quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Acusada de bruxaria, mulher é queimada viva por índios no Peru


Nativos da etnia Yánesha fizeram uma fogueira para matar a vítima.

Uma mulher foi amarrada a um tronco e queimada viva em uma fogueira, acusada por nativos de uma etnia da selva central do Peru de praticar atos de bruxaria. Rosa Villar, de 65 anos, foi capturada por índios da etnia Yánesha. 

"Os índios a executaram e a queimaram. Era uma mulher que aparentemente se dedicava à bruxaria", afirmou o policial Carlos Pérez, do distrito de Puerto Bermúdez.

Os nativos que mataram a mulher vivem no distrito de Palcazú, com uma população de 222 habitantes. Segundo a imprensa local, esta não é a primeira vez que são registadas ocorrências do tipo.

"Estamos dando uma lição, é um exemplo para os outros povos, façamos justiça ao povo, queimem os bruxos", diz um indígena em uma gravação exibida em alguns canais.

De acordo com a polícia, quando as autoridades chegaram ao local o corpo da mulher já havia virado cinzas. Um dos policiais explicou que, segundo o estatuto dessa comunidade, toda pessoa que se dedica à "bruxaria" deve ser punida na fogueira.

As autoridades informaram que o caso está em processo de investigação para identificar e capturar os responsáveis pelo crime.

A província de Oxapampa, que fica localizada na selva centra do Peru, é pluricultural. O local é habitado pelas tribos Yánesha, Asháninka, além de descendentes de austríacos e alemães e imigrantes de diversas partes do Peru.

fonte: O Globo

Surge um dos pictogramas mais antigos do mundo: uma suástica


Arqueólogos búlgaros asseguram ter descoberto um dos pictogramas mais antigos do mundo em um fragmento de cerâmica de mais de 5.000 anos no qual se observa um traço que lembra uma suástica. 

O arqueólogo Petar Banov, responsável pelo museu regional de história na cidade de Pleven, a cerca de 160 quilômetros de Sófia, informou a descoberta à Agência Efe. 

O achado aconteceu no começo do mês perto da cidade de Riben, no noroeste da Bulgária, onde uma equipe de arqueólogos, entre eles Banov, examinavam um posto militar romano e ao escavar abaixo dessa camada encontraram um povoado anterior à fortificação romana do século III de nossa era.

"Trabalhávamos em um quartel militar romano que se encontrava na Via Trajana (também conhecida como Via Militaris) e quando escavamos mais profundamente descobrimos que esta instalação foi construída sobre um povoado que supomos que seja da época neolítica, de mais de 7.000 anos de antiguidade", relatou Banov, um dos responsáveis pela equipe de arqueólogos. 

Ele acrescentou que o pictograma, provavelmente feito com um instrumento afiado de osso, estaria relacionada com o culto a deuses pagãos. 

"Em um dos elementos representados, um pictograma que precede à escrita, se vê claramente uma suástica que é um elemento de culto que conhecemos desde as épocas mais antigas da história humana", comentou o especialista, acrescentando que o fragmento achado será submetido a análises adicionais para averiguar se precede a pictografia egípcia. 

O arqueólogo não pôde responder que populações habitavam essa região, argumentando que os primeiros dados disponíveis são de fontes da Grécia clássica, que relatam a presença de trácios nessas terras. 

fonte: Terra

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Adolescente sobrevive ao cair de 23º andar após tentar impressionar garota







O adolescente Alexander Shadrin, de 16 anos, sobreviveu a uma queda do 23º andar de um prédio em Novosibirsk, na Sibéria. Testemunhas afirmaram que ele tentava impressionar uma garota, quando sofreu o acidente.

Segundo as informações do Daily Mail, Shadrin subiu na grade da varanda para "provar sua masculinidade" quando acabou escorregando. Em seguida, ele caiu na traseira de um veículo que estava estacionado em frente ao edifício. 

O rapaz foi internado com graves lesões pelo corpo, mas sua condição de saúde é estável. A polícia, que tomou depoimentos da família e da moça que o adolescente tentava impressionar, investiga o caso.

fonte: Rede TV

Novas evidências derrubam principal teoria sobre o surgimento da Lua



Desde a década de 70, acredita-se na hipótese do “Grande Impacto”, segundo a qual a Lua teria surgido a partir de um choque do protoplaneta Theia com a Terra. Esta teoria poderia explicar o tamanho da Lua, a baixa presença de ferro em suas rochas, sua distância da Terra, entre outros fatores.

A hipótese, no entanto, começou a ser colocada em dúvida em 2001, quando foi demonstrado que a composição das rochas terrestres e lunares era praticamente idêntica, achado que contradiz a teoria do Grande Impacto. 

Agora, os cientistas Kun Wang e Stein B. Jacobsen, dos EUA, publicaram um relatório que derruba de vez a ideia do Grande Impacto. Ao estudar os isótopos de potássio das rochas terrestres e lunares, eles encontraram as mesmas proporções de potássio-39 e potássio-41.

Os pesquisadores também demonstraram que as rochas lunares possuem 0,04% mais potássio-41 que as rochas terrestres, uma diferença que se deve ao fato de a Lua ser resultado da evaporação do manto da Terra após a colisão com Theia, e não uma parte do protoplaneta. 

