terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Morre atacado por tigres ao saltar vedação do zoo


O momento em que o homem é atacado por dois dos tigres do parque





Visitantes do parque registam ataque dos tigres

Um homem morreu este domingo num zoo da província de Zhejang, na China, ao ser atacado por um grupo de tigres. Segundo as autoridades locais, o homem saltou uma vedação com um amigo para tentar entrar no parque de Dongqian sem pagar e acabou dentro do recinto dos felinos. 

O homem, identificado pelas autoridades como tendo o apelido Zhang, estava de visita ao parque com a mulher e os filhos e um casal amigo. Todos tinham bilhete menos os dois homens, que resolveram saltar a vedação para entrar. Zhang saltou a vedação e entrou no espaço dos tigres, deixando o amigo para trás.

 Alguns visitantes do parque assistiram à cena e fizeram fotos e vídeos com os telemóveis. Um dos tigres terá sido abatido, mas o ataque dos felinos deixou o homem morto no recinto.


sábado, 28 de janeiro de 2017

Cientistas encontram fóssil de lontra com mais de 6 milhões de anos






Cientistas encontraram fósseis de uma lontra gigante que viveu em rios e lagos da China há cerca de 6,2 milhões de anos.

A lontra da espécie Siamogale melilutra pesava 50 kg, duas vezes o tamanho dos animais atuais, e media cerca de 2 metros, de acordo com a pesquisa publicada no periódico "Journal of Systematic Palaeontology". Isso é aproximadamente o tamanho de um lobo.

Os fósseis, encontrados na província chinesa de Yunnan, incluem peças completas do crânio e da mandíbula inferior, vários dentes e ossos dos membros.

Comia moluscos de água doce

A Siamogale melilutra pertence a uma antiga linhagem de lontras extintas que os pesquisadores só conheciam a existência por meio de dentes recuperados na Tailândia. Com a descoberta de crânio, mandíbula e outros fragmentos de osso, os cientistas encontraram novas informações sobre a história evolutiva e taxonomia da espécie. 

De acordo com os cientistas, o animal tinha uma mandíbula forte, com dentes e bochechas grandes para comer grandes moluscos de água doce.

Os cientistas usaram um software especializado para reconstruir digitalmente o crânio a partir de mais de 200 fragmentos. A estimativa do peso do animal foi possível a partir da medida do comprimento da cabeça, aproximadamente 21 centímetros.

Pesquisadores acreditam que o animal vivia perto de lagos rasos ou pântanos, que têm clima quente e húmido. Diferentemente de grandes mamíferos da região, elas se espalharam. Os cientistas encontraram fósseis de uma espécie similar, de uma época próxima, em outro local a cerca de 1.400 quilómetros.

fonte: UOL

Espécie de morcego começa a se alimentar de sangue humano no Brasil, diz pesquisa



Uma espécie de morcegos encontrada no Brasil, até então conhecida por consumir exclusivamente sangue de aves, está se alimentando agora de sangue humano. 

A revelação está em uma pesquisa conduzida por cientistas brasileiros e publicada em novembro na revista científica Acta Chiropterologica , a mais importante publicação do mundo voltada à pesquisa de morcegos.
O estudo analisou 70 amostras de fezes da espécie Diphylla ecaudata , popularmente conhecida como morcego-vampiro-de-pernas-peludas. 

Os cientistas conseguiram extrair o DNA de 15 delas - e em três descobriram vestígios de sangue humano, explica Enrico Bernard, professor do Departamento de Zoologia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e responsável pela pesquisa. 

O estudo foi conduzido no Parque Nacional do Catimbau, na região de caatinga de Pernambuco, a cerca de 300 km do Recife. 

"Das três espécies de morcegos-vampiros que conhecemos, sabíamos que apenas uma delas se alimentava de sangue humano", conta Bernard, em entrevista à BBC Brasil. 

"Mas nosso estudo mostrou agora que outra espécie, o morcego-vampiro-de-pernas-peludas, que só se alimentava do sangue de aves, também passou a consumir sangue humano", acrescenta o especialista. 

Bernard explica que, diferentemente do sangue de aves, rico em gordura, o dos mamíferos é mais espesso e rico em proteína. 

"Sabíamos que essa espécie (morcego-vampiro-de-pernas-peludas) tinha uma adaptação fisiológica para digerir apenas o sangue de aves. Mas isso parece estar mudando, já que ela passou a se alimentar de sangue humano", afirma. 

CAUSAS 

Na avaliação de Bernard, considerando que o morcego-vampiro-de-pernas-peludas tem fisiologicamente menos tolerância ao sangue de mamíferos, os novos hábitos alimentares da espécie "reforçam um cenário de escassez de presas". 

"Sendo assim, ou o comportamento alimentar desse bicho é muito mais variável do que imaginávamos até hoje, ou há uma restrição significativa de suas presas nativas", diz o especialista. 

Bernard afirma que os resultados do estudo parecem validar a segunda hipótese. 

"Essa porção da caatinga vem sendo bastante alterada pela presença humana. As presas nativas desse tipo de morcego - aves maiores, em sua maioria - estão desaparecendo e seu habitat sendo ocupado por seres humanos e seus animais domésticos", afirma. 

