segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Goleiro americano leva chute na cabeça, entra em coma e acorda falando espanhol


Jovem de 16 anos levou a pior em dividida e passou três dias em coma.

Um jovem norte-americano passou por dias complicados depois de um acidente numa partida de futebol. Reuben Nsemoh, de 16 anos, é estudante e estava disputando um torneio entre escolas quando recebeu um chute na cabeça e, por conta de um sangramento na cabeça, passou a ter convulsões.

Levado a um hospital em Atlanta, cidade onde o jogo era realizado, acabou entrando em coma, estado no qual ficou por três dias. A situação inusitada ficou por conta do que aconteceu quando o jovem acordou, falando espanhol, idioma que não conhece profundamente.

"Eu não falava bem, mas meu irmão é realmente fluente em espanhol. Então ele meio que me inspirou. Meus amigos sempre falaram espanhol comigo e disseram que me ensinariam", afirmou Nsemoh, tentando encontrar explicações para o fato.

Os médicos que trataram o jogador indicaram que ele deve ter passado pela Síndrome de Sotaque Estrangeiro, um distúrbio que atinge pacientes que sofreram traumas e algum dano cerebral.

Apesar dos momentos tensos, o garoto já voltou a falar inglês normalmente e planeja sua volta aos gramados.

"É minha paixão. É o que eu quero fazer como carreira", disse Nsemoh, contando com o apoio de sua mãe.

fonte: O Dia

Estudo feito no Brasil muda o que a arqueologia sabia sobre origem do homem





Pedras lascadas são elementos típicos de sítios arqueológicos

Um estudo realizado na Serra da Capivara, no Piauí, pode mudar o modo como arqueólogos e cientistas interpretam as origens da humanidade. 

Realizada em parceria entre pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e da britânica Universidade de Oxford, a pesquisa publicada na Nature na quarta-feira (19) mostra que macacos-prego do parque nacional são capazes de criar ferramentas, o que antes imaginava-se que só humanos fariam. 

Com a descoberta, artefatos encontrados em sítios arqueológicos e considerados como prova de ocupação humana podem ter sido feitos, na verdade, por macacos. Logo no início do estudo, os cientistas citam: "o entendimento do surgimento da tecnologia molda nossa visão das origens da humanidade". 

O estudo realizado no Piauí mostrou que macacos-prego da região deliberadamente usam pedras para conseguir frutos, cavar em busca de aranhas ou retirar líquidos com minerais de outras pedras. Quando batem as pedras em busca de líquido, surgem por acaso lâminas de pedra semelhantes aos antigos objetos afiados utilizados como ferramentas pelos primeiros humanos. 

Eu fiquei bastante atônito. Fiz meu PhD pesquisando sobre ferramentas de pedra feitas por humanos. Eu aprendi como fazer estas coisas. Estava olhando para o material e parecia que foi feito por humanos", Tomos Proffitt, arqueólogo de Oxford e um dos autores do estudo.

Cientistas normalmente utilizam as características de pedras lascadas com arestas afiadas para distinguir ferramentas de humanos de pedras que poderiam ter sido naturalmente quebradas em sítios arqueológicos. A novidade pode provocar uma revisão de muitos achados arqueológicos feitos até então. 

Os achados mais velhos do tipo, com datações de 3,3 milhões de anos e encontrados no Quênia, podem ser revistos, segundo pesquisadores envolvidos. O estudo, no entanto, não deve desafiar completamente a história da evolução humana na África, já que muitos dos achados no continente apresentam contexto humano maior nos sítios do que apenas pedras lascadas. 

O pesquisador brasileiro Tiago Falótico, do Instituto de Psicologia da USP, e o colega Eduardo Ottoni, seu supervisor, estudaram por anos o comportamento dos macacos-prego na Serra da Capivara - em julho, identificaram que os macacos usam ferramentas há ao menos 700 anos. Nos últimos três anos, aprofundaram a pesquisa com ajuda dos arqueólogos Michael Haslam e Tomos Proffitt, da Universidade de Oxford, além de outros pesquisadores. 

As observações dos macacos-prego culminaram em coletas de pedras fragmentadas após o uso delas pelos animais e também em sítios arqueológicos da região – vale lembrar que a Serra da Capivara é um dos locais com maior concentração de sítios pré-históricos do mundo. Os objetos foram identificados com as mesmas características e formas das ferramentas humanas. 

A conclusão dos autores do estudo pode mudar para sempre a arqueologia e a forma como vemos as primeiras civilizações humanas. 

Os pesquisadores apontam que, sem outras evidências, a produção de pedras lascadas não pode mais ser associada sozinha como sinal de presença de nossos ancestrais em uma determinada área – apesar de muitas das pedras lascadas achadas serem bem mais elaboradas do que as feitas sem intenção por macacos. 

No entanto, ao menos uma característica segue restrita aos humanos. Embora produzam estas pedras lascadas, os macacos-prego não foram vistos as utilizando como um elemento cortante. Estes animais da região, no entanto, utilizam outras ferramentas, como varetas e as próprias pedras.

fonte: UOL

Grupo de cientistas detecta cruzamento entre chimpanzés e bonobos


Publicado pela revista americana Science, o trabalho também pode ajudar em estratégias de preservação das duas espécies.

Um grupo internacional de cientistas demonstrou, pela primeira vez, a ocorrência de mistura genética entre dois primatas considerados os parentes vivos mais próximos do homem. Por meio de análise avançada, constatou-se que ao menos 1% do genoma de chimpanzés é derivado dos bonobos.

A miscigenação reforça a relação entre os primatas e a ancestralidade humana na escala evolutiva. Publicado pela revista americana Science, o trabalho também pode ajudar em estratégias de preservação das duas espécies.