Após o impacto violento, o corpo celeste se fundiu com a Terra, gerando uma atmosfera densa na qual foi criado o satélite. “A fusão total dessa atmosfera explica a composição idêntica de isótopos na Terra e na Lua”, explicou Wang.

fonte: History

Novas evidências de templo de Ramsés II são descobertas no Cairo


Arqueólogos egípcios e alemães descobriram blocos e fragmentos de estátuas que podem apontar à existência de um templo do faraó Ramsés II na região de Heliopolis, atualmente localizada em um bairro populoso do Cairo, informou nesta terça-feira o Ministério da Antiguidades do Egito. 

Em comunicado, o chefe do Departamento de Egiptologia do Ministério de Antiguidades, Mahmoud Afifi, detalhou que as partes foram achadas por acaso em Al Matariyyah, no nordeste da capital egípcia. Além disso, um grupo de grandes blocos foi encontrado mais abaixo dos primeiros e nele se vê Ramsés II ungindo uma divindade.


O vice-diretor egípcio da equipa, Ayman Ashmawi, explicou na nota que outros fragmentos mostram que Ramsés II foi quem determinou a construção do templo. 

"Isso confirma a hipótese de que Ramsés II tinha um especial interesse por Heliopolis nas últimas décadas de seu longo reinado de 70 anos" durante a XIX Dinastia (entre 1.295 e 1.186 a.C.), detalhou Ashmawi, que disse que as recentes descobertas formam parte dos quartos mais escondidos do templo. 

O vice-diretor alemão do projeto, Dietrich Raue, informou que eles também estão escavando na área sudeste do templo. Segundo ele, a equipa está desenterrando imóveis do período ptolemaico, quando os gregos estiveram no Egito (332 a.C.- 30 d.C) e neste perímetro já foram achados amuletos e utensílios de metal. 

Nesta mesma área ficava o templo de Heliopolis, deus do Sol, um dos maiores do Egito, de quem há poucos vestígios, já que o que sobrou foi saqueado na época do Império Romano e durante as sucessivas dinastias muçulmanas para construir edifícios em Alexandria e no Cairo. 

fonte: Terra

Canadá confirma descoberta de navio britânico que naufragou no Ártico em 1846


O governo canadiano confirmou na segunda-feira a descoberta do "Terror", o segundo navio de uma mítica expedição britânica dirigida por John Frankling que desapareceu em 1846 enquanto explorava o Ártico.

Uma equipa de arqueólogos validou a descoberta de um barco, ocorrida no início deste mês, por cientistas do Arctic Research Foundation, indicou em um comunicado a agência federal Parcs Canada.

Os dois barcos do explorador John Franklin, o "Terror" e o "Erebus", naufragaram no oceano Ártico após ficarem presos no gelo durante um ano e meio.

Os 129 membros da tripulação abandonaram as embarcações, mas nenhum deles sobreviveu.

A expedição tinha saído da Inglaterra em 19 de maio de 1845 para tentar descobrir a Passagem do Noroeste, que permite chegar à Ásia através do oceano Ártico.

A Arctic Research Foundation anunciou há cerca de duas semanas que acreditava ter descoberto o "Terror", descansando a cerca de 24 metros de profundidade.

Os restos do "Erebus" foram encontrados em 2014, 100 km ao sul dos do "Terror".

Os arqueólogos de Parcs Canada validaram a descoberta do "Terror" com a ajuda de um sonar e depois de terem realizado três imersões no local "em condições meteorológicas difíceis, quando a visibilidade era limitada".

"Apesar de tudo, os mergulhadores puderam observar diferentes características típicas dos navios britânicos de exploração polar do século XIX", indicou Parcs Canada.

Os restos da embarcação pertencem ao governo britânico, mas há negociações em curso para transferir a propriedade ao governo canadense e aos inuítes do território de Nunavut.

fonte: Yahoo!

Santa embalsamada há 300 anos "abre os olhos" no México


Um vídeo registou o suposto momento que o corpo de uma santa, embalsamado há mais de 300 anos, abre os olhos enquanto é filmada por um turista na Catedral de Guadalajara (México).

De acordo com o metro.co.uk, o corpo pertence a uma menina que insistiu em receber a primeira comunhão mesmo contra a vontade do pai e foi esfaqueada por ele até a morte. 

O autor do vídeo disse que não percebeu o fenómeno no momento em que supostamente aconteceu, pois só notou o que havia registado após rever a gravação. 

Publicado no YouTube, o vídeo que mostra a Santa Inocência teve milhares de visualizações e comentários de internautas divididos sobre a veracidade das imagens. Assista o vídeo

fonte: Rede TV

Moedas do Império Romano são encontradas em ruínas de castelo no Japão






Quatro moedas de cobre do Império Romano foram achadas nas ruínas de um castelo na Ilha de Okinawa, na região sul, o que representa o primeiro achado deste tipo no Japão. 

As moedas, que medem entre 1,6 e 2 centímetros de diâmetro, poderiam datar dos séculos III ou IV depois de Cristo, informou na segunda-feira o Conselho de Educação da cidade de Uruma. 

A descoberta foi feita no Castelo de Katsuren, que existiu entre os séculos XII e XV, e que desde 2000 é considerado Património da Humanidade por sua vinculação ao Reino de Ryukyu. 

