terça-feira, 30 de julho de 2013

Crianças sacrificadas pelos incas eram drogadas

Crianças sacrificadas pelos incas eram drogadas

Crianças sacrificadas pelos incas eram drogadas

A análise dos cabelos de três múmias de crianças encontradas em 1999, no vulcão de Llullaillaco, na fronteira entre Chile e Argentina, revelam a ingestão regular de álcool e coca, podendo a droga ter desempenhado um papel essencial durante o sacrifício.

As crianças - uma menina de 6 anos, um rapaz de 7 e uma jovem de 13 - foram sujeitas a um ritual inca conhecido como 'capacocha' há mais de cinco séculos, durante o qual eram mortos ou abandonados aos elementos, no alto de montanhas. Encontrados sentados dentro de pequenos templos, os corpos foram naturalmente mumificados pelo frio e pelo clima seco da montanha de quase sete mil metros.

Uma análise às tranças da jovem de 13 anos revelou, em 2007, que um ano antes de morrer, houve uma alteração da sua dieta, de batatas para mais proteínas animais e milho. Agora os cientistas da Universidade de Bradford quiseram analisar mais do que a alimentação, já que "qualquer coisa que circule no sangue acabará no cabelo", e depararam-se com a presença de coca e álcool. Estas duas substâncias eram consideradas produtos especiais e tinham um significado ritual para os incas.

O consumo da coca e do álcool aumentou por altura da sua morte, de acordo com o estudo publicado na revista 'Proceedings of the National Academy of Sciences'. As crianças mais novas também tinham ingerido as mesmas substâncias, apesar de em quantidades menores.

Os cientistas acreditam que a jovem possa ter sido escolhida para o sacrifício um ano antes de morrer, por altura em que mudou a sua dieta.


Bebé com mais de seis quilos nasce de parto natural


Jasleen nasceu no Hospital de Leipzig, na Alemanha, com 6,1 Kg e 57 cm e é agora o bebé mais pesado a nascer sem recurso a cesariana na Alemanha.

A bebé nasceu no dia 26 de julho no Hospital Universitário de Leipzig e chamou a atenção de todos devido ao seu peso fora do vulgar. Jasleen nasceu de parto normal e apresenta um peso superior a 6 quilos e um cumprimento de 57 centímetros, segundo o 'Huffington Post' em inglês.

Os médicos referiram que o tamanho da bebé ficou a dever-se a um caso não diagnosticado de diabetes gestacional, de acordo com a revista alemã 'Der Spiegel'. A mãe e a bebé estão bem, embora Jasleen ainda esteja a recuperar no Hospital de Leipzig, segundo o jornal britânico Metro.

Apesar do seu peso pouco vulgar, Jasleen não é o bebé mais pesado a nascer este ano, o título de "mais pesado" pertence ao bebé britânico George King, que nasceu com 7,1Kg através de parto normal.

Segundo o famoso livro de recordes do Guiness, o bebé mais pesado a nascer foi Anna Bates, em 1879, com 10Kg. Até então, nenhum bebé ultrapassou o recorde.


domingo, 28 de julho de 2013

Descoberto navio destinado ao sultão Murad III



Uma equipa internacional de arqueólogos encontrou, numas escavações na Croácia, um navio afundado em 1583 com uma carga de produtos de luxo para o sultão otomano Murad III.

Um barco de luxo, com decoração igualmente rica à base de espelhos e cristais e que se destinava ao palácio do sultão otomano MuradIII, afundou, em 1583, junto a Gnalic, uma pequena ilha a três milhas da cidade croata de Biograd.

Uma tempestade esteve na origem do naufrágio do Gagliana Grossa, um grande navio fretado por uma família rica de Dubrovnik, na Croácia. A embarcação partiu da costa da Dalmácia, em 1583, a fim de satisfazer a demanda de um dos melhores clientes do mundo. Mas o navio não chegou ao seu destino.

Segundo o site do ABC, os restos do naufrágio representam uma janela aberta para melhor compreender a história dos anos que se seguiram à Batalha de Lepanto (1571), que travou o domínio turco no Mediterrâneo.

Após uma pesquisa meticulosa, uma equipa internacional de arqueólogos está agora a fazer escavações para salvaguardar os restos do barco que se encontra a pouco mais de 25 metros de profundidade.

O achado poderá ainda ser a chave para a compreensão da complexa estrutura e guerra comercial entre os impérios e a sociedade reinantes na época.


Cientistas implantam memórias falsas em rato


Investigadores do MIT conseguiram fazer com que um rato se “lembrasse” de coisas que não aconteceram. A implantação de falsas memórias ajuda a entender a origem e o funcionamento das memórias.

A experiência faz mesmo lembrar o filme Inception (A Origem, em português), de Christopher Nolan. A manipulação dos neurónios em laboratório feita desta forma mostra que as memórias não podem ser confiadas a 100%.

O trabalho de Susumu Tonegawa no MIT foi alterar alguns neurónios no cérebro de ratos. As cobaias estavam preparadas geneticamente para ativar certos neurónios quando submetidas a um flash. A técnica permitiu fazer o rato lembrar-se de que tinha levado choques elétricos numa determinada caixa, quando tal nunca sucedeu, noticia o Technology Review.

«O processo das memórias não é nada como gravar uma cassete. É realmente maleável e suscetível de incorporar novas informações», diz Steve Ramirez, co-autor deste estudo publicado na revista Science.