"Nosso estudo mostrou, por exemplo, a presença de sangue de galinha em algumas das amostras que coletamos." 

IMPACTO 

Além da defaunação (diminuição acelerada e drástica de espécies animais), a mudança dos hábitos alimentares do morcego-vampiro-de-pernas-peludas também pode evidenciar um impacto na saúde pública humana. 

"Morcegos transmitem uma série de doenças. Se essa espécie está agora se alimentando de sangue humano, precisaremos lidar com um problema de saúde pública potencial", destaca. 

Relatos de morcegos atacando pessoas, especialmente como resultado de transformações ecológicas provocadas pela presença humana, não são inéditos no Brasil. 

Em 2005, o Maranhão registrou o maior surto de raiva humana transmitida por morcegos da história do país. 

Na ocasião, mais de 20 pessoas morreram vítimas da doença, transmitida por morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). 

Causada por vírus, a raiva humana tem sintomas como febre, fotofobia e dificuldades para se alimentar. 

fonte: Terra

Gémeas negra e branca surpreendem em caso raro



Duas bebês de Illinois, nos Estados Unidos, têm chamado muita atenção na internet. E não é apenas porque são fofas, mas porque têm a cor da pele diferente. 

Kalani, de nove meses, herdou a pele mais clara de sua mãe, Whitney Meyer, enquanto a irmã gêmea Jarani tem a pela negra do pai, Tomas Dean. Além disso, Kalani tem os olhos azuis e Jarani tem olhos castanhos.

A chance do nascimento de gêmeos com cor de pele diferente é de 1 em 500 casos, segundo a “BBC”. “No início, quando elas nasceram, eu queria acreditar, mas é tão raro que eu não achei que isso aconteceria com meus gêmeos! Mas com certeza elas são gêmeas birraciais”, disse a mãe das meninas para a rede de TV “KHQA”.

fonte: Extra

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Jacaré enorme é chamado de dinossauro após aparecer em reserva



Gigante apareceu em um campo e não se importou nem um pouco com os humanos que faziam vídeos e passou de um pântano a outro.

Um vídeo que mostra um enorme jacaré publicado na rede social Facebook neste domingo fez muita gente brincar: "E pensávamos que os dinossauros estavam extintos!" O gigante surgiu em um campo em uma reserva no condado de Polk, na Florida, Estados Unidos e atraiu todos os olhares. Apesar disso, não se importou nem um pouco com a presença dos humanos, que faziam vídeos e fotos, e lentamente passou de um pântano a outro.

Segundo Kim Joiner, que gravou o animal e compartilhou as imagens, ele deve ter cerca de quatro metros. Ela contou às emissoras locais que a experiência foi marcante e "emocionante de ver". "É a natureza no seu melhor", publicou ele no Facebook.

fonte: O Dia

Cientistas reconstroem pela primeira vez o rosto de um homem que viveu há 9.500 anos


Reconstrução facial baseada nos restos encontrados dentro do Crânio de Jericó. 

Usando um crânio impresso em 3D e o modelo de uma mandíbula inferior masculina de outro sítio arqueológico do Neolítico localizado próximo a Jericó, os especialistas forenses da RN-DS Partnership foram capazes de reconstruir a musculatura facial, usando a reconstrução digital dos restos do interior do ‘Crânio de Jericó’, criando as bochechas, orelhas e lábios de gesso até chegar ao crânio original de mais de 9 mil anos de idade.

Graças ao trabalho minucioso dos cientistas, o Crânio de Jericó, um dos objetos mais importantes do Museu Britânico, mostrou o rosto de um homem cujos restos foram decorados e venerados em rituais antigos há 9.500 anos.

O Crânio de Jericó é o objeto mais antigo do museu, e até pouco tempo atrás, o mais enigmático: um crânio humano incompleto, coberto de gesso deteriorado, com duas conchas nos buracos dos olhos que observam o exterior.

Agora, graças às imagens digitais, à impressão 3D e às técnicas de reconstrução forense, os especialistas recriaram o rosto da pessoa dona do Crânio de Jericó. Trata-se de um homem de pouco mais de 40 anos, com o nariz quebrado.

Uma descoberta sem precedentes

O Crânio de Jericó é um dos sete crânios engessados e ornamentados do Neolítico encontrados pela arqueóloga Kathleen Kenyon, em 1953, no sítio arqueológico de Tell es-Sultan, próximo à cidade moderna de Jericó. A descoberta arqueológica, que deu a Kenyon fama internacional, foi publicada pela primeira vez na National Geographic em dezembro daquele mesmo ano.

“Com a emoção da descoberta nos demos conta de que estávamos vendo o retrato de um homem que viveu e morreu há mais de 7 mil anos,” escreveu Kenyon, descrevendo aos leitores da Geographic o momento em que encontrou o primeiro crânio. “Nenhum arqueólogo havia imaginado que esta obra de arte poderia existir.”

Embora apresentem alguns detalhes diferentes entre si, os sete crânios haviam sido preenchidos com areia para sustentar os ossos mais delicados antes de aplicar o gesso úmido para acentuar os traços faciais individuais, como orelhas, bochechas e nariz. Foram utilizadas pequenas conchas para representar os olhos, e ainda havia restos de pintura em alguns dos crânios.