Embora o desenho cunhado nas moedas não esteja visível por conta do desgaste, análises feitas com raios X mostram uma imagem que poderia ser a do imperador Constantino e de um soldado atingido por uma lança. 

Junto a estas moedas da Roma Antiga foi encontrada outra do século XVII originária do Império Otomano.

"Este valioso material histórico sugere um vínculo entre Okinawa e o mundo ocidental", explicou a direção do Conselho de Educação de Uruma, que irá expor as moedas no Museu de História da cidade até 25 de novembro.

fonte: Terra

Homem fotografa fantasma em espelho de casa construída em cima de cemitério





O Monge Negro de Pontefract é uma das lendas de fantasmas mais sinistras da região nordeste do Reino Unido. Tudo porque não envolve apenas uma assombração, mas mortes e gente sendo puxada. 

A lenda já se arrasta por quase 500 anos, quando o Monge foi acusado de estuprar e matar uma criança, por volta de 1530. 

Mais de 300 anos depois, uma casa foi construída exatamente em cima da forca onde ele foi sentenciado (que logo depois foi transformada em cemitério) e agora um caçador de fantasmas capturou essa imagem assustadora! 

Mesmo sendo uma lenda antiga, o Monge Negro (também conhecido como Sr. Ninguém e Fred) só começou a dar as caras de verdade na década de 60, quando assustou uma família que morava na casa.

Não foi um caso de assombração qualquer: segundo relatos, o fantasma agarrou o pé da adolescente Diane Pritchard, de 14 anos, e saiu arrastando-a pelas escadas, bem em frente a um dos espelhos onde o Monge começou a aparecer anos depois.

A partir desse dia, o Monge era visto regularmente nesse espelho por todos os moradores, até que a casa foi vendida.

Tamanha história de terror atraiu a atenção do caçador de fantasmas Pete Boulton, especialista em casas mal assombradas.

Ele foi até a residência em Pontefract para fazer o que está acostumado a fazer: caçar evidências de fantasmas por lá.

Ele afirma que nem teve muito trabalho na casa, ela é muito assustadora por si só e ele nem precisou caçar muito para conseguir um bom clique.

O resultado é esse: essa imagem sinistra, que ele afirma ter conseguido sem nem esperar nada. Segundo Peter, a foto era tão boa que ele relutou em publicá-la.

"Parecia bom demais para ser verdade", afirmou. "Provavelmente vão suspeitar de mim". "É difícil decifrar o que está lá exatamente, mas claramente se parece com um rosto e um rosto aterrorizado".

A aparência da figura levantou a hipótese de que não seja exatamente o Monge que está no espelho, mas sim uma de suas vítimas. 

fonte: R7

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Câmara de Sintra recupera monumento megalítico em Agualva

CMS 2581

O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, assinou, esta quinta-feira, o auto de consignação para a recuperação e musealização da Anta do Carrascal, em Agualva.

A Câmara de Sintra investe cerca de 55 mil euros na recuperação deste monumento megalítico da pré-história, classificado como monumento nacional pelo IPPAR, desde 1910, e que – segundo Basílio Horta – “ é uma obra que tem um valor muito superior ao valor investido, pois corresponde à preservação da memória e da história do nosso concelho”. 

A Anta do Carrascal situada na freguesia de Agualva-Mira Sintra é um monumento megalítico da pré-história do tipo dólmen com corredor, datado de 3000 a.C.. Para o presidente da Câmara “esta intervenção significa a devolução do património histórico e arqueológico aos munícipes”.

O projeto prevê a recuperação, restauro e musealização desta sepultura pré-histórica, de forma a reverter o estado de abandono em que se encontra, conferindo-lhe assim o estatuto de bem patrimonial a ser preservado. Está ainda previsto um projeto de paisagismo para enquadramento da Anta, assim como o arranjo da área envolvente.


Instituto mineiro confirma existência de ETs e discos voadores


Estudiosos e curiosos se reuniram para discutir a existência de objectos voadores não identificados e, mesmo, de ETs – seres extraterrestres. No encontro, apresentaram provas fotográficas de “discos voadores”.

O Instituto Aquariano Rede Luz, em São Tomé das Letras, MG, realizou no sábado e domingo, 24 e 25, o 12.º Encontro de Ovnilogia. Fundado pelo engenheiro Arnaldo Costa Jr., a instituição confirma a existência de OVNIs (objectos voadores não identificados” e revela que a área regista muita incidência de objectos extraterrestres.

De acordo com o Professor Costa Jr., a existência de OVNIs está mais do que confirmada pelo Instituto, que, entre outras actividades, se dedica a estes estudos e observações, e um desses OVNIs foi fotografado por um morador da região durante o último final de semana: “As fotos revelam a existência de um objecto em forma discoide. 

O morador que fez o registo fotográfico ficou intrigado com o objecto e nos cedeu as imagens. Claro que vamos estudá-las e aprofundar nossas observações, mas não temos dúvida de que se trata de um objecto voador não identificado.” Segundo Arnaldo Costa Jr., “São Tomé das Letras é uma região de intensa actividade geomagnética, propícia ao aparecimento de OVNIs. 