Nos últimos anos, os avanços na neurociência e nas tecnologias permitem aos cientistas detalhar os componentes das memórias a nível molecular e celular. Estes desenvolvimentos permitirão a realização de diagnósticos mais completos e ainda a implementação de terapêuticas mais eficazes.


Cientistas criam ouro elástico


Este material poderá ser usado para criar circuitos flexíveis e elásticos que podem ser implantados no corpo humano.

O ouro elástico pode ser usado para desenvolver circuitos para se implantarem no cérebro ou em pacemakers. O material usa nanopartículas de ouro e um polímero elástico, combinando o melhor dos dois mundos: mantém a condutividade de eletrões e pode ser esticado até quatro vezes o seu tamanho original.

As nanopartículas de ouro foram integradas num polímero que se expande. Estas têm também a possibilidade de se reorganizarem, caso a base original aumente de tamanho. A reorganização faz com que nunca se interrompam as conexões que permitem a circulação de eletrões. A equipa de Nicholas Kotov foi a primeira a criar um material que usa nanoesferas para conseguir atingir a condutividade que se estica, explica a Wired.

Quando o material está esticado ao máximo, a capacidade de condução de eletrões passa para 10% do que é possível na forma original. Ainda assim, esta descoberta poderá dar origem a novos elétrodos para o tratamento de doenças do foro neurológico ou cardíaco, por exemplo.

A equipa de investigação pretende construir os primeiros protótipos de equipamentos nos próximos tempos e ainda verificar se a condutividade se mantém com as nanopartículas de outros materiais.


Novo motor pode tornar aviões espaciais uma realidade



Uma empresa britânica está a desenvolver um motor que promete ser capaz de elevar um avião diretamente do aeroporto até à Estação Espacial Internacional.

Segundo o Guardian, o Governo Britânico vai investir 60 milhões de libras (cerca de 69 milhões de euros) na Reaction Engines, uma empresa que desenvolveu um motor a jato capaz de tornar uma realidade os aviões espaciais. Ao contrário dos atuais foguetões, que na maioria das vezes são descartados, um avião espacial é totalmente reutilizável e muito mais barato: colocá-lo em órbita custa um vigésimo do que se gasta atualmente.

Os foguetões tradicionais recorrem a combustível e oxidante sob forma de oxigénio líquido para propulsionar a sua carga até ao espaço. Isto torna-os volumosos e impossíveis de reutilizar dado que, depois de gasto o combustível, são descartados de volta à Terra.

Os aviões espaciais usam um motor a jato e o ar da atmosfera como oxidante nas fases iniciais do voo. A Reaction Engines está a trabalhar desde 1989 numa versão supereficiente do tradicional motor a jato para tornar possível este tipo de aviões. Em 2012, os testes levados a cabos pela Agência Espacial Europeia (ESA) mostraram que o Sabre, o motor desenvolvido pela Reaction Engines, tem a tecnologia necessária para tornar este tipo de aviões numa realidade.

Para alcançar a órbita terrestre, o avião Skylon, da Reaction Engines, usará o motor Sabre para atingir uma velocidade de Mach 5. Depois disto, as entradas de ar são fechadas e o avião recorre a uma pequena quantidade de oxidante para acelerar até Mach 22, velocidade que o levará até a uma órbita baixa.

Se tudo correr como o previsto, os primeiros testes do Skylon deverão ocorrer em 2019 e em 2022 estará a visitar a Estação Espacial Internacional. O Skylon será capaz de transportar 15 toneladas de carga, quase o dobro do que o ATV da Agência Espacial Europeia é atualmente capaz.


A física explica como Usain Bolt vence o ar


Usain Bolt a correr os 100 metros nos Mundiais de atletismo de Berlim, em 2009 FABRICE COFFRINI/AFP

O homem mais rápido da Terra correu os 100 metros em 9,58 segundos e esse desempenho foi esmiuçado por uma equipa de físicos.

Com o seu 1,96 metros de altura, Usain Bolt não é propriamente um modelo de aerodinamismo. Mesmo assim, detém desde 2009 o recorde mundial dos 100 metros. Físicos mexicanos analisaram agora este feito e, num artigo publicado esta sexta-feira na revistaEuropean Journal of Physics, concluem que o poder que o atleta jamaicano põe em acção é extraordinário.

Segundo um modelo matemático da equipa de Jorge Hernández, da Universidade Autónoma do México, o tempo de 9,58 segundos obtido por Bolt nos Mundiais de atletismo de Berlim necessitou de uma força média de 815,8 newtons. E o atleta jamaicano atingiu uma velocidade máxima de 12,2 metros por segundo, explica um comunicado do Instituto de Física, no Reino Unido, que edita aEuropean Journal of Physics.

Mas o mais extraordinário do desempenho de Bolt, segundo os cientistas, é a energia mecânica (“trabalho”) que o atleta teve de desenvolver para vencer os efeitos da resistência do ar, que são ampliados pela sua grande altura.

Tendo em consideração a altitude a que se encontra a pista de Berlim, a temperatura média do momento da corrida e o próprio perfil de Bolt, a equipa calculou que ele tinha um coeficiente de resistência aerodinâmica (também chamado coeficiente de arrasto ou apenas coeficiente aerodinâmico) de 1,2. Dito por outras palavras, ele é menos aerodinâmico do que a média das pessoas.

Ainda segundo os cálculos, Bolt desenvolveu 81,58 quilojoules (kj) de energia durante os 9,58 segundos da corrida, mas apenas usou 7,79% dessa energia para se mover. Toda a energia restante (92,21%, ou seja 75,22 kj) foi absorvida pela resistência aerodinâmica, uma força em sentido oposto àquela que o corredor exerce quando se desloca para a frente.

