sábado, 31 de dezembro de 2016

FELIZ ANO 2017!


Ruanda proíbe magia negra no futebol local após “golo enfeitiçado”



A Federação de Futebol de Ruanda anunciou que irá punir com três jogos de suspensão e quase R$ 400 qualquer jogador que utilizar bruxaria para tirar vantagem dentro de campo, além de quase R$ 800 de multa para treinadores. 

Tudo isso depois de um golo pra lá de curioso que saiu no meio deste mês, no jogo do Mukura Victory contra o líder da liga ruandesa, o Rayon Sports.

Na ocasião, o Rayon perdia por 1 a 0 até o finzinho da primeira etapa. Aos 40 minutos, o atacante Moussa Camara perdeu um golo incrível, ao cabecear sozinho e acertar o travessão. 

Pouco depois, o mesmo Camara foi até a linha de golo e ''benzeu'' a meta para ter mais sorte, colocando – ou retirando – um objeto ao lado da trave direita. O camisa 9 saiu correndo e foi acossado pelos jogadores adversários, até entregar o ''objeto da sorte'' nas mãos de um companheiro de time no banco de reservas.

Apesar de toda a confusão, Camara levou só amarelo e pode continuar em campo. O jogo prosseguiu por mais sete minutos além dos 45 e, aos 52 minutos, Camara fez o gol de empate do Rayon Sports. Aparentemente, sua “magia” deu certo. O Rayon lidera o campeonato com 26 pontos, ao passo que o Mukura é 12º (entre 16 times).

O confronto, realizado no último dia 16, terminou mesmo 1 a 1. A federação ruandesa anunciou ainda que os clubes implicados em bruxaria terão três pontos reduzidos no campeonato nacional, que já tem dez rodadas disputadas. Além disso, haverá uma multa ao clube de cerca de R$ 11 mil reais.

Vedasite Kayiranga, vice-presidente da federação nacional, afirmou que ''não há nenhuma lei contra o uso de feitiçaria, até por não haver lugar no mundo onde se tenha provado que isso influencia no resultado de um jogo''. Segundo o dirigente, as regras foram definidas ''para combater a violência entre os jogadores por causa das alegações de uso de bruxaria de outros times''.

Para o ex-jogador Jimmy Mulisa, as crenças são prejudiciais para o futebol ruandês. ''Isso não só dá uma má imagem ao país como também mata o desenvolvimento do nosso futebol'', afirmou.

fonte: UOL

Músico registra ovni sobre cidade no interior Inglaterra





Um músico inglês afirmou ter registado um ovni (Objeto Voador Não Identificado) próximo de sua casa, na pequena cidade de Exmouth, na Inglaterra, na última quarta-feira (28).

Ao jornal britânico Daily Mail, Mark Emmins disse que ficou atordoado ao ver o objeto colorido voando pelo céu por volta das 13h – foto ao lado. Segundo ele, o ovni permaneceu voando na região cerca de três horas.

Inicialmente, ele e seu vizinho, Tyron Osborne, acreditaram que o objeto era um cometa. Porém, após notarem a movimentação diferente do ovni, eles se assustaram e passaram e registá-lo.

“Ele deixava para trás um rastro e, na sua frente, tinha uma luz muito brilhante que de repente ficou escura quando ele se aproximou”, disse o músico. “Depois ele simplesmente desapareceu, sumiu, sem deixar um rasto. Não havia nada para trás”, finalizou.

fonte: Band

Pessoas afirmam ter visto disco voador na zona rural de Codó, Maranhão


Moradores da localidade Alagadiço Grande, que fica cerca de 70Km da sede Codó, afirmam que nas ultimas noites um objeto de luz intensa vem aterrorizando a todos daquela comunidade.

Homem, mulher, menino e até mesmo animais estão assustados com a aparição do OVNI na localidade, moradores que precisam ir até a cidade para comprar alguma coisa ou resolver os assuntos pessoais, estão com medo de ir e só ter que voltar a noite para casa. “JÁ FOI VISTO NA ESTRADA, NO QUINTAL DE CASA E ATÉ MESMO NO MEIO DOS MATOS. GENTE PROCURANDO CAÇA JÁ VIU.” Disse um dos moradores a nossa equipe.

Ainda de acordo com moradores, não é só naquela comunidade que o “DISCO VOADOR” é visto, disseram que outras pessoas de outras comunidades próximas, já viram o mesmo disco de luz forte e intensa também nos últimos dias, e sempre a noite.

Ao perguntar o tamanho do “DISCO VOADOR”, um dos moradores respondeu: “MEU FILHO, NÃO DA PRA SABER O TAMANHO. A LUZ É TÃO FORTE QUE NÃO DA DE VER O QUE TEM DO OUTRO LADO, MAS DEVE SER GRANDE, PRA TER UMA LUZ FORTE ASSIM.” Disse.

fonte: É Maranhão

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Japão identifica fóssil peruano como nova espécie de baleia


O esqueleto fóssil de uma baleia encontrado no Peru e exposto no Japão há 17 anos foi identificado como uma nova espécie extinta de cetáceo do Mioceno tardio, período que abrange de 10 milhões até 5 milhões de anos atrás. 

"Trata-se de uma descoberta essencial para conhecer a evolução das baleias", disse à Agência Efe a curadora Naoko Miyagawa, do Museu da Terra, da Vida e do Mar da cidade japonesa de Gamagori, onde o fóssil, de oito metros de comprimento, é exposto permanentemente desde sua inauguração em 1999, inconsciente de seu valor. 

Os restos correspondem a um exemplar de uma nova espécie da família dos balenoptéridos, conhecidos comumente como rorquais, que incluem os maiores animais da Terra e representam mais da metade da subordem dos cetáceos barbados (misticetos). 

A descoberta foi uma casualidade, já que a pesquisa, feita pela comunidade científica britânica The Royal Society, começou por causa da visita ao museu em fevereiro de 2015 de um grupo de especialistas, que sugeriram que poderia se tratar de uma nova espécie por causa de suas diferenças com os exemplares conhecidos de rorqual. 