Os bonobos e os chimpanzés são macacos de grande porte e correm risco de extinção. Mesmo protegidos por lei, são alvo da caça ilegal. As duas espécies divergiram de um ancestral comum entre 1,5 milhão e 2 milhões de anos atrás e viviam em diferentes áreas da África tropical.

Por estarem separados fisicamente, os cientistas acreditavam que semelhanças gênicas entre os dois tipos de primatas não poderiam existir, mas o estudo recente mostra o contrário.

Ao sequenciar o genoma de 75 chipanzés e bonobos de 10 países africanos e analisar a genética desse material, constatou-se que os chimpanzés tinham ao menos 1% de seus genes derivados de bonobos.

“A existência de fluxo gênico entre essas espécies nunca havia sido considerada. Isso se deve principalmente ao grande rio Congo, que separou fisicamente as espécies”, detalhou ao Correio Tomas Marques-Bonet, um dos autores do estudo e vice-diretor do Instituto de Biologia Evolutiva da Universidade Pompeu Fabra (IPF), em Barcelona. O trabalho contou também com pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.


Apelidada de "prima do monstro do Lago Ness", criatura assusta em rio no Alasca



O estadunidense Craig McCaa flagrou a figura estranha de uma suposta criatura sob às águas do Rio Chena, no Alasca (Estados Unidos).

De acordo com as informações do site Adn, McCaa disse que sempre filmou o rio, mas nunca chegou a registrar algo parecido. "Eu pensei que poderia ser alguma corda presa no fundo da água", afirmou.

Após as imagens terem sido publicadas na página Bureau of Land Management - Alaska, no Facebook, internautas rapidamente ligaram a criatura como "prima" do lendário "monstro do Lago Ness".

O vídeo, até o momento, já alcançou mais de 81,3 mil visualizações e 1,8 mil compartilhamentos.


fonte: Rede TV

Duas tumbas do Período Tardio faraônico são descobertas no sul do Egito


Um grupo de arqueólogos egípcios descobriu duas tumbas do Período Tardio faraônico (724-343 a.C.) no oeste da província de Assuã, no sul do Egito, informou na sexta-feira 21 em comunicado o Ministério de Antiguidades do país. 

Segundo a nota, os membros da Escola de Escavações, que pertence ao Ministério, descobriram os dois túmulos em rochas localizadas em Al Agajan, na citada província. 

O diretor-geral do Departamento de Antiguidades em tal província, Nasr Salama, disse que as duas tumbas, cavadas na rocha, estão em mal estado, vazias totalmente de desenhos e escrituras, mas têm dentro restos de múmias e sarcófagos. 

Quanto à arquitetura, Salama detalhou que na frente de cada túmulo há escadas que conduzem a uma pequena câmara funerária de forma quadrada. 

Por último, o Ministério afirmou que o ministro de Antiguidades, Khaled al Anani, irá à área de escavações em Assuã para homenagear os arqueólogos que descobriram as dois túmulos. 

fonte: Terra

Cientistas encontram pela primeira vez fóssil de cérebro de dinossauro








Pesquisadores da Universidade de Cambridge anunciaram uma descoberta inédita. Pela primeira vez cientistas conseguiram identificar tecido cerebral fossilizado de um dinossauro. 

Acredita-se que o fóssil tenha 133 milhões de anos. O achado foi divulgado na quinta-feira (27), em estudo publicado no periódico Geological Society of London.

O objeto foi encontrado em 2004 por um caçador de fósseis em Sussex, no Reino Unido, mas só foi confirmado agora como um cérebro de um dinossauro. As meninges (camadas resistentes que envolvem o cérebro), alguns pequenos capilares e porções de tecidos corticais adjacentes foram preservados no objeto como "fantasmas mineralizados".

O fóssil, provavelmente de uma espécie semelhante ao Iguanodon, apresenta características semelhantes aos cérebros de crocodilos e aves atuais. O Iguanodon era um grande dinossauro herbívoro que viveu na mesma época do animal com o cérebro encontrado.

Achar tecidos fossilizados, especialmente do cérebro de animais, é algo extremamente raro. Os fósseis podem ajudar a entender a evolução destes tecidos.

"As chances de tecido cerebral ser preservado são incrivelmente pequenas. Então, a descoberta deste espécime é assombrosa" 

Alex Liu, coautor do estudo e do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge

Dinossauros eram mais inteligentes?

Em répteis, o cérebro normalmente tem a forma de uma salsicha, envolvido por uma densa região de vasos sanguíneos e de câmaras vasculares que servem como um sistema de drenagem de sangue. O cérebro em si só ocupa cerca de metade do espaço do interior da cavidade craniana.

No caso do cérebro fossilizado, contudo, o tecido cerebral parecia estar pressionado diretamente contra o crânio, levantando a possibilidade de que alguns dinossauros tinham cérebros mais largos que enchiam boa parte da cavidade craniana.

Os pesquisadores, contudo, pedem calma quanto a conclusões sobre a inteligência de dinossauros a partir deste exemplar de fóssil e afirmam que é mais provável que durante a morte e sepultamento a cabeça do dinossauro ficou virada. Enquanto o cérebro se deteriorava, a gravidade pode ter causado seu colapso e pressionado o tecido contra o crânio.

"É inteiramente possível que dinossauros possuíssem um cérebro maior do que imaginamos, mas não podemos dizer a partir deste único espécime", explica David Norman, da Universidade de Cambridge e que também atuou na pesquisa.

Animal deve ter morrido em pântano

Para os pesquisadores, esse tecido cerebral apenas continuou preservado porque o cérebro do dinossauro foi "conservado" em um ambiente aquático altamente ácido e com baixa oxigenação, como um pântano, logo após sua morte. Isso permitiu que tecidos leves se mineralizassem antes de desaparecerem completamente.

