terça-feira, 22 de agosto de 2017

Criança estragou caixão "único" com oito séculos ao tirar uma fotografia


Um caixão com 800 anos ficou danificado depois de uma criança ter avançado a barreira de segurança para tirar uma fotografia, num museu do Reino Unido.

O incidente ocorreu no dia 4 de agosto, no museu Prittelwell Priory, em Southend, Essex, Reino Unido. O incidente foi captado pelas câmaras de vigilância internas, mas só foi descoberto esta terça-feira pelos funcionários do museu, uma vez que a família da criança abandonou o local sem reportar o sucedido.

O caixão de pedra, considerado o último do género, foi empurrado para fora da bancada e partiu.

Claire Reed, responsável pela reparação de artefactos no museu, admitiu que o caixão era "bastante importante e historicamente único".

Aproveitou para relembrar os visitantes que "devem observar e respeitar as barreiras e sinais, pois estão no local para proteger as heranças e histórias desta localidade".

A administração do museu prevê gastar menos de 85 euros com a reparação do caixão. Prevenindo futuros incidentes como aquele que sucedeu, irá deixá-lo completamente fechado.

O caixão foi encontrado em 1921, completo e com um esqueleto no interior, que poderá ter sido de um monge importante daquele priorado, fundado no século XIII.


Asteróide que extinguiu dinossauros trouxe dois anos de escuridão


Novo estudo mostra como aconteceram as mudanças climáticas na Terra após o impacto do asteroide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos

As cinzas e fuligem dos gigantescos incêndios provocados pelo asteróide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos deixou o planeta na escuridão por quase dois anos, afirma um novo estudo publicado na última segunda-feira. O impacto, que extinguiu os dinossauros, mudou drasticamente as condições climáticas na superfície terrestre, impedindo a fotossíntese e a sobrevivência de grande parte dos seres vivos, afirmaram os pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa do Clima dos Estados Unidos (NCAR), que contaram com o apoio da Nasa e da Universidade do Colorado em Boulder, para a pesquisa. A análise foi publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

“A extinção da maior parte dos grandes animais terrestres pode ter ocorrido logo após o impacto, mas os animais que viviam nos oceanos, que podiam se esconder em tocas subterrâneas ou, temporariamente, no fundo das águas, sobreviveram. Nosso estudo olha para a história após os efeitos iniciais – depois dos terremotos, tsunamis e aquecimento. Queríamos verificar os efeitos de longo prazo gerados pela grande quantidade de fuligem criada e quais as consequências para os animais que sobreviveram”, explica Charles Bardeen, do NCAR, e um dos autores do estudo, em comunicado.

Asteróide que extinguiu os dinossauros

A hipótese mais conhecida para a extinção dos dinossauros é que um imenso asteroide caiu na Península de Yucatán, no México, originando a cratera de Chicxulub. No entanto, não se sabe ao certo o que aconteceu após o impacto. Uma das teorias mais aceitas conta que a queda da gigantesca rocha causou a liberação de enxofre e de nuvens de ácido sulfúrico que cobriram o globo e se precipitaram em longas chuvas ácidas. Barrando a entrada de luz solar, as nuvens tornaram o ambiente escuro, o que impediu a fotossíntese e levou a uma abrupta diminuição da temperatura. Contudo, os detalhes de como se deu esse processo ainda são misteriosos.

De acordo com o novo estudo, o choque do asteróide de cerca de dez quilómetros de diâmetro provocou grandes chamas e “enormes quantidades de cinzas”, que teriam obscurecido a luz solar por quase dois anos. Por um ano e meio, a fotossíntese foi interrompida e o planeta sofreu um violento resfriamento, factores que contribuíram para a extinção dos dinossauros.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas usaram um modelo computorizado para simular como seria a Terra no final do Cretáceo, o que ajudaria a compreender a razão por que algumas espécies desapareceram e outras se adaptaram e sobreviveram. Mais de três quartos das espécies que viviam na Terra, incluindo todas as de dinossauros não voadores, foram extintas nessa época e há evidências que essa extinção em massa estaria ligada ao asteróide que atingiu o planeta.

A colisão, de acordo com os cientistas, desencadeou terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas, e a força do impacto teria lançado rochas vaporizadas muito acima da superfície terrestre, onde teriam se condensado em pequenas partículas. Ao caírem novamente na Terra, esses fragmentos teriam se aquecido pela fricção até temperaturas suficientemente altas para provocar incêndios e aquecer a superfície. A simulação aponta também que as cinzas aquecidas pelo Sol subiram para a atmosfera até formarem uma barreira que bloqueou a luz solar que chegava à Terra.

“No início teria sido tão escuro como uma noite enluarada”, explicou Owen Toon, da Universidade de Colorado em Boulder, também autor do estudo, em comunicado.

fonte: Veja

OVNI na China deixa a todos boquiabertos!


Este vídeo estranho, filmado a 13 de agosto na cidade de Jinan, na província de Shandong (China), supostamente mostra um OVNI de forma rectangular.

Algumas pessoas sugeriram que este fenómeno representa uma "porta para o céu" ou um "tapete voador". Mas, segundo a mídia local, trata-se de uma projecção de luz da terra sobre as nuvens


fonte: Sputnik News

Descobertos destroços de navio que transportava material para a bomba de Hiroxima


Uma equipa de investigadores descobriu os destroços do Indianapolis, afundado no Pacífico durante a II Guerra Mundial. O navio transportava material da bomba atómica de Hiroshima.

Uma equipa de investigadores descobriu os destroços do USS Indianapolis, o navio americano que foi responsável por transportar vários componentes daquilo que se viria a ser a bomba atómica que atingiu Hiroshima. O histórico navio tinha sido torpedeado por um submarino japonês há 72 anos. A descoberta foi feita por uma equipa de expedição do Navio de Investigação Petrel, que pertence a Paul Allen, o cofundador da Microsoft.



We've located wreckage of USS Indianapolis in Philippine Sea at 5500m below the sea. '35' on hull 1st confirmation: http://paulallen.com 

A equipa diz ter localizado os destroços a mais de 5.500 metros de profundidade, no fundo do Pacífico Norte. A informação foi confirmada pela Marinha norte-americana em comunicado.

Poder homenagear os corajosos homens do USS Indianapolis e as suas famílias através da descoberta de um navio que desempenhou um papel tão significativo para o fim da Segunda Guerra Mundial é verdadeiramente uma honra”, disse Allen.

De acordo com a Marinha, a equipa estava a pesquisar o local onde se encontrava o Indianapolis cumprindo a lei norte-americana, segundo a qual um navio de guerra afundado é um túmulo militar que não deve ser profanado. Os destroços são propriedade da Marinha e a localização é confidencial e de acesso restrito.