"Pode-se determinar como uma nova espécie graças às característica do crânio do esqueleto", explicou Miyagawa. 

A espécie foi batizada com o nome de Incakujira anillodefuego, "com o desejo de que seja uma ligação entre Japão e Peru", disse a curadora. 

O cetáceo, além de como nova espécie, foi reconhecido como um novo género, categoria situada entre a espécie e a família no sistema de classificação biológica. 

Os restos, obtidos após uma escavação na região peruana de Arequipa há 26 anos, foram adquiridos em 1998 para a inauguração do museu, que agora prepara uma nova exposição centrada neste exemplar que será inaugurada em março de 2017.

fonte: Terra

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Passagem de ano será iluminada por um cometa


Se não vibra com a noite de ano novo, saiba que tem outros motivos para olhar para o céu. Um cometa vai passar próximo da lua

Na noite da passagem de ano, os céus do mundo costumem encher-se de fogo-de-artifício, mas, este ano, um cometa vai brindar o novo ano e dar-lhe mais um motivo para ficar acordado de olhos postos na lua.

Segundo avança a NASA, o cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdušáková vai passar próximo da lua e ser visível para quem olhar com atenção. Não será visível a olho nu, mas quem tiver uns binóculos poderá disfrutar de outro espetáculo.

Segundo escreve a CNN, este cometa foi descoberto em 1948 e tem o nome dos astrónomos que o “encontraram”. Demora cerca de 5.25 anos a completar a sua órbitra.

Na verdade, ele já foi visível nos céus no passado dia 15 de dezembro, mas, na véspera de ano novo, vai passar muito próximo da lua. Será observável no hemisfério norte do planeta Terra e só voltará a ser visível algures em 2017.

fonte: TVI24

É uma pequena rã e só existe na ilha do Príncipe


A nova espécie de rã Hyperolius drewesi tem entre 25 a 31 milímetros ANDREW STANBRIDGE

O arquipélago de São Tomé e Príncipe continua a ser uma caixinha de surpresas. Uma expedição pelas duas ilhas principais permitiu descobrir uma espécie de rã nova para a ciência.

As aparências iludem e podem passar 100 anos até que alguém diga que estão erradas. As rãs que o digam. Uma equipa da Academia das Ciências da Califórnia, nos Estados Unidos, em expedição por São Tomé e Príncipe descobriu que algumas rãs identificadas como Hyperolius molleri pertenciam, afinal, a uma nova espécie: a Hyperolius drewesi. A sua descrição científica foi agora publicada na revista Herpetologica.

Situadas no Golfo da Guiné, as ilhas de São Tomé e Príncipe têm uma vasta vegetação acumulada no solo, que é arrastada pelos rios e pelas grandes chuvadas. Por isso, tornam-se o habitat ideal para os anfíbios. Até há bem pouco tempo, estavam registadas sete espécies endémicas de anfíbios nas duas ilhas. Dentro destas espécies que só existem ali, havia duas rãs que vivem nos juncos (do género Hyperolius). Uma é a espécie Hyperolius molleri, que se encontra nas duas ilhas, a outra é a Hyperolius thomensis vive apenas em São Tomé.

Investigadores da Academia das Ciências da Califórnia – liderada pelo herpetólogo norte-americano Robert Drewes e que é membro do comité científico da Reserva Mundial da Biosfera da Ilha do Príncipe, da UNESCO – , começaram a fazer expedições a São Tomé e Príncipe para estudar a enorme biodiversidade destas ilhas.

Ao longo de 15 anos de expedições, já foram descobertas cerca de 20 novas espécies: duas rãs, uma osga, dois peixes, um escaravelho, mais de seis cogumelos, dois crustáceos, uma formiga e duas cobras.

Para a nova espécie de rã agora encontrada foi fundamental a recolha de vários exemplares ao longo das expedições, entre 2001 e 2013. Assim pôde-se comparar as diferenças entre as espécies de rãs presentes nas duas ilhas.

A entrada da investigadora norte-americana Rayna Bell para a equipa, em 2012, fez a diferença nesta história. Foi ela que reparou em algo estranho nos exemplares da ilha do Príncipe até então classificados como Hyperolius molleri: “As rãs dos juncos do Príncipe eram diferentes das de São Tomé. As rãs raramente atravessam o mar – não conseguem sobreviver muito tempo em água salgada – e parecia-me estranho que a migração entre as ilhas tivesse sido frequente”, conta ao PÚBLICO a investigadora. É que cerca de 150 quilómetros separam São Tomé e Príncipe.

Mas não bastam desconfianças para se definir uma nova espécie. O que foi então feito? Através da sequenciação do ADN de amostras das rãs, a investigadora conseguiu perceber melhor a sua anatomia em laboratório e, por fim, detectou as diferenças. Sequenciou dois genes das mitocôndrias da nova espécie, bem como da Hyperolius molleri da Hyperolius thomensis. Tinham linhagens distintas.

Rayna Bell conta-nos que estas diferenças se devem ao tempo em que as ilhas já estiveram isoladas. O arquipélago São Tomé e Príncipe só começou a ser habitado há 500 anos: “A partir daí, as espécies começaram a mudar genética e anatomicamente e a nível do comportamento. Por vezes, ‘descobrir’ uma nova espécie envolve observar as espécies de perto e revelar o que afinal já é conhecido.”

Eis que surgiu então uma nova espécie. E até foi fácil para Rayna Bell atribuir-lhe um nome vulgar. No artigo científico em inglês, propôs “Drewes’ reed frog”, algo como rã-dos-juncos-de-drewes. E o seu nome científico é Hyperolius drewesi. “Teve de ficar com o nome do meu mentor Robert Drewes, em honra ao seu contributo para o estudo dos anfíbios em África e, em particular, da biodiversidade de São Tomé e Príncipe.”


Foto A rã da espécie Hyperolius drewesi ANDREW STANBRIDGE

A nova espécie está espalhada por sete locais com altitudes variadas na ilha de Príncipe. Podemos encontrá-la perto de riachos que correm lentamente, em lagos temporários em florestas ou até em habitats onde há muitas pessoas.