Desde a descoberta de Kenyon, foram encontrados mais de 50 crânios como este em sítios arqueológicos do Neolítico localizados entre o Oriente Médio e a Turquia. Embora os pesquisadores pareçam concordar que estes objetos representam uma forma primitiva de adoração aos antepassados, sabe-se muito pouco a respeito de quem foi escolhido, há milhares de anos, para ser imortalizado em gesso.

Outros crânios engessados do Neolítico também foram analisados, mas os restos do Crânio de Jericó foram os primeiros impressos em 3D e reconstruídos pelos especialistas.

Separando o gesso do osso 

O Crânio de Jericó chegou ao Museu Britânico de Londres em 1954, e o restante dos crânios do Neolítico de Kenyon foram enviados a museus de todo o mundo para que fossem estudados. No entanto, as tentativas para obter mais informações sobre estes objetos foram em vão.

O passar dos anos apagou muitos detalhes físicos da cobertura de gesso, e os scannersconvencionais de raios X não conseguiram diferenciar o osso e o gesso, devido a sua densidade similar. O resultado era “uma mancha branca em uma chapa de raios X,” explica Alexandra Fletcher, responsável pela conservação do Antigo Oriente na Fundação Raymond e Beverly Sackler, e líder do projeto de reconstrução para o Museu Britânico.

Foi em 2009 quando, pela primeira vez, os pesquisadores conseguiram ver os restos humanos sob o gesso, quando o Crânio de Jericó passou por uma tomografia computadorizada. O scanner mostrou um crânio adulto (do qual a mandíbula inferior havia sido removida), que muito provavelmente pertencia a um homem. Ele tinha o septo nasal quebrado e lhe faltavam os molares da parte posterior. 

O crânio havia sido perfurado na parte traseira para que pudesse ser preenchido com o gesso, e os scanners revelaram inclusive impressões digitais, de 9.500 anos de idade, do responsável por fechar o buraco com argila fina.

O retrato mais antigo do Museu Britânico ganhou um novo rosto.

Em 2016 o Museu Britânico criou um modelo 3D do crânio, usando os dados da tomografia, o que lhes permitiu aprender mais sobre o homem do Neolítico dono do Crânio de Jericó. Por exemplo, enquanto os scanners sugeriam que ele poderia ter o nariz quebrado, o modelo 3D mostrou a gravidade dos danos.

A equipe de Fletcher decidiu ir mais além, e criou um modelo do crânio usando uma impressora 3D. Em seguida, eles contrataram a equipe da RN-DS Partnership, uma empresa especializada em reconstrução facial forense.

Usando o crânio que havia sido impresso e o modelo de uma mandíbula inferior masculina de outro sítio arqueológico do Neolítico localizado próximo a Jericó, os especialistas forenses foram capazes de reconstruir a musculatura facial usando a reconstrução digital dos restos do interior do Crânio de Jericó, criando as bochechas, orelhas e lábios de gesso, até chegar ao crânio original de mais de 9 mil anos de idade.

“É como se tivéssemos revertido o processo realizado no Neolítico,” explica Fletcher, orgulhosa por finalmente ter dado um rosto ao retrato mais antigo do Museu Britânico.

fonte: Yahoo!

Descoberta arma única de 2.300 anos na China





A descoberta supostamente data do período dos Estados Combatentes, que durou de 475 ano a.C. até 221 ano d.C.

Arqueólogos chineses descobriram uma espada com 2.300 anos. Em uma das sepulturas na província chinesa de Henan foi descoberta a espada perfeitamente conservada. 

A respectiva informação foi divulgada na segunda-feira (2) pela Rádio Internacional da China (CRI). Foi também especificado que a descoberta única foi feita em uma sepultura antiga na cidade de Xinyang.

fonte: Sputnik News

OVNIs? Experiências secretas? 800 mil documentos da CIA estão agora na internet


Documentos descrevem ações da CIA em vários países, experiências secretas e avistamentos de extraterrestres

A Agência Central de Informações norte-americana (CIA) disponibilizou esta semana na internet milhares de documentos históricos que descrevem as ações da organização secreta desde que foi fundada.

Resultado de imagem para ufos

Os documentos revelam com detalhes as experiências secretas da CIA, os avistamentos de extraterrestres registados pela agência, as atividades além das fronteiras americanas e dão até a receita da tinta invisível inventada pelos alemães nos anos 70.

São mais de 13 milhões de páginas - de cerca de 800 mil ficheiros - que relatam a história do serviço de inteligência desde o começo até os anos 90 e descrevem atividades da CIA em conflitos como do Vietname, da Coreia e durante a Guerra Fria.

Entre os documentos que mais chamaram a atenção, estão os que descrevem as experiências psíquicas feitas pela CIA ao abrigo do programa "Star Gate" até aos anos 90 e os papéis que relatam avistamentos de extraterrestres nos Estados Unidos.