Os cálculos indicam que ainda não tinha decorrido sequer um segundo da corrida (apenas 0,90 segundos, mais exactamente) e a energia que Bolt desenvolvia já atingia uma potência máxima de 2619,5 watts. No entanto, nessa altura ele corria “apenas” a metade sua velocidade máxima. O que isto nos demonstra é o efeito quase instantâneo da força de arrasto – e o que ele teve de superar para ser recordista.

“O coeficiente de arrasto que calculámos evidencia as capacidades excepcionais de Bolt. Foi capaz de pulverizar vários recordes, apesar de não ser tão aerodinâmico como um humano consegue ser. A enorme quantidade de ‘trabalho’ que Bolt desenvolveu em 2009 e a quantidade que foi absorvida pelo arrasto é verdadeiramente extraordinária”, comenta Jorge Hernández, citado no comunicado.

Cada vez é mais difícil bater recordes e a equipa explica porquê. “Os corredores têm de ser muito poderosos contra uma força tremenda que aumenta enormemente por cada bocadinho a mais de velocidade que são capazes de desenvolver. Tudo isto por causa das ‘barreiras físicas’ impostas pelas condições da Terra”, refere Jorge Hernández. “Claro que se Bolt corresse num planeta com uma atmosfera um pouco menos densa, atingiria recordes fantásticos.”

A equipa analisou ainda o efeito do vento nas costas do corredor, que pode variar nas corridas e reduzir de forma significativa as marcas obtidas. A este propósito, os físicos compararam o desempenho de Bolt em Berlim, onde teve ventos favoráveis de 0,9 metros por segundo, com o seu anterior recorde mundial (9,69 segundos), nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, onde a corrida decorreu sem estes ventos.

Na perspectiva da equipa, o atleta teria obtido resultados menos bons se os ventos não tivessem sido favoráveis em Berlim, mas mesmo assim bateria o seu recorde de Pequim, com um tempo estimado de 9,68 segundos.

O físico teórico britânico John D. Barrow, da Universidade de Cambridge, já teve também curiosidade de analisar o desempenho de Bolt e fez os seus próprios cálculos no ano passado, como lembra agora o jornal The Independent: concluiu que o homem mais rápido do mundo poderia ainda reduzir 0,13 segundos ao actual recorde mundial dos 100 metros, se no início da corrida melhorasse os tempos de reacção e corresse com as melhores condições possíveis de vento.

Este último trabalho sobre o desempenho de Bolt visto à luz da física utilizou um aparelho que usa o laser para medir as velocidades, dados disponibilizados pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF). “Os registos rigorosos da posição de Bolt e da velocidade durante a corrida foram uma excelente oportunidade para estudarmos os efeitos do arrasto num velocista. Se mais dados houver no futuro, será interessante ver o que distingue um atleta de outro.”

Daqui a duas semanas, Bolt estará nos Mundiais de atletismo de Moscovo, para os 100 metros. Voltará a superar-se – e a surpreender-nos?

fonte: Público

Cão sobrevive 77 horas debaixo de escombros


Cão passou 77 horas preso nos escombros de uma casa depois de terramoto ter atingido a China

Animal aproveitou água da chuva para matar a sede.

Um cão passou 77 horas preso nos escombros de uma casa, na aldeia de Lalu, na China, depois de um terramoto ter atingido o país na segunda-feira. O animal, resgatado na quinta-feira, escapou à morte aproveitando a água da chuva para matar a sede.

Mais de cem pessoas morreram e cerca de 800 ficaram feridas com o terramoto e consequentes deslizamentos de terra, de acordo com o site ‘Daily Mail'. Ao todo, aproximadamente 123 mil pessoas foram afetadas pela catástrofe natural e 31 600 acabaram por ser obrigadas a ir para casas temporárias, uma vez que ficaram destruídas cerca de duas mil habitações.

As casas mais afetadas localizavam-se nas zonas rurais da China e tinham sido construídas com barro e tijolos tradicionais.

O centro de monitorização de terramotos do governo chinês avançou que o sismo foi de magnitude 6,6, mas o Serviço Geológico dos EUA (USGS - sigla em inglês) veio contrariar a informação e afirmar que o abalo teve uma magnitude de 5,9.


Mulher mais velha do Mundo tem 119 anos


Johanna Mazibuko tem 119 anos

A pessoa mais velha do mundo ainda consegue cozinhar, fazer a sua própria cama, vestir-se e lavar a roupa.

Johanna Mazibuko é a pessoa mais velha do Mundo, com 119 anos, e vive em Joanesburgo, na África do Sul.

Segundo a cópia do seu bilhete de identidade, cedido pela família à agência francesa AFP, a sul-africana nasceu em 1894. A mulher vive atualmente com o seu filho Tseko Mazibuko, de 77 anos.

Johanna tem uma artrose que a impede de andar. Tirando esse problema, ainda consegue cozinhar, fazer a sua própria cama, vestir-se e lavar a roupa.

Antes de ser conhecida a verdadeira idade de mulher, a pessoa mais velha conhecida no mundo era o japonês Jiroemon Kimura, de 116 anos que faleceu em abril passado.


sábado, 27 de julho de 2013

Caçador avista felino gigante no Reino Unido

What appears to be a big cat in a picture taken by Sir Benjamin Slade in the grounds of Maunsel House, Somerset

Já anteriormente o felino tinha sido avistado e, recentemente, foi até tirada uma fotografia, por telemóvel, entretanto partilhada nas redes sociais

Um aristocrata britânico, Sir Benjamin Slade, avistou, quando andava à caça, um felino gigante nos terrenos junto à sua casa, que data do século XIII, em Somerset.