Mesmo que as diferenças entre a Hyperolius drewesi e outras espécies não se tenham notado durante 100 anos, elas estão lá. Tanto o macho como a fêmea da “Hyperolius drewesi” são monocromáticos, ou seja, ambos verdes. Já a “Hyperolius cinnamomeoventris”, umas das espécies endémicas comparadas, tem diferenças entre os sexos, a fêmea é verde e o macho cor de bronze com riscas amarelas.

A rã-dos-juncos-de-drewes também difere da Hyperolius thomensis no tamanho: pode ter entre 24,8 a 30,9 milímetros de comprimento, enquanto a “Hyperolius thomensis” tem entre 36,1 a 41,2 milímetros. Assim como há diferenças na coloração do ventre, em que a Hyperolius drewesi é branca ou translúcida e a “Hyperolius thomensis” é preta ou laranja.

Levar o laboratório às escolas

A acompanhar de perto esta descoberta esteve a investigadora portuguesa Maria Jerónimo. Actualmente está a terminar o doutoramento em evolução e desenvolvimento, no Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, e decidiu embarcar na expedição a São Tomé e Príncipe. “Realmente, as duas espécies eram muito parecidas morfologicamente e devido a esta equipa descobriu-se a diferença”, diz-nos.

Mas Maria Jerónimo não esteve na expedição por causa das rãs. A cientista portuguesa integrou a equipa para divulgar ciência nas escolas de São Tomé e Príncipe. “Só” faz ciência em laboratório e sentiu que tinha de levar tudo isso para fora. “Toda a ciência que se faz deve-se levar à sociedade. Afinal, é da sociedade que vem o financiamento e gosto de dar o retorno.”


Foto Maria Jerónimo e Robert Drewes a segurar o cartaz do livro o livro As Nossas Águas Costeiras ANDREW STANBRIDGE

Cada expedição dura cerca de um mês. Este ano, Maria Jerónimo esteve nas duas ilhas entre 12 de Novembro e 11 de Dezembro e, no ano passado, entre Setembro e Outubro. Em cada expedição visitou cerca de 50 turmas de 27 escolas do ensino básico em São Tomé e Príncipe e conheceu 2200 alunos com quem falou sobre a biodiversidade das ilhas.

Este ano, Maria Jerónimo foi às escolas acompanhada pela equipa de Robert Drewes. Levaram binóculos, lupas e o livro As Nossas Águas Costeiras, escrito pela investigadora brasileira Roberta Ayres (da equipa de Robert Drewes) e que Maria Jerónimo fez a revisão.


Foto Ao todo, a equipa foi a 27 escola de São Tomé e Príncipe ANDREW STANBRIDGE

Com o grupo também vai sempre uma mensagem. Maria Jerónimo gosta de a contar assim aos mais novos: “As vossas ilhas são especiais. Têm animais especiais e vocês são os donos. Tentem saber mais sobre elas e depois falem delas com familiares e amigos.”

Parece que as crianças que Maria Jerónimo tem encontrado em São Tomé e Príncipe são boas alunas: “Quando vamos para a expedição ao final do dia, vemos os miúdos com as lupas a procurar os animais especiais de que lhes falámos.” Talvez ainda venham a encontrar novas espécies de rãs em São Tomé e Príncipe.

fonte: Público

Os cientistas dizem que os sinais de rádio do espaço profundo podem ser alienígenas


Maior telescópio de rádio totalmente dirigível do mundo no National Radio Astronomy Observatory, em Green Bank, West Virginia

Os cientistas podem ter encontrado provas de que os ETs estão realmente contactando -nos - na forma de poderosos sinais de rádio, que foram detectados repetidamente no mesmo local exacto no espaço.

Especialistas de Astronomia com o telescópio Green Bank, em West Virginia e do Observatório de Arecibo, no Porto Rico descobriram seis novas rajadas de rádio rápido (SBRF) que emanam de uma região muito além da nossa Via Láctea, de acordo com um relatório recente no Astrophysical Journal .
A descoberta - feita no sentido da constelação Auriga - é significativa considerando o facto que pelo menos 17 FRBs foram detectados agora nesta área. 

É também a única instância conhecida em que esses sinais foram encontrados duas vezes na mesma localização no espaço.

A região de onde vêm os sinais, baptizada de FRB 121102 pelos cientistas, está a cerca de 3 biliões de anos-luz de distância da Terra.


OVNI emerge do fundo do mar, na China


As imagens foram captadas a 10 de dezembro. 

Um intrigante vídeo filmado na China, a 10 de dezembro, mostra exactamente isso: um objecto voador não identificado emergindo do oceano.

Segundo o pesquisador Scott C. Waring, que reside em Taiwan, a testemunha identificada como Sanju Saha, responsável por publicar o vídeo no portal Daily Motion, disse que inicialmente pensou estar a filmar uma baleia.

Porém, ao analisar as imagens num monitor maior, notou que o animal era, na verdade, um objecto sólido, longo e cilíndrico, com a característica de formato de charuto.

A testemunha ainda salientou o facto da suposta nave emitir a própria nuvem, com objectivo de se esconder dentro dela.

“Uma aparência muito rara, mas avistamentos semelhantes foram vistos pela marinha dos Estados Unidos”, comenta Waring, no seu blog UFO Sightings Daily.

Abaixo, veja o vídeo. No entanto, vale ressaltar que a autenticidade do mesmo não pode ser comprovada. Portanto, aprecie com moderação.



Filmaram um suposto OVNI a deixar a Terra


Outro vídeo que desencadeia a discussão: Será que estamos sozinhos?

A respeito da suposta filmagem OVNI a mesma pergunta surge sempre surge: crer ou não. 

Neste caso, este vídeo foi gravado a 1 de Dezembro, no Arizona, Estados Unidos, e mostra um suposto OVNI deixando o planeta no meio de uma poderosa luz azul.

Claro, a publicação das imagens na rede gerou ambas as adesões e detractores. 

Brando Scott, editor do blog UFO of Interest, um site dedicado a investigar o fenómeno OVNI, disse no jornal britânico The Sun que o vídeo é completamente falso. O famoso ufólogo Scott C. Waring, editor do blog UFO Sightings Daily.,

No entanto, para contradizê-lo, explicou que o Arizona é um ponto de acesso a bases de dados de alienígenas e está convencido de que o vídeo mostra um verdadeira nave a deixar a Terra.