"Achamos que este dinossauro morreu próximo a um ambiente aquático e que sua cabeça acabou parcialmente enterrada no sedimento ao fundo. Como a água tinha pouco oxigênio e era muito ácida, os tecidos do cérebro foram preservados antes que seu cérebro fosse enterrado no sedimento", afirma Norman. 

fonte: UOL

domingo, 30 de outubro de 2016

Curitiba já teve caça às bruxas, e nem foi há tanto tempo


Ilustração da Curitiba do século XVIII: no detalhe, o edital que permitiu a caça às bruxas (foto: Divulgação)

Documentos mostram que no século 18 mais de 500 pessoas foram processadas por suspeita de bruxaria.

As histórias de perseguição contra bruxas e supostas feiticeiras costumam remeter à Idade Média, época em que a sociedade que era muito oprimida por regras sociais e por imposições da Igreja. Mas não faz tanto tempo assim que Curitiba também “caçava” aqueles com religiões e culturas diferentes da pregada pelo Vaticano.

Prova disso é que em 23 de janeiro de 1775 o ouvidor da Comarca de Paranaguá, Antonio Barbosa de Matos Coutinho, lançou um edital na Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba para avisar que haveria uma devassa geral para inquirir testemunhas sobre alquimistas, benzedeiras, feiticeiras e pessoas com pacto com o diabo, dentre outros crimes.

Os documentos históricos do Arquivo Público do Paraná, analisados pela advogada Danielle Regina Wobeto de Araujo, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), apontam que a devassa resultou na denúncia de duas mulheres, mãe e filha. Entre 1763 e 1777, período estudado pela pesquisadora, a cidade teve 560 processos, sendo 60 contra mulheres e dois deles por feitiçaria.

Um dos denunciantes das rés foi o escrivão da Cãmara Municipal, que até a Independência do Brasil, em 1822, era responsável pelas investigações e julgamentos. Acusava-se as duas de terem feito feitiços e pacto com o diabo. A mãe, Francisca Rodrigues da Cunha, tinha cerca de 60 anos, enquanto a filha, Luiza Rodrigues da Cunha, declarou ter 23 anos.

Os registos apontam que as mulheres eram indígenas, da “nação Carijó”, e estavam descalças no dia do julgamento. O marido e pai das acusadas de feitiçaria, de acordo com o processo, era “escravo do hospício”. “Outra denunciante, Romana Álvares Teixeira, falou que elas tinham matado seu marido com um feitiço e seduzido juízes para escapar do processo. Também teriam sacrificado bichos e aleijado uma pessoa”, relata Danielle.

A defesa, contudo, conseguiu a absolvição das rés, apontando que um dos acusadores queria era vingança diante do fato da jovem de 23 anos ter recusado se casar com ele. Outra justificativa apresentada para pedir a absolvição foi que as rés haviam recebido educação católica. Presas desde 6 de fevereiro de 1775, mãe e filha foram absolvidas pelo ouvidor Coutinho no dia 22 do mesmo mês, por falta de provas.

fonte: Bem Paraná

Novos relatos de assombrações na ponte velha são registrados em Jardim, MS


Após 5 meses da matéria sobre o fantasma da ponte velha, mais pessoas afirmaram ter visto a assombração. Dessa vez, o relato é do Sr. Policarpio Ximenes, carroceiro na cidade de Guia Lopes da Laguna, município vizinho a cidade de Jardim.

Em seu relato, o carroceiro conta que em uma das várias viagens que realiza diariamente entre os municípios, no final de uma tarde de sexta-feira, ao se aproximar da entrada da ponte velha pelo lado de Jardim, sentiu a temperatura esfriar de repente, achou que era apenas a área verde e a proximidade do Rio Miranda, mas ao chegar perto da ponte ouviu um barulho próximo a beira do rio, como se uma pedra tivesse sido jogada na água. 

Seu Policarpio se aproximou da ponte para ver da onde vinha o barulho, quando para sua surpresa encontrou uma mulher. Mas não era uma mulher qualquer, ela tinha cabelos longos e olhar penetrante, usava um vestido longo que, apesar da escuridão do fim da tarde, brilhava como se o sol refletisse em seu tecido.

O brilho foi aumentando conforme seu Policarpio forçava a vista e se aproximava do barranco para enxergar melhor a mulher no vestido, até que sua imagem sumiu e um clarão tomou conta, seguido de um novo barulho nas águas. 

Desconfiado e transtornado, ele olhou ao seu redor para ver se mais alguém havia presenciado o mesmo, mas sua companhia mais próxima eram duas motos com o farol ligado que vinham de Guia Lopes a alguns metros dali. Por ser um homem já vivido, seguiu seu caminho e foi para sua chácara. 

Dias depois contou o ocorrido para amigos vizinhos de porteira que, como o previsto, não acreditaram, afirmaram ser “conversa fiada” e que ele tinha presenciado no máximo um pintado pulando nas águas e que tamanha mentira era demais.

Ao conversar com a reportagem, Seu Policarpio afirmou não se importar que as pessoas não acreditem em seu relato (prefere que chamem de relato, pois em histórias ele disse que há possibilidades de existir uma mentira) e que isso ficará guardado para sempre em sua memória.

Pessoas que preferem não se identificar contam que todas as sextas-feiras, no final da tarde, ele é visto fazendo o mesmo caminho e descendo o mesmo barranco. O que reforça ainda mais a veracidade deste ‘causo’.


Confira os famosos relatos de aparições extraterrestres em Arapongas, Paraná


Com o intuito de apresentar curiosidades sobre o município de Arapongas, o Portal Dia a Dia Arapongas não poderia deixar de fora um dos assuntos que mais intrigam não somente os araponguenses, mas também várias pessoas mundo afora: os extraterrestres.