O USS Indianapolis foi o navio cruzador da II Guerra Mundial e foi protagonista da guerra no Pacífico. Navegava no mar das Filipinas entre Guam e o Golfo de Leyte quando dois torpedos de um submarino japonês o atingiram. O seu afundamento, a 30 de julho de 1945, demorou apenas 12 minutos e representou a maior perda da Marinha dos Estados Unidos no mar. O Indianapolis levava 1.196 marinheiros e fuzileiros a bordo, dos quais 800 ficaram à deriva em alto mar durante quatro dias até serem encontrados por uma outra embarcação. Apenas 316 conseguiram sobreviver durante esses dias à isolação e desidratação, mas também a ataques de tubarões.

fonte: Observador

Freira atacada por píton de 8 metros






Freira foi atacada pela cobra quando foi à casa de banho

Uma freira tailandesa foi atacada por uma cobra píton de oito metros quando, durante a noite, foi à casa de banho do templo onde vive, em Rayong. Chin Darachan, de 85 anos, foi mordida numa perna e por pouco escapou a morte certa. 

A cobra estaria no interior da casa de banho e, assim que a idosa abriu a porta, cravou as mandíbulas na perna desta. A píton começou depois a estrangular a freira. 

Chin acabou por ser salva por um grupo de monges que vive no mesmo templo e ouviu os gritos de pânico da mulher. 

Com recurso a alicates e cordas, os monges conseguiram retirar as mandíbulas da cobra da perna da idosa e imobilizar o réptil. 

Chin foi levada ao hospital após o ataque, ocorrido no início do mês, mas já regressou ao templo, onde ainda está a recuperar. "Assim que vi a cobra não consegui escapar. Ela saltou e mordeu-me as pernas. Era incrivelmente rápida e começou logo a enrolar-se à minha volta. Fiquei em choque e só depois consegui gritar. Não sei o que seria de mim se os monges não me tivessem vindo ajudar", explica a freira. 

A freira teve que levar 20 pontos nas pernas, nos locais onde foi mordida pela cobra. A píton foi libertada pelos monges depois. "Não fiquei chateada com a cobra. Ela só estava a fazer o que lhe é natural. Estou feliz por estar viva, é só isso. Mas admito que agora fico sempre um bocadinho com medo cada vez que vou à casa de banho", confessa a freira tailandesa.


Canibal entrega-se à polícia e diz estar "farto de comer carne humana"




Foram encontrados corpos desmembrados na casa do canibal

Um homem entregou-se numa esquadra da àfrica do Sul, com uma perna e uma mão humanas decepadas, dizendo que era canibal e que estava "farto de comer carne humana". O homem levou as autoridades a sua casa, em Estcourt, onde foram encontrados várias partes de corpos desmembrados. 

Segundo a polícia sul-africana, o homem terá violado, morto e consumido partes do corpo de várias mulheres, até ao momento não identificadas. O suspeito é descrito como "um curandeiro tradicional" e, durante a sua confissão, implicou mais dois cúmplices nos crimes. Os três homens já foram presentes a tribunal e, para já, estão acusados de homicídio, numa altura em que ainda decorre a investigação. 

Foi ainda detido um quarto suspeito, que tinha na sua posse pedaços de carne humana. O chefe da polícia local, Mthembeni Majola, teme que sejam encontrados mais corpos. "Seguíamos uma pista que nos levou à casa deste quarto detido. Descobrimos oito orelhas num frasco", explicou. 

Um porta-voz adianta ainda que "os três suspeitos confessaram ter morto uma mulher, tendo desmembrado o corpo em seguida". "Consumiram parte do corpo da vítima e partilharam outra parte com outro suspeito, detido em Amangwe. Neste momento só há confirmação de uma vítima", garantiu Charmaine Struwig da polícia sul-africana.


Jovem "possuída" depois de ver filme de terror





Jovem foi levada para o hospital depois de ver 'Annabelle 2: A Criação do Mal'

Mulher começou a gritar e a tossir descontroladamente, tendo sido levada ao hospital. 

Uma jovem com cerca de 20 anos diz que foi "possuída" pelo Diabo enquanto assistia ao filme de terror ‘Anabelle 2: A Criação do Mal’ num centro comercial em Piauí, no Brasil. A jovem lançou o pânico ao começar a gritar e a tossir descontroladamente no cinema, e foi levada pelos amigos para fora da sala. 

Um vídeo, partilhado nas redes sociais, mostra a jovem deitada no chão, ainda com tosse convulsa , interrompida apenas por gritos. 

Segundo fonte do centro comercial, a jovem foi assistida por bombeiros no local e encaminhada para o hospital de ambulância. O caso ocorreu na passada quinta-feira, pelas 23h00, quando o espaço se preparava para fechar portas. 

"Não conseguimos identificar exatamente o que aconteceu nem o que motivou este comportamento. Ela estava muito nervosa e não conseguia explicar o que se passava. Dizia que tinha sido possuída", explica a assessoria do centro comercial, que não quis revelar para que hospital a jovem foi levada. 

Segundo testemunhas, o aparente ataque de pânico que afetou a jovem ocorreu numa das cenas mais aterradoras do filme, em que aparece um demónio. ‘Annabelle 2’ é a sequela do filme que conta a história de uma boneca que alegadamente é possuída por uma entidade sobrenatural. O filme, baseado em factos verídicos, faz parte do universo ‘The Conjuring’ que conta as aventuras dos investigadores sobrenaturais norte-americanos Ed e Lorraine Warren.


Larvas de peixe-zebra testam terapias personalizadas em cancro


As células tumorais foram tingidas com um corante para se poder visualizar o tumor RITA FIOR

Dois investigadores portugueses criam novo modelo que pode vir a tornar-se num teste de rotina para verificar a eficácia da quimioterapia.

São resultados preliminares, "uma prova do conceito", como lhe chama Rita Fior, da Fundação Champalimaud. Mas o trabalho que a investigadora desenvolveu com Miguel Godinho Ferreira, também da Fundação Champalimaud e do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), e que acaba de ser publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), pode ser o caminho para um novo teste capaz de estimar em poucos dias a eficácia de um tratamento de quimioterapia em doentes com cancro - e ajustar a terapia a cada doente.

Rita Fior e Miguel Godinho Ferreira demonstraram a possibilidade de prever os efeitos de um tratamento de quimioterapia, testando as células tumorais do doente em larvas de peixe-zebra, um modelo animal muito utilizado em laboratório. Neste caso, a pequena dimensão da larva, com menos de um centímetro, torna estes testes muito rápidos.

Na sua prova de conceito, os dois investigadores portugueses e as suas equipas estudaram os casos de cinco doentes com cancro colorretal que foram tratados na Fundação Champalimaud e no Hospital Amadora-Sintra. O que a equipa fez foi implantar células tumorais dos doentes nas larvas de peixe-zebra, e depois testar nos tumores assim criados o tipo de quimioterapia que cada um dos doentes tinha recebido.