De acordo com o ‘Daily Mail’, o animal assemelha-se a um puma e, apesar de não ter sido ainda capturado, Slade decidiu alertar a povoação para o perigo do animal se encontrar à solta.

Já anteriormente o felino tinha sido avistado e, recentemente, foi até tirada uma fotografia, por telemóvel, entretanto partilhada nas redes sociais.

“Acho que é maior do que a maioria dos gatos, provavelmente maior do que um puma”, disse o britânico de 67 anos ao mesmo jornal.

“Temos de o abater porque pode matar uma criança ou um cão”, acrescentou Sir Benjamin Slade.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Vírus gigantes abrem caixa de Pandora


O organismo foi inicialmente chamado NLF, pois trata-se de uma "nova forma de vida" e foi descoberto por Jean-Michel Claverie e Chantal Abergel, biólogos evolucionistas da Universidade de Aix-Marseille, na França, que o encontraram numa amostra de água colhida na costa do Chile, onde parecia estar infectando e matando amebas. Sob o microscópio, apareceu como uma mancha escura grande, cerca do tamanho de uma pequena célula bacteriana.

Mais tarde, os pesquisadores descobriram um organismo similar numa lagoa, na Austrália, eles perceberam então que ambos são vírus - o maior já encontrado. Cada um tem cerca de um micrômetro de comprimento e 0,5 micrômetros de diâmetro, e seus respectivos genomas são superiores a 1,9 milhões e 2,5 milhões de bases - fazendo então que este vírus seja maior do que muitas bactérias e até mesmo algumas células eucarióticas.

Mas esses vírus, descritos hoje em Science1, são mais do que mero registro- eles também sugerem partes desconhecidas da árvore da vida. Apenas 7% dos seus genes coincidem com as bases de dados existentes.
"O que diabos está acontecendo com os outros genes?" Pergunta Claverie. "Isso abre uma caixa de Pandora. O que estará para vir ao estudar o seu conteúdo? Que novas descobertas surgirão? "Os pesquisadores chamam a esses gigantes Pandoraviroses.

"Esta é uma grande descoberta que amplia substancialmente a complexidade dos vírus gigantes e confirma que a diversidade viral ainda é pouco explorada em grande parte", diz Christelle Desnues, virologista no Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica, em Marselha, que não esteve envolvido no estudo.

Histórias relacionadas

Claverie e Abergel têm ajudado a descobrir outros vírus gigantes - incluindo o first2, chamado Mimivírus, em 2003, e Megavirus chilensis, até agora o maior vírus known3, em 2011. Pandoravirus salinus veio da mesma amostra de água do Chile como M. chilensis. Claverie pegou o segundo Pandoravirus, P. dulcis, a partir de uma lagoa perto de Melbourne, onde ele estava participando de uma conferência.

A presença dos vírus em continentes separados ajudou a estabelecer que não eram artefactos de células conhecidas. Ele também sugere que os Pandoraviroses são generalizados, Claverie diz.

De facto, outros cientistas já os haviam confundido com bactérias ou parasitas simbióticos. Rolf Michel, um parasitologista do Instituto Central do Bundeswehr - Serviço Médico Alemão, a prestar serviço em Koblenz, na Alemanha, encontrou em 2008, uma ameba viva na lente de contacto de uma mulher com keratitis4. "Lendo este artigo impressionante, eu reconheci que tanto P. salinus e P. dulcis são quase idênticos ao que foi descrito há alguns anos atrás", diz ele. "Nós não tínhamos ideia de que esses organismos gigantes poderiam ser vírus em tudo!"

Os pesquisadores mostraram que nas Pandoraviroses faltam muitas das características dos organismos celulares, tais como bactérias. Eles não fazem suas próprias proteínas, produção de energia via ATP ou reproduzem dividindo-se.

Eles têm, no entanto, conter alguns dos genes principais que são comuns aos vírus gigantes, e eles têm um ciclo de vida viral. Sob um microscópio de electrões, os investigadores viram os vírus podem ser tomados por amibas hospedeiros, esvaziando suas proteínas e DNA para as células hospedeiras, comandando o núcleo da célula hospedeira, produzindo centenas de novas partículas virais e, finalmente, a separação das células hospedeiras aberta.

Os pesquisadores agora estão tentando determinar a origem dos vírus, caracterizando os genes desconhecidos e as proteínas que eles codificam. Eles já suspeitavam que os vírus gigantes evoluíram a partir de células, se eles estão certos, os ancestrais dos Pandoraviroses devem ter sido muito diferentes das bactérias, archaea e eucariotas que temos hoje. "Nós pensamos que, em algum momento, a dinastia na Terra era muito maior do que os três domínios", diz Abergel. Algumas células deram origem à vida moderna, e outros sobreviveram por parasitando-os e evoluir para vírus.