Os ficheiros foram considerados não confidenciais por volta dos anos 90 e disponibilizados ao público nessa altura, mas era difícil consultá-los. Segundo a CNN, nenhum dos documentos disponibilizados na base de dados CREST (CIA Records Search Tool - em português Ferramenta de Pesquisa dos Registos da CIA) deixou de ser secreto recentemente.

"O acesso a esta importante coleção histórica já não está limitado pela localização geográfica", disse Joseph Lambert, diretor da gestão de informações da CIA num comunicado, segundo a CNN. Até ao momento, aceder a estes documentos apenas era possível a partir dos quatro computadores do edifício dos Arquivos Nacionais, na cidade de College Park, estado de Maryland.

A CIA anunciou em novembro que iria publicar este material na internet após ter sofrido pressão por parte de jornalistas e académicos e da MuckRock, uma organização não-governamental que processou a agência em 2014 para poder ter acesso a estes ficheiros.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Arqueólogos suecos descobrem 12 cemitérios antigos no Egito





Arqueólogos suecos descobriram uma dúzia de cemitérios antigos perto da cidade de Aswan, sul do Egito, que datam de quase 3.500 anos e remetem à época do Novo Império, informou na quarta-feira o Ministério de Antiguidades. 

Restos humanos e animais foram descobertos nos cemitérios, descobertos na cadeia de montanhas Gabal al-Silsila, a 65 quilómetros ao norte de Aswan. Os locais teriam sido usados durante os reinados dos faraós Tutmés III e Amenhotep II.

Espera-se que os cemitérios ajudem historiadores a compreender melhor a saúde do Egito antigo e a impulsionar a indústria de turismo local, que tem sofrido em meio a tumultos políticos e ataques de militantes desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em 2011.

Alguns dos cemitérios eram destinados para animais e continham uma ou duas câmaras tanto com caixões de pedra quanto de barro, ou feitos de cartonagem, disse em comunicado Mahmoud Afify, chefe do ministério. Totens e escorpiões também foram encontrados.

A expedição da Universidade de Lund, na Suécia, começou em 2012. Ela descobriu os restos de um antigo templo também em Gabal al-Silsila.

Exames iniciais revelaram diversos cadáveres completos, assim como evidências de desnutrição e ossos fraturados resultado de trabalho pesado, segundo o ministério.

fonte: Yahoo!

Humanos viveram nas grandes altitudes do Tibete muito antes que se pensava


Rochas do planalto do Tibete




Chusang

Uma nova análise de um sítio arqueológico nas altas montanhas do Tibete sugere que os primeiros moradores da região podem ter acampado no local cerca de 4 mil anos antes do se pensava. Novos estudos sugerem que ele foi habitado entre 7.400 mil e 12 mil anos.

Os primeiros seres humanos que se aventuraram a chegar ao planalto tibetano enfrentaram temperaturas congelantes e pouco oxigénio. O Tibete está localizado em uma região a 4,5 mil metros acima do nível do mar, o ponto mais elevado do planeta, por isso recebeu o apelido de "teto do mundo". O país abriga o monte Everest, com 8.850 metros de altura.

Análises anteriores estimaram que as primeiras pessoas que habitaram o local chegaram entre 3.600 anos e 5.200 anos, quando já existia agricultura. 

O estudo pode ajudar a entender a partir de quando a população do Tibete começou a se adaptar fisicamente para viver com baixos níveis de oxigénio sem problemas.

A grandes alturas

Ao deixar a África, os humanos efetivamente se espalharam pela maior parte da Terra, mas o momento de sua chegada nas mais altas escalas do Himalaia ainda não foi totalmente esclarecido.

Um dos melhores locais preservados para estudo é Chusang, uma vila situada no planalto central mais de 4.000 metros acima do nível do mar.

O local, descoberto em 1998, apresenta marcas de mãos humanas e pegadas ao longo da superfície de um travertino (rocha calcária) fóssil.

Na tentativa de chegar a uma data mais aproximada da época em que a aldeia foi habitada, os cientistas usaram três técnicas diferentes, examinando as plantas microscópicas no local, cristais e analisando a concentração de elementos químicos do ambiente.

De acordo com a pesquisa, divulgada pela revista Science, o novo intervalo estimado para assentamento em Chusang, entre 7.400 e 12.700 mil anos, está mais de acordo com os resultados de alguns estudos genéticos.

Além disso, eles destacam que as viagens a esse acampamento deveriam ser ainda mais difíceis, levavam muitos dias e por conta do clima, o caminho poderia ficar intransitável a maior parte do ano. Isso corrobora a ideia de que se trata de um local ocupado permanentemente.

fonte: UOL

Frio e escuridão podem ter extinguido os dinossauros, indica estudo


Embora existam estudos que defendam que os dinossauros sofreram um declínio gradual, a maior parte dos cientistas acreditam que eles se extinguiram devido ao impacto de um grande asteróide sobre a Terra há 66 milhões de anos. Para ajudar a esclarecer essa discussão, especialistas em eventos climáticos reconstruíram o que teria acontecido no planeta após o impacto. 

Para investigar o fenómeno, pesquisadores do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático utilizaram pela primeira vez um tipo específico de simulação computacional. O modelo foi baseado em pesquisas que mostram que os gases sulfurosos que evaporaram do violento impacto de asteróides na superfície da Terra foram o principal factor para bloquear a luz solar e esfriar o planeta. 