Os estudos de avistamentos e contatos extraterrestres, a conhecida ufologia, sempre despertam uma certa curiosidade em quem acredita na existência de OVNIs e ETs. Se você é uma dessas pessoas, então deve saber que esses seres já passaram aqui por Arapongas, e até fizeram uma paradinha no nosso município. Ao menos isso é o que afirmam algumas pessoas que relataram suas experiências com esses visitantes de outros planetas.

Um dos relatos, que inclusive já foi pulicado em diversas revistas relacionadas ao tema diz que no dia 2 de maio de 1989, o piloto de um avião, Manoel Luiz Christovão, e outros dois passageiros viverem momentos de terror a bordo de um pequeno avião que decolou de Iguatemi (MS) para o nosso município. 

Este fato ocorreu a aproximadamente 10 km de distância do Aeroporto Municipal Alberto Bertelli, em Arapongas (PR). 

Segundo relatos, no momento em que preparava o avião para pouso, Manoel avistou uma enorme luz circular no céu. De imediato, contatou outro avião na intenção de identificar a natureza da luz avistada, mas como o piloto do outro avião não avistava nenhum objeto estranho nas proximidades, Manoel decidiu continuar normalmente sua rota.

O pouso do avião ocorreu em Arapongas. E eis que algo intrigante acontece: um objeto desconhecido posicionou-se à sua frente. E foi na tentativa de evitar um possível choque que o piloto realizou uma manobra brusca. 

Mesmo assim, o objeto voltou a se posicionar na frente do avião, obrigando Manoel a realizar uma nova manobra. E assim seguiram-se várias vezes esta cena por quase 10 minutos.

Desistindo, o piloto resolveu seguir em frente, em direção ao objeto, e quase chegando próximo ao “OVNI”, este acelerou bruscamente, e desapareceu em seguida, não sendo mais visto.

Já o segundo caso, que é ainda mais famoso, porém um pouco mais antigo; trata-se de um dia em que vários trabalhadores rurais afirmaram que um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) teria realizado um pouso em meio a uma plantação próxima a Estrada do Bule, no município de Arapongas. Alguns chegaram até mesmo a afirmar que seres extraterrestres teriam descido deste “objeto misterioso”.


O caso arrepiante dos caixões que se moviam sozinhos



Em 1812, a paradisíaca ilha de Barbados era uma colônia britânica, quando ficou famosa pela história dos caixões da família Chase. Na época, famílias abastadas construíam criptas para guardar os caixões dos entes queridos. 

Com os Chase não foi diferente. Eles construíram sua cripta no cemitério da igreja de Christ Church Parish, em Barbados. Três irmãs morreram em circunstâncias distintas na mesma época e seus corpos foram cuidadosamente colocados nos caixões na cripta. 

Algum tempo depois, o pai das moças, Thomas faleceu. Quando os familiares entraram na cripta para depositar o cadáver, notaram que os caixões das irmãs estavam fora do lugar. 

Anos mais tarde, quando voltaram a abrir a cripta, os quatro caixões estavam novamente desordenados, de forma inexplicável. 

Ao morrer um quinto membro da família, o episódio se repetiu, mas, dessa vez, o governador Lord Combermere decidiu colocar areia em volta de toda a cripta, para tentar descobrir a origem de tal desordem. 

Meses depois, ele regressou com outros homens para averiguar o estado da cripta e, embora ela estivesse selada como sempre, os caixões novamente se mostravam desordenados, e a areia não apresentava nenhuma marca. O mistério jamais foi desvendado.

fonte: Yahoo!

A fantasma de um hotel em Louisiana


O Hotel The Myrtles é um lugar mal-assombrado. Hester Eby trabalha lá há 36 anos e já viu, e sentiu, de tudo. Ela não acreditava em fantasmas, até encontrar Chloe, a menina escrava.


fonte: UOL

Um grande OVNI com quatro braços "obrigou" a NASA a cortar a emissão desde a EEI


Especialistas dizem que o objecto desconhecido registado na gravação é metálico e sólido, tendo em conta que reflecte a luz solar.

Fãs de fenómenos paranormais tornaram acusar a NASA de corte da transmissão em directo da Estação Espacial Internacional (EEI) para ocultar provas da existência de extraterrestres no espaço. Desta vez é um grande OVNI com quatro braços apareceu perto da estação e pode ser visto num vídeo enviado pelo 'caçador de alienígenas' no canal do YouTube Streetcap1.

Segundo Streetcap1, o vídeo em directo carregado a 20 de outubro mostra um objecto estranho vagando perto da EEI, aparentemente olhando para ela.

Enquanto isso, depois de estudar a gravação, um outro "caçador de alienígenas' Scott C. Waring, disse no seu blog ' UFO Sightings Daily ' a estranha nave tem vários braços que se estendem do corpo principal e são claramente visíveis no vídeo.

De acordo com Waring, na gravação pode-se ver como a luz solar é reflectida no corpo e braços do OVNI, fazendo-a brilhar no espaço azul profundo. O brilho do objecto misterioso, devido à reflexão da luz solar, entretanto, mostra que é um verdadeiro objecto de metal sólido flutuando no espaço nas imediações da Estação Espacial Internacional.

Mas, quando o OVNI começa a brilhar intensamente", a NASA interrompe a transmissão com a sua infame tela azul", dizem os ovniólogos.


fonte: RT

Austriacos assustados por um 'OVNI' chamam a polícia


Embora os cépticos não prestem muita atenção às imagens de objectos voadores divulgadas nas redes sociais, outros usuários entram em pânico.

Moradores das cidades de Viena e Graz, na Áustria, foram surpreendidos na sexta-feira à noite pelo aparecimento no céu de um suposto objecto voador não identificado muitos deles chamaram as autoridades, relataram os meios de comunicação locais.