Os resultados não podiam ser mais promissores: em quatro dos cinco casos, os resultados nas larvas foram idênticos ao que aconteceu com os próprios doentes. Dois deles não responderam bem ao tratamento, e os tumores induzidos nas larvas também não. Em relação a outros dois, que responderam bem ao tratamento, as larvas seguiram exatamente o mesmo padrão. O teste funcionou.

Agora é necessário alargar o estudo e comprovar que funciona para todos os casos, ou pelo menos para a esmagadora maioria deles. "Nesta segunda fase, que já se iniciou, vamos testar centenas de doentes da Fundação Champalimaud e do Hospital Amadora-Sintra, com o qual estabelecemos um protocolo e que tem sido muito colaborativo", adianta Rita Fior.

Os dois cientistas esperam que o estudo esteja concluído dentro de dois a três anos e, se tudo correr como acreditam, o resultado poderá ser um novo teste para prever com grande rapidez a eficácia (ou não) de um determinado tratamento escolhido.

"Se tudo correr bem, vamos poder informar os oncologistas do resultado das várias terapias nos avatares [as larvas, que simulam o doente]; serão sempre eles a ter de escolher o tratamento, mas poderão fazê-lo com base em testes individuais", explica por seu turno Miguel Godinho Ferreira, citado num comunicado da Fundação Champalimaud.

A escolha das larvas do peixe-zebra para simular os tratamentos de quimioterapia é a chave certa e tem a grande vantagem da rapidez. "Conseguimos resultados sobre a eficácia de um determinado tratamento em três ou quatro dias", explica a cientista.

Os tratamentos de quimioterapia são atualmente aplicados seguindo diretrizes internacionais estabelecidas de acordo com as estatísticas das taxas de sucesso obtidas em ensaios clínicos. Se o teste desenvolvido pelos dois cientistas portugueses comprovar a sua eficácia, abrem-se novas possibilidade de personalização e de maior precisão nos tratamentos.

"Isso não pode ser feito por rotina em ratos, porque os tumores produzidos com células tumorais dos doentes levam meses a tornar-se visíveis e a poderem ser testados, porque o rato é um animal grande", nota Rita Fior. Na larva de peixe-zebra basta introduzir-lhe poucas células do tecido tumoral para produzir um tumor que pode ser testado.

A ideia de utilizar as larvas de peixe-zebra neste contexto surgiu aos dois cientistas separadamente - estavam na altura ambos no IGC, mas em grupos distintos - mas quando se aperceberam disso decidiram avançar com o estudo conjunto. Em boa hora. Os resultados mostram que estavam certos.


Fox News mostra 'nave extraterrestre' sobrevoando Congresso Norte Americano


Um vídeo recente do canal Fox News fascinou os ovniólogos que detectaram um objecto desconhecido que passou por cima do Capitólio Norte Americano.

Não, seus olhos não o traíram. Um objecto que lembra uma nave extraterrestre sobrevoou realmente o Capitólio Norte Americano onde se reúnem os congressistas.

Os ovniólogos não conseguiram passar ao lado desta ocasião e iniciaram uma investigação para determinar a origem do objecto misterioso que passou perante as câmaras a grande velocidade.

O vídeo engrossou a base de dados da Rede Mútua de OVNI (Mutual UFO Network, MUFON) acompanhado do comentário de um telespectador de Rolling Meadows, de um município no estado de Illinois que não dizia praticamente nada: "Este objecto sobrevoou o prédio do Capitólio quando eu assistia a Fox News".

O objecto mostra ser cilíndrico e brilhante quando se examina o vídeo em movimento lento. Portanto, a forma vista no vídeo pode não corresponder à forma real porque o objecto passou perante a câmara a alta velocidade, sublinha o portal Openminds.


fonte: Sputnik News

Cães azuis na Índia? Culpa é da poluição

Imagens registadas pela associação de protecção de animais local

O fenómeno é consequência da poluição emitida por uma fábrica de detergentes que tem vindo a despejar resíduos industriais e lixo tóxico no rio Kasadi

Desde o início do mês de agosto que têm surgido vários casos de cães que misteriosamente ganharam uma tonalidade azul, em Mumbai, na Índia. O fenómeno é consequência da poluição de uma fábrica de detergentes que tem vindo a despejar resíduos industriais e lixo tóxico no rio Kasadi.

A empresa, além de libertar pó residual para o ar, utiliza corante azul para fabricar detergentes, despejando-o depois no rio sem qualquer tratamento.

É comum os cães abandonados atravessarem o rio Kasadi em busca de alimentos, sendo que o tom azul brilhante dos animais é uma das reações à poluição no rio. Também já foi detetado um caso de cegueira num dos animais, devido aos químicos.

"A empresa não possui equipamentos de monitorização de poluição do ar ou da água adequados. Isso levou à emissão e descarga de poluentes. Foi enviado um relatório completo para a nossa sede, sendo que uma audiência privada com a empresa deverá decorrer na próxima quinzena. Se eles não fizerem os esforços adequados para controlar a poluição, vamos fechá-los", afirmou Jayant Hajare, responsável do organismo de controlo de poluição e Maharashtra, em declarações ao Hindustan Times.

A fábrica em causa afirmou que irá cumprir com as obrigações, tendo já disponibilizado uma equipa técnica para monitorizar os níveis de poluição. Os dados serão divulgados online, no site da empresa. Também já foi instalado um portão temporário que impede a passagem pelas margens do rio.

A Proteção Animal de Mumbai está a desenvolver campanhas para consciencializar a população para os efeitos da poluição química nos animais. A maioria dos cães afetados já foi tratada, depois de os animais terem sido submetidos a análises sanguíneas, mas o corante azul afetou também alguns pardais.


Cientistas descobriram fractura tectónica em formação ao largo da costa portuguesa

Um "embrião" de placa tectónica foi detectado a sudoeste de Portugal

Um "embrião" de placa tectónica foi detectado a sudoeste de Portugal ELLIOT LIM E JESSE VARNER, CIRES/NOAA/NGDC

Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenómeno.

A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.

A confirmar-se que o fenómeno, em que uma placa tectónica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais da Europa e América a juntar-se num novo supercontinente.

João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a Margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia – está na realidade a tornar-se activa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona.

“Detectámos os primórdios da formação de uma margem activa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.

E o investigador salienta que a actividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectónica.

A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos actuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direcção aos Estados Unidos. Este tipo de fenómeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.

O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenómeno de activação tectónica.

fonte: Público

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Eclipse solar: Em Portugal vamos ver a Lua a mordiscar o Sol

Eclipse solar total visto da Indonésia em 2016

Eclipse solar total visto da Indonésia em 2016 BEAWIHARTA/REUTERS

A Lua vai passar à frente do Sol e tapá-lo. No território português apenas se vai conseguir ver este fenómeno parcialmente. O espectáculo a sério vai ser nos Estados Unidos. Nessa altura, Bonnie Tyler vai cantar Total Eclipse of the Heart, o seu êxito dos anos 80, num cruzeiro nas Caraíbas.