As simulações mostram que gotículas de ácido sulfúrico formadas na parte superior da atmosfera após o impacto do asteróide bloquearam a luz solar por vários anos, provocando a morte das plantas e um resfriamento duradouro, um provável fator importante para a morte de dinossauros terrestres.

De acordo com a pesquisa, publicada na revista Geophysical Research Letters, nos trópicos, a temperatura média anual caiu de 27°C para 5°C. 

A circulação oceânica também teria sido afetada. As águas superficiais esfriaram, ficando mais densas e, portanto, mais pesadas. Enquanto essas massas de água mais frias afundavam nas profundezas, a água mais quente das camadas oceânicas subiu para a superfície, levando nutrientes que provavelmente levaram a florescimento maciço de algas. 

O resfriamento também abalou os ecossistemas marinhos, o que teria contribuído para a extinção de espécies nos oceanos, como as amonites (moluscos que surgiram há cerca de 400 milhões de anos, e foram extintos junto com os dinossauros). Segundo o estudo, o clima levou cerca de 30 anos para se recuperar. 

Para os cientistas, a pesquisa mostra como extinções em massa mostram que a vida na Terra é vulnerável e como o clima é importante para todas as formas de vida do planeta. Os especialistas ressaltam que atualmente a ameaça mais imediata não é a do resfriamento natural, mas do aquecimento global causado pelo homem. 

De acordo com os especialistas do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático, responsáveis pelo estudo, esses dados podem ajudar na determinação da causa real da morte dos dinossauros no final da era do Cretáceo. 

fonte: UOL

Espécie rara de serpente é descoberta em Estação Ecológica no Acre


Espécie de serpente rara foi achada pela primeira vez na Estação Ecológica Rio Acre, em Assis Brasil (Foto: Marco Freitas/Arquivo Pessoal)

Animal vive entre folhas secas que caem no chão da floresta, diz pesquisador. Serpente foi achada em fevereiro de 2016 e ICMBio divulgou na sexta (13).

Uma rara serpente de cor preta, cabeça branca e com cerca de 40 a 50 centímetros foi descoberta na Estação Ecológica Rio Acre, a 70 quilômetros de Assis Brasil, interior do estado. O animal foi achado por pesquisadores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Apesar da descoberta ter ocorrido em fevereiro de 2016, ela foi divulgada apenas na sexta-feira (13).

Essa foi a primeira vez que a espécie, de nome científico Ninia hudsoni, foi encontrada em solo acreano e a sétima vez no país, segundo o ICMBio. De acordo com o analista ambiental Marco Antônio Freitas, um dos pesquisadores da equipe, a serpente é um animal noturno e terrestre que vive entre as folhas secas que caem no chão da floresta.

"É uma serpente rara por natureza, pouco conhecida pela ciência e não é ameaçada de extinção. Inteiramente negra no dorso, com a cabeça e barriga branca. As escamas são acarenadas, que dá o aspecto áspero ao toque. É completamente inofensiva, não morde, não tem peçonha e se alimenta de pequenos animais que vivem no folhedo da floresta", detalhou o pesquisador e especialista em répteis e anfíbios.

A pesquisa teve início em abril de 2015 e, segundo o pesquisador, inicialmente foram 22 dias de campo e em fevereiro de 2016 foram mais 15 dias no local. Em seguida, vieram as análises em laboratório. A descoberta foi transformada em um artigo científico que foi publicado no final do ano passado.

"Ela foi coletada e fixada com a devida licença do próprio órgão. Está tombada na coleção científica da Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde sou estudante e doutorado. A gente tem que ter um animal tombado do registro, quando ele é raro ou quando precisa fazer um inventário, como foi o caso", explicou Freitas.

Estação Ecológica Rio Acre

A unidade de conservação Estação Ecológica Rio Acre fica, de acordo com o pesquisador, a 35 quilômetros de uma aldeia indígena. Em linha reta, o local fica a cerca de 70 quilômetros da cidade de Assis Brasil, distante 342 quilômetros da capital acreana, Rio Branco.

Dependendo da situação do rio, se estiver cheio ou seco, a viagem até a Estação Ecológica, que tem 77 mil hectares, pode levar até uma semana. Ao menos 110 espécieis de anfíbios e répteis foram achadas na unidade de conservação, além de mais de 400 espécieis de aves e 28 espécieis de roedores e marsupiais.

"A Estação Ecológica Rio Acre é uma das regiões mais isoladas do planeta. É uma região muito pouco conhecida, faz fronteira direta com o Peru e é uma região importante, porque está sendo utilizada como refúgio dos índios isolados da Amazônia. Então, toda e qualquer pesquisa é de extrema importância para o conhecimento da biota local, seja de fauna ou flora", finalizou Freitas.

fonte: G1

O mistério dos corpos de mais de 2 mil anos achados em pântanos da Dinamarca


O Homem de Tollund foi enforcado e depositado na lama há 2.400 anos, mas de tão preservado apresenta até com vestígios de barba de bigode



A linha férrea entre a alemã Hamburgo e Copenhague, capital da Dinamarca, tem uma paisagem repleta de brejos. E a exemplo do que vem acontecendo em outras localidades do norte europeu, da Irlanda à Polónia, esses pântanos têm se revelado misteriosas tumbas.

