrentar suas possíveis consequências.

O governo aprovou em 2009 uma iniciativa de prevenção batizada como Estratégia Nacional para a Gestão de Riscos de Desastres, mas ainda não fez nada para aplicá-la.

Apesar do medo de terremotos, o Nepal também reconhece que a magia da actividade tectónica está relacionada à sua própria existência.

"O Nepal não existiria sem esse movimento. Provavelmente seríamos parte da Índia ou da China", reconheceu o especialista.

fonte: Folha.com

Os misteriosos buracos da Ucrânia


Poderia ser só mais um título de filme pornográdico, mas na verdade este é um mistério curioso.

Desde o fim dos anos 80, alguns estranhos buracos estão a ser encontrados por pessoas na região da Rússia e Ucrânia. Estes buracos, absurdamente profundos, são encontrados em locais remotos e ermos, no meio de florestas densas, onde não há nenhuma estrada ou forma de acesso a máquinas para realizá-los.


Mas não é só isso.

Todos os buracos são perfeitamente cilíndricos e lisos. Ainda por cima, não há rasto, marca ou mesmo depósitos de material que foi retirado do solo para a criação do buraco. A terra, sedimentos e pedras são aparentemente cortados e levados para algum lugar de maneira totalmente misteriosa, decida a ausência de estradas e marcas.

Alguns investigadores particulares estão a usar técnicas de espeleologia (investigações de cavernas) para descobrir o que há no fundo dos buracos.



Inicialmente pensaram tratar-se de saídas de ar de algum tipo de túnel ou unidade secreta soviética, mas no fundo dos buracos só há terra e nada mais.

Até agora os buracos terminam de modo tão misterioso quanto surgem. Não há nenhum tipo de jazida mineral, nem nada que aponte para uma explicação para a existência, muito menos que ajude a descobrir quem faz estes buracos.


domingo, 29 de maio de 2011

Descobertos sinais no ADN que regulam genes ligados a doenças


Um grupo internacional liderado por investigadores do Centro Andaluz de Biologia do Desenvolvimento (CABD), de Sevilha, descobriu sinais no ADN que regulam a expressão de diversos genes ligados a doenças humanas graves, anunciou hoje o IBMC.

Em comunicado, o Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto refere que o trabalho contou com a participação do investigador do IBMC Paulo Pereira e será publicado no próximo número da revista "Nature Structural & Molecular Biology". "No estudo são identificadas pequenas sequências de ADN, comuns aos genomas de muitas espécies, como ratos, galinhas e humanos, e que funcionam como barreiras entre genes vizinhos. Estes sinais de ADN, ou barreiras, têm uma função muito importante porque permitem que genes vizinhos no genoma mantenham a sua individualidade e que sejam regulados de formas distintas", refere o instituto.

Este mecanismo "poderá explicar, como exemplo, que proteínas com função enzimática sejam apenas produzidas no tecido ou órgão onde são necessárias". Assim, estes sinais de ADN "isolam e protegem os genes de interferências provocadas por genes fisicamente próximos no genoma", acrescenta o IBMC. A sua identificação neste estudo "poderá contribuir para uma melhoria no diagnóstico genético de doenças, porque permite a identificação dos genes afectados por mutações de risco, quando estas mutações não afectam a identidade da proteína produzida pelo gene, mas sim onde e quando essa proteína é produzida no organismo".

Para Fernando Casares (CABD), antigo investigador do IBMC e coordenador deste estudo, juntamente com José Luis Gómez Skarmeta (CABD), "é como se a nossa leitura actual do genoma fosse um poema do qual desconhecemos a métrica e os sinais de pontuação". "Isto traduz, de forma clara, a ideia que muitas doenças de foro genético poderão não estar directamente relacionadas com alterações da identidade da proteína produzida pelo gene afectado, mas sim por alterações no local e na intensidade de produção da proteína", salienta o IBMC.

fonte: DN

Veículo faz 2.568 quilómetros com um litro de gasolina


Eco veículo da FCT da Universidade de Coimbra na Shell Eco-marathon 2011 em Lausitz, Alemanha

Um veículo protótipo da Universidade de Coimbra conseguiu percorrer 2.568 quilómetros com apenas um litro de gasolina, arrebatando o 3.º lugar no Shell Eco-marathon 2011, realizado na Alemanha, e afirmando-se como a melhor equipa portuguesa e ibérica.

A equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), que reuniu alunos de engenharia automóvel e de engenharia mecânica, e teve como piloto a estudante de economia Ana Rita Lopes, melhorou a distância percorrida desde a edição transacta, onde percorrera 2.204 quilómetros.

Com apenas um litro de gasolina sem chumbo 95, a uma velocidade média de 30 km/h, o Eco Veículo da FCTUC conquistou o 3.º lugar na categoria (Protótipos de combustão interna) e o 4.º lugar na classificação geral da Shell Eco-marathon Europe 2011, que decorreu nos últimos três dias no Circuito de Lausitz, na Alemanha.

Pedro Carvalheira, docente que coordena esta equipa, referiu que em termos de classificação a sua equipa perdeu um lugar, pois classificara-se em segundo na edição anterior, onde tinha beneficiado da má prova de uma favorita, e da desistência de uma outra candidata aos primeiros lugares.

"Melhorámos bastante e aproximámo-nos dos primeiros", afirmou o docente, referindo que os grandes benefícios introduzidos no protótipo desde há um ano ficaram a dever-se às alterações no aerodinamismo e à introdução de uma nova peça no motor, que transfere calor da cabeça para o cárter.

Nesta prova, que reuniu cerca de 250 participantes nas várias categorias, de diversos países do mundo, a vencedora foi uma equipa francesa, que percorreu 3.688 quilómetros com um litro de gasolina. A segunda portuguesa foi a da Universidade do Minho, com 1.273 quilómetros percorridos também com um litro de gasolina.

A primeira de Espanha quedou-se pelo 11.º lugar, ao conseguir percorrer 1.455 quilómetros com um litro de gasolina.

A equipa do Eco Veículo, da Universidade de Coimbra, participa em provas de economia de combustível desde 1999 e detém o recorde absoluto da Península Ibérica desde o ano de 2001.

Para Pedro Carvalheira, o Eco Veículo é uma forma de os alunos do segundo ciclo desenvolverem trabalho prático todo o ano, e encontrarem nele "um motivo para estudar as coisas".

fonte: DN / Jornal i

O bebé milagroso


Um vilarejo no Daguestão, sul da Rússia, vira centro de peregrinação depois que a notícia de que um bebé trazia na pele os versos sagrados do Corão se espalhou.

fonte: YouTube

sábado, 28 de maio de 2011

Gosta de minerais, pedras preciosas e fósseis? Então, dê uma saltada à feira!


O público tem à sua disposição uma grande variedade de peças e de cores

As crocoítes da Tasmânia ou as ametistas do Brasil, as trilobites de Marrocos, da China e de Portugal ou os ovos e dentes de dinossauro da Mongólia e da China são alguns exemplos de peças que fazem as delícias dos apreciadores da Mineralogia e da Paleontologia. Duas Ciências da Terra que estão representadas em força na XIX edição da Feira de Minerais, Pedras Preciosas e Fósseis que se realiza no edifício da Reitoria da Universidade do Porto (Praça Gomes Teixeira, aos Clérigos), entre 29 e 31 de Maio.

A feira oferece um vasto leque de peças. Desde minerais e fósseis tal como foram encontrados na natureza, até bijutarias com pedras bem lapidadas, passando pela literatura que está disponível para quem quiser saber mais sobre o material em exposição e a Geologia em geral.

Diversidade de peças e de vendedores é uma das atracções da feira

Bem na baixa da cidade invicta, a feira conta com peças oriundas dos quatro cantos do mundo. Com vendedores de Portugal, Espanha, França, Alemanha e Brasil, os stands colocam à disposição do público peças raras e valiosas que só podem ser encontradas neste tipo de feiras.