É uma área que regista muito mais aproximações do que qualquer outra, devido à sua peculiaridade geológica. É uma área de montanhas e de muita prospecção de minerais. Então, este é o local ideal para a realização do nosso encontro de estudiosos de OVNIs e UFOs [na sigla em inglês].” O Professor Arnaldo Costa Jr. não tem dúvidas de que no sistema solar existem outras civilizações além da que habita a Terra:

“Nossos estudos mostram que há civilizações muito mais adiantadas do que a da Terra. Sabemos, inclusive, que a Terra foi colonizada por outras civilizações, já naquela época bem mais adiantadas. Também podemos garantir que os OVNIs em aproximação da Terra são tripulados, porque as manobras são inteligentes e claramente orientadas. 

Fazemos pesquisas ovniológicas há mais de 35 anos e temos plena convicção de que na Lua e em todos os planetas do Sistema Solar existem habitantes. Não se trata de meras palavras, mas, sim, resultado de muitos anos de estudos aprofundados.”

fonte: Sputnik News

Pesquisadores encontram nova deusa etrusca em pedra de 2500 anos







Inscrição milenar apresenta o nome de Uni, que era relacionada à fertilidade.

Gregos. Nórdicos. Celtas. Mongóis. Indígenas. Se há uma coisa que não está em falta nas culturas humanas são deuses, e eles não param mais de aparecer. 

Uma pedra repleta de inscrições retirada das ruínas de um templo Etrusco de mais de 2500 anos revelou um nome até então desconhecido dos pesquisadores do povo da Península Itálica: Uni, divindade que estaria relacionada a cultos de fertilidade.

A pedra pesa notáveis 225 kg – um caderno de anotações para ninguém botar defeito –, e seu texto está entre os mais longos já descobertos no alfabeto etrusco. As inscrições foram encontradas enterradas nos fundos do santuário de Poggio Colla, parte de um sítio arqueológico localizado na região italiana da Toscana. 

Os Etruscos foram o povo que habitou as regiões italianas do Lácio, da Úmbria e, claro, da Toscana entre 1200 a.C. e a ascensão de Roma. 

Possuíam uma língua própria, um alfabeto único e uma religião ainda misteriosa, e suas cidades, avançadas, se tornariam grandes centros urbanos romanos posteriormente. Os detalhes de sua sociedade e cultura ainda são pouco compreendidos por pesquisadores.

Decifrar o texto não será tarefa fácil, já que o desgaste de dois milênios deixou a superfície praticamente lisa. Mas ele pode ser um novo passo na compreensão da língua perdida, cuja gramática é conhecida, mas que ainda possui pouquíssimo vocabulário registrado. 

Gregory Warden, da Universidade Metodista do Sul, nos Estados Unidos, afirmou à SMU Research News que os pesquisadores “esperam encontrar palavras novas, já que essa descoberta difere da maior parte das anteriores por não ser um texto funerário”.

Além da pedra, foram encontrados artefatos como um vaso com uma ilustração de um parto, o que reforçou a suposta ligação do templo com questões reprodutivas. Já há diversas suspeitas sobre os possíveis significados das inscrições, que estão sendo decifradas por equipes de acadêmicos de vários países.

Um deles, Adriano Maggiani, da Universidade de Veneza, levantou algumas hipóteses ao SMU Research News. 

“A localização da descoberta – um lugar em que ofertas de prestígio eram feitas –, assim como o cuidado na redação do texto (...) sugerem que o documento tinha caráter dedicatório.” Também é possível, porém, que a pedra guardasse as regras do santuário, como um manual de instruções para as cerimônias celebradas ali.

fonte: Galileu

Homens encontram a "maior lesma do mundo"




Os exploradores Aron Sanchez e Coyote Peterson (que é dono do canal Brave Wilderness, no YouTube) mostraram uma criatura impressionante encontrada por eles na costa sul da Califórnia, nos Estados Unidos: uma lesma gigante que é considerada uma das maiores do mundo. 

Apesar do visual assustador para algumas pessoas, a lesma Aplysia vaccaria é inofensiva aos humanos. Ela pode chegar a até 90 centímetros de comprimento e pesar até 14 quilos!

Segundo os exploradores explicam, os animais dessa espécie vão até aquele local para depositar seus ovos.

Nas imagens, Peterson e Sanchez mostram detalhes da anatomia da lesma, que o youtuber segura sem medo. 

fonte: Rede TV

Descoberto pela primeira vez metal em barco do Egito faraónico


Um barco da época dos faraós egípcios, de aproximadamente 4.500 anos, foi construído com uma armação metálica - a primeira vez que esta estrutura é encontrada neste tipo de construção, segundo os especialistas.

O barco pertenceu a Quéops, faraó da IV dinastia que governou o Egito em 2.600 a.C. e que ordenou a construção da Grande Pirâmide que leva seu nome, perto do Cairo.

As duas embarcações, que foram descobertas completamente desmontadas em 1954, ao sul da pirâmide, se encontravam em duas fossas retangulares.

A primeira tem comprimento de 40 metros e foi exposta perto das pirâmides, enquanto uma missão arqueológica japonesa da Universidade de Waseda, em Tóquio, ocupa-se de recuperar e restaurar os vestígios da segunda.

Este segundo barco, no qual foram achados anéis de metal que armam o fundo da embarcação, tem 8 metros de comprimento.