Corpos de 2 mil anos de idade vêm sendo descobertos, e muitos arqueólogos acreditam que se tratam de vítimas de sacrifícios religiosos da Idade do Ferro (período iniciado em 1.200 a.C. em regiões da Ásia e da Europa), mortas e delicadamente depositadas nos pântanos como uma oferenda aos deuses.

Outros académicos, porém, especulam que podem ser criminosos, imigrantes ou viajantes.

A Dinamarca tem uma das maiores concentrações de brejos - e de corpos encontrados - do mundo. Boa parte está perfeitamente preservada por causa de ácidos produzidos pelo musgo que é tão presente nesse ecossistema.

Muitos corpos foram acidentalmente descobertos por coletores de turfa, substância gerada pela decomposição de vegetais de áreas alagadas que os dinamarqueses ainda usavam como combustível entre 1800 e 1960.

Autópsias modernas revelaram que quase todas as vítimas - homens ou mulheres - sofreram mortes violentas. Algumas tinham marcas de forca ou cordas ao redor dos pescoços. Outras, as gargantas cortadas.

Pouco se sabe sobre a Dinamarca na Idade do Ferro, já que, por exemplo, não havia uma língua escrita local e poucos documentos escritos por gregos e romanos sobreviveram. Podemos apenas especular sobre o que aconteceu.

Mas há um detalhe importante: nessa época, a maioria das pessoas era cremada. Sendo assim, por que os chamados "corpos do pântano" tiveram um destino diferente? Foi o que quis descobrir.

Choque

Minha primeira parada foi Vejle, uma cidade de 100 mil habitantes a 240 km de Copenhaga.

Lá, encontrei Mads Ravn arqueólogo-chefe do Vejle Museum, que tem uma fascinante coleção de artefactos, incluindo moedas romanas e broches com a suástica, símbolo que existiu milhares de anos antes dos nazistas.

Todos encontrados em pântanos e considerados oferendas a deuses, possivelmente da Idade do Ferro. Em um sarcófago de vidro disposto em um salão escuro nos fundos do museu está o corpo da Mulher Haraldskaer, que tem uma expressão de choque em sua face.

Seu rosto não era tão pacífico como o de outros "corpos do pântano" que tinha visto em livros. Era algo estranho, que me fez sentir que estava invadindo sua privacidade.

"Quando ela foi descoberta por extrativistas, em 1835, pensaram que era a rainha viking Gunhildd, que, de acordo com lendas nórdicas, teria sido afogada pelo marido, Harald Bluetooth", explica Ravn.

"Mas isso não é verdade, pois testes de carbono mostraram que ela tem cerca 2,2 mil anos de idade".

A Mulher Haraldskaer foi encontrada nua, ao lado de um manto, e tinha sido presa ao fundo por galhos de árvores possivelmente depois de morta.

Sulcos em seu pescoço sugerem estrangulamento, e análises forenses adicionais revelaram o conteúdo de seu estômago na hora da morte, incluindo milho-painço e amoras - uma refeição estranha em uma sociedade orientada para o consumo de carne.

"Estamos fazendo análises de isótopos em seu cabelo e trabalhando com uma nova técnica de ADN que extrai material de seu ouvido interno para descobrirmos mais sobre ela", conta o arqueólogo.

Mágico e sobrenatural

Ravn e eu dirigimos 10 km para o oeste até o Pântano Haraldskaer, onde a mulher foi descoberta.

Assim como os pântanos que vi do trem, estava coberto por algas verdes brilhantes e cercado por uma camada densa de árvores com cogumelos roxos. Há algo mágico e até sobrenatural, e é fácil ver o porquê de terem sido escolhidos como locais de sacrifício, e porque ainda exercem magnetismo nos dias de hoje.

A próxima parada era Aarhus, a segunda maior cidade dinamarquesa, para visitar o Moesgaard Museum, que abriga uma das melhores coleções sobre a Idade do Ferro na Europa.

A estrela da companhia aqui é o Homem de Grabaulle. Encontrado em 1952, esse corpo extremamente bem preservado encontra-se em posição deitada, pés e pele praticamente intactos, bem como a face, que tem uma expressão serena.

"Assim como a maioria dos corpos encontrados em pântanos, seu cabelo e pele ficaram avermelhados por causa de um processo químico conhecido como reação de Maillard", explica Pauline Asingh, diretora de exibições do museu. "Ele é realmente um homem bonito."

Mas o olhar tranquilo do Homem de Grabaulle contrasta com a evidência de seu fim violento.

"Ele foi forçado a se ajoelhar, e sua garganta foi cortada de orelha a orelha por alguém de pé por trás dele. Mas ele foi colocado com delicadeza no pântano. Pode parecer violento para nós, mas sacrifícios eram uma parte importante da vida cultural desse período", diz Asingh.