As testemunhas imediatamente compartilharam fotos do 'OVNI' através da Net. E, embora os cépticos não prestarem muita atenção às imagens, outros entraram em pânico e pensaram mesmo de uma invasão alienígena iminente.

As autoridades, por sua vez não comentaram os factos ou a natureza dos avistamentos, enquanto presume-se que o suposto OVNI invasor, ra apenas um brinquedo quadricóptero enorme, um drone com luzes e propulsionado por quatro rotores.

Finalmente, o diário "Heute" indica que o suposta disco voador é parte de uma estratégia de "marketing" da empresa de telefonia T-Mobile para introduzir um novo serviço conhecido como Tinka.


fonte: RT

Novo supercontinente nascerá dentro de 300 milhões de anos e chama-se Aurica


Cientistas em Portugal e na Austrália defendem, como cenário provável, a formação de um novo supercontinente, a que deram o nome Aurica, dentro de 300 milhões de anos, em resultado do fecho simultâneo dos oceanos Atlântico e Pacífico.

O cenário, traçado com base em modelos computacionais, cálculos matemáticos, evidências e na história geológica da Terra, é sustentado pelos geólogos João Duarte e Filipe Rosas, do Instituto Dom Luiz e do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Wouter Schellart, da Universidade de Monash, na Austrália.

Os resultados do estudo foram publicados na edição digital da revista Geological Magazine.

Ciclicamente, ao longo da história da Terra, a cada 500 milhões de anos, os oceanos fecham-se e os continentes juntam-se, formando um supercontinente.

Há 200 milhões de anos, quando os dinossauros habitavam a Terra, todos os continentes estavam reunidos num supercontinente, a Pangeia, em que a América do Sul estava ligada à África.

No novo supercontinente, apresentado pelos três investigadores, o núcleo é formado pela Austrália e pela América, que estão ligadas, daí o nome Aurica atribuído ('Au' de Austrália e 'rica' de América).

A hipótese da formação de um supercontinente, a partir do fecho simultâneo dos oceanos Atlântico e Pacífico, baseia-se na "evidência de que novas zonas de subducção se estão a propagar no Atlântico", refere a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em comunicado.

As zonas de subducção (locais onde uma placa tectónica mergulha sob a outra) são requisitos para os oceanos fecharem.

"Para fechar os oceanos, é necessário que as margens dos continentes se transformem em margens ativas, se formem novas zonas de subducção", esclareceu à Lusa o geólogo João Duarte.

O Pacífico, explicou, "está rodeado de zonas de subducção", nomeadamente próximo do Japão, do Alasca (EUA) e da região dos Andes (América do Sul).

As zonas de subducção "propagam-se de um oceano para o outro, do Pacífico para o Atlântico", sublinhou.

No Atlântico, já existem duas zonas de subducção totalmente desenvolvidas: o Arco da Escócia e o Arco das Pequenas Antilhas.

Uma nova zona de subducção poderá estar a formar-se ao largo da margem sudoeste ibérica, que apanha território português.

Segundo João Duarte, a chamada Falha de Marquês de Pombal, localizada ao largo do Cabo de São Vicente, no Algarve, e apontada como "uma das possíveis fontes do sismo de 1755", em Lisboa, está "a marcar o início dessa nova zona de subducção".

Hipóteses anteriores, de outros cientistas, sugerem a formação de um novo supercontinente a partir do fecho de um dos oceanos, do Atlântico ou do Pacífico.

O geólogo português, e investigador-principal no estudo, lembra que, no passado, dois oceanos tiveram de se fechar para dar origem a um supercontinente.

João Duarte advogou que manter o Pacífico ou o Atlântico aberto significa que um dos dois oceanos vai perdurar para lá da sua 'esperança de vida', cifrada em 200 a 300 milhões de anos.

"Isso é contraditório com a história, a geologia da Terra. Os oceanos não vivem mais do que 200 ou 300 milhões de anos", frisou.

O investigador acrescentou outro dado para sustentar a sua tese: a da fracturação da Euroásia (Europa e Ásia).

De acordo com João Duarte, o Oceano Índico "está a abrir" na Euroásia e existem novos riftes (fissuras da superfície terrestre causadas pelo afastamento e consequente abatimento de partes da crosta) que "estão a propagar-se para norte".

A cadeia montanhosa dos Himalaias, a Índia e o interior da Euroásia correspondem a "uma zona de rutura, onde as placas tectónicas vão partir-se num futuro", permitindo "partir ao meio" a Euroásia, cenário possível dentro de 20 milhões de anos, admitiu.

Para o cientista, a fratura da Euroásia irá possibilitar o fecho dos oceanos Atlântico e Pacífico.

João Duarte e restante equipa propõem-se, agora, testar "até à exaustão", com modelos computacionais mais avançados, o cenário "muito provável" que avançaram, o de um novo supercontinente chamado Aurica.

Diário Digital com Lusa


Ministério da Defesa Espanhol desclassifica 1900 páginas sobre OVNIs


Ministério da Defesa de Espanha desclassificou documentos sobre avistamentos de OVNIs registados na Espanha entre 1962 e 1995.




fonte: Youtube

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Vídeo mostra fantasma empurrando carrinho de bebê escada abaixo


Uma filmagem mostraria a existência de um espírito em uma casa na Inglaterra. Nas imagens, o suposto fantasma empurra um carrinho escada abaixo.

As imagens foram gravadas por um grupo de caçadores de fantasmas em uma casa na Inglaterra. Segundo informações do Daily Mail, os especialistas afirmaram que se trata de um espírito conhecido como “Monge Negro”.

Fóssil de papagaio descoberto na Sibéria é o mais antigo já identificado





É a primeira vez que vestígios dessa espécie são encontrados na Ásia.