"Em nenhum dos barcos descobertos no Egito havíamos encontrado metal, ao contrário deste", explica Mohamed Mostafa Abdel Méguid, um especialista em construção de navios na era faraônica, que dirige o departamento de antiguidades submarinas no Ministério da Cultura.

As embarcações eram utilizadas durante a cerimônia fúnebre para a passagem do faraó de uma margem a outra do rio Nilo. E também para conduzi-lo após sua morte, na companhia de Ra, o deus Sol.

fonte: Yahoo!

Monstro marinho do Jurássico descoberto décadas atrás é finalmente exposto



O monstro marinho do Loch Storr (Lago Storr), de quatro metros de comprimento, que viveu há 170 milhões de anos, saiu finalmente do anonimato no museu nacional da Escócia meio século depois de sua descoberta.

O fóssil desta criatura do Jurássico com ventre volumoso, olhos esbugalhados e uma cabeça com um grande bico dotado de centenas de dentes, foi descoberto em 1966 na ilha escocesa de Sky pelo diretor de uma fábrica elétrica vizinha.

No entanto, "durante meio século o museu o manteve resguardado porque não possuíamos as técnicas necessárias para soltá-lo da imensa rocha que o envolvia e, assim, poder estudá-lo", explicou à AFP Steve Brusatte da Universidade de Edimburgo.

Assunto resolvido: Nigel Larkin, especialista restaurador de fósseis, liberou o monstro da rocha na qual estava preso há milhões de anos.

Uma vez despojado de sua envoltura rochosa, os paleontólogos Steve Brusatte, Nick Fraser e Stig Walsh, do museu escocês, o identificaram como um ictiossauro, família de répteis marinhos extinta desde então.

Conseguiram reconstruir uma imagem clara da enorme criatura, apresentada por eles como uma "joia da coroa da pré-história escocesa".

O feroz predador, digno de um filme de terror, nadava nos oceanos do planeta há 170 milhões de anos, na época em que os dinossauros dominavam o mundo.

"As pessoas estão obcecadas com o mito do Loch Ness (Lago Ness) que é totalmente falso. Mas não se dão conta de que existiram verdadeiros monstros marinhos", explica Steve Brusatte.

Segundo o paleontólogo, "eram maiores, mais horripilantes e mais fascinantes que Nessie", como os escoceses chamam o monstro imaginário.

Os ictiossauros desapareceram bruscamente dos oceanos dezenas de milhares de anos antes dos últimos dinossauros.

fonte: UOL

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

NASA descobre lugar para "albergar vida" no Espaço

NASA descobre lugar para "albergar vida" no Espaço

Astrónomos confirmam existência de um oceano numa das luas de Júpiter.

A NASA informou esta segunda-feira que o telescópio Hubble espacial detetou possíveis emissões de vapor de água na gelada Lua Europa, do planeta Júpiter. 

"Localizamos possíveis emissões de vapor que emanam da Lua Europa de Júpiter, usando o Hubble", afirmou, em comunicado, a NASA. 

Segundo o comunicado, o telescópio fez imagens do que "podem ser emissões de vapor de água que emergem da superfície" da lua. 

A descoberta aumenta a possibilidade de futuras missões à Europa analisarem o oceano gelado daquela lua, sem perfurarem o gelo, refere a NASA. 

"O oceano da Europa é considerado um dos lugares que poderá abrigar vida no sistema solar", disse o diretor interino de Missões de Ciência da NASA em Washington, Geoff Yoder. 

As emissões atingem uma altura de cerca de 200 quilómetros de altura. A superfície da Lusa Europa tem um enorme oceano com duas vezes a água de todos os oceanos da Terra, mas o líquido está protegido por uma camada de gelo, cuja espessura é desconhecida. 

Caso se confirme a descoberta hoje anunciada, a Europa será a segunda lua do sistema solar conhecida por ter emissões de vapor de água. 

Em 2005, a nave internacional Cassini, da NASA, detetou jatos de vapor de água e poeira na superfície da lua Enceladus, do planeta Saturno.


Planeta Terra pode ficar intoleravelmente quente

Planeta Terra pode ficar intoleravelmente quente

Na origem deste aquecimento estão os gases com efeito de estufa na atmosfera. 

A Terra pode ficar intoleravelmente quente, mesmo se os gases com efeito de estufa (GEE) na atmosfera permanecerem nos níveis atuais, segundo a primeira reconstituição das temperaturas terrestres ao longo de dois milhões de anos, divulgada esta segunda-feira. 

"A estabilização dos níveis atuais dos gases com efeito de estufa pode colocar a Terra numa trajetória de aquecimento de cinco graus Celsius (5ºC) no próximo milénio", concluíram os autores do estudo publicado na revista científica Nature. 

Este é o valor médio do previsto intervalo de aquecimento, situado entre 3ºC e 7ºC. 

Mesmo um aquecimento global de 3ºC, no longo prazo, pode desencadear um turbilhão de impactos das alterações climáticas, incluindo tempestades marítimas, reforçadas pela subida do nível das águas, ondas de calor mortíferas e inundações severas, especificou-se no estudo. 

O Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) já avançou que as atuais concentrações do principal gás com efeito de estufa, o dióxido de carbono (CO2), na atmosfera, que já supera as 400 partes por milhão (ppm), vão forçar um aquecimento global médio da temperatura média entre 2ºC e 2,4ºC em relação ao nível pré-industrial. 