A Mordida mais forte da história


Se você pensou no leão ou no tigre-dente-de-sabre, errou. A mordida mais potente já registada pelos cientistas entre os mamíferos é a do marsupial Didelphodon vorax, que viveu ao lado de dinossauros ferozes na era mesozoica. 

Ele era um predador de pequenos dinos, mostra estudo da Universidade de Washington. Os pesquisadores compararam um crânio fossilizado do Didelphodon descoberto nos EUA (foto em destaque na imagem ilustrativa) com o de mamíferos conhecidos pela forte mordida, como as hienas. 

Ele também tinha caninos similares aos de felinos e molares cortantes, o que permitia morder profundamente, matar, furar ovos e esmagar ossos.

fonte: BOL

Partes de estátuas de deusa da guerra Sejmet são descobertas no Egito




Arqueólogos europeus descobriram partes de várias estátuas da deusa faraónica da guerra Sejmet e de uma esfinge na área de monumentos de Luxor, no sul do Egito, informou na sexta-feira 09 o Ministério de Antiguidades egípcio. 

Em comunicado, o chefe de Egiptologia de Antiguidades, Mahmoud Afifi, explicou que as partes de Sejmet foram encontradas no templo funerário do faraó Amenotep III (1390-1352 a.C.) na região de Kom al Hitan, e estão em muito bom estado e fazem parte de três bustos e uma estátua sem cabeça. 

A chefe do projeto de restauração do templo, que fez a descoberta, Hourig Sourouzian, disse na nota que também descobriram fragmentos de um tamanho de dois metros de uma estátua de uma grande esfinge, mas em péssimo estado, por isso que começarão a restaurá-los. 

Além disso, antecipou que todas essas estátuas serão depositadas num armazém até a conclusão do projeto de restauração do templo para ser colocadas em seus lugares originais. 

Sourouzian afirmou que as peças descobertas se unem a outras estátuas achadas anteriormente pela missão liderada por ele. 

O objetivo fundamental do projeto é a restauração dos dois colossos de Mennom e do templo de Amenotep III, e preservar o que resta das partes dispersas do templo e reuni-las, já que os prédios ficaram danificados por um forte terremoto registado há cerca de 1.200 anos a.C., depois de cerca de 150 anos de sua construção. 

fonte: Terra

Fóssil de mastodonte é descoberto sob o metro de Los Angeles


Fragmentos foram encontrados durante obra de expansão.

Partes de antigos parentes dos elefantes foram descobertos no fim do mês passado durante as obras de expansão do metrô de Los Angeles, na Califórnia. De acordo com o The Source, blog oficial do sistema de transportes do condado, foram encontrados um fragmento da presa e dentes de um mastodonte adulto e parte do crânio, ainda com as presas, de um animal mais jovem que ainda não foi identificado como sendo mamute ou mastodonte.

Os restos dos dois animais foram encontrados no mesmo local, onde está sendo construída a estação de Wilshire/La Brea, na linha roxa da extensão do metrô, a cerca de cinco metros abaixo do nível da rua.

Mamutes e mastodontes são parentes distantes dos elefantes. Os mamutes que viveram na Califórnia eram um pouco maiores que os mastodontes. Uma das formas para distinguir os dois animais é com a análise dos dentes. Os mamutes têm os dentes lisos, para mascar ervas resistentes, enquanto os mastodontes possuem dentes com coroas, pois se alimentavam de árvores, com folhas e frutas.

As duas espécies foram extintas na América do Norte há pelo menos 10 mil anos, durante a grande extinção provocada pelo fim da última era do gelo. 

Os fragmentos foram protegidos para serem removidos com segurança e transportados para um laboratório para análises que determinarão se o crânio pertenceu a um mamute ou mastodonte. Depois, as peças serão encaminhadas para o Museu de História Natural de Los Angeles.

fonte: O Globo

Tatuagens inéditas são descobertas em múmia de 3 mil anos





A arqueóloga Anne Austin, da Universitade Standford, identificou pela primeira vez na história da arqueologia tatuagens de objetos reais cobrindo o corpo de uma múmia egípcia. 

Os restos mortais são de uma mulher que teria vivido há 3 mil anos no vilarejo Deir el-Medina, próximo ao rio Nilo, onde escravos eram encarregados de construir tumbas no Vale dos Reis. Apenas o torso continua preservado, onde Anne reconheceu mais de 30 desenhos, inicialmente apontadas como pinturas.

Em trabalho conjunto com especialistas do Instituto Francês de Arqueologia Oriental, foram identificadas imagens de vacas, babuínos, flores de lótus e símbolos de poder da cultura egípcia, como olhos de Uadjit, usados para proteção contra o mal. 

“Por qualquer ângulo que você olhar esta mulher, verá um par de olhos divinos olhando para você”, declarou Anne em entrevista à revista Nature. A descoberta das tatuagens só foi possível com o uso de aparelhos com radiação infravermelha, já que os traços estavam cobertos pela resina usada no embalsamento.

De acordo com Anne, as tatuagens eram usadas para demonstrar poder religioso, já que alguns desenhos têm ligações com divindades antigas. As vacas representam um dos deuses mais importantes do Egito Antigo, o Hator. 

Apesar de os pesquisadores não conseguirem identificar qual era o papel da mulher na sociedade egípcia da época, acreditam que ela foi uma figura importante dentro do grupo. A aparente devoção a tatuagens mostra “não apenas a crença dela sobre a importância (da arte corporal), como dos que viviam ao redor”, disse Anne em entrevista ao jornal inglês Independent.

Arqueólogos já identificaram tatuagens em múmias egípcias no passado, geralmente artes simples formadas por traços e pontos, no entanto o reconhecimento de objetos reais é inédito. 

O processo de tatuagem há 3 mil anos, segundo os arqueólogos do instituto, era longo e, “em algumas partes do corpo, causava dor extrema”. Anne está inspecionando outras múmias para tentar encontrar mais tatuagens e entender o que a arte representava no vilarejo.

fonte: Yahoo!