Esta segunda-feira o Sol vai estar no centro das atenções. Afinal, há um eclipse solar total que vai atravessar (mesmo na totalidade) a parte central dos Estados Unidos, desde a costa do Pacífico à costa do Atlântico. Em Portugal, lá para o final da tarde, também teremos direito a ver o eclipse solar, mas será só parcial. Os cientistas vão aproveitar este fenómeno para obter dados e conhecer melhor o Sol.

“A Lua passa em frente do Sol e tapa-o na totalidade” – é desta forma que Rui Agostinho, astrofísico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, explica o que é um eclipse total da nossa estrela. Em média, por ano ocorrem dois eclipses solares. “Não é garantido que sejam totais”, avisa o astrofísico. “Muitas dessas vezes [os eclipses] não se vêem em grande parte da Terra, o que nos dá sempre curiosidade”, considera ainda Máximo Ferreira, astrónomo e director do Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia.

Há quatro tipos de eclipses solares: o total, em que a Lua tapa o Sol; o anular, quando a Lua cobre o centro do Sol, mas fica visível um anel da estrela; o parcial, em que a Lua tapa parcialmente o Sol; e o híbrido, em que nalguns locais o eclipse é total e noutros é anular. 


Este eclipse vai ser muito particular: percorre os Estados Unidos de um lado ao outro durante a manhã e o início da tarde (em Portugal é já ao final da tarde e início da noite). A sombra da Lua projecta-se sobre a Terra, ou seja, a região onde o eclipse é total vai fazer a trajectória desde o oceano Pacífico até ao oceano Atlântico, atravessando os Estados Unidos de noroeste para sudeste, indo assim desde a costa do Oregão e até à da Carolina do Sul. A faixa da totalidade do eclipse mede cerca de 160 quilómetros de largura. “O grande show vai ser mesmo nos Estados Unidos. O eclipse corre o país de lés-a-lés”, diz Rui Agostinho.

Há algum tempo que os Estados Unidos não tinham um eclipse total que atravessasse assim o país. O site da NASA adianta mesmo que desde 1918 que um eclipse do Sol não se estendia por todo o território norte-americano. E Rui Agostinho diz que não termina aqui: “Neste século, os Estados Unidos vão ter uma série de eclipses.” Em 2024 e 2045 (embora com algumas características e trajectórias diferentes) haverá mais dois eclipses solares totais que atravessam o país.


Foto Mapa da faixa onde o eclipse solar de 21 de Agosto de 2017 será total, desde o Pacífico ao Atlântico ESTÚDIO DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA DA NASA

O eclipse desta segunda-feira será ainda visível parcialmente na América do Norte, no Norte da América do Sul, na Europa ocidental, no extremo ocidental do Norte de África, no extremo oriental da Ásia, no Norte do oceano Pacífico e no Atlântico Norte, refere a página do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) na Internet.

Como tal, em Portugal continental e nos arquipélagos dos Açores e da Madeira este eclipse será visível parcialmente. “Na maioria do território nacional, o eclipse parcial será pouco perceptível, pois começa quando o Sol já se encontra próximo do ocaso, altura em que as imagens dos astros apresentam más condições de observação”, indica a página do OAL. “A Lua tapa um bocadinho o Sol. O Sol leva uma dentada”, brinca Máximo Ferreira.

“No continente, quanto mais para sul e para litoral, maior será a percentagem do Sol oculta”, refere ainda um comunicado do Planetário do Porto – Centro Ciência Viva. E as horas serão semelhantes em todo o continente.


No Porto, o início do eclipse é por volta das 19h44, o seu máximo acontece às 20h22 e a percentagem do Sol oculta é de cerca de 16%. Em Lisboa começa pelas 19h45, às 20h23 atinge o máximo e a área solar coberta vai até aos 19%. Mais a sul, em Faro, o eclipse começa às 19h47 e às 20h27 o máximo da parte tapada chega quase aos 22%.

Nos arquipélagos da Madeira e dos Açores é onde a área coberta será maior. No Funchal, o eclipse começa às 19h48 e no auge, às 20h35, terá coberto 33% do Sol. É o local, em Portugal, em que se verá a Lua a tapar mais o disco solar, segundo o comunicado do Planetário do Porto. Já em Ponta Delgada, o eclipse inicia-se às 18h40 locais, às 19h28 estará no máximo e termina por volta das 20h12, tendo uma cobertura de 28%. Os Açores serão o sítio em Portugal onde o eclipse parcial será visível desde o início até ao fim, ainda que o Sol já esteja baixo no horizonte, refere o OAL.


Foto Observação de um eclipse parcial do Sol junto às instalação no Planetário do Porto em 2015 FERNANDO VELUDO/NFACTOS

Nos próximo tempos, em Portugal, não teremos a mesma sorte dos Estados Unidos. Apenas haverá em 2026 um eclipse em que o Sol terá uma cobertura de cerca de 90% (e que apanha sobretudo o Norte do país) e em 2028 haverá um eclipse anular que será visível sobretudo no Sul do país, destaca Rui Agostinho. Máximo Ferreira acrescenta que em 2027 e 2081 apenas iremos ver eclipses parciais do Sol (embora em Espanha sejam totais).

O último eclipse solar total em Portugal remonta a 1912, informa Máximo Ferreira. “Para acontecer no mesmo sítio, são necessários muitos anos”, frisa. Quando haverá então um eclipse solar total visível? “Só depois de 2100”, indica-nos Máximo Ferreira. Ao longo deste século, ocorrem 68 eclipses solares totais visíveis, mas em Portugal alguns deles serão apenas parciais.

Para se observar o Sol, o Planetário do Porto tem uma sessão esta segunda-feira a partir das 19h30 junto à piscina das marés, em Leça da Palmeira. Haverá telescópios com filtros apropriados para se ver o eclipse. Já no Centro Ciência Viva de Constância vai realizar-se uma palestra sobre os eclipses. Depois, lá para as 19h30, começam as observações com telescópios com filtros, filtros solares oculares e a imagem será mesmo projectada num ecrã. Quem quiser participar, basta aparecer a partir das 18h.

Caso queira acompanhar o eclipse solar total nos Estados Unidos, pode fazê-lo via streaming através do site da NASA, que estará a segui-lo por mais de 60 telescópios, aviões e balões de alta altitude. A transmissão começa às 17h (horário de Portugal continental) a partir de Charleston, na Carolina do Sul.