A descoberta sugere que os cientistas "podem ter de ​​rever o seu conceito do que é um vírus parece. "Depois de ler o artigo, muitas pessoas podem se perguntar se eles têm algo em suas prateleiras que pode ser um vírus gigante", diz Abergel. "Nós ainda temos coisas mais loucas na loja que esperamos poder publicar no próximo ano."

fonte: Nature

NASA revela novas imagens do “pontinho azul-claro” (a Terra) visto de muito longe


A Terra e a Lua, a cores, captadas pela sonda Cassini
NASA/JPL-CALTECH/SPACE SCIENCE INSTITUTE


Imagem em bruto da Terra e da Lua captada pela sonda Cassini
NASA/JPL-CALTECH/SPACE SCIENCE INSTITUTE


Imagem a preto e branco da Terra e da Lua captada pela sonda Messenger
NASA/JOHNS HOPKINS UNIVERSITY APPLIED PHYSICS LABORATORY/CARNEGIE INSTITUTION OF WASHINGTON

A cores e a preto e branco, foram apanhadas por duas sondas espaciais na última sexta-feira – e mostram, como bónus, um diminuto pontinho branco: a Lua.

A sonda Cassini, actualmente em órbita de Saturno, virou há uns dias a sua câmara de mais alta resolução na nossa direcção e captou imagens a cores da Terra e da Lua, anunciou esta terça-feira a agência espacial norte-americana NASA em comunicado.

A sonda é um projecto conjunto da NASA, da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Italiana.

As fotografias, que foram captadas a 1500 milhões de quilómetros de distância de nós, são as primeiras da sonda Cassini que conseguem mostrar o nosso planeta e o seu satélite natural como dois objectos distintos, explica a NASA.

Uma das imagens agora divulgadas (a primeira das várias que acompanham este texto) teve de ser ampliada cinco vezes, a luminosidade tanto da Terra como da Lua aumentada – e a luminosidade da Lua ainda mais aumentada em relação à da Terra para a Lua ser visível. A imagem mostra o nosso “pontinho azul-claro” e o seu único “companheiro” mergulhados na imensa escuridão do espaço.

Pelo seu lado, a sonda Messenger, concebida e construída pela Universidade Johns Hopkins (EUA), em órbita de Mercúrio, captou uma imagem a preto e branco a 98 milhões de quilómetros de distância de nós.

É a terceira vez que a Terra nos surge vista dos confins do sistema solar. A primeira sonda a “olhar para trás”, a 14 de Fevereiro de 1990, foi a Voyager 1 da NASA, que na altura se encontrava a mais de seis mil milhões de quilómetros da Terra, para lá de Plutão, a caminho do resto do Universo. A ideia de virar as câmaras daquela sonda para a Terra foi do famoso astrónomo norte-americano Carl Sagan – e deu origem à mítica imagem que valeu ao nosso planeta a alcunha de “pontinho azul-claro”, também da autoria de Sagan.

fonte: Público

É a ferramenta mais antiga da Europa ocidental. Tem 1,4 milhões de anos


A ferramenta de pedra com 1,4 milhões de anos encontrada em Atapuerca JORDI MESTRE/AFP


Trabalhos na campanha de 2013 em Atapuerca 
CESAR MANSO/AFP


Trabalhos na campanha de 2013 em Atapuerca 
CESAR MANSO/AFP


Entrada de um dos locais da escavação 
CESAR MANSO/AFP


Omoplata de criança Homo antecessor, divulgada no final da campanha de 2013 
JORDI MESTRE/AFP


Reconstituição da cabeça do <7>Homo anrecessor, divulgada em 2001
JUAN HERRERO/EFE

Lâmina de sílex é uma das várias novidades de Atapuerca, sítio arqueológico no Norte de Espanha escavado desde os anos de 1970. Divulgadas também imagens da última campanha de escavações, em Julho.

Na serra de Atapuerca, perto de Burgos, no Norte de Espanha, os arqueólogos encontraram uma lâmina de sílex talhada há 1,4 milhões de anos, o que a torna a ferramenta de pedra mais antiga da Europa ocidental. De apenas três centímetros, é também o vestígio humano mais antigo no sítio arqueológico de Atapuerca, classificado pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade em 2000.

O fragmento de sílex estava em Sima del Elefante, uma das jazidas de Atapuerca, num nível dois metros abaixo da camada onde, em 2007, já se tinha encontrado uma mandíbula humana com 1,2 milhões de anos – e que foi então considerada como os restos do “europeu mais antigo”.

Coberto por três toneladas de sedimentos, o fragmento tem “um grande valor”, sublinhou Eduald Carbonell, um dos três directores da escavação arqueológica, durante a apresentação dos resultados da campanha anual de escavações, durante este mês de Julho.

“Com esta descoberta, pensamos que nos aproximamos do limite admitido da primeira ocupação da Europa ocidental, que remonta há 1,5 milhões de anos”, referem, por sua vez em comunicado, os investigadores.

De riqueza excepcional, as jazidas da serra de Atapuerca estão em escavação desde a década de 1970. Embora as jazidas cubram um período que recua até 1,5 milhões de anos, jamais foi descoberta uma ferramenta ou resto ósseo humano tão antigo.

Em contrapartida, refere o comunicado, várias ferramentas de pedra trazidas à luz do dia durante a última campanha com “cerca de um milhão de anos confirmam a continuidade do povoamento humano da Europa desde o seu início, há cerca de 1,5 milhões de anos, até ao aparecimento do Homo antecessor, há cerca de 850 mil anos”.

O mundo soube da existência do Homo antecessor como uma espécie nova de humanos em 1997, na revista Science: esses ossos revelavam que a Europa ocidental já era ocupada por humanos há mais tempo do que se supunha. A equipa de Atapuerca também considerou o Homo antecessor o antepassado comum da nossa própria espécie – o homem moderno, ou Homo sapiens sapiens –e dos Neandertais.