As ppm referem-se à representação dos gases por milhão de moléculas. 

O valor de referência para esta subida da temperatura considerado um limite para permitir alguma segurança à humanidade em muitas regiões é os 2ºC. 

Mas uma recente intensificação de eventos climáticos extremos forçou os líderes mundiais a inscreverem um objetivo ainda mais exigente, incluindo a expressão "bem abaixo dos 2ºC" no Acordo de Paris, alcançado por 195 Estados, em dezembro. 

O planeta já aqueceu 1ºC acima da temperatura de referência, a do período pré-industrial, e pode chegar aos 1,5ºC dentro de uma década, afirmaram cientistas, numa conferência em Oxford na semana passada. 

Este novo estudo, da paleoclimatóloga Carolyn Snyder, do Programa Interdisciplinar em Ambiente e Recursos da Universidade de Stanford, no Estado norte-americano da Califórnia, é o primeiro a juntar um registo contínuo de médias de temperaturas terrestres desde há dois milhões de anos. 


Anaconda gigante encontrada em obras no Brasil

Anaconda gigante encontrada em obras no Brasil

Uma anaconda gigante foi encontrada quando operários explodiam uma caverna na Usina de Belo Monte, em Altamira, no estado brasileiro do Pará.

A cobra pesava 400 quilos e media dez metros de comprimento, tendo um metro de diâmetro.

A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está a ser construída na bacia do Rio Xingu, próximo do município de Altamira, no norte do Pará.

A cobra foi encontrada há dois anos, mas apenas esta semana surgiram na Internet vídeos.

Segundo o Livro de Recordes do Guiness, a maior cobra do mundo foi encontrada em 2011 e media cerca de 7,5 metros de comprimento, pelo que a anaconda de Belo Monte poderá ser a nova recordista.



Um repolho vermelho de 23 quilos e uma cenoura com mais de 6 metros

Um repolho vermelho de 23 quilos e uma cenoura com mais de 6 metros

Quatro (alegados) recordes mundiais foram estabelecidos na mais recente edição do Campeonato de Vegetais Gigantes, no Reino Unido, incluindo um repolho vermelho que pesa 23 quilos e uma cenoura que mede mais de seis metros.

David Thomas foi apontado como recordista mundial ao apresentar a concurso um repolho vermelho com 51 lbs (23 kg), durante o «National Giant Vegetable Championship», que decorreu em Worcestershire.

Segundo afirmou Thomas, «Não há um grande segredo na hora de cultivar um vegetal gigante. Só é preciso as sementes certas, muito espaço, boa terra e um pouco de sorte».

«Não podia estar mais feliz, todo o trabalho é mais do que recompensado quando se recebe a notícia que se bateu um recorde mundial», sublinhou.

O recorde anterior para o maior repolho vermelho do mundo remonta a 1925, estabelecido pelo senhor R. Straw, de Derbyshire, que apresentou um repolho de 19,05 kg.

O juiz do UK National Giant Vegetables Championship, Martyn Davis, afirmou:

«Estamos encantados por confirmar que David Thomas quebrou o anterior recorde mundial para o mais pesado repolho vermelho do mundo, por quase 10 lbs [cerca de 4,5kg]».

Outros recordes apontados na iniciativa incluem uma cenoura com 6,245 metros, uma beterraba de 7,9 metros, e uma Pastinaca sativa de 5,023 metros.

Nenhum destes recordes foi ainda confirmado pelo Guinness World Records.


A busca por vida extraterrestre foi reforçada pela China


10 mil pessoas tiveram de ser relocalizadas para não perturbar os trabalhos dos cientistas / Foto Epa


A população que ficou nos arredores será obrigada a limitar o uso de dispositivos de telecomunicações / Foto Epa

O maior radiotelescópio do mundo, com 500 metros de diâmetro, começou hoje a operar no sudoeste da China, num projeto que Pequim diz que ajudará a humanidade a procurar vida extraterrestre.

Centenas de investigadores chineses e de outros países assistiram ao acontecimento, o culminar de um projeto começado em 1994, segundo a imprensa oficial.

Construído numa zona montanhosa da província de Guizhou, o FAST (Aperture Spherical Radio Telescope) custou 1,2 mil milhões de yuan (160 milhões de euros) e tem o dobro da sensibilidade do telescópio do Observatório Arecibo, em Porto Rico, que com 305 metros era até agora o maior do mundo, escreve a agência oficial chinesa, Xinhua.

O telescópio, cuja construção terminou em julho, usará o seu refletor, com uma área equivalente a 30 campos de futebol, para procurar sinais de vida inteligente e para observar pulsares distantes - estrelas de neutrões muito pequenas e que giram muito rapidamente, que se acredita serem resultado de explosões de supernovas.

A China vê o seu ambicioso programa espacial, que é gerido pelas forças armadas, como um símbolo do seu progresso.

Entre os seus planos está colocar em órbita uma estação espacial permanente até 2020 e eventualmente uma missão tripulada a Marte.

O presidente chinês, Xi Jinping, enviou uma carta de congratulações para os cientistas e engenheiros que contribuíram para a criação do FAST.