O museu também tem em seu acervo evidências de que os sacrifícios não eram limitados a humanos: em 2015, 13 cães do ano 250 a.C. foram encontrados no Pântano de Skodstrup, perto de Aarhus.

A parada final foi Silkeborg, a 44km a oeste de Aarhus.

O Museum Silkeborg exibe "corpos do pântano" e um deles é considerado um dos mais bem-preservados espécimes do mundo. O Homem de Tollund, de cerca de 2,4 mil anos de idade, está tão bem conservado que autoridades dinamarquesas pensaram que ele era um menino desaparecido quando foi encontrado, em 1950.

Assim como outras vítimas, ele foi enforcado. A corda que ajudou a matá-lo ainda estava enrolada em torno de seu pescoço, e seu rosto estava perfeitamente intacto.

Na sala ao lado estava a Mulher de Elling, achada a apenas 40 metros do Homem de Tollund e que deve ter morrido na mesma época. Também se acredita que ela tenha sido enforcada, e é uma atração popular por causa de seu cabelo vermelho, amarrado em uma longa trança de 90 cm de comprimento, com um elaborado nó.

Ole Nielsen, o arqueólogo do museu, me levou para visitar Bjaeldskovdal, um pântano 15 km distante de onde os corpos foram encontrados.

Ao pararmos para observá-lo, pensei em quais outros segredos suas profundezas turvas poderiam esconder.

fonte: UOL

OVNI é filmado por erechinenses próximo à Ipuaçu, em SC



O objeto foi filmado em Faxinal dos Guedes, no Oeste catarinense e seguia no rumo de Ipuaçu, cidade reconhecida no mundo como capital dos agroglifos. As imagens, que vão se tornar públicas possivelmente na próxima semana, estão sendo analisadas por especialistas ligados a aeronáutica e a ufologia.

O tema sobre a cidade catarinense virou documentário no History Channel, mas até o momento não tinha nenhum registo oficial do fato. 

Até que três erechinenses viajaram para o estado vizinho a fim de gravar alguma imagem, e no entanto, registraram algo jamais visto no género. 

Como o assunto é sempre polémico, os três preferiram a análise de especialistas antes da publicação e a manutenção de seus nomes em sigilo, até a liberação das imagens. 

As imagens em vídeo estão sendo analisadas por peritos e serão liberadas na próxima semana. Segundo especialistas, nunca foi registado algo semelhante e com tanta nitidez no Brasil. 

São mais de 5 minutos de imagens em vídeo de alta definição, que mostram a passagem de 3 objetos absolutamente iguais. As luzes amarelas, brancas e vermelhas, que piscavam alternadas e sem sequências, mostram que algo de diferente acontecia naquela noite de 29 de novembro último, próximo de 23 horas. 

fonte: AU Online

A Atlântida poderia estar escondida sob o gelo da Antártida





Em 1958, o historiador Charles Hapgood propôs sua teoria do “deslizamento polar”.

Segundo essa hipótese, os movimentos da crosta terrestre tornam possível a suposição de que grandes superfícies do continente antártico tenham estado desprovidas de gelo há aproximadamente 12 mil anos. A tese pode jogar luz sobre o mito de Atlântida.

Hapgood defendia sua teoria se baseando no mapa de Piri Reis, descoberto na Turquia em 1930. Esse documento, de 1513, exibe o que parece ser o litoral norte da Antártida como um vasto território sem gelo.

Vários teóricos da conspiração alegam que a hipótese do historiador não apenas é correta como, graças a esses dados, é possível afirmar que o continente perdido da Atlântida está escondido por trás de quilômetros de neve.

A primeira menção histórica da Atlântida está na obra do filósofo grego Platão, que se refere à cidade como um santuário construído por um híbrido de deuses e seres humanos, nove mil anos antes de sua época. Essas datas coincidem com as estipuladas pelo “deslizamento polar”.

fonte: History

Criatura misteriosa aparece por acidente em foto e intriga a internet


Essa foto, tirada em noite de lua cheia, está dando o que falar na web. Afinal, que bicho é esse? O autor do flagra, cujo apelido é MeTarzanYouJane postou essa imagem no Reddit, um site de compartilhamento, pedindo a outros usuários para ajudá-lo a descobrir que criatura é essa que aparece correndo no jardim na calada a noite.


Era para ser uma foto simples de uma noite qualquer. Duas imagens foram tiradas. Repare que nesta primeira não há nada de errado.


Já na segunda foto (acima), tirada apenas alguns segundos depois, aparece uma pequena e misteriosa figura correndo pela grama. No momento do clique, o sujeito afirma que não conseguiu ver nada de estranho ou suspeito através da câmera — e que só foi notar a presença estranha mais tarde.

Garante que as fotos não são editadas e diz que não houve mancha na lente quando as fotos foram tiradas.


Enquanto alguns usuários gravam ser balela, outros afirmam que o Photoshop não foi usado. "Não tem como explicar esse bicho esquisito", disseram.

fonte: R7

Guia turístico morre atacado por crocodilos em reserva na África do Sul



Um guia turístico morreu ao ser atacado por crocodilos numa reserva natural da África do Sul enquanto trabalhava numa das balsas do complexo, informaram na segunda-feira os veículos de imprensa sul-africanos.