Um fóssil de papagaio foi dessenterrado na Sibéria, o mais ao norte que uma ave desse tipo já foi encontrada, de acordo com estudo liderado por Nikita Zelenkov, do instituto paleontológico Borissiak da Academia de Ciências da Rússia, em Moscou. 

“Ninguém jamais encontrou, antes, evidências de sua presença na Sibéria”, afirma o pesquisador, surpreso com o achado que pode “mudar o nosso entendimento sobre o quão cedo os papagaios se disseminaram pelo mundo e migraram para a América”. Teorias anteriores sugeriam que eles podiam ter voado da África para as Américas, o que seria um outro caminho.

Um único osso de papagaio foi descoberto na região de Baikal, ao sul, e data de, aproximadamente, entre 16 e 18 milhões de anos atrás. Isto sugere que os pássaros, que hoje habitam principalmente as regiões tropicais e subtropicais, podem ter sido difundidos uma vez na Eurásia. É também a primeira vez que um fóssil de papagaio é encontrado na Ásia.

Os pesquisadores encontraram os restos do antigo papagaio em Tagay Bay, ao leste.

“Nós estávamos escavando todos os tipos de animais lá e eles eram, em sua maioria, roedores, rinocerontes, gatos, hipopótamos, entre outros”, contou Zelenkov à BBC. “Este local é também interessante por preservar uma rica comunidade de fósseis de pássaros, mas nenhum exótico foi encontrado antes”, acrescentou.

O que eles encontraram do animal foi uma parte de um osso chamada tarsometatarso, comum na parte inferior da perna de aves. Após compará-la com as de outras espécies, ele descobriu que pertencia a um papagaio pequeno. O osso tem características similares às de outro fóssil recente na Alemanha, divulgado há seis anos, pertencente a uma espécie chamada Mogontiacopsitta miocaena.

“Infelizmente, o que encontramos não é bom o suficiente para reconstruir a aparência ou o estilo de vida deste papagaio, mas nós podemos ver que era bastante semelhante aos modernos, com tamanho próximo de um periquito-australiano”, disse.

fonte: O Globo

Único panda marrom do mundo se torna celebridade do mundo animal










Abandonado pelo mãe aos 2 meses, Qizai o único panda marrom do mundo se tornou uma celebridade no mundo animal. O bicho, cujo nome significa “o sétimo filho” em mandarim foi encontrado nas montanhas Qingling, na China central.

Enquanto cientistas tentam descobrir o motivo da coloração branca e marrom, talvez por alguma mutação genética, Qizai, que agora tem 7 anos, se tornou único exemplar da sua espécie vive no Foping Panda Valley. 

Enquanto seus cuidadores planejam encontrar uma parceira, ele curte a fama. “Ele é mais devagar que os outros pandas, mas também é mais bonito”, elogiou seu tratador ao MailOnline, descrevendo o bicho como “gentil, engraçado e adorável”.

fonte: Vírgula

Rena totalmente branca chama a atenção na Suécia


Você provavelmente nunca tinha visto uma rena totalmente branca - até mesmo nos chifres - até hoje, não é? A imagem acima foi tirada pelo usuário da rede social Reddit, "nlsoy". Ele conta que avistou o animal na cidade de Mala, na Suécia, no começo de setembro.

Apesar de muita gente pensar que se trata de um animal albino, este não é bem o caso. A rena não possui olhos vermelhos, uma característica símbolo da condição genética. É possível que alguma outra mutação tenha ocorrido em seus pelos, que ficaram sem pigmentação.

fonte: Rede TV

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

NASA descobre a Mão de Deus no espaço profundo


Com a ajuda de telescópios e outros equipamentos espaciais, os cientistas da NASA 

descobriram a 17000 anos-luz de distância da Terra a poderosa explosão de uma estrela que formou uma enorme nuvem no formato de uma mão humana.

Segundo relata o jornal Express, os cientistas apelidaram a descoberta de "Mão de Deus" e sugeriram que, após a explosão, as partículas da estrela começaram a interagir com o campo magnético, criando raios-X na forma de uma grande mão.

Agora, investiga-se se a enorme mão se formou mesmo como resultado da explosão estrelar ou se é apenas uma ilusão de ótica. Além disso, a equipe do NuStar [telescópio de espectroscopia de gama nuclear, na sigla em inglês] espera que a Mão de Deus a ajude a descobrir mais detalhes sobre o fenómeno dos buracos negros e o modo como eles "crescem e interagem com as galáxias".


fonte: Sputnik News

Telescópios apontados para o céu: será que encontrámos aliens?


Cientistas canadianos detectaram um sinal pouco usual que, acreditam, pode indicar que há vida inteligente no espaço profundo. É uma notícia promissora, mas certezas ainda não temos nenhumas.

Há novidades vindas do espaço profundo. Um grupo de cientistas esteve à escuta e encontrou mensagens pouco usuais que podem ter sido produzidas por vida extraterrestre. Das 2,5 milhões de estrelas que estiveram sob o olhar atento dos investigadores na Terra, apenas 234 emitiam um sinal com uma modulação muito específica e sempre com o mesmo período. O comportamento desse sinal é tão singular em relações aos outros, enviados por outras estrelas, que os cientistas acreditam que há extraterrestres a tentar conversar connosco.

Não é uma hipótese precipitada se pensarmos que este sinal, observado numa gama espectral muito curta, só foi encontrado em 0,00936% de todas as estrelas que foram estudadas por E.F. Borra e E. Trottier, os dois astrónomos da Universidade Laval (Canadá) responsáveis pelo estudo. Mais do que isso, os sinais detetados têm uma “forma” em tudo semelhante à que Borra havia previsto, em estudos anteriores, que teriam os sinais criados por vida inteligente extraterrestre: pulsações de luz separadas por um intervalo temporal constante (como flashes). Podemos então estar perante uma mensagem ETI, ou seja, vindo de mundos habitados por seres tão ou mais evoluídos que o ser humano.