Este eclipse nem a Hollywood vai escapar. Produtores de filmes e de anúncios de televisão, equipas de filmagens, realizadores e actores têm-se vindo a preparar para o momento. Os realizadores esperaram, sobretudo, o momento em que a Lua cobre o Sol e o brilho da corona fica exposto ao longo do perímetro da nossa estrela. E se há música sobre um eclipse total é Total Eclipse of the Heart, de Bonnie Tyler. Como tal, a própria vai cantar o seu êxito dos anos 80 a bordo de um cruzeiro da empresa Royal Caribbean International, no momento em que a Lua tapa o Sol. “Bonnie Tyler foi uma escolha óbvia para este momento único”, disse Michael Bayley, presidente da empresa à revista Time.

Os mistérios da corona

Este eclipse também será útil para a ciência. Aliás, os eclipses, sobretudo os eclipses totais do Sol, têm permitido aos cientistas estudar a corona (parte exterior da atmosfera do Sol que é mais quente do que a sua superfície). Os cientistas usam aparelhos chamados “coronógrafos”, que instalam em satélites e telescópios, para desvendarem os segredos da corona. Neste eclipse, também o avião Gulfstream V, da Fundação para a Ciência dos Estados Unidos, vai sondar os fluxos magnéticos da corona do Sol fazendo observações da sua radiação infravermelha (que não é fácil de observar no solo).

Já a NASA irá usar dois jactos para estudar a corona. Têm câmaras de vídeo de alta velocidade para capturar o movimento dos finos filamentos da corona. “Idealmente, queremos descobrir algum mecanismo que tenha energia suficiente na corona para a aquecer”, diz Amir Caspi, um dos astrónomos responsáveis por este trabalho, à revista Nature. Além deste trabalho, os dois jactos vão também aproveitar a viagem para, observando a radiação infravermelha, criar o primeiro mapa térmico do planeta Mercúrio e detectar pequenos asteróides que estejam entre Mercúrio e o Sol, refere a mesma revista.


Foto Observação de um eclipse parcial do Sol junto às instalação no Planetário do Porto em 2015 FERNANDO VELUDO/NFACTOS

Mesmo em terra, haverá estudos que contribuirão para a investigação da corona solar. Um deles é coordenado pela física norte-americana Shadia Habbal e vai tentar fazer um mapa de temperaturas da corona. Ou ainda o trabalho de uma equipa francesa, liderada pelo astrónomo Serge Koutchmy, do Instituto de Astrofísica em Paris, que estará num vale no Idaho (nos Estados Unidos) a fazer as observações. O objectivo é analisar as linhas espectrais da corona, para ver que elementos químicos estão presentes.

Cientistas da NASA também querem aproveitar este eclipse para perceber melhor a energia da própria Terra, ou seja, a forma como a energia se propaga no nosso planeta. Vão fazê-lo através de dados recolhidos no solo, no espaço e usar um modelo computacional. “Esta é a primeira vez que vamos usar métodos a partir do solo e do espaço para simular a sombra da Lua ao longo da superfície da Terra nos Estados Unidos e calcular assim a energia que chega à Terra”, disse Guoyong Wen, da NASA, em comunicado desta agência espacial. Por exemplo, o espectrómetro Pandora desenvolvido pela NASA, e que está em terra, irá recolher dados. No espaço, a NASA conta, por exemplo, com uma câmara que está no satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR).
Os sons de quem o vê

Nos Estados Unidos, também os observadores amadores estão convidados a ajudar na recolha de dados. O Projecto Eclipse Megamovie pede a quem tiver uma câmara, um telescópio ou um smarthphone que recolha imagens (com os devidos cuidados) e as submeta na aplicação do projecto. Estas imagens serão para um vídeo sobre o eclipse e irão contribuir para que se estude o efeito do “anel de diamante” (acontece no início e no final de um eclipse total e parece que estamos a ver um anel de diamante). Poderão ainda ajudar os cientistas a medir o tamanho do Sol com mais precisão.

Já o projecto Life Responds, da Academia de Ciências da Califórnia, pede às pessoas que registem o comportamento dos animais durante o eclipse e o submetam na aplicação iNaturalist. Para já, estes dados não são para uma investigação científica específica, mas os cientistas esperam que as informações recolhidas a suscitem. Afinal, há relatos de comportamentos estranhos de animais durante os eclipses solares totais, como lamas que perseguem um grupo de pessoas ou golfinhos que andam à roda de navios.

E também de sons se faz um eclipse. O projecto Eclipse Soundscapes quer que os observadores recolham sons à volta de quem está a observar o fenómeno. A informação servirá para possíveis estudos de antropologia e de biologia e para criar experiências sonoras para pessoas cegas. O projecto é coordenado por Henry Winter, astrofísico no Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge (EUA).

“Isto dá às pessoas a noção de que podem contribuir para a ciência”, diz Andrew Fraknoi, antigo professor de astronomia na Foothill College em Los Altos Hills e conselheiro do projecto Life Responds. Rui Agostinho destaca ainda outro aspecto do eclipse: “As imagens dos satélites vão ser espectaculares.” Aguardemos. 

fonte: Público

Grávida morta em ritual satânico




Grávida morta em ritual satânico

Fernanda foi esfaqueada até à morte e queimada numa fogueira. 

Fernanda Pereyra, de 26 anos, foi esfaqueada até à morte e lançada numa fogueira no que se supõe ter sido um ritual satânico. A mulher apenas foi reconhecida pelo colar que estaria a usar na altura. 

O corpo de Fernanda, que estava grávida de seis meses, foi encontrado perto da cidade de Rincon de los Sauces, na Argentina. Estava ao quilómetro 6 da estrada 66, o que leva a crer que tenha sido ali colocado em alusão ao número 666, associado com o demónio. 

Conta o jornal Metro que os suspeitos do crime estão ligados ao tráfico de droga e suspeita-se que pratiquem rituais de satanismo. 

Três pessoas já foram detidas por relação com este crime: o ex-namorado de Fernanda, Luciano Hernandez, e dois amigos deste homem: Osvaldo Castillo e Diego Marillan. 

A vítima mortal terá sido levada até ao local onde foi encontrada numa Renault Kangoo, já recuperada pelas autoridades, que tinha sido limpa depois de ter transportado o corpo mas onde ainda foram encontrados bocados de cabelo e de sangue de Fernanda. 

Em casa do principal suspeito foi encontrada uma ovelha sacrificada que se presume ter também sido usada noutro ritual satânico.


domingo, 20 de agosto de 2017

Jesus era um astronauta?


A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO – A origem alienígena de Cristo

OBJETIVO – Negar a verdade para evitar o descrédito das igrejas tradicionais

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto. Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?: as divindades vieram do espaço.

Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um óvni. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET – apenas discos voadores –, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.

Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro Extraterrestrials Took me to Their Planet (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.

Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings(A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos. Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era “o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica”. Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido “levado para o céu no interior de um objeto voador”.