Originário de África, o Homo antecessor veio para a Europa, onde terá depois dado origem ao Homo heidelbergensis e este originou, por sua vez, os Neandertais, um ramo evolutivo que acabou por se extinguir há cerca de 28 mil anos. Em África, o Homo antecessoracabaria por desembocar no homem moderno, que depois de lá saiu e se espalhou pelo mundo.

Urso gigante

Para a equipa de Atapuerca, as descobertas da campanha de 2013 “contradizem as hipóteses avançadas por alguns que consideram que o primeiro povoamento da Europa foi uma sucessão de pequenas vagas humanas, sem continuidade no tempo e condenadas à extinção devido à sua incapacidade em se adaptarem a novos espaços”. “Embora sejam ferramentas muito arcaicas, já reflectem actividades complexas, como a recuperação de animais apanhados em grutas [que funcionavam como armadilhas]”, acrescenta o comunicado.

Ainda dessa altura, as escavações permitiram descobrir diversos restos daqueles que eram há um milhão de anos os “reis das grutas de Atapuerca”, o Ursus dolinensis, ainda que se encontrassem também ossos de outros animais como rinocerontes, veados gigantes, bisontes e burros-selvagens: “Era um urso de grande porte, antepassado directo dos futuros ursos das cavernas e muito próximo do antepassado comum dos actuais ursos-castanhos.”

No final da campanha de 2013, os arqueólogos apresentaram ainda uma peça muito rara: uma omoplata fossilizada identificada como sendo de uma criança de quatro anos de idade, datada de há 800 mil anos. Era, portanto, uma criança da espécie Homo antecessor. Descoberto em 2005, este fóssil estava preso num bloco de argila calcificado e exigiu sete anos de trabalho para ser finalmente separado do seu invólucro. Depois de analisado, deverá ter lugar no Museu da Evolução Humana de Burgos, onde estão expostos os vestígios mais notáveis das jazidas de Atapuerca.

fonte: Público

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Testes de ADN a restos mortais de Pablo Neruda


Pablo Neruda

Um juiz ordenou a verificação de ADN ao corpo do escritor chileno Pablo Neruda.

Mario Carroza, juiz chileno ordenou o Serviço de Medicina Legal a realização de testes de ADN aos restos mortais do poeta, Pablo Neruda.

A ordem insere-se no âmbito das investigações para descobrir as causas da sua morte e identificar se Neruda morreu de cancro ou assassinado durante a ditadura de Pinochet.

A versão oficiosa que o governo deu ao mundo em 1973 foi que Pablo Neruda morrera de cancro na próstata, a 23 de Setembro desse ano, mas a dúvida em relação à veracidade da informação disponibilizado pelas autoridades chilenas persistiu e muitas especulações se têm criado em torno da morte do mais famoso autor daquele país.

O corpo do poeta foi exumado no dia 8 de abril, do túmulo em que se encontrava desde 1992, na Ilha Negra, no Chile.


Menina presa pela cabeça a 70 metros de altura


Menina de cinco anos salva por vizinho e bombeiros depois de ter ficado com a cabeça presa entre grades, a 70 metros de altura.

Uma rapariga de cinco anos foi salva pelos bombeiros e um vizinho, depois de ter ficado com a cabeça presa entre as grades de uma janela, no topo de um prédio com 24 andares.

A menina, que ficou trancada em casa sozinha, na província de Daye Hubei, trepou para fora de casa pela janela da sala de estar, no sábado, acabando por ficar com a cabeça presa a cerca de 70 metros de altura.

Os meios de comunicação locais referiram que um vizinho ouvia a menina chorar e chamou a polícia e os bombeiros, que quando chegaram encontraram o apartamento onde a rapariga vive trancado por dentro.

Um dos residentes do prédio ajudou a equipa de salvamento, tendo trepado de uma janela próxima até ao pé da menina, segurando-a com o ombro, até os bombeiros a enrolarem num lençol e a puxaram para dentro de casa.
fonte: Correio da Manhã

Novos 'microchips' imitam funcionamento do cérebro em tempo real


Uma equipa de investigadores desenvolveu novos 'microchips' que imitam o funcionamento do cérebro em tempo real, anunciou hoje a universidade de Zurique em comunicado.

Os cientistas, da área da neuroinformática, demonstraram como capacidades cognitivas complexas podem ser incorporadas em sistemas electrónicos construídos com os chamados chips neuromórficos e como estes sistemas electrónicos podem funcionar de forma muito semelhante a um cérebro verdadeiro.

Os circuitos electrónicos foram desenvolvidos por investigadores da Universidade de Zurique e da escola politécnica federal da cidade, em colaboração com colegas de outras instituições na União Europeia e dos EUA, acrescenta a universidade.

Tal como o cérebro, estes chips "neuromórficos" são capazes de tratar as informações em tempo real e os circuitos electrónicos de que fazem parte podem ser configurados para realizar acções específicas.

"O desafio é construir um sistema que se aproxime o mais possível do cérebro humano" disse Giacomo Indiveri, professor na Universidade de Zurique no mesmo comunicado.

O investigador explicou à AFP que, embora se soubesse já como configurar um sistema electrónico para reagir ao seu ambiente - por exemplo para os estores se fecharem automaticamente quando está sol - ainda não se sabia como isto funcionava no interior do cérebro.

Hoje isto está a ser feito, já que os investigadores conseguiram configurar um sistema que passou com êxito um teste que requer "memória, tomada de decisão e discernimento", acrescenta Indiveri.

A prazo, estes novos 'microchips' poderão ser utilizados na robótica "para permitir aos robôs evoluir autonomamente no universo, sem serem conduzidos por telecomando", ou nos telemóveis, acrescentou o investigador.