Ossos encontrados há 76 anos podem ser de Amelia Earhart


Pesquisadores acreditam que medidas tiradas de restos mortais encontrados numa ilha do Pacífico são “virtualmente idênticas” às da aviadora americana desaparecida Amelia Earhart.


Os restos foram encontrados em 1940 na ilha de Nikumaroro, conhecida na época como Ilha do Jardineiro. Na época, descartou-se a possibilidade de que eles pertencessem a Amelia Earhart.


O vidro à esquerda foi encontrado na ilha de Nikumaroro. Ele é extremamente parecido com um cosmético anti-sardas usado nos anos 1930 – inclusive por Earhart. 

Cientistas acreditam estar perto de desvendar o mistério do desaparecimento da aviadora americana Amelia Earhart, em 1937.

Medidas indicam que partes de um esqueleto encontradas em 1940 numa ilha remota do Pacífico podem pertencer à aviadora, anunciaram pesquisadores do Grupo Internacional para a Recuperação de Aeronaves Históricas (TIGHAR, na sigla em inglês).

A ligação potencial dos ossos com Amelia Earhart foi descartada na época porque um médico britânico disse que a ossada pertencia a um homem. Foi somente em 1998 que o TIGHAR revisou os apontamentos do médico e determinou que os restos mortais pareciam “consistentes com uma mulher de altura e origem étnica semelhante à de Earhart”.

Antropólogos forenses recentemente noticiaram que os antebraços do esqueleto pareciam mais compridos que a média, o que os levou a estudar fotos de Earhart para determinar o comprimento de seus braços. Suas medidas são “virtualmente idênticas” às dos ossos descobertos há 76 anos, concluiu o TIGHAR.

“A semelhança, é claro, não prova que estamos falando de Amelia Earhart, mas é um dado novo e significativo que nos aproxima dessa conclusão”, disse o grupo em comunicado de imprensa.

Não se sabem quais eram as medidas exatas de Earhart. O TIGHAR pediu ao especialista em imagens forenses Jeff Glickman uma análise de fotos da piloto, morta aos 39 anos. O objetivo era especificamente obter uma medida do úmero e do rádio, ossos do antebraço.

Uma das fotos analisadas mostra Earhart de frente para a câmera, com os braços ao lado do corpo. O úmero encontrado na ilha de Nikumaroro, na época conhecida como Ilha do Jardineiro, tem 32,4 centímetros. O rádio tem 24,5 centímetros, o que significa uma proporção de 0,756.

Glickman indicou que a proporção entre o úmero e o rádio de Earhart seria de 0,76.

“Estatisticamente, mulheres nascidas no fim do século 19 (Earhart nasceu em 1897) tinham uma proporção média de 0,73 entre úmero e rádio. Em outras palavras, se a ossada pertencia a uma mulher etnicamente europeia, de meia idade, ela tinha antebraços consideravelmente mais compridos que a média”, afirmou o TIGHAR.

As conclusões do TIGHAR são “atraentes”, mas não oferecem informações concretas, disse Andrew Nelson, antropólogo da Universidade de Ontario Ocidental.

“Calcular proporções é mais seguro que tentar estimar uma [medida] absoluta”, disse ele ao The Huffington Post. “Gostaria de ver que tipos de variabilidade existem, porque pode haver muitas outras pessoas com as mesmas medidas.”

Isso inclui pessoas de outras raças e origens geográficas, disse ele.

Ainda assim, ele expressou confiança no trabalho dos pesquisadores, notadamente o antropólogo forense Richard Jantz, que participou da investigação.

“Jantz é respeitado e acho que ele sabe o que está fazendo”, disse ele.

Nelson acrescentou que “não é incomum” que antropólogos usem fotos para medições e comparações. “Fotos são muito usadas em trabalho forense para estimar proporções, tamanho, coisas do tipo”, disse ele, observando que e ele coletou proporções faciais de fotos para ajudar em identificações.

O TIGHAR já havia sugerido que Earhart tivesse morrido na ilha durante sua famosa tentativa de ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo em um avião.

Fragmentos que supostamente seriam da sua aeronave foram encontrados na ilha em 1991, que fica um pouco ao sul de uma das paradas previstas no trajeto de Earhart. 

Outros itens encontrados na ilha incluem uma embalagem de cosmético anti-sardas, um espelho e botões e um zíper de uma jaqueta.


fonte: Brasil Post

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Há um rio de ferro que corre cada vez mais depressa no interior da Terra

Ilustração do campo magnético da Terra, um escudo que nos protege da radiação cósmica e das partículas electricamente carregadas emitidas pelo Sol

Ilustração do campo magnético da Terra, um escudo que nos protege da radiação cósmica e das partículas electricamente carregadas emitidas pelo Sol ESA/ATG MEDIALAB

Três satélites europeus têm observado o campo magnético terrestre nos últimos três anos, para detectarem todas as suas mudanças e “verem” como é que este escudo invisível do planeta está a ser gerado no seu interior. Agora fizeram a sua primeira grande descoberta.

Por baixo da Sibéria e do Alasca, bem no interior da Terra, está a correr um rio de ferro líquido. Vai em direcção a oeste e move-se cada vez mais depressa – uma descoberta feita graças às observações de três satélites lançados em 2013 pela Agência Espacial Europeia (ESA).

Esse rio encontra-se no núcleo externo da Terra, rico em ferro e níquel, a cerca de 3000 quilómetros de profundidade. O nosso planeta tem 12.700 quilómetros de diâmetro e é composto por camadas: a seguir à crosta e ao manto está o núcleo externo e, depois, o interno. Enquanto o núcleo interno é sólido, indo dos 5100 quilómetros de profundidade até ao centro da Terra, o núcleo externo é líquido e vai dos 2900 quilómetros até aos 5100. Este líquido, superquente e em movimento, gera correntes eléctricas que, por sua vez, criam o campo magnético do planeta.