Num ensaio realizado antes do lançamento, o FAST detetou ondas eletromagnéticas emitidas por um pulsar a mais de 1.300 anos-luz de distância, segundo um dos investigadores envolvidos.

Os cientistas procuram vida extraterrestre há 60 anos, apontando telescópios para o espaço à espera de descobrir sinais de outras civilizações, mas até hoje não encontraram evidências.

No mês passado, um "forte sinal" detetado por um telescópio russo em busca de sinais extraterrestres entusiasmou os cientistas, mas os especialistas dizem ser demasiado cedo para retirar conclusões sobre a sua origem.

Já o FAST poderá levar a "descobertas para além da nossa imaginação", disse à Xinhua Douglas Vakoch, presidente do METI, um grupo que envia mensagens para o espaço, em busca de vida inteligente.

A construção do FAST começou em 2011 e as autoridades recolocaram quase 10 mil pessoas que viviam nos cinco quilómetros em torno do telescópio para criar um ambiente mais silencioso, o que custou 1.800 milhões de yuans (240 milhões de euros), mais do que o próprio telescópio.

A população que ficou nos arredores será obrigada a limitar o uso de dispositivos de telecomunicações para não interferir com as operações do radiotelescópio.

As autoridades exigem um 'silêncio rádio' de cinco quilómetros em torno da infraestrutura e os visitantes terão mesmo de desligar os seus telemóveis.


domingo, 25 de setembro de 2016

Os mistérios do passado que só o equinócio de outono revela


É oficial: o verão deu lugar ao outono esta quinta-feira às 15h21 de Portugal. O que é o equinócio de outono? E porque é tão especial? As respostas estão na astronomia. E nas profundezas da mitologia.

O outono, como todas as estações do ano, é parte de uma aventura protagonizada pela Terra em torno do Sol. Para a entender é preciso acordar o Lewis Carroll que há em si. Imagine que o nosso planeta é um atleta que corre a uns alucinantes 29,78 km/s – a velocidade da Terra à volta da nossa estrela – numa pista com 942 milhões de quilómetros – distância total que a Terra percorre em redor do Sol. Durante essa corrida, há quatro metas intermédias pelo caminho: dois equinócios – um que anuncia a chegada da primavera e outro que dá início ao outono – e dois solstícios – que abrem as portas ao verão e ao inverno. Este ano, o equinócio de outono chegou esta quinta-feira, 22 de setembro, às 15h21 de Portugal. Mas o que tem essa hora de especial?

Acontece que a Terra não corre direita: ela anda torta porque há um ângulo esférico de 23,5º entre o plano elíptico (que descreve a órbita do planeta ao redor do Sol) e o plano equatorial (que divide a Terra em norte e sul). Esses dois planos cruzam-se numa linha reta. Se imaginarmos o céu que vemos todos os dias como uma esfera que circunda todo o planeta – a esfera celeste -, percebemos que essa linha reta a atravessa em dois pontos. Ora, o equinócio acontece sempre que a posição do Sol em relação à Terra corresponde à posição de um desses pontos. Nesse momento, os raios solares incidem no nosso planeta de modo perpendicular.

Na prática, o que significa isto? Que esta quinta-feira vai ser um dia perfeito: haverá doze horas de luz solar e doze horas de escuridão, tanto no hemisfério norte como no hemisfério sul. A diferença é que, por cá, começa o outono e lá em baixo começa a primavera. Ainda assim, os equinócios e os solstícios não acontecem no mesmo dia todos os anos. E isso acontece porque a órbita terrestre não é constante: quando a Terra está no periélio (mais próximo ao Sol) viaja mais depressa do que no afélio (mais distante ao Sol).

Na época em que nada disto se sabia porque o conhecimento científico não o permitia, a cultura maia marcou o equinócio de outono como o dia em que as maiores divindades desciam à Terra. Uma dessas divindades era Kukulcan – “serpente de plumas” -, deus da água e do vento. Como era considerada uma entidade criadora, os maias ergueram muitos templos em sua honra. Um desses templos é particularmente especial: Chichén Itzá, uma das principais pirâmides maias, que recebeu neste primeiro dia de outono mais um fenómeno que atrai milhares de visitantes.

Olhando para a escadaria do templo, pode ver-se um feixe de luz a descer degraus abaixo, ladeadas apenas por sombra. A “serpente de plumas” só é visível neste dia e durante apenas umas horas. E isto acontece porque a construção tem uma inclinação de 20º em relação ao norte geográfico, em concordância com o ângulo do sol em relação à estrutura.


Chichén Itzá no equinócio de outono. Créditos: Wikimedia Commons.

Na Irlanda, o equinócio de outono é mais especial no Forte de Greenan, uma estrutura histórica de pedra num monte com 244 metros de altura em Donegal. A sua estrutura em anel, do século VI ou VII d.C., foi pensada para se alinhar com o equinócio: um feixe de luz atravessa o anel de pedra precisamente a meio sempre que entramos no outono ou na primavera.

Também em Malta, no templo megalítico de Mnajdra do quarto milénio antes de Cristo, um raio de Sol atravessa o monumento e ilumina o seu eixo principal no equinócio de outono. Este e outros fenómenos levam os estudiosos a crer que Mnajdra era também um calendário solar.


Forte de Greenan. Créditos: Wikimedia Commons.