São as formas mais diversas de grande beleza

Manuel Adónis trabalha no ramo há vários anos e salienta que “a feira é importante para a divulgação dos minerais em bruto porque as pessoas podem ver uma variedade a que raramente têm acesso”. As pedras preciosas são das mais procuradas tal como os minerais em bruto pois despertam o fascínio das pessoas. “Antes procurava-se mais pedras trabalhadas, bijutarias mas agora o interesse vai mais para as pedras naturais e de colecção”.

A variedade de peças alia-se à diversidade de nacionalidades dos vendedores que mostram nos seus materiais um pouco da sua cultura. Margarete Zuzarte é portuguesa e trabalha com o alemão Roland Altmann. Consideram que Portugal tem pouco conhecimento neste ramo da Geologia comparativamente a outros países da Europa do Norte: “A feira é muito importante porque há pouca divulgação destes materiais como os minerais e os fósseis em Portugal. Notamos isso pelo âmbar que tem origem no Norte da Europa e é relativamente pouco conhecido aqui”.

Responsável pela feira realça a importância das Ciências da Terra

Contando já com a sua 19ª edição, a feira tem como objectivo principal sensibilizar as pessoas para um ramo das ciências relativamente desconhecido. Divulgar as Ciências da Terra é essencial para que possam ser observadas de uma maneira mais consciente e atenta. Alexandre Lourenço, membro da Reitoria da Universidade do Porto e responsável pela feira, alerta para isso mesmo, dizendo ainda que “a iniciativa favorece a Universidade pois cada vez mais se quer virar para a sociedade e para a cidade do Porto e a feira é um dos veículos para atingir esse objectivo”.

Os visitantes ficam fascinados com a beleza e raridade de minerais e fósseis


Os fósseis também cativam os visitantes

Ninguém fica indiferente à múltipla palete de cores, brilhos e formas apresentadas pelos minerais, bem como à raridade de fósseis que remetem para a origem da vida. Olhares curiosos, atentos e fascinados preenchem as salas da Reitoria que acolhem a feira. Uns apenas movidos pela curiosidade visitam cada stand pela beleza do que está exposto, afastados do sentido e conhecimento inerente aos materiais.

“Gosto de geologia a cores daí o fascínio pelos minerais, pelo seu brilho e pela sua cor”, refere Afonso Sousa, ex-aluno da Universidade do Porto e visitante assíduo desta feira. Outros, especialistas da matéria, observam cada peça com um olhar clínico de quem estuda pedras naturais ou fósseis há anos e não deixa nenhum pormenor de parte. É o caso de José Honório, lisboeta apaixonado por minerais, aproveita esta feira para aumentar a sua colecção e enriquecer conhecimentos.

“Colecciono porque me interesso por minerais mas a base é sempre a paixão e a estética”. Questionado sobre o que mais o fascina, o coleccionador considera que não existem razões particulares: “Minerais! É preciso dizer mais alguma coisa? São centenas, são milhares cada um à sua maneira”, revela com um sorriso.

São aos milhares


Há muito para ver nesta Feira organizada pela UP

Milhares são também os visitantes que a feira recebe anualmente. Os estudantes preenchem grande parte do público, no entanto, coleccionadores, curiosos e apreciadores da estética das peças apresentadas completam a multidão que passa pelos três dias em que a feira decorre.

Durante este fim-de-semana a abertura está marcada para as 10 horas e o encerramento para as 20. Com entrada livre, a feira pode ser visitada por todos os interessados em saber mais acerca das Ciências da Terra, especialmente da Mineralogia e Paleontologia.


Descoberto em meteorito mineral anterior à formação da Terra


O "ovo partido" chama-se crotita é uma mistura de cálcio e alumínio

O NWA 1934 contém crotita, uma mistura refractária de cálcio e alumínio

Uma equipa de geólogos da City University of New York (CUNY) e do museu norte-americano de História Natural anunciaram na revista «American Mineralogist» a descoberta de um mineral desconhecido até agora.