Mas que mundos serão esses? Quando estes investigadores colocam a ênfase no facto de a gama espectral das 234 estrelas ser muito curta, querem na verdade chegar mais longe: é que estes sinais têm origem num intervalo entre o tipo espectral F2 e K1, precisamente o mesmo espectro do nosso Sol. Ora, se esse é o espectro do nosso Sol e é a única estrela onde temos a certeza que existe vida na vizinhança, é possível que essas “estrelas especiais” também possam ter vida nas suas redondezas.

Antes de o sino dos “bichos verdes com antenas e olhos castanhos” soar na Universidade Laval, os cientistas colocaram outras hipóteses. Sinais como estes podiam ter sido criados por transições rotacionais em moléculas ou por pulsações rápidas, mas os cientistas já fizeram novos testes e descartaram essas hipóteses. Os novos resultados adensaram ainda mais a teoria de que os sinais destas estrelas podem indicar a existência de vida extraterrestre longe da Terra.

Perante estas possibilidades, devíamos estar todos de telescópios apontados para o céu e a preparar biscoitos e leite para receber os nossos novos vizinhos. Mas não o fazemos porque este não é o primeiro sinal ETI detetado na Terra, nem seria o primeiro onde se poderia descobrir que, afinal, era falso alarme. Foi por isso que os cientistas criaram uma escala, a escala de Rio, onde os cientistas da Academia Internacional da Astronáutica avaliam que importância deve ser dada a um determinado sinal detetado na Terra. A escala tem dez pontos no máximo e resulta de uma análise à credibilidade do relatório (de zero a quatro), à classe do fenómeno (de um a seis), ao tipo de descoberta (de um a cinco) e à distância à fonte (de um a quatro, importante para perceber se é possível responder a essa fonte).

A classificação deste sinal ainda não é conhecido porque o relatório não foi revisto pela comunidade científica.

fonte: Observador

Esta aranha consegue transportar um rato preso nas mandíbulas


O vídeo de um australiano que mostra uma aranha "caçadora" a arrastar um rato está a despertar a atenção dos especialistas em aracnídeos.

Jason Womal, de Coppabella, Queensland, Austrália, filmou uma aranha, conhecida como "huntsman" (caçadora), a arrastar um rato em casa de um vizinho. Nas imagens, é possível ver o aracnídeo a tentar levar o roedor preso nas mandíbulas, para cima de um frigorífico, mas com dificuldades devido ao peso da presa.

O vídeo que Jason Womal publicou no Facebook, no dia 22 de outubro, tem vinte segundos, mas conta com mais de 10 milhões de visualizações.

Mais tarde, Womal anunciou, também no Facebook, que a aranha estava bem e que tinha sido adotada.

Graham Millage, responsável pela coleção de aracnídeos do Museu da Austrália, explicou, ao "The Guardian", que são raros os casos de aranhas que capturam animais vertebrados e admitiu que foi a primeira vez que viu uma "huntsman" a caçar um rato, mas que já as presenciou a apanhar lagartixas.

O especialista explica que a "huntsman" pode crescer ao ponto de cada pata atingir 16 centímetros.

Já Helen Smith, diretora técnica e investigadora do mesmo museu, referiu que é improvável que a aranha tenha morto o roedor e que ficaria surpresa se a "huntsman" tivesse atacado a presa, pois, mesmo que o fizesse, o veneno não deveria ser suficiente para a matar.


A investigadora afirmou ainda que, suspeita que o animal já estivesse morto há algum tempo, porque a cauda parece rígida. Mas, embora a causa da morte do rato permaneça desconhecida, não se pode questionar o tamanho e a resistência da aranha, disse Helen.


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Pesquisadores descobrem monstrozinho com mais de 400 patas


A parte dianteira do corpo de um Illacme tobini (esquerda) e um Illacme plenipes (direita) vista com uma aproximação de 300 (esquerda) e 200 (direita) µm

Ele tem 414 patas, quatro pénis e 65,5 milhões de anos, além de 200 órgãos internos tóxicos.

É uma espécie de milípedes do género Illacme, Illacme tobini, recentemente encontrada na Califórnia por uma equipe de pesquisadores dos EUA. Eles são os recordistas no número de patas, a maior cifra sendo 750. 

Este resultado pertence a um Illacme plenipes que foi achado na década de 1930. 

Os detalhes da descoberta foram publicados na revista científica Zoo Keys. Segundo a matéria, Illacme pertence à família dos Siphonorhinidae, comum na Califórnia, Wallacea, Sundalândia, Himalaias, Indo-Birmânia e no sul da África. A espécie teria presenciado a quebra do antigo supercontinente, Pangeia, que aconteceu há mais de 200 milhões de anos. Minúsculo — menos de um centímetro — e com 414 patas para andar, o esquisito animalzinho tem quatro pénis e um órgão na região da boca cuja função ainda é desconhecida.


fonte: Sputnik News

Base secreta nazi descoberta por russos no Ártico


Os cientistas dizem ter encontrado bunkers e balas usadas.

Uma base secreta nazi foi descoberta na Terra de Alexandra, no Ártico, por cientistas russos, noticia o Independent. Localizada a cerca de 1000 quilómetros do Pólo Norte, foi construída em 1942, um ano após Hitler ter invadido a Rússia.

Chamada de "Schatzgraber", foi abandonada quando os cientistas da estação foram envenenados com carne de urso em 1944. Posteriormente, tiveram de ser resgatados pela marinha alemã.