ETs DIVINOS

Os conspiradores esconderiam muito mais segredos. Toda a linhagem de personagens bíblicos, do Gênesis ao Apocalipse, seriam astronautas de outras galáxias, como defende Däniken. A lista é variada: os anjos que revelaram a Ló a destruição de Sodoma e Gomorra ou conduziram os judeus na fuga do Egito, o carro de fogo que levou o profeta Elias para o céu, as visões de Deus do profeta Ezequiel, a arca utilizada por Noé durante o dilúvio. Segundo seguidores da teoria extraterrestre, todas essas descrições correspondem perfeitamente a espaçonaves alienígenas. Para colocar mais lenha na fogueira, em 1995, o padre italiano Piero Coda propôs uma questão aos seus colegas de Vaticano. Ele queria saber se a morte de Cristo na cruz também salvou as criaturas de outros planetas. Embora não tenha citado um salvador ET, Coda acabou admitindo a hipótese de que Deus poderia ter criado a vida em outros lugares do universo.

Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, “200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes”. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna.

As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos. Uma coisa é certa. Se Jesus era mesmo extraterrestre, o papa Francisco e a Nasa terão em mãos a maior agência de turismo do mundo.


sábado, 19 de agosto de 2017

Cientistas russos experimentam máquina do tempo no espaço

As capsulas espaciais de Soyuz e Progress, acopladas à EEI. Essa foto foi tirada pelos membros da tripulação da Estação Espacial Internacional

Os especialistas russos lançaram para o espaço um relógio atómico com base em hidrogénio para comprovar a teoria que o tempo não é estático no espaço.

Assim, de acordo com a sua versão, o tempo na Estação Espacial Internacional está passando mais rapidamente do que fora dela.

Os apoiantes da teoria afirmam que ao nos afastarmos do nosso planeta, o tempo passa mais rapidamente. Por outro lado, junto a objetos grandes ele é mais lento, por exemplo, ele é praticamente estático perto dos buracos negros.

Os astrofísicos acreditam que a gravitação e a energia escura influenciam o tempo, e é a energia escura que faz o Universo se expandir, comunica o Gazetadaily.ru.

Se os especialistas puderem provar que o tempo é uma grandeza física e não abstrata, este material podia ser utilizado para a construção de novos motores espaciais.

Anteriormente, os especialistas norte-americanos anunciaram a existência de portais espaciais que permitem efetuar deslocações no tempo.

Os especialistas da NASA afirmam que tais portais, que surgiram só há alguns anos, podem permitir efetuar deslocações no espaço.

fonte: Sputnik News

Dinossauros tomam de assalto as ruas de uma vila portuguesa

Museu da Lourinhã lança iniciativa Dinossauros Saem à Rua

Há 150 milhões de anos, o Jurássico Superior, a região onde é hoje a Lourinhã, era dominada por dinossauros. Para tornar mais conhecida a história destas enormes criaturas na Terra, o Museu da Lourinhã colocou 18 modelos de dinossauros em tamanho real nas ruas da localidade até meados de setembro, no âmbito da iniciativa Dinossauros Saem à Rua.

Nessa época o homem não existia, os seus antepassados, que eram apenas pequenos mamíferos, tentavam escapar aos dinossauros da região.

"Havia mamíferos na altura [época], mas eram mamíferos muito pequenos, mais ou menos do tamanho de um rato. Os dinossauros da Lourinhã têm 150 milhões de anos, os dinossauros em geral extinguiram-se há 60 milhões de anos, e o homo sapiens em geral só tem 300 mil anos", relembra à Sputnik Brasil o antropólogo Alexandre Audigane, da equipe de investigação do Museu da Lourinhã e do GEAL (Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã).

Esta cidade da zona oeste de Portugal está no mapa mundial das descobertas paleontológicas. Nas suas arribas costeiras têm sido encontrados inúmeros vestígios de dinossauros do Jurássico Superior, alguns de espécies únicas no mundo.

"Há sete espécies únicas que só foram encontradas na zona da Lourinhã: temos, entre outros, o Lourinhanosaurus antunesi, o Torvosaurus gurneyi ou o Miragaia longicollum", explicita Audigane à Sputnik.

O Lusotitan Atalaiensis foi o maior dinossauro encontrado até agora e os seus vestígios foram recuperados na Atalaia, aldeia próxima da Lourinhã. Acredita-se que este saurópode mediria 23 metros de comprimento e 12 metros de altura.

Por sua vez, o Dinheirosaurus Lourinhanensis — que conquistou o seu nome por ter sido descoberto na praia de Porto Dinheiro — entra para a lista dos mais compridos achados em território português: 25 metros de comprimento e uma cauda enorme e flexível, como se pode ler no artigo, com o título "Lourinhã Jurássica", do site viaverde.pt.

Nas descobertas na Lourinhã destacam-se ainda pegadas do Miragaia Longicollum, revelado na povoação de Miragaia, e vestígios do Lourinhanosaurus Antunesi, um dos dinossauros carnívoros mais importantes que viveram em Portugal.


© SPUTNIK/ MUSEU DA LOURINHàMuseu da Lourinhã lança iniciativa Dinossauros Saem à Rua

Mas as descobertas na região não se limitam a vestígios e ossadas, foram encontrados ovos fossilizados de Torvossauro (antecessor do conhecido Tiranossauro Rex) contendo os mais antigos embriões de dinossauro de todo o mundo e o segundo maior ninho conhecido, com mais de 100 ovos.

As rochas sedimentares caraterísticas desta zona criaram as condições ideais para a fossilização e o fato das arribas não apresentarem construções ou agricultura facilitou a descoberta.

Até hoje, os paleontólogos da GEAL (Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã) já recolheram várias pegadas, ossos, ovos e até embriões que têm permitido a reconstituição e estudo destas espécies animais com mais de 150 milhões de anos.

"Lourinhã é considerada a capital do dinossauro pela quantidade de fósseis que foram encontrados na região. No Museu há a maior coleção de fosseis de Portugal e uma das mais importantes na Península Ibérica, a nível do Jurássico Superior", diz-nos o antropólogo Audigane.

Em Portugal conhecem-se cerca de 20 espécies diferentes de dinossauros que vão desde o período Triássico (190 milhões de anos) ao Cretáceo (67 milhões de anos).


© SPUTNIK/ MUSEU DA LOURINHàMuseu da Lourinhã lança iniciativa Dinossauros Saem à Rua

O Museu, a Câmara Municipal e a União de Freguesias da Lourinhã e Atalaia pretendem, com a iniciativa Dinossauros Saem à Rua, "consolidar a afirmação da Lourinhã como a Capital dos Dinossauros e valorizar o patrimônio paleontológico do concelho, onde têm sido descobertos ossos fossilizados de dinossauro, pertencentes a várias espécies e o maior ninho dos dinossauros com os mais antigos embriões até então encontrados", pode ler-se no site do evento.

"A iniciativa era uma ideia antiga. Como para o ano vai abrir o Parque de Dinossauros da Lourinhã, decidimos fazer a iniciativa este ano", explica à Sputnik Alexandre Audigane, um dos elementos do GEAL.