PÚBLICO -

Ilustração da corrente de ferro derretido no núcleo externo da Terra e da constelação de satélites que a descobriu ESA

Ora o campo magnético da Terra muda constantemente. Além disso, não há muitas maneiras de olhar para o interior profundo da Terra – as medições do campo magnético são uma dessas maneiras (as ondas sísmicas são outra). Ao registarem-se pormenorizadamente as mudanças do campo magnético é então possível inferir como é que o ferro se está a movimentar no interior do planeta. Por isso, a ESA lançou três satélites gémeos – na missão Swarm e que custará cerca de 230 milhões de euros – para fazer medições muito rigorosas do campo magnético terrestre e destrinçar todas as fontes que contribuem para ele.

Ainda que a fonte principal seja o núcleo externo, há outras mais, como rochas magnetizadas presentes na crosta terrestre e a ionosfera, uma das camadas exteriores da atmosfera. O campo magnético do planeta é o resultado da contribuição de diversas fontes, formando um escudo que nos protege da radiação cósmica e de partículas electricamente carregadas emitidas pelo Sol, e que são perigosas para nós e para as telecomunicações, por exemplo. “As medições precisas dos satélites da constelação Swarm vão permitir separar as diferentes fontes de magnetismo, tornando mais claro o contributo do núcleo”, explica a ESA em comunicado.

Foram as medições dos satélites Swarm que permitiram descobrir o rio de ferro na região do Pólo Norte, cujos materiais derretidos não só se deslocam mais depressa do que aqueles que estão à sua volta como o fazem cada vez mais depressa. Publicados num artigo científico na revista Nature Geoscience, por investigadores da Universidade de Leeds (no Reino Unido) e da Universidade Técnica da Dinamarca, os resultados das observações indicam que o ferro por baixo da Sibéria e do Alasca está agora a andar 45 quilómetros por ano, ou seja, cerca de cinco metros por hora. E que esta velocidade triplicou nos últimos 15 anos.

“Pode parecer que 45 quilómetros por ano não é muito. Mas nunca vimos nada mover-se tão depressa no interior da Terra”, sublinha Christopher Finlay, investigador da Universidade Técnica da Dinamarca e que está envolvido no projecto Swarm. “E é três vezes mais rápido do que tudo o resto no núcleo da Terra”, acrescenta o investigador, citado num comunicado da sua universidade.

Este rio tem cerca de 420 quilómetros de largura, estende-se por 7000 quilómetros de comprimento e é provável que vá até aos 5000 quilómetros de profundidade. Os cientistas comparam-no a um fenómeno existente na atmosfera a grande altitude – as correntes de jacto, que são correntes estreitas de vento forte e que corre de forma quase horizontal. “É uma descoberta fascinante. É a primeira vez que vimos esta corrente de jacto de forma tão clara”, diz Christopher Finlay, referindo-se ao ferro líquido. “Esta corrente de jacto pode ser importante no dínamo que gera o campo magnético da Terra. Também pode estar a causar mudanças na taxa de rotação do núcleo interno da Terra. Ao compreendermos melhor a física do núcleo, acabaremos por fazer melhores previsões sobre as mudanças futuras do campo magnético da Terra”, acrescenta o investigador.

“É provável que haja mais surpresas”, antevê por sua vez Rune Floberghagen, responsável da ESA pela missão Swarm. “O campo magnético está sempre a mudar, o que até pode levar a corrente de jacto [de ferro derretido] a mudar de direcção.”

fonte: Público

Humanidade vai enviar mensagens para tentar falar com aliens em breve


Não é novidade para ninguém que existe um bom número de pessoas determinadas a encontrar aliens escondidos em algum lugar no espaço. Uma startup chamada METI (“Messaging Extra Terrestrial Intelligence” ou “Comunicando com Inteligência Extra Terrestre”, em português), porém, quer levar isso a novos níveis e começar a enviar mensagens para fora da Terra dentro dos próximos dois anos.

E como eles pretendem fazer isso? Bem... Está aí uma boa pergunta. Até o momento, tudo o que sabemos é que o possível primeiro alvo dessa iniciativa é o planeta Proxima Centauri, que pode ser capaz de sustentar vida. O objetivo, com isso, é estabelecer um diálogo com outras espécies e, segundo o cronograma estratégico do METI, continuar na busca de novas formas de vida.

Obviamente, antes de tudo, a equipe precisa decidir algo ainda mais importante: que mensagem enviar para os aliens? Afinal, visto que eles provavelmente não compartilham os mesmos costumes, tecnologia, cultura ou, acima de tudo, linguagem, vai ser um desafio por si só enviar algo que possa ser compreendido por qualquer extraterrestre que se encontrar por lá.

Torçamos apenas para que, se eles se comunicarem com uma sociedade alienígena, os extraterrestres não resolvam dar uma passadinha na Terra para escravizar a humanidade ou fazer tudo aquilo que vemos nos filmes de ficção científica.

fonte: Tecmundo

Espanha revela dezenas de arquivos sobre avistamentos de ovnis


Oitenta novos documentos foram tornados públicos pelo Min. da Defesa da Espanha, com informações sobre supostos avistamentos entre 1962 e 1995.

As quase 1900 folhas dos arquivos estão agora disponíveis na biblioteca virtual desse órgão.

Um dos fatos de destaque nos arquivos revelados foi o ocorrido em 25 de fevereiro de 1980, quando um dos aviões da Força Aérea no qual viajava o então presidente espanhol, Adolfo Suárez, relatou o avistamento de um objeto voador não identificado. 

Outro documento fala sobre um evento em 28 de novembro de 1979, quando um grupo de pessoas afirmou ter observado dois ovnis nos céus de Madri. No entanto, quando um avião de emergência saiu à sua procura, não conseguiu encontrá-los, embora tenha sido contatado quatro vezes através do radar. 

fonte: History

Arquivos 10


O Globo, 02 de Fevereiro de 1977

Pegada de humano antigo mostra que ele era mais alto do que imaginávamos









Existe um famoso sítio arqueológico chamado Laetoli, no norte da Tanzânia. O local chama a atenção de arqueólogos desde 1976, quando foram descobertas pegadas icônicas de três membros da espécie de Lucy (Australopithecus afarensis) há 3,66 milhões de anos. 