Podem também permitir construir computadores que funcionem mesmo com componentes desactivados, assim como o cérebro humano funciona apesar de perder um milhão de neurónios por ano.

fonte: Sol

Planeta Terra fotografado desde Saturno


Seta aponta a Terra na imensidão espacial / HO / NASA/JPL-CALTECH/SSI / AFP

A NASA tirou a primeira fotografia do planeta Terra vista a partir dos anéis de Saturno, a 1440 milhões de quilómetros de distância.

O "planeta azul" surge na imagem como mais um ponto de luz azul, rodeada pelos gigantes anéis de gás de Saturno.

Na fotografia, a Terra e a Lua ocupam menos de um pixel, mas parecem maiores devido à sobreexposição.

O veículo Cassini, com o qual foi captada a imagem, aproveitou também uma ocasião insólita: um eclipse total do Sol visível desde Saturno.

"O objetivo foi capturar uma cena da Terra e anéis de Saturno com filtros que mostrem a cor natural, o que poderiam ver os olhos humanos", explicou a líder do projeto, Carolyn Porco, citada pelo "El Mundo".


terça-feira, 23 de julho de 2013

Tubarão mata turista no Brasil


A jovem de 18 anos estava na água com a prima. Ambas foram arrastadas para alto-mar mas os socorristas apenas conseguiram salvar uma das primas

Um ataque de tubarão matou uma jovem de 18 anos na mais famosa praia do Recife.

Registou-se novo ataque de tubarão na Praia de Boa Viagem, a mais frequentada por turistas, incluindo portugueses, da cidade brasileira de Recife, causou a morte de uma jovem de 18 anos, turista de São Paulo que passava férias com a família. Este é o 59º ataque de tubarão na região desde 1992.

Bruna da Silva Gobbi, que foi atacada nesta segunda-feira à tarde na praia e estava internada em estado muito grave, morreu na madrugada desta terça-feira, no Hospital da Restauração.

A jovem foi atacada quando tomava banho não muito longe do areal, ao lado de uma prima, Daniela Gobbi, da mãe, da avó e outros familiares. De repente, Bruna e a prima sentiram faltar-lhes o chão sob os pés e começaram a debater-se para tentarem sair do que a Daniela pareceu ser um buraco, mas em vão.

Familiares das duas jovens chamaram os bombeiros, que chegaram rapidamente com jet-skis. Daniela foi içada e tirada do mar, mas Bruna foi atacada pelo tubarão antes que os socorristas conseguissem tirá-la também da água.

De acordo com as autoridades, o que Daniela imaginou ser um buraco era, na verdade, a forte corrente de retorno que leva a onda de volta ao mar depois de ter rebentado na praia. Essa corrente é muito forte e é preciso saber nadar muito bem e ter muita força para não ser arrastado para o mar, como aconteceu com Bruna e Daniela, que pensaram ter caído num declive.

24 MORTES DESDE MONITORAMENTO DE ATAQUES

Este foi o 59º ataque de tubarão registado no estado de Pernambuco, cuja capital é a cidade de Recife, desde que em 1992 começou a ser feito o monitoramento deste tipo de acidentes. Com esta ocorrência, 24 pessoas perderam a vida em ataques de tubarão, e as demais sofreram ferimentos graves, tendo muitas delas ficado com mazelas até hoje.

Em toda a Praia de Boa Viagem há avisos de risco de ataques de tubarão que não são levados a sério por muitos turistas.

Segundo testemunhas no local, os bombeiros avisaram Bruna, Daniela e os familiares que o local onde estavam, apesar de perto da areia, era perigoso, mas ninguém saiu da água, duvidando que um tubarão fosse até um local com tão pouca água. Os bombeiros afastaram-se mas ficaram a vigiar o grupo, o que permitiu uma reação rápida quando Bruna foi atacada e levou ao resgate de Daniela.


Golfinhos "chamam-se uns aos outros pelo nome"


Os cientistas descobriram mais evidências de que os golfinhos "chamam-se uns aos outros pelo nome".

Uma investigação revelou que os mamíferos marinhos utilizam um assobio único para identificar cada um dos golfinhos.

Há muito tempo que se suspeitava que os golfinhos usavam assobios distintos da mesma forma que os seres humanos usam os nomes.

Mas esta é a primeira vez que a resposta dos animais utilizada como se fosse "um nome" foi estudada.

Uma equipa da Universidade de St. Andrews, na Escócia, descobriu que, quando os animais ouvem a sua própria chamada de volta, respondem.

O estudo foi publicado na revista Proceedins, da Academia Nacional de Ciências.

Vincent Janik, da unidade de pesquisa de mamíferos marinhos da universidade, disse: "(os golfinhos) vivem num ambiente tridimensional, no mar, sem qualquer tipo de barreira e precisam ficar juntos em grupo.

"Estes animais vivem num ambiente onde precisam de um sistema muito eficiente para manter o contato", acrescentou.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Parentesco com Drácula e mais 9 factos sobre o bebé real


Kate Middleton deu entrada no hospital de St. Mary's às 06.00 e o bebé real poderá nascer hoje. Dez factos sobre o terceiro na linha de sucessão ao trono da Inglaterra.

1 - O "bebé real" é parente afastado do conde Drácula,o príncipe do século XV que deu origem ao célebre vampiro de Bram Stoker. Os genealogistas dizem ainda que há um parentesco com um sultão muçulmano que seria descendente do profeta Maomé.