Junto à sede da autarquia está de vigia o rei dos dinossauros, o carnívoro "tiranossauro rex", tem 13 metros de comprimento e quatro de altura, para mostrar quem manda.

Mas não estão só expostos enormes criaturas, é possível tirar uma fotografia ao lado do menor exemplar da exposição, um alossauro juvenil: tem 2,90 metros de comprimento, mas apenas 130 centímetro e altura, o equivalente à estatura de uma criança de oito anos.

Estes são apenas dois dos dinossauros do Jurássico Superior, período a que pertence a maior parte dos achados paleontológicos daquele concelho, do distrito de Lisboa, que irão estar nas ruas da Lourinhã até meio de setembro.

"O maior dinossauro terá um comprimento superior a 23 metros", disse Franz-Josef Dickman, representante da empresa PDL, criada para construir e gerir o Parque dos Dinossauros da Lourinhã, ao site o Observador.


© SPUTNIK/ MUSEU DA LOURINHàMuseu da Lourinhã lança iniciativa Dinossauros Saem à Rua

Os 12 novos dinossauros juntam-se aos seis que foram colocados na cidade em março. Mas a iniciativa não fica só por aqui. Uma equipe de "cake designers" construiu o maior ninho e dinossauros em chocolate, com 2,5 metros de diâmetro, concorrente ao livro de recordes do mundo Guinness.

O município tem como objetivos "promover a Lourinhã como 'capital dos dinossauros' e mostrar-nos o novo projeto museológico do Parque dos Dinossauros".

A construção arrancou em janeiro, mas os visitantes têm de esperar ainda mais um ano para ver como será este parque, onde vão estar espalhados cerca de 120 dinossauros, incluindo estes 18 que estão nas ruas da cidade.


© SPUTNIK/ MUSEU DA LOURINHÃ Museu da Lourinhã lança iniciativa Dinossauros Saem à Rua

A partir de 2018, os modelos de dinossauro vão ficar em exposição permanente no futuro Parque dos Dinossauros, que deverá abrir nessa altura. O investimento de 3,5 milhões de euros contempla a construção de um edifício com área de exposição de achados paleontológicos, loja e laboratório de preparação de fósseis e um parque ao ar livre, para exposição de mais de uma centena de modelos de dinossauro em tamanho real.

O parque deverá receber por ano 200 mil visitantes, número muito superior ao do atual museu (25 a 30 mil pessoas), onde a exiguidade do espaço impede a exposição de todo o espólio já encontrado.

Para a construção foi feita uma parceria e cooperação entre a PDL, que é o promotor do projeto, a Câmara Municipal da Lourinhã, que é a detentora dos terrenos, o Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã (GEAL) e, por fim, o Museu da Lourinhã, que conta já com um vasto espólio de fósseis, bem como conhecimento científico.

Numa fase inicial, pretende-se que o Parque ocupe um espaço de 10 hectares dos 36 que foram concedidos. O Parque vai situar-se nos terrenos onde antes existia a antiga lixeira do município.

fonte: Sputnik News

Que está acontecendo? Gigantesca nave extraterrestre parece se abastecer do Sol

Superfície do Sol

O vídeo, publicado na Internet, mostra um objeto de dimensões gigantescas perto do Sol.

O OVNI, segundo ufólogos, parece ser feito de materiais hiper-resistentes a temperaturas extremamente altas, porque foi detectado a uma distância próxima do Sol. 

O vídeo do gigantesco objeto brilhante, que pode ser um OVNI de acordo com os ufólogos, foi publicado no canal Streetcap1. 

O vídeo de "um objeto muito brilhante por cima do Sol" atraiu a atenção de vários apaixonados por teorias de existência de vida extraterrestre.


fonte: Sputnik News

Recente achado na Crimeia vale mais do que um tesouro

Arqueólogos escavando a necrópole de Kyz-Aul perto da cidade de Kerch, Crimeia

Na península da Crimeia, perto da cidade de Kerch, os arqueólogos encontraram uma laje de mármore do século III com uma curiosa inscrição.

A descoberta foi feita durante a limpeza de uma antiga sepultura, na necrópole de Kyz-Aul, informam fontes locais. A antiga cripta onde se encontrava a placa com a inscrição fora saqueada na Idade Média por representantes da cultura saltavo-mayatskaya, associada com os cazares, um povo de origem turcomana procedente da Ásia Central. Após capturarem a Crimeia no século VI, este povo se estabeleceu nos edifícios de seus predecessores.

"Encontrar algo assim é uma grande sorte, pois qualquer fonte escrita antiga tem muito mais valor do que o mais valioso tesouro", explica o chefe da expedição arqueológica, Pavel Getsko.



Sensação! Na Crimeia, na região de Kerch, cientistas encontraram e decifraram uma laje de mármore com inscrição antiga" 

Para traduzir completamente o texto da placa é necessário realizar mais escavações e buscar suas partes restantes. Além desta peça, no local foram encontrados espaços para cozinhar, um sistema de aquecimento, fragmentos de cerâmica e uma ânfora medieval quase completa.


fonte: Sputnik News

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Descoberta inexplicável em Marte deixa os astrónomos perplexos


Os investigadores da Universidade de Durham (Reino Unido) descobriram grandes reservas de gelo no equador do Planeta Vermelho após terem analisado as imagens recebidas pelo satélite Mars Odyssey.

Esta descoberta revela que anteriormente Marte girava praticamente "deitado" de lado, segundo um artigo da revista científica Icarus.

Jack T. Wilson, um dos autores do estudo, admite que os cientistas sabiam da presença de vestígios de água "recentes" nas latitudes temperadas de Marte. No entanto, o facto do gelo se encontrar precisamente no equador do planeta — a área mais quente — foi especialmente surpreendente.

Além disso, segundo os dados que a ciência dispõe actualmente, não devia ter havido gelo no equador do planeta pelo menos durante nos últimos 3 biliões de anos.

Wilson comentou que, levando em consideração esta última descoberta, Marte provavelmente girou com um eixo de inclinação de 45 graus. De outra maneira, as reservas de gelo teriam sido incapazes de se formar.

fonte: Sputnik News

Colisão iminente: astrónomos detectam explosão de super nova chocando com estrela


Astrofísicos conseguiram observar pela primeira vez como uma onda de choque, originada pela explosão de uma super nova, colide com outra estrela localizada perto do astro morto, de acordo com um artigo publicado na revista Astrophysical Journal Letters.

As chamadas super novas tipo Ia se formam a partir de anãs brancas — antigas estrelas "queimadas" sem fontes de energia próprias, que explodem por causa da fusão de anãs brancas.