O achado é um colírio para os olhos de historiadores, primeiramente por serem as pegadas humanas mais antigas já encontradas e por estarem muito bem preservadas. O trio caminhou por cinzas vulcânicas úmidas instantes antes delas virarem rochas duras, então os pés deixaram marcas perfeitas.

Se três pegadas já eram boas, imagine cinco 

As autoridades da Tanzânia queriam construir um museu em Laetoli, para atrair turistas, e chamaram o pesquisador Fidelis Masao, da universidade local Dar es Salaam, para investigar o impacto que a construção teria sobre a valiosa geologia. Ao analisar o terreno, Masao e seus colegas encontraram novas pegadas de dois humanos antigos.

Até agora, os pesquisadores descobriram 13 impressões pertencentes a um grande indivíduo – carinhosamente apelidado de S1 – e uma única cópia pertencente a um australopithecus menor, provavelmente uma mulher, chamada de S2. 

Para Marco Cherin, da Universidade de Perugia, na Itália, o mais emocionante nas novas pegadas é notar o tamanho que o S1 teria. 

Como os pés do S1 tinham 26 centímetros de comprimento --3,5 cm maior que os outros pés encontrados em Laetoli-- estima-se que o S1 tenha alcançado 1,65 metros de altura, comparável com os humanos modernos. 

No entanto, para William Jungers, da Universidade Stony Brook , em Nova York (EUA), é preciso ter cautela antes de cravar seu tamanho. Não foram encontrados fósseis dos antigos humanos e não há como ter certeza se os australopithecus tinham pés e corpos nas mesmas proporções que nós. 

Descoberta pode mudar ordem social

As primeiras três pegadas de Australopithecus afarensis tinham sido interpretadas como uma família de dois adultos e um jovem. 

Com os dois novos achados, cientistas mudaram a teoria sobre a ordem social do grupo. 

"Ao ver que mais dois adultos estavam presentes, podemos supor que eles eram semelhantes aos gorilas: um único grande macho dominante, acompanhado por suas fêmeas e seus descendentes", diz Giorgio Manzi, da Universidade Sapienza, em Roma. 

Passo moderno? 

As novas pegadas também podem ajudar a determinar se os Australopithecus afarensis andavam como nós. 

Alguns pesquisadores, como Robin Crompton da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, dizem que os perfis de profundidade das pegadas mostram claramente que os humanos antigos caminharam de uma forma moderna, com um arco bem desenvolvido no pé e usando o dedão para empurrar o chão. 

Outros pesquisadores, incluindo Kevin Hatala, da Universidade de Chatham, na Pensilvânia (EUA), interpretaram as impressões de forma diferente. No início deste ano, Hatala concluiu que a marcha australóptica poderia parecer um pouco estranha aos olhos modernos, pois eles deviam curvar os joelhos quando cada pé atingia o chão.

fonte: BOL

Escâner revela segredos das múmias chinchorro, as mais antigas do mundo



Os segredos das múmias mais antigas do mundo começam a ser revelados. Quinze corpos mumificados da cultura chinchorro foram escaneados em busca de seu DNA para identificar quais dos seus rastros genéticos estão presentes nos chilenos de hoje, e para reconstituir a sua aparência.

Pescadores e caçadores que habitaram de 10.000 a 3.400 a.C. a costa que banha o deserto do Atacama, onde hoje estão o sul do Peru e a cidade chilena de Antofagasta, as múmias chinchorro têm cerca de 7.400 anos de antiguidade, ao menos 2.000 a mais que as múmias egípcias.

Os chinchorros estão entre os primeiros povos a mumificar artificialmente seus mortos com um complexo tratamento para desmembrar e reconstruir os corpos, um processo que os cientistas buscam compreender.

Quinze múmias, na sua maioria bebês e fetos, foram escaneadas na semana passada na clínica Las Condes, em Santiago. O exame mostrou "milhares de imagens de menos de um milímetro", diz à AFP Marcelo Gálvez, chefe de radiologia do centro que colabora com a investigação.

"Será feita a dissecação destes corpos de forma virtual, sem tocá-los, de modo que nos asseguramos de conservá-los por mais 500.000 anos", acrescenta.

A fase de reconstrução está sendo feita em vários computadores, onde se unem peças, se acrescentam músculos, se inserem narizes e queixos e se consegue, aos poucos, "ver como eram fisicamente, reconstruí-los e ter hoje ao vivo alguém que morreu há milhares de anos", comenta, eufórico, o radiologista.

Trabalho familiar

Com um conhecimento profundo da anatomia humana, os chinchorros elaboraram um complexo sistema que consistia em retirar a pele e os músculos, até deixar só o esqueleto, que reforçavam com madeira e fibra vegetal. Depois, aplicavam uma camada de argila para dar forma ao corpo, o cobriam com a pele, e colocavam olhos e a boca.

A cabeça era adornada com uma máscara, perucas de cabelo natural puro ou misturado com fibras de animais, explica Verónica Silva, curadora da área de antropologia do Museu Nacional de História Natural de Santiago.

"A própria família construía a múmia", diz a antropóloga, lembrando que a mumificação começou principalmente com fetos e recém-nascidos.

Embora se respeitasse uma série de regras gerais, cada múmia exibe características únicas, "com inovações tecnológicas e artísticas" que permitem situá-las em três períodos diferentes: o das múmias negras, o das vermelhas e o das enfaixadas.

As mais elaboradas são as mais recentes, destaca a antropóloga, que indica que, de todos os modos, "estamos falando efetivamente dos corpos com mumificação artificial mais antigos do mundo", conclui.

"As múmias chinchorro datam de 7.400 anos antes do presente, isso quer dizer que este sistema de taxidermia dos corpos das múmias chinchorro era realizado 2.000 anos antes da primeira mumificação no Egito", aponta Silva.

Herança genética

Ao escanear a menor das múmias, os pesquisadores se surpreenderam ao descobrir que esta não tinha estrutura óssea.

"O material (...), portanto, é só uma figura que poderia ser uma representação de um indivíduo que não pôde ser mumificado", afirma Silva.