Setenta e dois anos depois voltou a ser descoberta e nela foram encontrados mais de 500 objetos, incluindo centenas de documentos que continuam bem preservados.

Esta ilha foi vital durante a 2ª Guerra Mundial, pois produzia constantes boletins meteorológicos essenciais para saber como as tropas se deveriam movimentar, assim como submarinos e barcos.

Disputada durante anos, a Terra de Alexandra pertence à Rússia.



A CURIOSA INCLINAÇÃO DO SOL É CAUSADA PELO PLANETA NOVE


De acordo com um novo estudo, o Planeta Nove – o planeta ainda não descoberto na orla do Sistema Solar que foi previsto pelo trabalho de Konstantin Batygin e Mike Brown em janeiro de 2016 – parece ser responsável pela invulgar inclinação do Sol.

O planeta grande e distante pode estar a adicionar uma oscilação ao Sistema Solar, dando a aparência de que o Sol está ligeiramente inclinado.

“Dado que o Planeta Nove é tão grande e tem uma órbita inclinada em comparação com a dos outros planetas, o Sistema Solar não tem escolha a não ser torcer-se lentamente para fora do alinhamento,” comenta Elizabeth Bailey, estudante do Caltech e autora principal do estudo que anuncia a descoberta.

Todos os planetas orbitam num plano achatado em relação ao Sol (eclíptica), no máximo com cerca de 2º uns dos outros. Esse plano, no entanto, gira a uma inclinação de seis graus em relação ao Sol – dando a aparência de que o próprio Sol está inclinado.

Até agora, ninguém tinha encontrado uma explicação convincente para este efeito.

“É um mistério tão profundamente enraizado e tão difícil de explicar que as pessoas simplesmente não falam sobre ele,” comenta Mike Brown, professor de Astronomia Planetária.

A descoberta de Brown e Batygin, de evidências de que o Sol é orbitado por um planeta ainda não descoberto – com cerca de 10 vezes a massa da Terra e com uma órbita que o leva cerca de 20 vezes mais longe do Sol, em média, que Neptuno – muda a física.


Os astrónomos Mike Brown e Konstantin Batygin “descobriram” o Planeta Nove

O Planeta Nove, com base nos seus cálculos, parece orbitar a 30º do plano orbital dos outros planetas – no processo, influenciando a órbita de uma grande população de objetos na Cintura de Kuiper, que foi como Brown e Batygin vieram a suspeitar da existência de tal planeta em primeiro lugar.

“Continua a surpreender-nos; de cada vez que olhamos com cuidado, continuamos a descobrir que o Planeta Nove explica algo sobre o Sistema Solar que há muito que era um mistério,” realça Batygin, professor assistente de ciência planetária.

As suas conclusões foram aceites para publicação numa edição futura da revista The Astrophysical Journal e foram apresentadas dia 18 de outubro na reunião anual da Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronómica Americana, realizada em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia.

A inclinação do plano orbital do Sistema Solar há muito que confunde os astrónomos devido à forma como os planetas se formaram: uma nuvem giratória lentamente colapsou num disco para formar objetos em órbita de uma estrela central.

Com base na sua localização e tamanho, o momento angular do Planeta Nove está a ter um impacto desproporcional no Sistema Solar. O momento angular de um planeta é igual à massa do objeto multiplicada pela sua distância ao Sol, e corresponde à força que o planeta exerce sobre a rotação do sistema global.

Dado que os outros planetas do Sistema Solar estão todos praticamente ao longo de um único plano achatado, os seus momentos angulares trabalham em conjunto para manter sem problemas a rotação de toda a eclíptica.

A órbita invulgar do Planeta Nove, no entanto, acrescenta uma oscilação de milhares de milhões de anos a esse sistema. Matematicamente, dado o hipotético tamanho e a hipotética distância do Planeta Nove, uma inclinação de seis graus encaixa perfeitamente, comenta Brown.

A próxima questão é, então, como é que o Planeta Nove alcançou a sua órbita invulgar?

Isso continua ainda por determinar, mas Batygin sugere que o planeta poderá ter sido expulso da vizinhança dos gigantes gasosos por Júpiter, ou talvez sido influenciado pela atração gravitacional de outros corpos estelares no passado extremo do Sistema Solar.

Por agora, Brown e Batygin continuam a trabalhar, com colegas em todo o mundo, à procura de sinais do Planeta Nove ao longo do percurso que previram em janeiro.

Essa pesquisa, afirma Brown, poderá levar três anos ou mais.

fonte: Zap aeiou

Este misterioso objecto com 250.000 anos poderia ser "parte de um OVNI"


Recentemente foram revelados os detalhes da descoberta na Roménia de uma peça de metal que é considerado uma descoberta importante pelos cientistas.

É sabido que o metal de alumínio não foi produzido pelos seres humanos até à cerca de 200 anos, então uma descoberta feita em 1973 na Roménia - , mas que apenas se revelou recentemente- de um objecto que poderia ter 250.000 anos considerada uma importante descoberta pela comunidade científica, informa o jornal mirror.

O pedaço de metal foi removido da terra nas margens do rio Mures, perto da cidade romena de Aiud, e posteriormente foi examinada. Segundo os testes, o objecto é composto de 12 metais e 90% de alumínio. O objecto tem 20 centímetros de comprimento, 12,5 de largura e 7 de espessura.

O facto é que o objecto tem concavidades num debate sobre a possibilidade de que o mesmo tenha sido parte de um sistema mecânico complexo, como de um OVNI, o que poderia indicar a visita à Terra de uma civilização alienígena no passado.

Mas existem outras versões. Por exemplo, o historiador Mihai Wittenberger afirma que o objecto é simplesmente um pedaço de metal de um avião alemão da Segunda Guerra Mundial. No entanto, esta teoria não explica a idade do material.

fonte: RT

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