No Egito, um fenómeno observado na Grande Pirâmide dizia “olá” ao outono: à meia-noite do dia do equinócio em 2170 a.C. a estrela Alpha Draconis – a “estrela polar” da época – brilhou mesmo por cima do eixo central da pirâmide. Exatamente ao mesmo tempo, o sistema solar Alcyone (membro das Pleiades, à volta das quais o nosso Sistema Solar gira), estava precisamente alinhado com o meridiano da Grande Pirâmide de Gizé. Isto aconteceu de tempos a tempos, tendo a última vez ocorrido em 2004, com a Estrela Polar alinhada com o eixo central da pirâmide. O curioso é que Alcyone era parte da constelação de Dragão, associada ao deus mais mortífero da mitologia grega, Tufão. Espante-se: a Estrela Polar pertence à constelação de Ursa Menor que, associada ao deus Seth, corresponde na mitologia egípcia ao deus grego Tufão.


Grande Pirâmide de Gizé. Créditos: Wikimedia Commons.

fonte: Observador

As estranhas criaturas que habitam um vulcão submarino

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Uma expedição científica aventurou-se pelos montes e vulcões submarinos, nunca antes explorados, da costa do Havai. Lá encontraram espécies marinhas nunca antes observadas pela ciência.

Os cientistas do Conservation International (CI) decidiram rumar “por mares nunca dantes navegado” até às montanhas submarinas da costa do Havai, onde foram surpreendidos por novas e estranhas criaturas.

No fundo do mar existe vida. E existem montes e vulcões. Cerca de 10.000, espalhados pelos oceanos, ainda por explorar.

Este mês foram feitas três expedições, por cientistas da CI, a três montanhas submarinas ao longo da Costa do Havai: o monte Cook, o McCall e o Lō’ihi. Os montes Cook e o McCall fazem parte da região Geologist Seamounts, um anel formado por vulcões com cerca de 80 milhões de anos, segundo explicou a CI à revista Live Science.

Os montes submarinos são paisagens escarpadas, milhares de pés abaixo da superfície do mar, feitas de vulcões extintos e outros ainda ativos. Trata-se de ecossistemas complexos, com numerosas comunidades marinhas.

Os cientistas regressaram à superfície com imagens excecionais das criaturas estranhas que ali encontraram, muitas delas novas para a ciência, captadas através de submarinos — Pisces IV e Pisces V — equipados com múltiplas câmaras.

Nas profundezas do oceano, os investigadores descobriram que cada monte submarino tem o seu próprio ecossistema e encontraram diversasespécies de tubarões, enguias, raias, o polvo “dumbo octopus” e espécies raras de corais, incluindo uma variedade colorida à qual chamaram “purple haze” (“roxo neblina”).

Segundo os cientistas do CI, expedições como esta melhoram a compreensão do papel que as montanhas submarinas desempenham na ecologia do oceano, e podem ser úteis a futuras decisões políticas que afetem a conservação destes montes submarinos.





fonte: Observador

Cidades funcionais na Lua? A proposta é da Agência Espacial Europeia


"A cidade lunar é a minha solução preferida para o futuro. A Lua é o próximo passo lógico", diz Jan Woerner, diretor geral da Agência Espacial Europeia, que apresentará a ideia até ao final de 2016.

Enquanto a NASA tem piscado o olho a Marte, a Agência Espacial Europeia (AEE) deverá investir na Lua. Quem o diz é Jan Woerner, o diretor geral da Agência Espacial Europeia (AEE), neste artigo do Guardian, que já antevê cidades na superfície lunar. Ei, calma, não vale a pena imaginarmos cidades bonitinhas, com jardins espetaculares e churrascadas à maneira, com vista para o cintilante e azul Planeta Terra…

Nop. “Eu explico o que a cidade não será: moradias isoladas, escola, igreja, uma piscina, pastelaria, cemitério. Não é isto que eu estou a pensar”, explica Woerner, alertando que, na próxima década ou pouco mais, a Estação Espacial Internacional terá os dias contados. Por isso, há que encontrar soluções para preservar a presença humana no espaço.



Woerner, conta o The Guardian, visualiza uma cidade lunar segmentada, para diferentes atividades, com organizações públicas e privadas de mão dada. Ou seja, uns podem desenvolver um telescópio, outros podem extrair água do gelo polar e transformá-lo em hidrogénio, oxigénio ou combustível fóssil. Outros poderiam pensar no turismo espacial, neste caso lunar, de que há muito se fala, pinta e, de certa maneira, se deseja.

“É um conceito inspirador, e se outros tiverem uma ideia melhor, estou pronto para mudar a minha opinião”, admite Woerner, que se espera que transmita a ideia da cidade funcional na Lua no Conselho da AEE até ao final do ano. “Mas, até agora, posso dizer que a cidade lunar é a minha solução preferida para o futuro. A Lua é o próximo passo lógico.”

Resumindo, a cidade lunar não seria apenas uma forma de perpetuar a presença humana no espaço, mas serviria também para preparar o futuro das epopeias espaciais. Ou seja, seriam construídas infraestruturas vitais e garantido um know-how, como lhe chama o diário inglês, para assegurar a segurança para os humanos terem sucesso em futuras investidas.

fonte: Observador

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