2 - A Finlândia ofereceu a William e Kate o mesmo kit recém-nascido que o país oferece às grávidas que dão à luz neste país nórdico e que inclui roupas para o bebé, sutiã de amamentação e preservativos.

3 - A tradição mandava o ministro do Interior autenticar o nascimento dos bebés reais. Felizmente para Kate, o costume foi abandonado em 1936.

4 - O bebé real não precisará de um apelido mas se os pais assim entenderem podem chamar-se Mountbatten-Windsor, Gales ou Cambridge.

5 - As cataratas do Niagara, na fronteira entre Canadá e Estados Unidos da América, a torre nacional no Canadá e as fontes de Trafalgar Square, em Londres, vão iluminar-se de rosa ou azul, em função do sexo do bebé real, quando nascer.

6 - Há jornalistas à porta do hospital de St. Mary há três semanas, cenário bem diferente do que aconteceu em 1982. A princesa Diana deu à luz antes do previsto, apanhando a imprensa de surpresa.

7 - É possível apostar tudo em relação ao bebé real: dia do nascimento, cor dos olhos, sexo ou nome. George e Alexandra são os que vão à frente. Como em tudo o que diz respeito às apostas, nomes fora do comum seriam os mais rentáveis. Wayne, por exemplo, é dos mais rentáveis: 500 apostas contra 1.

8 - Ainda não nasceu e já tem página na wikipédia: "Child of the Duke and Duchess of Cambridge" [bebé do duque e da duquesa de Cambridge]. Foi atualizada esta manhã.

9 - A primeira-ministra Julia Gillard, republicana, tricotou um canguru para o bebé real.

10 - O jogador de futebol David Beckham sugeriu aos duques de Cambridge que se o bebé for rapaz lhe chamem David, como ele.


domingo, 21 de julho de 2013

Arqueólogos acreditam ter encontrado sepulturas de "vampiros" na Polónia





Arqueólogos na Polónia acreditam ter feito uma nova e surpreendente descoberta: um grupo de sepulturas de "vampiros" que foi encontrado durante a construção de uma estrada perto da cidade polaca de Gliwice.

O que mais chamou a atenção foram os esqueletos cujas cabeças estavam colocadas no meio das pernas. Isso seria uma indicação, de acordo com os arqueólogos, que estes corpos passaram por rituais de execução para assegurar que estas pessoas ficariam “mortas para sempre”.

De acordo com uma antiga superstição, manter a cabeça separada do corpo seria uma garantia de que os mortos nunca “voltariam” para aterrorizar os vivos. 

A decapitação era uma destas formas de “prevenção”. Outra maneira seria pendurar a pessoa pelo pescoço até que, ao longo do tempo, por meio do processo de decomposição, o corpo seria naturalmente separado da cabeça.

Havia também, de acordo com o antropólogo forense Matteo Borrini, outros meios mais bizarros de lidar com os “enterros de vampiros”. Ele cita o caso de uma mulher que morreu durante o século XVI, em Veneza, na Itália. 

A mulher foi, aparentemente, enterrada com um tijolo colocado na sua boca, um método medieval para evitar que os mortos suspeitos de vampirismo “regressassem” para se alimentar de sangue dos vivos. 

A sepultura desta mulher e conhecida por ser a primeira pessoa que teria tido um enterro dedicado aos vampiros que se tem conhecimento.

Esta mulher seria um caso típico de uma acusação de vampirismo que, geralmente, era seguido por algum tipo de calamidade, como uma doença ou praga ou algum problema sério de colheitas. 

Acusar uma pessoa de ser vampiro não era algo raro, pois era uma forma de encontrar um bode expiatório para explicar um desastre cuja causa era desconhecida.

A prática de decapitação de corpos ao enterrar suspeitos de vampirismo era comum em países eslavos no começo da era cristã, quando crenças pagãs eram muito comuns. 

De facto, a crença em vampiros resultou tanto de uma superstição sobre a morte como sobre a falta de conhecimento sobre o processo de decomposição. 

A maior parte das histórias de vampiros tende a seguir um certo padrão, onde um indivíduo ou uma família inteira é vítima de alguma desgraça ou doença. Antes que a ciência pudesse explicar essas mortes, o povo preferiu colocar a culpa em "vampiros".


Acidente nuclear cria vegetais mutantes


Tomate cresce com deformações após acidente nuclear de Fukushima

Fotos estão a ser divulgadas por um blogue.

Os vegetais, frutas e animais que se desenvolvem perto da central nuclear de Fukushima têm estado a sofrer mutações genéticas. As alterações devem-se aos graves danos que a central sofreu, há cerca de dois anos e meio, depois de um terramoto e tsunami atingirem a costa japonesa.

As imagens dos vegetais e frutas deformados, que vão desde alfaces gigantes a pêssegos siameses, têm sido divulgadas por um blogger no "Imgur.com".

"As fotos dos vegetais mutantes são sugestivas, mas os investigadores cientificamente qualificados precisam de verificar as mutações", explicou Timothy Mousseau, professor de biologia na Universidade da Carolina do Sul, em declarações à cadeia de televisão norte-americana ‘ABC'.































 











Estas não são, no entanto, as primeiras consequências do desastre nuclear detetadas até agora. Cinco meses depois do incidente foram encontrados níveis elevados de Césio 134 e 137, um elemento químico muito reativo, num atum e um coelho sem orelhas.

Recorde-se que o terramoto e tsunami que atingiram a costa japonesa em 2011 tiraram a vida a cerca de 15 mil pessoas e causaram o acidente nuclear mais grave desde o desastre nuclear de Chernobyl, em 1986.


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