Este terá sido um dos primeiros a formar-se no sistema solar. É um componente original da maior parte dos planetas do sistema e existiu mesmo antes do começo da formação da Terra e dos seus vizinhos.

O mineral, baptizado como crotita, é o componente principal de uma série de inclusões de um meteorito encontrado no norte de África, o NWA 1934. Este pequeno grão, que devido à sua aparência foi chamado de “ovo partido”, intrigou desde logo os investigadores.Com alguma frequência, os meteoritos contêm pequenos fragmentos ou inclusões de outros materiais cujo estudo se tem revelado uma fonte inesgotável de informação sobre os inícios do sistema solar.

Este é uma rara mistura refractária de cálcio e alumínio. O termo refractário refere-se ao facto de que os grãos contêm minerais que permanecem estáveis a temperaturas muito altas, prova da sua antiguidade, já que se terá condensado nas altas temperatura da nebulosa solar.

Depois de identificado, o “ovo partido” foi enviado para o Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) onde foi submetido a análises de nanomineralogia para que fossem determinados os seus componentes.

Foi depois estudado com raios-X no Museu de História Natural de Los Angeles, onde se confirmaram os componentes: óxido de cálcio-alumínio, algo nunca observado antes na natureza.

Encontrar este composto formado naturalmente há mais de 4500 milhões de anos é um “tesouro”, visto que contém informação que pode ajudar a decifrar a origem do sistema solar.

Fabricar artificialmente este material requer que se utilizem temperaturas de, pelo menos, 1500 graus centígrados. Este “ovo partido” formou-se a baixas pressões, o que é consistente com o facto de que a sua origem data das fases iniciais da nebulosa solar primogénita, da qual se formaram os planetas.



Fóssil de cérebro surpreende paleontólogos


Fóssil tem 20 milhões de anos

Tecidos moles costumam degradar-se

O fóssil do cérebro de um mamífero com 20 milhões de anos foi encontrado no norte do Peru em “bom estado de conservação”, o que deixou os investigadores impressionados, na medida em que é “extremamente invulgar” tal acontecer, pois tecidos moles, como o cérebro, costumam decompor-se e não fossilizar.

"Está totalmente petrificado e fossilizado, o que é estranho. Não há dúvidas de que seja o cérebro de um mamífero do período Neogénico", disse o paleontólogo Klaus Hönninger, director do Museu Paleontológico Meyer-Hönninger, no Peru, acrescentando que “este animal tem que ter morrido numa concentração de sedimentos que o envolveu e conservou".

O fóssil encontrado na bacia do rio Santiago, na região do Amazonas, na fronteira com o Equador, consiste na massa cerebral completa de um animal e mostra os dois lóbulos intactos, com 12 centímetros de largura, 11 de comprimento e nove de altura.

De acordo com o investigador, o mais “estranho” desta descoberta é não terem sido encontradas outras partes do corpo do animal próximas do cérebro, como vestígios de ossos, por exemplo.

Na opinião de Honninger, a presença deste fóssil neste local confirma a hipótese de que no Neogénico - período do final do Terciário, que começou há 24 milhões de anos e terminou há dois milhões e meio de anos -, o Amazonas já tinha um clima húmido tropical e fauna muito variada, que incluía mamíferos de grande porte.

Em Abril, perto deste local também foram encontrados insectos fossilizados em âmbar, com 20 milhões de anos. Já em Janeiro, os mesmos investigadores anunciaram a descoberta dos restos de uma lula fossilizada da era cretácica, na bacia do rio Marañón, na região do Amazonas, a 3,7 mil metros de altitude.


Mosca da fruta “nada no ar”


Asas da mosca da fruta movem-se na horizontal

Descoberta pode inspirar novos projectos de carros voadores

Um estudo sobre o voo da mosca da fruta, publicado na “Physical Review Letters” , revelou que a forma de voar destes insectos não tem “praticamente nada a ver” com "modo padrão" deste movimento, em que as asas são flexionadas na vertical, de baixo para cima e vice-versa.