O incidente aconteceu neste fim de semana na reserva de Le Bonheur, situada na província de Cabo Ocidental, no sudoeste do país.

Segundo a polícia, que abriu uma investigação sobre o incidente, o corpo do guia foi encontrado por seus colegas, e alguns deles tiveram que receber tratamento psicológico.

Depois da morte, os donos da reserva suspenderam as visitas às balsas de crocodilos, que não serão retomadas até dentro de alguns dias.

Este complexo abriga mais de mil crocodilos e oferece a seus visitantes a possibilidade de ver os répteis debaixo d'água através de um vidro, ou mergulhar dentro de uma jaula ao redor destes animais. 

O centro organiza também conferências, festas de casamento e de aniversário em suas instalações. 

fonte: Yahoo!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Agente da CIA diz que Hitler simulou suicídio e fugiu para a Argentina


Adolf Hitler terá morrido carbonizado a 30 de abril de 1945

Bob Baer, veterano da agência de inteligência norte-americana CIA, garante ter provas de que Adolf Hitler falseou a própria morte e que, no mesmo dia, fugiu para a América do Sul, de avião e submarino.

Baer e a equipa de investigação com quem tem vindo a debruçar-se sobre o tema dizem estar na posse de documentos inéditos que desmentem a teoria oficial da morte do líder nazi, avança a imprensa internacional.

Hitler ter-se-á suicidado a 30 de abril de 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, junto da sua mulher, Eva Braun, no Führerbunker, um complexo subterrâneo em Berlim onde Adolf terá passado os últimos dias do regime nazi.

Baer não acredita. "O que estamos a fazer é a reexaminar a história que achamos ter sido ensaiada sobre a morte de Hitler", explica.

Os especialistas vão mais longe e, não só dizem que Hitler sobreviveu à invasão a Berlim que pôs fim à Segunda Guerra, como explicam que utilizou um duplo para falsear a sua morte e fugir para a Argentina, primeiro de avião e depois de submarino, por Tenerife.

As revelações inéditas do veterano da CIA vão ser divulgadas e exploradas esta segunda-feira, às 22 horas, na série televisiva do Canal História, "Hunting Hitler" (À caça de Hitler).

Bob Baer, que conta com a ajuda do sargento das forças especiais norte-americanas, Tim Kennedy - envolvido na captura de Bin Laden -, diz que "basta olhar para os ficheiros do FBI, para perceber que a narrativa dada pelo governo alemão é falseada".

"Quando mais fundo vamos, mais clara se torna a inexistência de factos que comprovem a teoria oficial", diz Baer, que diz ter acesso a 700 páginas de informação nunca antes divulgada.

Entre essa informação, estará um documento, cedido pelos serviços de inteligência britânicos, que explicará a forma como Hitler saiu secretamente de Berlim com a ajuda do piloto da companhia Luftwaffe, Peter Baumgart.

Outro documento, também explorado no documentário desta segunda-feira, diz que "as forças do exército americano na Alemanha não localizaram o corpo de Hitler" e que "não há nenhuma fonte credível que indique a morte" do líder nazi.

A equipa diz que o cadáver encontrado pelos russos teria menos 12 centímetros de altura e um crânio mais pequeno do que Hitler. Acreditam ainda terem encontrado provas de uma quinta saída do tal complexo de Berlim onde o líder nazi esteve, nunca antes relatada.

No documentário exposto esta segunda-feira, o antigo investigador de crimes de guerra dos Estados Unidos, John Cencich, entrevista uma alegada testemunha da fuga de Adolf Hitler.

Trata-se de um antigo construtor civil grego que relata que "em 1945, teve de construir túneis secretos e compartimentos para os alemães nazis" fugirem. "Hitler era um deles, não estava a usar bigode nem nada, mas era um deles. Foi em maio de 1945."


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Tarântula devora cobra de quase meio metro


Um grupo de biólogos brasileiros encontrou uma tarântula no momento em que ela estava devorando uma serpente de 40 centímetros. A façanha, presenciada pelos biólogos, nunca tinha sido registada antes.

A descoberta foi feita por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na zona rural do estado brasileiro do Rio Grande do Sul. Debaixo de uma pedra, encontraram uma tarântula da espécie Grammostola quirogai, comendo uma víbora.

Até então, essa aranha tinha sido encontrada somente em território uruguaio. Mas a descoberta mais especial é que a façanha da pequenina nunca tinha sido registada: uma tarântula devora um animal desse tamanho em um ambiente selvagem.

O pesquisador da UFSM, Leandro Malta Borges, disse à revista Live Science que "há outros registos de aranhas que comem víboras, como a famosa viúva negra, que tem tóxico forte e, além disso, depende da teia para capturar a presa". 

Esta espécie de tarântulas não tem a capacidade de tecer redes para capturar suas vítimas. Segundo a revista, as Grammostola quirogai se alimentam de outras aranhas, insectos e pequenos répteis e pássaros. 

Embora outras tarântulas produzam veneno, não existem estudos sobre as toxinas secretadas por esta espécie e sobre suas capacidades de matar uma cobra desse tamanho.


fonte: Sputnik News

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