Ao invés de outros tipos de super novas, como resultado desta explosão pelo menos uma estrela desaparece completamente e é substituída por uma nuvem quente e brilhante de plasma incandescente e vários metais pesados. Esta nuvem continuará brilhando por milhares de anos antes de esfriar e se apagar definitivamente.

Griffin Hosseinzadeh, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, e seus colegas descobriram o primeiro caso fidedigno de que a onda de choque, originada por tais super novas, colide não apenas com sua própria matéria, mas também com a estrela vizinha quando observaram a super nova SN 2017cbv. Ela explodiu em março deste ano na galáxia NGC 5643, na constelação de Lupus, a uma distância de cerca de 55 milhões de anos-luz da Terra.

"Há muito tempo que tentávamos encontrar esse show espacial — uma colisão de erupções de uma super nova com a estrela vizinha, cujas consequências foram previstas ainda em 2010. Os sinais de tais cataclismos já existiam antes, mas agora temos provas irrefutáveis que isso acontece realmente", disse Griffin Hosseinzadeh.

Como mostram as observações, após a colisão com a onda de choque, a estrela vizinha não ficou destruída, mas a temperatura da sua matéria e do espaço em redor subiu tanto que estes começaram a irradiar muitíssima radiação ultravioleta. Nada disso acontece após a colisão de pares de anãs brancas.

Os cientistas esperam entender, com as próximas observações de super novas nas primeiras horas depois da colisão, o que ocorre com a estrela restante e como muda sua aparência e propriedades físicas após a parceira ter morrido. 

fonte: Sputnik News

Ovniólogo sobre aparecimento de extraterrestres: em breve, todos segredos serão revelados


A cada dia surgem mais frequentemente notícias que não estamos sozinhos no Universo. Até aparecem rumores que a NASA poderá anunciar oficialmente que os extraterrestres existem.

A Sputnik Sérvia falou com Valery Uvarov, ovniólogo russo, para saber, se estas teorias são reais.

"Isto é bastante real, levando em consideração que a quantidade de factores que indicam para a presença de forças muito poderosas e desconhecidas no Sistema Solar. Estes factores são tão numerosos que agora já não se pode controlá-los", afirma o ovniólogo.

Por isso, continuou Uvarov, surge a necessidade de declarar os extraterrestres como uma realidade e isto seria um passo normal, lógico e razoável por parte da NASA.

Falando da forma de vida alienígena, o ovniólogo afirmou que não importa a aparência, todos eles têm um factor em comum – uma forma de vida humanoide. Estes seres comunicam entre si usando um idioma único que não conhece barreiras. De acordo com Uvarov, trata-se da telepatia, uma aptidão que os terráqueos perderam há 13.670 anos em resultado da queda do planetoide dos Açores.


Data da queda do planetoide dos Açores e da deslocação do eixo da Terra

Este planetoide fez a Terra perder sua órbita, cujo ciclo completo era de 360 dias. Actualmente este ciclo demora 365 dias. Esta mudança, mesmo de apenas cinco dias, provocou a intermitência no sistema de comunicação criado pelos nossos antepassados.

O ovniólogo russo frisou que os terráqueos estão mais ligados às civilizações alienígenas mais vizinhas do que com as que vivem a uma distância mais afastada.

Os extraterrestres que, de vez em quando, são detectados na Terra, de acordo com Uvarov, podem ser divididos em dois grupos: um grupo é composto por representantes de várias galáxias, que usam nosso planeta apenas para comunicações e não têm muito interesse na Terra, pois eles já examinaram tudo por aqui. A relação com os seres humanos pode ser denominada assim: indiferença.

Outro grupo, por sua vez, são nossos vizinhos e estão muito interessados em tudo o que está acontecendo. Este interesse pode ter consequências imprevisíveis para os terráqueos, mas há que destacar que são estes vizinhos que defendem nosso planeta de meteoritos e asteroides, foram eles que defenderam do impacto do meteorito de Tunguska, em 30 de junho de 1908, e do meteorito de Cheliabinsk que caiu há quatro anos.

No entanto, destaca o ovniólogo, este interesse pode ser explicado pelo simples desejo de autodefesa, pois se algum corpo celeste mais uma vez alterar a órbita da Terra, estes nossos vizinhos serão afectados também. A segurança da Terra é um assunto vital para eles.

"Há um planeta no nosso Sistema Solar onde habitam os que, antes dos acontecimentos catastróficos, habitavam em Marte e em Faeton [Nibiru] e depois se mudaram para o planeta que fica por trás do Sol. Este planeta é mencionado nos textos antigos e este planeta é conhecido entre os astrónomos, eles documentaram sua aparição durante 70 anos desde a primeira metade do século XVII, no assim chamado período do mínimo de Maunder", disse Uvarov.


Gráfico indicando o mínimo de Maunder

Este planeta, continuou o ovniólogo, caso a Terra seja afectada, também corre o risco de perder sua órbita.


Localização do planeta que fica por trás do Sol

"Actualmente, o Sistema Solar entrou numa fase da alta instabilidade. Logo, este planeta invisível para a maioria dos habitantes da Terra vai aparecer e todos os segredos serão esclarecidos", explicou Uvarov.

A actividade extraterrestre mais elevada foi detectada na região da Sibéria, onde, de acordo com os ovniólogos, está instalada a base que protege o nosso planeta dos asteróides e meteoritos. Segundo Uvarov, esta instalação funciona de modo autónomo e dispara contra possíveis ameaças provenientes do espaço. Segundo declara Uvarov, ele dispõe de filmagens únicas.

"Um material incrível. O que mais surpreende é o nível de actividade. A instalação dispara por vezes durante horas sem parar. É uma indicação directa da ameaça de meteoritos…", afirmou o ovniólogo.

Segundo ele, este sistema intensifica-se quando surgem hostilidades e conflitos no nosso planeta. Por exemplo, o conflito na Jugoslávia ou a guerra na Síria.

"A instalação tem sua própria fonte energética que está em vários lugares do planeta. Quando acontece um conflito regional, onde morrem pessoas e há muita energia negativa, a instalação de algum modo desperta e provoca uma deflagração de agressividade descontrolada", explicou o ovniólogo à Sputnik Servia.

Na realidade, os contactos de extraterrestes com humanos são frequentes, mas eles têm influência sobre o decurso da história da humanidade e a interferência acontece regularmente.

"De facto, em todo o período histórico que começou há 15.000 anos, eles têm participado de modo invisível e eficaz em tudo o que acontece na Terra. Os factos da sua participação habitualmente não são tão óbvios e as pessoas não costumam discuti-los", diz Uvarov.

O que hoje aparece na mídia e que tem algo a ver com extraterrestres, no entanto, não tem tanta importância para a civilização humana. O mais importante fica na sombra, considera o ovniólogo russo, expressando o desejo de que tudo mude e as pessoas comecem prestando mais atenção ao que está acontecendo.

Localização do planeta que fica por trás do Sol

fonte: Sputnik News