Os investigadores constataram que as suas asas movem-se na horizontal, num movimento que se assemelha muito mais ao nado de animais aquáticos, sendo esta a primeira demonstração de voadores que usam o arrasto para gerar propulsão.

Segundo os investigadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, esta descoberta torna-se “mais surpreendente” na medida em que voar e nadar envolvem processos físicos aparentemente muito diferentes. Os animais voadores ganham impulso ao usar as forças de sustentação criadas quando movimentam o ar, enquanto os animais aquáticos usam a força de arrasto, "apoiando-se" na viscosidade da água. Já a mosca-da-fruta também usa o arrasto, mas obtido pela viscosidade do ar, batendo as asas, em média, 250 vezes por segundo.

Através das filmagens realizadas, os investigadores verificaram que as asas da mosca ficam praticamente horizontais, seja qual for a velocidade de voo, mas o movimento de inclinação das asas é mais acentuado quando a mosca está a pairar ou a voar em baixa velocidade.


Investigadores desenvolveram modelos computadorizados para simular o bater de asas

Segundo os cientistas, quando este insecto quer voar mais rapidamente, muda a inclinação das asas para muito próximo da linha horizontal quando levam as asas para a frente - de forma a cortar o ar com mais eficiência - e trazem-nas de volta para a linha vertical quando movimentam as asas para trás - efectivamente movimentando o ar como os animais aquáticos movimentam a água para se locomoverem.

Esta descoberta, para além de ser uma nova inspiração para projectos de veículos voadores, pode também ter impacto sobre a teoria da evolução. Alguns biólogos já tinham levantado a possibilidade de que alguns animais aquáticos poderiam ter evoluído para animais voadores directamente, sem precisar passar pela etapa terrestre.

Contudo, até então, ninguém tinha conseguido apresentar provas da conversão de um nado num voo, o que se julgava serem coisas absolutamente distintas. Esta nova investigação, segundo os seus autores, dá algum crédito a esta hipótese, mostrando que, pelo menos no caso da mosca-da-fruta, "nadar no ar" é um facto.


Geólogos internacionais investigam formações raras em Valongo


Investigadores vêm estudar formações geológicas do período do Ordovícico

Vêm da Rússia, Austrália, China, EUA, República Checa, Reino Unido, Espanha, Dinamarca e França

Uma equipa de geólogos estrangeiros estará no próximo sábado, em Valongo, para estudar vestígios de formações geológicas existentes na Serra de Santa Justa, datadas do período do Ordovícico – na escala de tempo geológico, corresponde à Era Paleozóica. Estas formações retratam geologicamente Valongo há 490 milhões de anos, altura em que o território era ainda parcialmente coberto por mar.

Segundo os especialistas participantes, “estas formações, visíveis sem recurso a escavação, são únicas no mundo, sendo por isso um testemunho fundamental para estudos realizados e teorias formadas acerca do assunto”.

Os investigadores, provenientes dos mais diversos países como Rússia, Austrália, China, EUA, República Checa, Reino Unido, Espanha, Dinamarca e França, estudarão formações geológicas existentes no território de Valongo, mais propriamente na Serra de Santa Justa e Pias.

Em vésperas do simpósio internacional que se realizará em Espanha, especialistas provenientes da Rússia, Austrália, China, EUA, República Checa, Reino Unido, Espanha, Dinamarca e França estarão então em Valongo, na Serra de Santa Justa.

Os vestígios do período Ordovícico – durante o qual ocorreu o apogeu das trilobites –, existentes na Serra de Santa Justa e Pias, têm suscitado o interesse dos especialistas nacionais e internacionais.

Em 1994, a Câmara Municipal de Valongo, em colaboração com o Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto decidiu arrancar como projecto do Parque Paleozóico de Valongo, dedicado à importância do património geológico existente na Serra de Santa Justa.


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