Os antropólogos encontram limitações ao estudar esta cultura, que não deixou outros vestígios além de seus mortos.

Não foram encontrados enxovais funerários, e isso, junto com a posição das cerca de 180 múmias encontradas, principalmente em locais que são uma espécie de cemitério perto da praia Chinchorro, leva a pensar que essa cultura não tinha crenças relacionadas com a vida após a morte.

Colocar um rosto na cultura chinchorro é parte de uma pesquisa que busca também descodificar seu DNA e identificar quais rastros genéticos estão presentes nos chilenos de hoje.

O objetivo é "entender melhor seu modo de vida: desde sua dieta até saber se seus genes continuam presentes em nós chilenos", afirma Silva.

fonte: Yahoo!

Professor aposentado afirma ter encontrado Camelot, do Rei Arthur, perto de Huddersfield




Um professor britânico aposentado afirma ter encontrado algo que até o momento era apenas uma lenda: a localização de Camelot, o castelo do Rei Artur.

Surpreendentemente, o local seria próximo a Huddersfield.

Peter Field ex-professor da Bangor University, disse acreditar que uma pequena fortaleza romana conhecida como Camolodonum é o QG do Rei Artur.

Anteriormente, alguns pesquisadores sugeriram que Camelot ficaria em Tintagel, na Cornualha.


Clive Owen como rei Arthur

Field acredita que o nome de Camulodunum seria na verdade proveniente de “Camelot’, na época que o líder britânico lutava contra invasores em 500 DC.

Na época, bretões, que falavam o idioma céltico, liderados por Arthur, foram para o norte combater os invasores anglo-saxões - e Field acredita que o forte romano nos arredores de Huddersfield tenha sido um ponto estratégico ideal para eles.

Field disse: “Descobri por acaso. Eu estava observando alguns mapas quando tudo ficou claro.” “Eu acredito que resolvi um mistério de 1.400 anos.”

fonte: Yahoo!

''Colher'' aparece em nova imagem de Marte divulgada pela Nasa


(Foto: Reprodução/Nasa)

Entusiastas da vida alienígena do canal no Youtube UFO Hunter afirmam ter encontrado mais uma pista da existência de vida em Marte. 

Em uma imagem enviada pela sonda Curiosity, ele apontaram a aparição de uma ''colher'' na superfície de areia do Planeta Vermelho. As informações são do jornal Metro. 

Segundo especulações dos membros do UFO Hunter, o "utensílio de cozinha" pode ter sido ''deixado ali por alguma civilização perdida''.

Alguns internautas aproveitaram a deixa para fazer piadas com a descoberta. "Eu tenho certeza que uma lata de 'espaguete UFO do chef E.T' foi enterrada perto dessa colher".

"Eu deixei cair na semana passada quando estava almoçando com o Matt Damon", acrescentou outro, fazendo referência ao filme "Perdido em Marte'' estrelado pelo ator. 

Esta é a segunda vez que uma "colher" foi avistada na superfície de Marte. No ano passado, uma forma muito semelhante também chamou a atenção de curiosos. Na ocasião, a Nasa explicou que a forma rara é muito familiar e que muito provavelmente se tratasse de um ventifacto, ou uma rocha que foi moldada pelo vento.

fonte: Rede TV

Descoberta em Espanha espécie de primata que vivia há 37 milhões de anos



Investigadores do Instituto Catalão de Paleontologia Miquel Crusafont descobriram, perto de Lérida, em Espanha, uma nova espécie de primata que vivia nos bosques que cobriam a Europa há 37 milhões de anos.

Esta nova espécie foi descoberta através de mais de 120 restos recuperados perto da povoação de Sossís, um pequeno município da comarca de Pallars Jussà, a 500 quilômetros a nordeste de Madrid.

A investigação foi publicada no Journal of Human Evolution, uma revista de referência na área de paleontologia que estuda a evolução dos primatas.

De acordo com o instituto, trata-se de um primata relativamente pequeno, denominado Microchoerus hookeri.

O sítio arqueológico de Sossís foi descoberto na década de 1940, durante a exploração de uma mina de lignite e, desde então, foram ali encontrados vários restos de mamíferos, entre os quais roedores, marsúpios, carnívoros primitivos, antepassados de cavalos e até quatro tipos diferentes de primatas (Adapis, Microchoerus, Nievesia e Pseudoloris).

Os fósseis que permitiram descobrir a nova espécie provêm de várias campanhas de escavação realizadas por 80 investigadores do Instituto Catalão de Paleontologia (ICP) Miquel Crusafont.

Também foram analisadas peças recuperadas em meados do século passado pela equipe de Miquel Crusafont e que estavam distribuídas entre o ICP e o Museu de História Natural de Basileia, na Suíça, com o qual o paleontólogo colaborava habitualmente.

Como ocorre com todos os representantes do seu grupo, os restos fósseis do Microchoerus hookeri correspondem fundamentalmente a dentes isolados e fragmentos de mandíbulas. Raramente se encontram outros restos do esqueleto, já que são muito mais frágeis que os dentes.

No estudo foram analisados até 120 fósseis do Microchoerus, naquela que parece ser a maior amostra de restos deste gênero em Espanha.

Os representantes deste grupo caracterizam-se por apresentar incisivos superiores e inferiores grandes e caninos relativamente pequenos.

Mas as peças mais características são os molares, que apresentam uma série de dobras de esmalte muito complexas.

No caso dos Microchoerus hookeri, os dentes têm algumas características que não tinham sido encontradas em outras espécies do mesmo gênero, como a ausência a redução a medidas muito pequenas de algumas cúspides que aparecem muito desenvolvidas noutras espécies.

“Com base na morfologia dos dentes, interpretamos que tinha uma alimentação à base de fruta e resina”, explicou Raef Minwer-Barakat, autor principal do estudo.

Os investigadores creem que eram animais noturnos, arborícolas, com habilidades para o salto e pequenos, com um peso entre 500 e 800 gramas.

Em futuras investigações, espera-se que sejam encontrados restos do esqueleto que contribuam para melhorar o conhecimento da espécie.

fonte: Observador

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